Night Secrets.
15 Algemas.
Notas iniciais
Todo mundo pronto pra Lemon? XD
Enfim, aqui está como prometido, a primeira vez completa deles (Que de Drabble virou One), desculpem pelo tamanho mas eu simplesmente precisei deixá-la grande .-.
Espero que gostem, esse é o penúltimo capítulo, depois vem o último (Jura? ¬¬') E depois o especial da primeira vez do Bill com o Gê ^^
Esse Cap. tá dedicado à 7B2uty pela primeira indicação (Chora de emoção *-*), Obrigada Gata XD
So... Enjoy!;D
POV do Tom
Como meu irmão havia se transformado nessa criatura perversa?
Fez-me seu escravo, dizia ter todo esse poder desde o nascimento. Eu simplesmente não tinha o que questionar, – e nem queria de fato – meu único papel ali era servi-lo, redimir-me de meus erros.
Sempre soube que aquela mente diabólica tramava coisas inimagináveis, apenas não tinha conhecimento do quão estava incluído em tais devaneios. Foda-se, eu o amo. E naquele momento toda a minha pele fervia, o desejo corria feito lava quente por todo o meu corpo. Foda-se se o sangue que corria em nossas veias era o mesmo.
As amarras apertavam-me de modo incômodo, porém nada podia superar as outras sensações.
Desde o começo percebi que deixá-lo prender-me poderia me levar a sensações extremas, dor e prazer, eu nem me importava mais. Todo o receio se esvaiu quando presenciei meus sonhos se converterem na mais deliciosa realidade.
Checou uma última vez se havia me prendido forte o suficiente à cadeira. Posicionou minhas pernas para mantê-las ainda mais abertas, deslizou os dedos nos meus lábios agora adornados por uma mordaça. E aí sim se iniciou minha tortura.
Aquele sorriso sacana. De quem sabe que pode tudo e pretende usar toda e qualquer artimanha para enlouquecer alguém feito eu. Retirou vagarosamente cada peça de roupa. Exibia-se pra mim, mostrava o quão mudado estava seu corpo, agora marcado levemente por músculos definidos.
As longas unhas arranharam o peito alvo, acariciaram as tatuagens estrategicamente posicionadas. Para o meu deleite e completo desespero presenciei a lenta masturbação, bem em frente ao meu rosto. Meus braços doíam pela posição, meu pênis já não podia estar mais duro. Reclamei brevemente, o som saiu abafado pelo pano que impedia-me de falar, este foi retirado em seguida. Para quê? Assim que vi-me livre dele não consegui me expressar. Sorvi uma grande porção de ar para logo vê-lo reiniciar seus movimentos. Apenas podia olhar, minha língua freneticamente umedecendo os lábios, abertos como se já soubessem o que viria a seguir. Tudo o que pude fazer foi fechar os olhos ao sentir o jato quente atingir-me a face. Suspirei pesado sentindo o quanto seus atos me afetavam, agora se deliciando em lamber meu rosto, limpando-me.
“Você tem sido um garoto mau, Tom.”
Não sei quando entrei em seu jogo. Não sei o porquê aceitei o papel que ele me impunha. Apenas assumi o meu lugar, iria fazer de tudo para tê-lo.
“Castigue-me.”
Parecia loucura pedir para ser maltratado, mas naquele momento era tudo o que eu mais queria. Ter seu amor e seu ódio, seu carinho e sua punição.
Ajoelhou-se com os olhos fixos nos meus. Tomou entre os lábios a pele do meu abdômen, fez-me gemer alto ao senti-lo enfiar meu pau inteiro no espaço quente de sua boca. Sugou sensualmente, as unhas perfuravam impiedosas minhas coxas. Eu apenas queria mais, pedia e implorava.
Girou o corpo lentamente para me desamarrar, ficando assim atrás da cadeira, os lábios tocaram-me a orelha e mais uma vez senti aquele arrepio gostoso atravessar meu corpo. Respirava lento e descompassado, uma mão me soltava, outra afagava-me as tranças.
Quase não reconheci a sensação de ter as mãos e pés livres. Eu realmente estava perdido, chegava a ser cômico. Tom Kaulitz, controlador de toda e qualquer foda esperando uma ordem para agir. Ordem essa que veio de forma bem diferente do esperado.
Andou de costas até a cama e deitou, as pernas abertas, chamou-me com um gesto. Meus passos foram urgentes, em segundos já estava sobre o belo corpo, nossos rostos próximos me fizeram lembrar há quanto tempo não provava daqueles lábios. Um pequeno roçar, os olhos cerrados, iniciamos lentamente a sorver o sabor da boca alheia, famintos por mais. A sensação me entorpecia, os lábios apetitosos chupavam os meus e mordiscavam.
O primeiro choque foi sentido ao mínimo toque de nossos membros. Fechei os olhos, completamente excitado e necessitado de mais contato. Avancei ferozmente em seu pescoço para surpreso levar um estalado tapa no rosto. Mirei-o assustado e percebi que ele ainda estava no comando. A maior certeza deu-se no momento em que mandou que eu me deitasse e ligeiro prendeu meus pulsos à cama por algemas.
O que ele andou aprendendo por aí afinal?
Usufruiu de todas as formas possíveis o que eu tinha para oferecer. Mamilos, abdômen, virilha, pescoço, todo corpo presenteado com rastros de saliva, quente e deliciosa.
Apoiou as mãos em meu ventre e fez-me prender o ar ao descer lenta e dolorosamente sobre minha ereção. Em poucos movimentos já me sentia dentro de seu corpo. As paredes quentes esmagando meu membro, sua face retorcida em dor e prazer. A cavalgada que se iniciou foi sem dúvidas a melhor da minha vida.
Pouco tempo depois e percebi como parecia frustrado. Subia e descia de olhos fechados, mas não parecia completamente satisfeito. Levantou-se brevemente para livrar-me das algemas e finalmente eu entendi o que ele queria.
Apesar de todo o jogo, toda a cena, ele precisava de mim, tal como deveria ser. Ele gostava de ser preso entre braços fortes, de ser dominado e sentir seu cabelo puxado enquanto empinava-se de quatro para as constantes estocadas. Vencido e cansado, deixou que eu seguisse do modo que achasse melhor.
Sentia que não o faria se arrepender. Meti tão fundo quanto era possível, as mãos segurando firme seu quadril, o choque intenso dos corpos, estávamos ébrios, loucos e necessitados um do outro, do prazer, do amor.
Os corpos já pingavam suor e eu sentia ansioso o clímax se aproximar. Soube que não aguentaria mais quando o ouvi gemer, alto e afeminado como sempre sonhei, meu nome em meio a frases desconexas. Pedia-me que fodesse mais forte, que não parasse, que o rasgasse por completo.
Derramei em seu interior tudo o que havia guardado há tanto tempo. Apenas para ele. O amor parecia correr como correntes elétricas entre os corpos, suados e ofegantes tentávamos no mínimo ter um pouco do oxigênio de volta.
E naquela noite todo meu conceito de felicidade mudou. Todos os planos que sempre fiz durante a vida, tudo o que precisaria para ser feliz estava bem ali, deitado entre meus braços, beijando-me o peito e dizendo-me o quanto me amava e sentia minha falta.
Notas finais
Digam o que acharam, se tá legal, se mereço chute, se mereço mordidas (Oi Chará ^^), enfim , Opiniões?
Até logo meus amores ;* Küsses...
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