Notas iniciais
Internet voltou. Yupi!!!
Obrigada a Sinclair por ter favoritado. =p
Alguém quer ver Quinnie morta? Aqui está!

Assim que entrei em casa, subi direto para o quarto, coloquei Joseph deitado no berço e peguei minha mala. Coloquei todas as minhas roupas ali dentro, depois peguei uma mala pequena e coloquei as roupas de Joseph. Desci com as malas e coloquei perto da porta, assim que comecei a subir as escadas, ouvi a campainha tocar, voltei até a porta, a abri e vi uma Quinn sorridente, que logo ficou séria ao me ver.

- O que está fazendo aqui? – ela perguntou.

- Eu é que pergunto.

- Rachel disse que você a largou.

- E você veio que nem uma cadelinha correndo atrás dela, não é? – perguntei, com um sorriso cínico.

- Ela está ai? – ela perguntou, me ignorando.

- Por que você não procura?

Dei passagem para ela entrar, Quinn foi direto para o quarto, fechei a porta e a tranquei. Assim que Quinn voltou, eu estava perto da escada.

- Você sabe onde ela foi?

- Se eu soubesse, acha que eu te contaria? – perguntei, a seguindo até a cozinha.

- Santana, não vê que ela não te ama mais?

- Cale a boca, Quinn.

Ela se virou de frente para mim e ficou me encarando.

- Fale para mim, Quinn. Como conseguiu?

- Do que está falando?

- Qual é, Quinn! Você não parece ser burra, mesmo sendo loira. Me conte, como conseguiu com que Rachel me traísse em pouco tempo?

- Ela me procurou. – ela respondeu com um sorriso.

- Me fale a verdade, antes que eu quebre esses seus dentinhos brancos.

- Por que você quer saber a verdade? Ela não vai mais voltar para você.

- Apenas me diga a verdade, assim vou embora com minha consciência limpa.

- Consciência limpa por saber como sua esposa gostosa te traiu?

Fiquei calada, o sangue fervia em meu corpo, fechei minha mão com força, quase machucando a mim mesma com minhas unhas.

- Está bem. Rachel e eu tivemos um caso no colegial, eu nunca me esqueci dela, e sei que ela também nunca me esqueceu. Tanto que, assim que vim visitar vocês, percebi que ela ficou mexida, então comecei a dar em cima dela.

Uma imagem das duas juntas se beijando veio em minha mente, e não era na sala, como na noite anterior, mas sim na Broadway. Minha respiração ficou mais pesada. Por que eu me lembrava da última coisa que vi antes do acidente, mas não o que aconteceu antes disso?

- Quanto tempo precisou para beijá-la?

- Não sei. Duas noites, talvez.

Mordi meu lábio inferior, tanto que senti um gosto de sangue, ela olhou para minha boca e ficou assustada.

- Agora me deixe passar. – ela disse, olhando para minha mão.

- Você quer passar, Quinn? Então passe.

Fiquei parada no mesmo lugar, ela tentou passar ao meu lado, mas não conseguiu.

- Me deixe passar, ou ligo para a Rachel.

- Ligue, quem sabe sua dona não te ajude.

Quinn olhou em meus olhos e pegou seu celular do bolso, eu o peguei de sua mão e o joguei longe, perto da geladeira.

- Você ficou maluca? – ela gritou.

- Você não sabe o quanto, sua vadia prostituta. – respondi, com a voz calma.

Dito isso, fiz mais força em minha mão e lhe dei um soco, ela caiu no chão e começou a se contorcer, tampando seu rosto com as mãos.

- Sua idiota! Você quebrou meu nariz! – ela gritou.

Me sentei em cima de sua cintura, ela olhou para mim assustada e comecei a lhe dar vários socos no rosto.

- San... Santana... pare, por... favor...

Eu não conseguia ouvir o que ela dizia, toda a raiva, tristeza e rancor que eu guardava dentro de mim descontei em Quinn. Parei apenas quando ouvi o celular dela tocar, olhei para ela assustada. Será que a matei? Quinn não se mexia, nem ao menos gemia de dor.

- Q-quinn?

Seu rosto estava completamente sujo de sangue e sua roupa também. Me levantei ainda assustada. Nunca tinha batido tanto em uma pessoa. De onde veio tanta força e tanta raiva? Me aproximei dela novamente e vi seu corpo se mexer lentamente, assim suspirei.

- Quinn, eu vou te tirar daqui. – eu sussurrei.

Peguei seu celular que não parava de tocar e o desliguei, corri para a sala, destranquei a porta, voltei para a cozinha e peguei Quinn em meus braços e a levei rapidamente até o carro, voltei para pegar Joseph, tranquei a porta e levei Quinn para o hospital. Depois de um tempo na sala de espera, vi um médico se aproximar de mim, logo outra imagem veio em minha mente, eu sentada olhando para a janela e vendo uma estrela cadente, em seguida recebendo um médico, que parecia com o que estava em minha frente agora.

- A senhorita Fabray está bem. Ela está dormindo, mas logo acordará.

- Obrigada.

- Me responda uma pergunta. O que aconteceu com ela?

Eu não podia responder que havia feito aquilo, se não seria presa. Suspirei, olhei para Joseph que estava dormindo e olhei para o médico.

- Ela sofreu um acidente de carro.

- Como isso aconteceu?

- Eu... eu não sei. Eu estava indo para casa e a encontrei caída no chão.

- Então quem fez isso fugiu sem ajudá-la?

- É, isso mesmo.

Ele concordou com a cabeça, mas eu sabia que ele estava estranhando. Assim que entrei no quarto onde Quinn estava, vi seu rosto totalmente inchado, me aproximei e vi ela abrir lentamente os olhos.

- Santana... – ela balbuciou.

- Escuta. – eu sussurrei em seu ouvido. – Eu não me arrependo de ter te batido tanto, na verdade, se minha consciência não gritasse, eu te matava naquela cozinha e te enterrava em Ohio. Provavelmente seu rosto ficará desfigurado, então eu aconselho em ir ao cirurgião para acertar esse seu rostinho.

- Hum... – ela gemeu de dor.

- Isso foi um aviso, Quinn. Fique longe da Rachel, ou eu terei que te matar.

Me afastei dela, caminhei até a porta e olhei para ela.

- Não se esqueça que eu ficarei de olho.

Notas finais
Não consegui matar ela.. mas sintam-se vingadas. =p
Se tiver algum erro, me desculpem. Fiquei com preguiça de reler.