Notas iniciais
Não me aguentei, e tive que escrever a tão esperada noite... Acho que não saiu tão bem...
Obrigada a mbenoist por ter favoritado. =D

O final de semana chegou rápido, acho que até demais. A manhã de sábado começou calma, todos ainda dormiam quando eu acordei. Fui até a cozinha e comi cereais, como fazia todas as manhãs, depois arrumei minha cama e fui tomar banho. Pensava bastante em Rachel, mesmo vendo ela todos os dias, queria sentir seu corpo ao meu.

Assim que voltei para o quarto, ouvi meu celular tocar, o peguei rapidamente e atendi.

— Santana? – ouvi a voz da Rachel.

— Sim. Acordou cedo...

— Pois é. Eu estou ansiosa de te ver hoje.

— Fique calma, não quero que você tenha um ataque.

Ouvi Rachel do outro lado da linha.

— Vai vir agora? – ela perguntou com uma voz manhosa.

— Agora? Está cedo demais, Rachel.

— Por favor...

— Está bem, mas primeiro vou resolver uma coisa.

— Que coisa?

— Nada de mais.

— Está bem... – ela respondeu. – Estou te esperando.

Ficamos em silêncio e percebi que ela ia desligar.

— Rachel!

— Sim?

— Eu te amo.

— Eu também te amo, Lopez.

Depois que me arrumei, vi Nick abrir os olhos lentamente.

— Já está de pé? Qual é Santana, hoje é sábado!

— Eu sei, mas Rachel está se sentindo sozinha. – respondi colocando meu tênis.

— Lá tem muitas enfermeiras para fazê-la feliz.

— Mas nenhuma delas é boa o bastante para satisfazer Rachel.

Nick deu uma grande gargalhada enquanto se levantava.

— Você inda nem fez sexo com ela! Claro que uma delas pode satisfazer sua namorada.

— Cale a boca, Nick!

Caminhei até a porta e me deparei com uma Sarah dorminhoca andando pelo corredor.

— Bom dia, gatinha.

— Bom dia, Sant. Vai ver a Rachel agora?

— Vou sim.

— Posso ir junto?

— Pode sim. Tenho um plano para fazê-la feliz, você me ajuda?

— Claro.

Sarah foi para o banheiro enquanto eu pegava o telefone. Assim que chegamos ao hospital, vi Rachel sentada na cama assistindo televisão e, ao me ver, abriu um grande sorriso.

— Rachel! – Sarah gritou, correndo até Rachel.

— Oi! Não sabia que você viria também.

— Isso é ruim?

— Claro que não!

As duas se abraçaram, me aproximei, peguei o casaco da Rachel e entreguei para ela.

— Vamos sair um pouco daqui.

— O que? – ela pegava seu casaco.

— Você passou essa semana no hospital sem reclamar, então acho que você merece um dia e uma noite fora desse hospital.

— Mesmo?

— Sim. Avisei ao médico e ele concordou, disse que fará bem para você. Mas sem descuidar do remédio.

— Sim senhora! – Rachel respondeu fazendo continência.

Ela colocou seu casaco, fomos para o meu carro e eu coloquei o potinho com os comprimidos no porta-luvas. Levei Rachel e Sarah em um parque que estava vazio, nos sentamos debaixo de uma árvore, em cima de uma toalha grande, pois não queria sentar na grama, peguei um cesto e tirei todos os tipos de doces, frutas e sucos que tinham dentro.

— Santana! – Rachel exclamou. – Isso tudo é para mim?

— Sim.

— Posso comer também? – Sarah perguntou fazendo carinha triste.

— Claro que pode, Sarah. – Rachel respondeu.

Elas comeram um pouco, Sarah se levantou e me deu um pequeno empurrãozinho.

— Duvido que você me pegue, Sant!

Sarah começou a correr por todo o canto, olhei para Rachel preocupada e ela sorriu.

— Pode ir, eu estou bem.

— Se você se sentir mal, me chame.

— Eu sei. Prometo não morrer agora. – ela respondeu em um tom brincalhão.

Lhe dei um rápido beijo e corri atrás de Sarah. Ficamos correndo por muito tempo, até Sarah se cansar e sentar ao lado de Rachel, que estava um pouco pálida.

— Rachel, está na hora de...

— Eu sei, Santana. – ela respondeu pegando um comprimido e uma garrafa de água.

Percebi que Rachel começou a ficar cansada, provavelmente por causa do remédio. Coloquei as coisas na cesta e olhei para Sarah.

— Está na hora de irmos para casa. Ajude Rachel a se levantar, eu vou pegar a toalha.

Sarah concordou com a cabeça e ajudou Rachel, que já fechava os olhos de cansaço. Levei tudo para o carro e voltei rápido, pegando Rachel pela cintura e colocando seu braço direito em meus ombros.

— Sant, podemos tomar sorvete?

— Claro Sarah, mas primeiro vamos deixar a Rachel dormir, ok?

— Uhum.

***

Enquanto assistia desenho com Sarah e Amanda, vi Rachel descer as escadas lentamente, me levantei e a ajudei.

— Você está bem? – eu perguntei, colocando-a sentada no sofá.

— Estou sim. O que estão assistindo?

— Desenho. – Sarah respondeu.

Me sentei no braço do sofá e acariciei a cabeça da Rachel, como de costume, ela deitou sua cabeça em meu corpo. Amanda deitou sua cabeça no ombro de Sarah, que logo mexeu seu braço.

— Sarah! Deixe eu me encostar em você? – Amanda reclamou.

— Não!

— Mas adoro seu ombro, ele é lindo e confortável.

— Não deixo.

Rachel começou a rir, eu ri junto, beijei a cabeça da Rachel e ela olhou para mim.

— Vamos para o quarto? – eu sussurrei.

— Mas eu...

— Por favor?

Ela sorriu e se levantou. Entramos no quarto, estava vazio, nos sentamos em minha cama e Rachel sorriu.

— O que você está tramando?

— Nada. – eu respondi me aproximando dela.

Eu a beijei intensamente, Rachel não rejeitou, a deitei na cama e acariciei sua barriga.

— Santana, tem gente em casa... – Rachel se afastou um pouco de mim. – E uma delas é criança.

— E daí?

— Sarah não pode nos ver assim...

— Ela vai sair com a Amanda.

— Você planejou tudo?

— Cada detalhe...

Voltamos a nos beijar, me sentei em cima de suas pernas e comecei a beijar seu pescoço, fazendo Rachel dar pequenos gemidos.

— Santana...

— Hum? – perguntei sem parar de beijá-la.

— Eu te amo.

Respondi com um beijo forte em seus lábios, fazendo-a tocar minha cintura. Tirei toda sua roupa, em seguida fazendo o mesmo comigo, Rachel ficou um pouco envergonhada, beijei seu pescoço novamente várias vezes até achar que já era o momento certo para seus seios. Comecei beijando seu seio esquerdo e depois o chupei lentamente, Rachel segurou o travesseiro com força e gemeu.

— San... tana! – a ouvi gritar, eu sorri e passei para o seio direito.

Em seguida passei para sua barriga, Rachel arfou, lambi um pouco sua barriga e voltei para sua boca.

— Você está gostando? – eu perguntei com uma voz um tanto sexy.

— Que pergunta mais idiota!

A beijei mais vezes e levei minha mão até seu centro, Rachel colocou suas mãos em minhas costas e começou a cravar suas unhas na mesma quando comecei a penetrar meu dedo nela.

— Santana... – ela gemeu.

— Incrível como você adora falar, até nessas horas.

Os movimentos estavam leves, Rachel enterrou seu rosto em meu pescoço e o beijou lentamente.

— Mais... rápido... – ela sussurrou.

— Tem certeza?

— Uhum...

Aumentei a velocidade dos movimentos colocando mais um dedo, Rachel mordeu seu lábio inferior e me apertou ainda mais. Quando estava chegando ao seu ápice, relaxou seu corpo e me soltou, fiquei um pouco preocupada, diminuindo a velocidade.

— Você está bem?

— Estou sim... só... um pouco tonta...

Tirei meus dedos lentamente dela, a beijei carinhosamente e me deitei ao seu lado.

— Me desculpe, eu... – ela se virava para mim. – Eu vou te compensar...

— Eu sei que vai, linda. Não se preocupe.

A beijei novamente, coloquei minha mão em sua cintura e encostei minha testa na dela.

— Queria ficar assim com você para sempre. – ouvi ela dizer.

— E nós vamos.

Rachel se aproximou mais e afundou seu rosto em meu pescoço, a abracei e beijei sua testa.

— Está na hora de você tomar seu remédio. – eu disse.

Ela deu uma pequena risada, olhou para mim e me beijou.

— Adoro quando você fica preocupada comigo.

Rachel se sentou, pegou um comprimido e a garrafa de água que eu havia deixado ao lado da cama, depois deitou ao meu lado novamente e começou a acariciar minha barriga.

— Quero tanto te tocar...

— Então toque. – respondi segurando sua mão e levando até um de meus seios.

Rachel o tocou lentamente em seguida apertando, minha respiração ficou mais pesada, Rachel olhou para mim e me beijou.

— Estou tão cansada...

— Eu sei... vamos dormir então.

Peguei o cobertor e nos cobri, Rachel se aconchegou em meu corpo, eu a abracei e beijei levemente sua testa.

— Eu te amo Santana. – ela sussurrou.

— Eu sei disso. – ela deu uma pequena risada. – Eu também te amo, estrelinha.

Em segundos ouvi apenas sua respiração calma em meu corpo.

Notas finais
E? Fiquei feliz quando escrevi esse cap. por isso espero que tenham gostado. =D