New Year Chemist
18 Capítulo 18
Notas iniciais
Poosh conversou no telefone por aproximadamente 10 minutos no Maximo 15. E voltou para a cozinha.
Frank – quem era no telefone amor? –
Poosh – ninguém... Era engano – olhou confusa para qualquer direção que podia avistar, ela estava tremula e extremamente nervosa.
Frank – Nossa esse engano demorou muito pra se constatar não é mesmo ? – ele aparentava desconfiar da afirmativa que Poosh havia dado.
Poosh – o que esta querendo dizer Frank ? –
Frank – eu ? Nada... Estou esperando que você me diga. –
Poosh – mas eu já disse ! – ela se exaltou.
Frank – por que esta mentindo para mim ?! – gritava ele.
Gerard e Ray se retiraram, assim como os outros garotos que puderam ouvir os gritos e nem se aproximaram da cozinha. A discussão entre os dois se prolongava.
Poosh – para de ser cabeça dura! Eu não estou mentindo ! –
Frank – mesmo? Então me deixe ver o seu celular – ele estendeu a Mao a espera do aparelho.
Poosh – você esta sendo um imaturo Frank. Pensei que a esta altura você já pudesse estar adaptado a essas malditas crises de ciúmes e desconfiança que muitas pessoas têm. Você não é assim. –
Frank – você esta fazendo com que eu comece a sentir essas crises, a começar pelo jeito de se comportar! –
Poosh – jeito de me comportar? Ora Frank vamos ser sinceros um com o outro, você nunca poderia ter achado uma garota melhor. – sorriu ela ironicamente.
Frank – eu esqueci que estava namorando uma garota perfeita – sua vez de se mostrar irônico.
Poosh – Frank! Pare com esse ciúme imbecil, eu nunca te dei motivo pra isto.-
Frank – nunca me deu até agora. –
Poosh – Cara essa discussão vai levar algum lugar ? –
Frank – realmente ? Eu não sei dizer... – silencio – quem sabe essa desconfiança que eu estou sentindo não seja mesmo verdade. –
Poosh balançou a cabeça e bufou – por que você é assim? Se fosse assim eu também sentiria ciúmes de você. -
Frank – como se eu realmente te desse motivo não é ? –
Poosh – você dá ! –
Frank – dou ? e quais os motivos que eu dou? –
Poosh – o Gerard.. – implicou ela – vocês têm uma relação afetiva bem próxima, e não é de hoje! –
Frank – Ei! Estamos falando de você não tente desconversar. Gerard é meu amigo e você sabe disso, não que eu precisasse te explicar isso mas já é grandinha o suficiente para usar o cérebro ou menos uma vez na vida! –
Poosh – uma vez, e muitas outras meu querido... Eu sei que vocês tinham algo antes de tudo isso só não queria dizer. –
Frank – eu estou cansado disso caralho ! você é uma mimada e mesquinha que só liga para si mesma, eu falei da merda da ligação porque eu gosto de você e tenho medo de que alguém venha e acabe com tudo o que nos havíamos construído! Mas pelo o que estou vendo nós mesmos estamos acabando com isso. –
Poosh – como assim nós ? VOCÊ esta acabando com isso Frank, por um ciúme inútil que apareceu do nada, por causa de um simples telefonema. – ela segurava o choro – Frank, pelo amor de deus confie em mim. –
Frank – eu confio em você... o problema é que eu não confio nos outros e sei muito bem que você tem a cabeça franca, não que você seja fraca mas as pessoas são capazes de te convencer muito fácil, você acredita de mais no que elas falam e é muito fácil chegar uma hora que você que você chegue a acreditar pelo ouvido dos outros que existe algo entre eu e o Gerard, e sei que também é muito fácil algum cara qualquer chegar em você fazer mil juras de amor e você cair na dele. –
Poosh – Olha Frank eu cansei de discutir, pelo que eu estou vendo você não vai acreditar no que eu falo mesmo – disse ela saindo da cozinha indo para o quarto onde Brigitty ainda estava. Sentou-se na cama e abaixou a cabeça.
Brigitty – eu ouvi os berros ... – ela se aproximava – mas olha não fique assim, é serio. Tipo todo casal briga. –
Poosh – todo casal briga, mas não eu e Frank e não podíamos brigar logo agora. –
Brigitty – como assim ? –
Poosh – é que ... – silencio -...
Brigitty – é que ??? –
Poosh – a nada esquece! –
Brigitty – fale ! Não precisa ter medo –
Poosh – não deixe queto, é besteira. Mas então esta pronta ? –
Brigitty – pra voltar pro hospício ?! – risos – é eu estou. –
Matt bate a porta – desculpe incomodar vocês garotas, mas só para avisar que quando quiserem ir eu levo vocês... Porque o Ray esta se queixando de dor de cabeça, esta bem –
Brigitty – tudo bem Matt obrigada por avisar – ela sorri brevemente enquanto fechava a mochila.
-
Brigitty e Poosh voltaram à sala, Gerard e Frank conversavam próximos a sala de jogos. Ray se assustava no banheiro. Mikey tentava numa tentativa frustrada fazer ovos mexidos, e Bob e Matt passavam o tempo com um jogo de baralho.
Gerard – não vou perguntar nada sobre isso porque estou percebendo que o amor que ela sentia por mim esta se transformando em ódio –
Frank – Não é para tanto... Ela só queria achar alguma coisa para poder me acusar. –
Gerard – e por que esta “alguma coisa” tinha que ser justo eu ? – dizia ele perplexo.
Frank coloca sua sobre o ombro de Gerard dizendo – Gee esse é o grande problema das garotas, você nunca pode saber qual a verdadeira impressão de que elas querem passar ou o que elas querem dizer –risos –
Brigitty — bom garotos vou indo...-
Mikey grita da cozinha – adorei te-la aqui cunhada ! OPS! –
Gerard – MIKEY! Eu vou matar você’ – ele grita de volta.
Brigitty – não mate o Mikey –risos – ele é um amor de pessoa –
Frank murmurou – puxa saco... –
Brigitty – como é Frank ? –
Frank – éé... não esqueça de seu casaco – ele sorri
Brigitty – aham sei... Hein anão não brigue mais com a Poosh ela ama você.. é serio – brigitty sorri confiante para Frank e o abraça em seguida.
Frank – vou tentar ... –
Ray – então... venha mais vezes aqui quando puder digo... ain minha cabeça –
Brigitty começa a rir – gente eu só vou para minha casa... não vou para o Alasca infelizmente –
Bob – Mas você sabe como o Matt é emotivo... –
Matt – II.. já me coloco no meio praga ! –
Bob – Praga não! Sou uma pessoa muito culta –
Brigitty – não sei o que isto tem haver mais tudo bem – risos – obrigado por tudo meninos.
Matt – eu não vou te dar tchau agora porque vou levá-la em casa, mas se quiser abraços, beijos e afins... – ele brincava.
Poosh – Ei! Safado... Aqueta o rabo aii’ ! –
Matt – por que deus inventou os irmãos ? Principalmente os irmãos que são irmãs ? –
Poosh – vou matar ele enquanto estivermos voltando prá cá –
Ray – não fassa isso! Se não com quem Mikey vai tomar banho ? –
Frank – eu tomo banho com o Mikey –
Mikey – Ray, por que é que você tem que abrir a boca ? – ele se aproxima deles.
Ray – por que eu não abro outras coisas... –
Gerard – eiii, tem crianças aqui ! –
Matt – quais ? –
Gerard – o Frank é prematuro ta legal, não ouça o que eles falam pequeno.-
Brigitty – a! voces são uns comedias mesmo! – ela ri mais um pouco – mas eu tenho que ir é serio... Bom obrigado meninos, e Poosh vocês são maravilhosos –
Bob – nós sabemos... –
Brigitty já estava com a mochila na porta e com Poosh logo atraz
- Bom vamos Matt – disse ela.
Matt – vamos lá! – ele se alevantou pegando as chaves do carro levando as garotas ate a casa de Brigitty.
-
Brigitty desceu e se despediu rapidamente de Poosh e Matt. Já dentro do carro...
Poosh – me deixa próximo aquelas lojinhas que tem perto do centro?
Matt – deixo mas não vai embora comigo? –
Poosh – não eu vou ver algumas coisas, e outra que preciso ficar um pouco sozinha...-
Poosh estava preocupada sobre o telefonema que havia recebido sabia que uma hora ou outra ela teria que dizer quem era e o que queriam no celular.
Matt deixou-a no lugar que havia pedido e assim foi embora. Poosh ficou la por aproximadamente uma hora, passando por lojas de artesanato, roupas, lojinhas de óculos, e muitas outras coisas das quais ela se encantava a cada segundo. Parou em frente a uma loja de bijuterias onde também vendiam camisetas, se encantou com uma camiseta branca e azul bordada e pintada a Mão.
- Posso vê-la ? – disse ela ao dono.
- claro! Aqui esta. É uma das mais desejadas por aqui hoje, só hoje mais de 3 garotas gostaram dela – ele sorri.
Poosh da um largo sorriso – vou levá-la! – respondeu...
- tem certeza que vai ficar boa pra você bonitinha ? ... – disse uma voz conhecida segurando seu braço, porem ela ainda continuara de costas. Uma voz grossa e ao mesmo tempo fria, era inexplicável. Mas quem seria ?! ela não se recordava de ninguém, pelo menos não de primeiro momento.
Fale com o autor