New Wings
Não era como se ele tivesse escolhido aquilo. Ele conhecia as regras. Mas há muito tempo ele ouvia a frase: não há razão nas coisas feitas pelo coração. Mas agora compreendia o significado. O bater de suas asas era constante, o vento tocava no rosto do moreno e o envolvia, como os braços que nunca havia sentido. Um sentimento de urgência o dominava ao passo que chegava mais perto de seu destino. Em um lugar afastado no interior de uma cidade do norte, a pequena casa chamava a atenção do anjo. Suavemente, parecendo flutuar, ele pousou. Suas asas brancas esticaram-se por um breve momento e então se contraíram, relaxadas. Ele estava descalço e usava apenas uma calça: não que isso importasse, afinal, ele não podia ser visto.
Os olhos azulados percorreram a entrada da casa e pousaram na única luz acesa, que vinha da janela. Estava na hora. A porta de entrada da casa se abriu e um senhor saiu, vestindo-se com um casaco.
"Não fique acordada até tarde. E coma alguma coisa, é só esquentar no micro-ondas. E vê se faz algo, para variar!" E bateu a porta atrás de si.
O anjo o acompanhou com o olhar, achando engraçado como os humanos agiam entre si. Ele caminhou até a entrada e logo em seguida estava dentro da casa. Um lugar que ele conhecia bem. Vagou pelos cômodos a procura de algo especifico este que foi encontrado em poucos segundos.
Lá estava ela. Ela estava sentada no sofá da sala de estar, abraçando as próprias pernas. Assistia algum filme na tevê, mas sem prestar atenção realmente. Ele caminhou até ela e a observou por alguns instantes. A pele era especialmente clara, a forma que o cabelo lhe caía no rosto o fascinava. E ele não se cansava de admirar o rosto dela.
Era como um ritual particular, algo que ele fazia questão de cumprir todos os dias. Mas por quê? Ele se sentou ao lado dela no sofá, fitando os olhos cheios de lágrimas da garota.
Não era como se ele tivesse escolhido aquilo.Ele tinha escutado por diversas vezes casos como aquele e o fim que tiveram, mas por algum motivo ele não conseguia mudar de proceder. E não sabia se queria mudar, realmente.
Ela chorava baixo, com a cabeça baixa. Ele nunca havia se sentido tão impotente. Mesmo sabendo que não adiantasse, a envolveu com os braços.
Eu desejaria poder te ajudar.
Ele sabia. Ela não o sentia, não o ouvia. Ela não sabia que ele estava ali.
Ele só queria poder abraça-la. E queria que ela soubesse disso. Queria que ela soubesse que ele estava ali para ela.
"Eu vou encontrar um jeito..." Sua voz ficou baixa, aos poucos ela parava de chorar. " Eu vou fazê-la feliz. De algum jeito."
Ele sabia que era proibido, mas já era tarde demais. Ela estava amando uma humana.
Os olhos azulados percorreram a entrada da casa e pousaram na única luz acesa, que vinha da janela. Estava na hora. A porta de entrada da casa se abriu e um senhor saiu, vestindo-se com um casaco.
"Não fique acordada até tarde. E coma alguma coisa, é só esquentar no micro-ondas. E vê se faz algo, para variar!" E bateu a porta atrás de si.
O anjo o acompanhou com o olhar, achando engraçado como os humanos agiam entre si. Ele caminhou até a entrada e logo em seguida estava dentro da casa. Um lugar que ele conhecia bem. Vagou pelos cômodos a procura de algo especifico este que foi encontrado em poucos segundos.
Lá estava ela. Ela estava sentada no sofá da sala de estar, abraçando as próprias pernas. Assistia algum filme na tevê, mas sem prestar atenção realmente. Ele caminhou até ela e a observou por alguns instantes. A pele era especialmente clara, a forma que o cabelo lhe caía no rosto o fascinava. E ele não se cansava de admirar o rosto dela.
Era como um ritual particular, algo que ele fazia questão de cumprir todos os dias. Mas por quê? Ele se sentou ao lado dela no sofá, fitando os olhos cheios de lágrimas da garota.
Não era como se ele tivesse escolhido aquilo.Ele tinha escutado por diversas vezes casos como aquele e o fim que tiveram, mas por algum motivo ele não conseguia mudar de proceder. E não sabia se queria mudar, realmente.
Ela chorava baixo, com a cabeça baixa. Ele nunca havia se sentido tão impotente. Mesmo sabendo que não adiantasse, a envolveu com os braços.
Eu desejaria poder te ajudar.
Ele sabia. Ela não o sentia, não o ouvia. Ela não sabia que ele estava ali.
Ele só queria poder abraça-la. E queria que ela soubesse disso. Queria que ela soubesse que ele estava ali para ela.
"Eu vou encontrar um jeito..." Sua voz ficou baixa, aos poucos ela parava de chorar. " Eu vou fazê-la feliz. De algum jeito."
Ele sabia que era proibido, mas já era tarde demais. Ela estava amando uma humana.
Elide Blackbeak
Sinopse
Não era como se ele tivesse escolhido aquilo. Ele conhecia as regras. Mas há muito tempo ele ouvia a frase: não há razão nas coisas feitas pelo coração. Mas agora compreendia o significado. O bater de suas asas era constante, o vento tocava no rosto do moreno e o envolvia, como os braços que nunca havia sentido. Um sentimento de urgência o dominava ao passo que chegava mais perto de seu destino. Em um lugar afastado no interior de uma cidade do norte, a pequena casa chamava a atenção do anjo. Suavemente, parecendo flutuar, ele pousou. Suas asas brancas esticaram-se por um breve momento e então se contraíram, relaxadas. Ele estava descalço e usava apenas uma calça: não que isso importasse, afinal, ele não podia ser visto.
Os olhos azulados percorreram a entrada da casa e pousaram na única luz acesa, que vinha da janela. Estava na hora. A porta de entrada da casa se abriu e um senhor saiu, vestindo-se com um casaco.
"Não fique acordada até tarde. E coma alguma coisa, é só esquentar no micro-ondas. E vê se faz algo, para variar!" E bateu a porta atrás de si.
O anjo o acompanhou com o olhar, achando engraçado como os humanos agiam entre si. Ele caminhou até a entrada e logo em seguida estava dentro da casa. Um lugar que ele conhecia bem. Vagou pelos cômodos a procura de algo especifico este que foi encontrado em poucos segundos.
Lá estava ela. Ela estava sentada no sofá da sala de estar, abraçando as próprias pernas. Assistia algum filme na tevê, mas sem prestar atenção realmente. Ele caminhou até ela e a observou por alguns instantes. A pele era especialmente clara, a forma que o cabelo lhe caía no rosto o fascinava. E ele não se cansava de admirar o rosto dela.
Era como um ritual particular, algo que ele fazia questão de cumprir todos os dias. Mas por quê? Ele se sentou ao lado dela no sofá, fitando os olhos cheios de lágrimas da garota.
Não era como se ele tivesse escolhido aquilo.Ele tinha escutado por diversas vezes casos como aquele e o fim que tiveram, mas por algum motivo ele não conseguia mudar de proceder. E não sabia se queria mudar, realmente.
Ela chorava baixo, com a cabeça baixa. Ele nunca havia se sentido tão impotente. Mesmo sabendo que não adiantasse, a envolveu com os braços.
Eu desejaria poder te ajudar.
Ele sabia. Ela não o sentia, não o ouvia. Ela não sabia que ele estava ali.
Ele só queria poder abraça-la. E queria que ela soubesse disso. Queria que ela soubesse que ele estava ali para ela.
"Eu vou encontrar um jeito..." Sua voz ficou baixa, aos poucos ela parava de chorar. " Eu vou fazê-la feliz. De algum jeito."
Ele sabia que era proibido, mas já era tarde demais. Ela estava amando uma humana.
Os olhos azulados percorreram a entrada da casa e pousaram na única luz acesa, que vinha da janela. Estava na hora. A porta de entrada da casa se abriu e um senhor saiu, vestindo-se com um casaco.
"Não fique acordada até tarde. E coma alguma coisa, é só esquentar no micro-ondas. E vê se faz algo, para variar!" E bateu a porta atrás de si.
O anjo o acompanhou com o olhar, achando engraçado como os humanos agiam entre si. Ele caminhou até a entrada e logo em seguida estava dentro da casa. Um lugar que ele conhecia bem. Vagou pelos cômodos a procura de algo especifico este que foi encontrado em poucos segundos.
Lá estava ela. Ela estava sentada no sofá da sala de estar, abraçando as próprias pernas. Assistia algum filme na tevê, mas sem prestar atenção realmente. Ele caminhou até ela e a observou por alguns instantes. A pele era especialmente clara, a forma que o cabelo lhe caía no rosto o fascinava. E ele não se cansava de admirar o rosto dela.
Era como um ritual particular, algo que ele fazia questão de cumprir todos os dias. Mas por quê? Ele se sentou ao lado dela no sofá, fitando os olhos cheios de lágrimas da garota.
Não era como se ele tivesse escolhido aquilo.Ele tinha escutado por diversas vezes casos como aquele e o fim que tiveram, mas por algum motivo ele não conseguia mudar de proceder. E não sabia se queria mudar, realmente.
Ela chorava baixo, com a cabeça baixa. Ele nunca havia se sentido tão impotente. Mesmo sabendo que não adiantasse, a envolveu com os braços.
Eu desejaria poder te ajudar.
Ele sabia. Ela não o sentia, não o ouvia. Ela não sabia que ele estava ali.
Ele só queria poder abraça-la. E queria que ela soubesse disso. Queria que ela soubesse que ele estava ali para ela.
"Eu vou encontrar um jeito..." Sua voz ficou baixa, aos poucos ela parava de chorar. " Eu vou fazê-la feliz. De algum jeito."
Ele sabia que era proibido, mas já era tarde demais. Ela estava amando uma humana.
Notas adicionais
História original, com personagens e enredo criados por mim. Personagens e eventos fictícios, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Essa é a história que estaria em um Visual Novel. Para quem quiser, pode acompanhar o que aconteceria naquela visual novel por aqui.
Essa é a história que estaria em um Visual Novel. Para quem quiser, pode acompanhar o que aconteceria naquela visual novel por aqui.
Escrito por
Elide Blackbeak
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 10 de ago. de 2014, 00:14
Atualizado em 13 de ago. de 2014, 18:13
866 palavras
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História original, com personagens e enredo criados por mim. Personagens e eventos fictícios, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
Essa é a história que estaria em um Visual Novel. Para quem quiser, pode acompanhar o que aconteceria naquela visual novel por aqui.
Essa é a história que estaria em um Visual Novel. Para quem quiser, pode acompanhar o que aconteceria naquela visual novel por aqui.
Autor
Elide Blackbeak
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 10 de ago. de 2014, 00:14
Atualizado em 13 de ago. de 2014, 18:13
866 palavras