New Moment

1 Olá...como se chama?


Notas iniciais
hah..esse capitolo não gostei muito mas, o proximo vai ser melhor "

Ruki’s pov on

Era de madrugada, meus olhos pesavam, quase nem os conseguia abrir, mas eu realmente precisava distrair-me. Ainda dentro de meu carro, conduzia o mesmo, pensando qual o local apropriado para um homem que está em uma fase como a minha, logo depois, uma ideia surgiu em minha mente que agora se mantinha frágil…uma boate, sim…nada melhor do que uma festa sem regras…

Estacionei rapidamente meu carro em um estacionamento que se afundava pela escuridão da madrugada, apenas iluminava-se com pequenas luzes que estavam expostas sobre o teto do local. Saindo de lá, indo em direcção à boate que ficava menos de 10 metros do tal estacionamento. Antes de entrar naquela casa iluminada por luzes que irritavam meus olhos, retirei de meu bolso, um maço um pouco amaçado, e nele tirei meu “melhor e mais confiante amigo” o cigarro, acendi-o no mesmo instante e aproveitei aqueles poucos minutos.

Entrei no estabelecimento, a música era extremamente alta e agitada. Dirigi-me até ao balcão avistando uma garota, tal garota que me serviu a bebida. Fiquei parado naquele balcão mais de 30 minutos, já até teria perdido a conta de tanto que eu bebi, eu provavelmente já estaria bêbado.

- Quero mais – falei em um tom de voz um tanto rude, levantando um pouco meu copo e sendo servido novamente -

Levava mais uma vez o copo em direcção á minha boca, mas quando fui tomar meu adorável e desejável gole, avistei uma garota que se sentava ao meu lado, ela mantinha a cabeça baixa e a expressão de seu rosto era séria.

- Oi – tentei puxar assunto com a menor, talvez me pudesse divertir um pouco -

-Oi… — ela me respondeu de uma forma fria e lenta, hum… garota estranha, resolvi não prolongar mais o assunto, voltei a prestar atenção em meu copo, bebendo um pouco do liquido que nele continha -

- uma água por favor. – o quê?! Ela está em uma boate e pede água?! Nossa…ela é mesmo estranha-

- Você não bebe? – Merda. Voltei a falar -

- Casualmente.

- Hum… a bebida e o cigarro são as únicas coisas que me acalmam… — deixei um sorriso escapar de meus lábios, e notei a retribuição da menor -

- Os adultos são assim mesmo… — ela falou de uma maneira um pouco medonha…estaria ela me chamando de velho!? –

- Garota, quantos anos você acha que eu tenho?! – Franzia o cenho encarando a menina –

- Hum…uns 20 – parece-me que ela não sabe distinguir um jovem de um adulto –

- Obrigado pela generosidade – comecei a rir baixo, de forma que não incomodasse a garota – tenho 28.

- 28?! – Ela se aproximou de mim, sua expressão era de indignada, nem sei porquê...o velho sou eu e ela é que fica assim..que engraçado.. -

- Não fique assim minha jovem…as coisas são desse jeito, acabamos sempre por envelhecer..mas e ai qual seu nome – arqueei uma de minhas finas sobrancelhas –

- Luanda – ela sorrio de leve –

-Luana…hum.você não me parece ser japonesa – examinava os olhos da menor, eles nem eram puxados… -

-é…eu sou brasileira, nasci lá mas, fui viver para França, meu pai vive lá…mas decidi viver sozinha, e então me mudei para cá, Japão.

- Ah…só podia… — soltei uma pequena gargalhada e notei que já não havia mais bebida em meu copo – tcs..

- hun?!

- As mulheres brasileiras são mesmo bonitas…

Sem pov

- é.. dizem que sim! – e garota sorria timidamente após as palavras do loiro –

- Só para que saiba, meu nome é Matsumoto Takanori…mas me chame de ruki. – Matsumoto olhava para o relógio que estava apertado em seu pulso direito — merda, preciso de ir, até breve. – o loiro dava um pequeno beijo na bochecha da menor, fazendo-a corar e despedir-se do mesmo -

Até… — murmurava a menina em um tom de voz calmo -

Ruki dava as costas para a menor, voltando para fora do estabelecimento e dirigindo-se em direcção ao carro, que encontrava-se no estacionamento, logo após alguns minutos, Ruki já estava dentro de seu carro, onde rumou até o seu apartamento.

----------------------------------manhã seguinte-----------------------------------

Na empresa Matsumoto, a manhã já começava com trabalho, ruki, o presidente da mesma, já encontrava-se em sua sala, esperando por seu sócio, Yutaka.

O loiro já estava aborrecido de tanto esperar, quando este ia levantar-se de sua poltrona negra coberta de couro, o desejado Uke Yutaka aparece com um ar de cansado.

- Desculpe Takanori, mas é que o transito estava enorme – suspirava de alivio por já ter chegado –

- Sem problemas amigos! – Takanori dava um pequeno tapa no peitoral do moreno, o que o fazia sorrir –

- Mas enfim – voltava a confortar-se na poltrona – terminaste o relatório?

- sim...terminei-o ontem de madrugada – soltava uma pequena e baixa gargalhada enquanto dava para o menor, uma pasta que levava bastantes papéis, o que fazia dela, pesada –

- parece estar mais aliviado – dizia o moreno se acomodando na cadeira que estava na frente da mesa do outro -

- Sim…ontem aliviei meu estado de espírito – Takanori ria um pouco de suas próprias palavras –

- Bem…hoje tenho um jantar com uma família importante…você vai me acompanhar não vai?

- Claro! – Dizia o loiro confirmando positivamente com sua cabeça –

- Então nos vemos logo à noite, eu passo aqui na sua sala… deus queria que este negócio dê certo!

--------------------------------------13 horas depois-----------------------------------

Uke esperava no lado de fora da sala por Takanori.

- Rápido! Não podemos demorar…

- Já estou indo! – Takanori pegava em sua jaqueta de couro e vestia-a, trancando a porta de sua sala, e os dois saem daquele prédio, indo em direcção ao carro do moreno –

- Muito bem… que a sorte esteja presente! – Uke ligava o motor do carro, indo em rumo á casa dos Tanaka –

— será que eles vão aprovar o nosso projecto?

- espero que sim – afirmava o loiro –

Após alguns minutos de viagem, os empresários chegam no local desejado, entrando dentro da mansão sendo acompanhados por um mordomo.

Você? – Ruki falava espantado -

………..

Notas finais
hah...eu não gostei muito..mas vou tentar melhorar o priximo! *sorri*
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.