Notas iniciais
Primeiramente quero pedir MIL - ou até mesmo mais - desculpas por não ter postado o capítulo ontem e nem ao menos ter dado satisfação. Toda vez que eu entrava para postar minha mãe simplesmente me arrumava um contratempo me fazendo sair, e para ela isso aqui não é importante, então ou eu obedeço ou fico de castigo (19 anos não servem para nada). No final cheguei em casa quase uma da manhã, acaba de sono, e nem consegui ligar o notebook e postar... PERDÃOO!
Enfim... Como resultado de quem não conseguiu dormir direito preocupada com todo mundo que ficou esperando o capítulo, acordei as 07:20 da manhã e corri para cá... E aqui está. o
Esse saiu bem mais rápido que o outro e eu to dedicando esse aqui para TODAS as minhas amadas leitoras que estavam loucas pelo lemon. Como não lembro o nome de todas elas, você que estava, esse é especialmente para você. Mas claro, que em especial, ele é para a minha Evil, porque ela me ajudou MUITO com ele. n_n
Então, chega de bláblabla e vamos para a estória... Boa leitura!

POV Kyu Hyun:

Um peso enorme parece abandonar minhas costas. Ele disse sim! Ele disse que me ama! Tudo bem que isso é algo óbvio e que as chances dele recusar meu pedido eram mínimas – sem querer contar vantagem – mas mesmo assim estava nervoso demais. Nunca pensei que pedir alguém em namoro pudesse ser tão... Complicado! Ou será que só eu complico mesmo?

O que importa agora é que eu venci qualquer medo e consegui finalmente fazer o pedido. Claro que nada disso poderia se tornar realidade se eu não tivesse uma pequena ajuda. O Sr. Lee me fez perceber que praticamente já erámos namorados e que só faltava um passo meu para que fosse “oficial”. É estranho pensar que quem ajudou na nossa relação não foi um amigo ou amiga, foi o avô dele. Isso é realmente diferente, mas realmente não importa. Nada na nossa relação foi comum e normal, até agora.

Ficamos durante alguns minutos somente observando o rosto um do outro. Mesmo que já tenha feito isso diversas vezes, não me canso de olhá-lo e ver quão lindos são os traços de Sung Min. Tão delicado e infantil, mas também muito bonito e sexy. A mistura perfeita. Fofo e gostoso! Exatamente isso que o define.

Os olhares estranhos começam finalmente a pesar sobre nós, uma vez que ainda estamos de mãos dadas e nos encarando fixamente, como dois bobos apaixonados, que é realmente o que somos. Respiro fundo, soltando assim delicadamente a mão do meu ursinho, e então recomponho minha postura. Mas isso só porque estamos em um restaurante chique, caso contrário estaria pouco de fodendo para os outros.

Ele parece entender meu recado, pois se senta novamente de maneira ereta, sorrindo delicadamente para mim. Eu retribuo seu sorriso e volto a pegar a taça de vinho que acabei deixando de lado. Levo a mesma até os lábios e bebo de seu conteúdo, desta vez sem tentar provocar Sung Min. Ele faz o mesmo, porém com um olhar malicioso nos olhos, o que me faz ter certeza de que ele quer começar um de nossos jogos. Desta vez não vou ser fraco!

Desvio o olhar do dele, vagando o mesmo pelo salão afim de não cair na tentação. Continuo tomando do líquido vermelho sangue, da taça em minhas mãos. Foco a banda que está tocando agora uma música um pouco mais agitada que as anteriores e vejo alguns casais se levantando para dançarem juntos. Todos são de homens com mulheres, como deve ser. Porém, agora que várias mesas estão vazias, consigo ver, no lado oposto ao nosso, outro casal de dois homens.

Meus olhos se arregalam minimamente, porque não esperava encontrar esse tipo de coisa por aqui, mas então me surpreendo ainda mais. Os olhos do mais alto dos dois caem sobre mim, me fazendo encara-los fixamente. Os cabelos, agora ruivos, estão mais curtos e com uma franja pouco jogada sobre o olho. O corpo está mais trabalhado e parece também estar mais alto do que já era. Um par de óculos está na frente de seus olhos, coisa que antes não era necessário. E a roupa... Bem... Nada a comentar, uma vez que ele sempre foi estiloso dessa maneira.

Ele parece me analisar da mesma maneira que o analiso e então arregala os olhos relativamente quando finalmente se dá conta de quem eu sou. Na verdade não sei se estou feliz ou nervoso de vê-lo. Até porque, estou com Sung Min. Não seria nada agradável conversar com ele agora. Apesar de sentir falta da amizade dele. Zhou Mi não aceitaria o fato de eu estar namorando um menino, uma vez que o rejeitei de maneira rude e acabamos deixando de ser amigos.

— Kyunnie... — Escuto a voz do meu ursinho, fazendo com que o encare mais uma vez. — Está tudo bem? — Ele pergunta. Meu sangue parece gelar. Como dizer para ele que acabo de ver um de meus antigos amigos, um cara que era apaixonado por mim?

— Sim! — Minto. — Está tudo ótimo! Só estava olhando o salão e os casais dançando. —Completo, sabendo que a mentira só fica ainda maior agora.

Ele sorri largamente para mim e segura minha mão esquerda, fazendo com que eu simplesmente esqueça do que estava me preocupando e fique só olhando para ele. Admirar e contemplar os traços dele é minha atividade favorita, além de beijar Sung Min e... Quem sabe algo mais. Se finalmente conseguir vencer minha mente e deixar que nossa relação avance, será maravilhoso.

Ficamos nos olhando novamente, durante algum tempo, até que ele é quem desvia os olhos, parecendo incomodado com algo. Tento acompanhar seu olhar, só para saber o que lhe intriga tanto, e então encontro novamente aqueles olhos negros fixados em nós. Um misto de raiva e incredibilidade estão nos mesmo, fazendo com que me arrepie por completo.

Ele olha diretamente para Sung Min, que devolve o olhar, só que com raiva e dúvida. Provavelmente porque não tem noção do motivo para o homem estar nos olhando dessa maneira.

Decido que está na hora de acabar com essa palhaçada de troca de olhares dos dois. Pego minha taça, que ainda está na metade, e viro de uma vez, bebendo de todo seu conteúdo. Sinto minha cabeça girar um pouco, por causa da entrada rápida de álcool em meu organismo, mas realmente ignoro isso.

Me levanto em um impulso, assustando assim o meu companheiro, que me olha atordoado. Eu estendo a mão para o mesmo, em um pedido mudo para que saiamos desse restaurante. Ele entende e rapidamente segura a mesma, entrelaçando meus dedos aos seus. Não perco tempo em caminhar para fora da área aberta, descendo as escadas de maneira apressada.

Sung Min repara minha afobação, mas não me pergunta o motivo. Tenho certeza que assim que chegarmos em casa ele vai querer saber. E realmente não sei se terei coragem para lhe dizer a verdade e muito menos se ele vai gostar da verdade.

Finalmente já estamos no primeiro piso do restaurante, caminhando rapidamente até a bancada que serve para as pessoas que não gostam de esperar a conta chegar até a mesa possam pagar e se retirarem o mais rápido possível. E é realmente isso que quero, chegar na casa dos avós do Sung Min antes que algo de ruim aconteça.

Paro em frente ao balcão, perguntando o valor do jantar. O homem parece procurar algo no computador e então diz o valor. Antes que Sung Min possa pegar algo para pagar, tiro a carteira do bolso e pego o cartão de crédito que minha mãe me deu ano passado, entregando o mesmo para o funcionário. Ele pega a máquina e logo passa o cartão, digitando algo que não me interessa saber.

Vago meus olhos pelo salão, vendo o tipo de pessoa que costuma frequentar esse lugar. Parecem ser as pessoas mais ricas da cidade, porque todos estão vestidos muito bem. Sem contar que esse é um restaurante caro. Acho que por isso o avô de Sung Min me indicou o mesmo. Os senhores Lee devem vir muito aqui.

Escuto meu nome ser chamado pela voz doce do meu ursinho e o focalizo, vendo assim que o rapaz que está atrás do balcão está com a máquina estendida para mim. A senha! Rapidamente digito os números que demorei um bom tempo para decorar e logo em seguida aperto o botão verde. O homem agradece, logo me entregando o cartão e a via do boleto de pagamento. Faço uma pequena reverência em agradecimento e pego o que me é entregue, me virando assim para me retirar do restaurante, mas para minha infelicidade, algo atrapalha minha passagem. Algo não... Alguém!

— Kui Xian — O meu nome em chinês é dito, com uma animação falsa que me dá calafrios. Merda! Tudo que eu não queria é que ele chegasse até nós. — Quanto tempo. — Ele me olha de cima a baixo, logo fazendo o mesmo com Sung Min.

Abro a boca, tentando falar algo, mas parece que as palavras não querem sair. Merda! Odeio quando isso acontece. Achei que já estava melhor. Mas não, continuo sem conseguir falar nem um “Oi” em situações como essa.

— E oi para você... Sei lá quem. — A voz de Zhou Mi atinge meus ouvidos novamente, mas desta vez está totalmente fria e sem vida.

— É Sung Min, para sua informação. — Meu ursinho responde, em um tom nada amigável. — E tchau! Já estamos de saída. — Ele agarra meu braço e começa a caminhar passando por eles. Mas antes que possamos estar longe o suficiente, o chinês segura meu braço.

— Não vai nem me dar um oi? — O tom dele agora é um misto de indignação e tristeza. Eu estou sendo grosso demais. Mesmo sabendo que... O certo seria ignorar ele, não seria?

— Olá Zhou Mi. — Digo ríspido, porém de maneira involuntária. Não quero estragar a nossa noite, por causa de um antigo amigo que era apaixonado por mim. Realmente não quero.

Ele parece magoado com a maneira que eu falei, então somente sorri minimamente e se vira de costas para nós, segurando o braço do garoto bochechudo ao lado dele e caminhando em direção ao funcionário que estava nos atendendo antes.

Aproveito a situação para me retirar o mais rápido possível desse restaurante, praticamente arrastando Sung Min até o elevador. Por sorte o mesmo está no nosso andar, o que faz com que somente adentremos o mesmo e eu aperte o botão do térreo.

No momento em que as portas se fecham, solto um suspiro aliviado, fazendo com que Sung Min dirija seu olhar para mim. Ele esta confuso e um tanto surpreso. Sei que a vontade dele é me fazer trocentas perguntas, mas não quero responde-las. Por isso, faço um mínimo movimento de cabeça, como quem quer dizer que nada aconteceu, que está tudo bem.

O apito do elevador nos dá um breve susto, fazendo com que voltemos a realidade. Não sei no que ele estava pensando, mas minha mente está trabalhando arduamente para encontrar uma maneira de fazer com que esse encontro nada casual com Zhou Mi não estrague tudo o que aconteceu entre a gente. E se isso realmente acontecer, mato esse chinês! E tudo é somente da boca para fora. Não tenho coragem de matar alguém, por mais que esse alguém possa merecer por aquilo.

Saímos lado a lado, passando novamente pelo primeiro andar do shopping, caminhando em direção a saída. O estacionamento fica do lado de fora, a céu aberto, o que nos faz demorar um pouco para chegar, uma vez que Sung Min para em três lojas ao longo do caminho para ficar olhando as roupas na vitrine e conseguir novas ideias para os desenhos. Amanhã nós já voltaremos, então não temos... Melhor. Ele não tem mais tempo para produzir nenhuma roupa. Mas acho que nada o impede de entregar desenhos para a sua avó para que ela crie, não é? Sem contar que parece que o pequeno e curto passeio por entre as lojas fez com que meu ursinho ficasse mais feliz.

Finalmente estamos no carro, no qual eu acabo de dar a partida, depois de muito insistir que estou ótimo e que não bebi o suficiente para me deixar bêbado. Ele se convenceu e já estamos a caminho de casa. Porque sinceramente não vejo a hora de estar no aconchego da casa da família Lee. Sei que não é a minha, mas sinto como se fosse. Posso estar sendo abusado por pensar desta maneira, mas infelizmente é como eu me sinto dentro dela. Me sinto em minha própria casa, porém muito maior e mais bonita.

Paro o carro em um dos sinais que se encontram no caminho, bufando baixinho para que Minnie não se vire para mim e pergunte qual o problema. Mas parece que não foi baixo o suficiente, porque ele olha na minha direção, com um sorriso de canto. O que diabos ele está pensando?

— Por que está com tanta pressa Kyunnie? — Escuto um meio sussurro, com uma voz rouca e totalmente sexy, ecoar pelo carro. Todos os pêlos de meu corpo se eriçam de uma só vez.

Não sei como responder, nem se devo responder. E mesmo se quisesse e soubesse, não conseguiria responder. Isso porque a mão de Sung Min está em minha coxa direita, acariciando o local lentamente. Não é possível que ele queira começar um jogo de provocações aqui.

— O sinal... Abriu! — Ele sussurra outra vez. Juro que preciso de todas as minhas forças para me concentrar nas palavras sussurradas ao invés do tom de voz que o mesmo utiliza.

Finalmente entendo o que ele disse, porque começo a escutar uma buzina. Olho para cima instintivamente, constatando que realmente o sinal de trânsito já está verde. Rapidamente acelero o carro, voltando a me concentrar na estrada e não na mão delicada e totalmente despudorada de Sung Min, que continua a deslizar por toda a extensão de minha coxa, sendo que algumas vezes até mesmo pela minha virilha, ameaçando tocar meu membro. O que me faz morder o lábio com força para conter qualquer som que queira sair. Não vou dar a ele o gostinho da vitória, só porque não tenho condições de provoca-lo a altura. Não mesmo!

Depois de muito autocontrole e muitas tentativas de Sung Min finalmente chagamos em casa. Paro o carro na garagem dos avós dele, uma vez que o mesmo pertence a eles. Sim, foi abusado o suficiente para pegar o carro emprestado. Mas a ideia foi do Senhor Lee. Ele que sugeriu a saída e que eu usasse esse carro, já que me acostumei a dirigir por causa de meus pais, sempre necessitando de mim e de Ara.

Saio do carro, me direcionando para a porta do carona e a segurando para que meu ursinho pudesse sair. Sei que é algo desnecessário, mas tenho essa vontade incontrolável de ser romântico com ele. E acho que funciona, porque assim que sai, Minnie passas os braços ao redor de meu corpo, fazendo com que tenhamos de andar abraçados para dentro de casa. Uma cena realmente engraçada, já que ele está caminhando atrás de mim e eu sou bem mais alto. Um pequeno detalhe!

Passamos pela porta de entrada da sala e eu fico para fechar, uma vez que estou com a chave e os donos da casa foram bem específicos quando falaram que teria de trancar a porta assim que chegasse, sem me importar com a hora ou o fato deles estarem ou não em casa. Então, ordens são ordens, e devo cumpri-las.

Encontro meu ursinho na sala de jantar, segurando um papel, o que me deixa totalmente curioso. Me aproximo lentamente, parando atrás do mesmo. Ele parece concentrado demais lendo a mensagem no pedaço de folha, uma vez que nem percebe que estou atrás dele. Ou talvez tenha percebido, só deu atenção.

Depois de alguns segundos, finalmente ele me olha, com uma expressão de confusão porém felicidade ao mesmo tempo, devido ao sorriso largo. Arqueio uma sobrancelha, mostrando que não faço ideia do que está acontecendo e necessito de explicações.

— Meus avós... Vão ficar fora até às duas da manhã. — Ele sussurra. Uma vez que a casa está vazia e é praticamente no meio do nada, consigo escutar perfeitamente.

Involuntariamente abro um sorriso largo e antes que eu perceba minhas atitudes, já estou passando os braços ao redor da cintura bem marcada de Sung Min. Ele se surpreende com minha atitude, uma vez que solta um ofego, mas isso só faz meu sorriso alargar ainda mais.

— Então vamos aproveitar o tempo. — Sussurro em seu ouvido, sentindo seu corpo estremecer minimamente em seguida.

Os braços de Sung Min enlaçam meu pescoço, enquanto minhas mãos vão até suas coxas, na parte traseira, dando impulso para que o mesmo possa ficar em meu colo. Ele entende o recado, ajudando no trabalho e então passando as pernas ao redor de minha cintura.

Começo a caminhar em direção as escadas, sem nem me importar com o fato de ter de subir as mesmas carregando um homem muito mais forte que eu. Subo degrau por degrau com certa facilidade, mesmo com o peso extra, e logo já estamos dentro do quarto rosa de Sung Min.

A minha direção é a cama, então não me importo em olhar mais nada. Caminho diretamente para o meu destino e então deixo o corpo do mesmo cair sobre o colchão, enquanto o meu vai sobre o dele.

Finalmente nossos lábios se unem e começamos um beijo, afobado, necessitado. Temos tempo de sobra, mas também temos desejos de sobra. Há tempos esperamos por isso e estou farto de me enganar. Já fiz muito drama por uma coisa que é simples de se resolver. Só preciso aceitar que é ele quem eu amo, que é ele quem eu quero e que nada vai fazer esse sentimento mudar. Tenho que parar de lutar. E ai sim, vou conseguir, como estou agora.

“Será que vai conseguir mesmo?” Minha consciência começa a me incomodar mais uma vez. Vou ignorá-la... Não posso... “Está com medo de fracassar novamente Kyu Hyun?” A pergunta faz meu sangue gelar. Realmente... E se eu fracassar? E se tudo der errado? E se...

— Kyunnie... — A voz de Sung Min me faz acordar de meu momento reflexão e então percebo que novamente travei. Merda! — Eu te amo. — Meu olhos se arregalam minimamente, mesmo já tendo escutado essa frase vinda dele.

Involuntariamente percebo o que ele quer. Ele percebeu minha apreensão novamente e está tentando me fazer relaxar. E sim, ele conseguiu! Abro um sorriso e resolvo aprisionar minha mente, para que não me atrapalhe mais.

Ao invés de voltar a beijá-lo, resolvo atacar seu pescoço. Sei que a única maneira de aprisionar meus pensamentos é fazendo com que meu controle acabe, e ele é o único que pode fazer isso.

Começo com beijos calmos, somente selos, para então começar a distribuir mordiscadas e algumas sugadas por essa pele que tanto amo. Aos mãos de Sung Min começam a tatear minhas costas, subindo e descendo, me causando arrepios. Já sabia o que vinha a seguir, mas mesmo assim me surpreendo quando as mãos dele invadem o tecido de minha blusa e começam a arranhar minhas costas. Puta que pariu! Este é com certeza um de meus pontos fracos.

Levo as duas mãos até a barra da camisa que ele está usando, a levantando com certa pressa, coisa que ele não nega. Afasto meu corpo por um breve instante, somente para terminar de retirar a peça dele e aproveitar para fazer o mesmo com a minha. Já com as duas camisas no chão, volto a colar meu corpo ao dele, sugando mais forte o pescoço do mesmo, desta vez deixando uma marca arroxeada.

As mãos pequenas dele voltam a explorar minhas costas, arranhando e a marcando como bem entende, enquanto meus lábios deslizam até alcançar seu mamilo direito. Me concentro em somente mordiscar e sugar o pequeno botão rosa, enquanto Sung Min se contorce debaixo de mim, suspirando baixo e cravando as unhas nas minhas costas. Logo faço exatamente a mesma coisa no outro mamilo, o deixando tão rígido quanto o anterior.

Por um segundo, acabo me desligando um pouco do mundo, o que faz com que seja a oportunidade perfeita para que Minnie me vire, ficando por cima desta vez. Ele se senta sobre minhas coxas, começando a se movimentar lentamente para frente e para trás, roçando nossos membros. Mordo meu lábio inferior com força, procurando evitar os gemidos, enquanto minhas mãos se agarram firmemente as coxas dele, apertando com força aquela parte.

Começo a movimentar o quadril para cima, criando uma fricção ainda mais gostosa do que a anterior, fazendo com que ambos soltemos os gemidos que estávamos prendendo. As mãos de Sung Min agora estão em minha barriga, arranhando e tocando todo o local.

Sinto minha sanidade se esvair aos poucos, fazendo com que um sorriso largo e involuntário surja em meus lábios. Agora sim tudo ficará perfeito. Nada vai me impedir de conseguir avançar com meu ursinho e finalmente fazer o que tanto quero.

Aperto mais uma vez as coxas dele, escutando um gemido manhoso deixar seus lábios, enquanto continuamos com a fricção maravilhosa de nossos membros. As mãos dele continuam a explorar meu tronco, o alisando, arranhando e marcando da maneira como lhe agrada. Não consigo segurar um suspiro. A cena de Sung Min sentado em meu colo, se movendo para frente e para trás, e ainda por cima mordendo o próprio lábio inferior faz com que meus pensamentos voem para algo além daquilo e com isso sinto meu membro latejar dentro da calça jeans. Realmente não me lembro dela ser tão apertada assim.

Depois de muitas provocações, finalmente ele fecha os olhos, me dando assim a oportunidade para novamente mudar as posições. Sinto uma necessidade indiscutível de ficar por cima dele o tempo todo. Assim que suas costas tocam o colchão macio, seus braços involuntariamente agarram meus ombros, impossibilitando que eu posso beijar qualquer parte a não ser seu pescoço. É algo que não me perturba, porque utilizo esse momento para mostrar o quanto o amo, deixando selos demorados e delicados por toda a extensão dele, parando exatamente na marca que fiz alguns minutos atrás.

Percebo que ele leva sua mão esquerda até a pequena mesa que fica ao lado da cama, tateando a mesma a procura de algo que nem ao menos faço ideia do que seja. A busca dura menos de um minuto e a minha curiosidade fala mais alto, me obrigando a afastar o corpo do dele e me sentar na cama, enquanto o olho com uma sobrancelha arqueada, como quem pergunta o que ele tanto procurava.

Como resposta a minha pergunta muda, ele somente exibe um frasco pequeno e comprido, algo como um gel. Realmente minha situação só piora, porque sei ainda menos o que aquilo é. Ele ri baixo, me fazendo cerrar levemente os olhos e, em outro pedido mudo, implorar por uma explicação.

— Você já vai ver a utilidade disso. — Ele diz, enquanto balança o pequeno frasco em sua mão.

Antes que eu possa falar ou fazer qualquer coisa observo Sung Min vir em minha direção, engatinhando da maneira mais sedutora e pornográfica que já vi qualquer pessoa fazer, e só parar ao chegar perto o suficiente para colocar uma das mãos em meu membro e apertá-lo. Involuntariamente solto um gemido, relativamente alto para os que antecederam a esse, fazendo com que ele abra um sorriso sacana.

— Primeiro, vamos tirar essa calça, não é? — O tom sexy de sua voz e sua expressão totalmente despudorada fazem com que meu membro pulse mais uma vez e que o incomodo das vestes seja ainda maior do que antes.

Para minha sorte ele rapidamente leva a mão até o zíper do meu jeans e o abre, de maneira lenta e torturante, me fazendo quase implorar para que fosse mais rápido. Antes mesmo que ele possa retirar o tecido grosso e pesado, eu mesmo o faço, ignorando totalmente o fato de o botão ainda estar fechado, o que me faz perder o botão da mesma. Estou tão necessitado dos toques de Sung Min que nem ao menos me importo com isso. Depois posso pedir para ele colocar outro botão no lugar daquele.

Olho fixamente para meu ursinho, recebendo um sorriso que rapidamente retribuo. As mãos dele vão até meu tórax, empurrando o mesmo até que eu me deite sobre o colchão mais uma vez. Seus lábios grudam em meu pescoço, começando com delicados selos, porém logo mordiscadas e chupões já são distribuídos.

Fecho meus olhos, me deliciando com as sensações que os lábios dele me proporcionam, mesmo estando somente em meu pescoço. Minhas mãos vão até as costas do mesmo, acariciando o local, no exato momento em que os lábios dele começam a descer, agora indo de encontro com um de meus mamilos.

Como em uma revanche, ele cuida perfeitamente bem de cada um deles, os deixando rígidos e molhados por causa de sua saliva. Cada vez meu membro parece pulsar e crescer ainda mais, se é que isso pode ser possível. Minha sanidade nem ao menos existe. E cada vez que Sung Min desliza sua boca para outro lugar de meu corpo, como acaba de fazer até minha barriga, sinto que ela não voltará tão cedo.

Minnie beija meu abdômen, me fazendo arquear as costas, para em seguida deslizar a língua pelo mesmo. Meus músculos não são muito definidos, mas possuo uma sombra de “tanquinho”. E é por essa sombra que ele desliza a língua, como quem contorna os gomos.

Tento levar as mãos até as nádegas dele, mas não consigo, pelo fato de que Sung Min desce ainda mais, agora atacando minha coxa. Como preciso me segurar em algo, a primeira coisa que penso é agarrar os fios de seu cabelo. Ele geme baixo quando eu faço isso. Parece que acabo de descobrir outro ponto fraco não é?

Sinto minhas pernas serem um pouco afastadas uma da outra, me fazendo levantar minimamente o tronco, somente para poder observa-lo. Sung Min sorri para mim e rapidamente leva a boca até a parte interna de minha coxa, beijando, mordiscando e lambendo o local. Solto um gemido alto, tamanha a minha surpresa pelo ato. Minha mão se fecha ainda mais, puxando com certa força o cabelo dele. Aquilo parece incentivá-lo para avançar, porque logo sua boca vai de encontro ao meu membro, mesmo ainda coberto pela boxer. Rolo os olhos, mesmo que eles estejam fechados. Se já é delicioso com um tecido impedindo que ele possa tocar diretamente, imagina quão maravilhoso é sem.

Como quem adivinha meus pensamentos, Minnie agarra o elástico de minha boxer com os dentes, a abaixando lentamente por ter certa dificuldade naquilo. Depois de um longo e torturante tempo – que nem deve ter sido tanto assim – sinto meu membro livre, soltando um suspiro de alivio. Porém rapidamente prendo a respiração, uma vez que a boca dele vai diretamente para meu membro, sem nenhum tecido, lambendo o mesmo da base a ponta.

— Agora podemos usar isso. — Novamente o tom de voz sexy e rouco chega até meus ouvidos, enquanto me obrigo a abrir os olhos para poder observar tudo o que ele irá fazer.

As mãos de Sung Min rapidamente pegam o pequeno frasco e logo ele despeja um pouco do conteúdo em sua mão direita. Em seguida ele leva a mesma mão de volta até meu membro, começando a fazer movimentos lentos, para cima e para baixo, espalhando o gel por todo ele. A sensação que isso me proporciona é simplesmente indescritível. Ao mesmo tempo que sinto todo meu sexo gelar, por causa do produto, sinto um calor quase que insuportável subir por todo meu corpo. Como se ele esquentasse após alguns poucos movimentos.

Involuntariamente minha cabeça pende para trás, enquanto meus lábios se entreabrem e acabo por soltar mais um gemido. Tento buscar forças para continuar a observar tudo o que ele faz, mas não consigo. Tudo porque a boca dele simplesmente engole meu membro, começando a fazer movimentos lentos para frente e para trás. Por causa disso minha mão, que já tinha soltado os fios dele, voltam aquele lugar, segurando com mais força do que antes. É uma necessidade segurar ali, uma vez que minha mão se moveu por vontade própria.

Faço um tremendo sacrifício para abrir os olhos, conseguindo um tempo depois, para então levantar minimamente o meu tronco e poder observar a cena maravilhosa que está em minha frente. Posso ver com perfeição o meu membro sumindo por completo dentro da boca de Sung Min para em seguida o sentir tocando a garganta do mesmo.

Nesse momento, não consigo me controlar e acabo por agarrar os fios com força e então começar a movimentar a cabeça dele rapidamente. Aquele ritmo lento e torturante estava simplesmente me matando. Não iria aguentar mais daquela maneira.

Por causa da surpresa, sinto Sung Min gemer contra meu membro, fazendo com que a vibração vá de encontro a ele e eu solte um gemido baixo. Continuo a ditar o ritmo, uma vez que não desejo que ele diminua.

A maestria dele nessa ação é algo que me deixa abismado. Com certeza ele é experiente e já fez isso com alguém. Somente a ideia de Sung Min com um outro homem me faz sentir uma pontada de ciúmes, mas é algo que decido deixar de lado por enquanto. Mas tarde, talvez, eu o pergunte se ele já tinha feito sexo com homens antes de mim.

Um gemido de surpresa sai de minha garganta ao sentir a língua dele contornar minha glande e então passar por todo meu membro, para em seguida voltar a coloca-lo todo na boca. Os espasmos começam a surgir e sei que logo posso chegar ao meu limite se Minnie não parar. Não quero acabar com tudo agora, porém infelizmente não consigo fazer com que ele pare. Por sorte, como quem sabe o que está acontecendo, os movimentos param e Sung Min finalmente me olha, exibindo um sorriso sacana que me faz estremecer da cabeça aos pés.

Um pequeno fio de saliva escorre pela lateral de sua boca e em um impulso acabo por me aproximar dele e lamber o local, secando a mesma. Isso parece o surpreender, uma vez que o mesmo chega minimamente para trás, arregalando os olhos consideravelmente. Aproveito esse momento para retribuir o sorriso sacana, fazendo com que ele perceba que tudo continua igual e o desejo continua o mesmo.

Volto a me levantar do colchão, ficando de joelhos sobre o mesmo, enquanto Sung Min deita para o outro lado. Meu corpo fica por cima do dele, para então meus lábios voltarem a se colar aos perfeitos do meu ursinho e trocarmos mais um beijo. Posso sentir um pouco de meu gosto misturado a saliva dele e penso que em outras ocasiões essa pequena situação seria a coisa mais nojenta ao meu ponto de vista. Porém, agora, isso me parece tão normal e certo que não consigo evitar de fazer.

Minha mão começa a explorar o corpo de Sung Min durante o beijo, deslizando pela lateral do mesmo até encontrar a coxa dele, me fazendo só agora perceber que ele ainda está com o jeans.

Rapidamente trato de afastar minimamente meu corpo do dele, sem separar os lábios, e então levo a mão até o botão da calça, o tirando da casa, para em seguida descer o zíper. Apressadamente minhas mãos se agarram ao cós do jeans e o puxo para baixo, juntamente com a peça íntima, que nem ao menos me dou o trabalho de ver qual é.

Logo as peças já estão no chão, em companhia das outras que foram antes. Finalmente estamos iguais, sem nenhum tecido impedindo nossos corpos de se tocarem, nossas peles de sentirem o calor uma da outra. E posso admitir que essa sensação é simplesmente maravilhosa. O calor que a pele de Sung Min transmite é algo que faz com que eu perca ainda mais o controle de tudo o que acontece dentro de mim. As únicas coisas que tenho certeza é que preciso fazer com que ele seja meu o mais rápido possível e que eu necessito de Sung Min.

Quero dar o próximo passo, mas infelizmente não sei exatamente o que fazer. Uma coisa que sei que devo fazer é pegar o preservativo. Não que exista o risco dele engravidar ou de que adquiramos alguma doença. Porém tenho certeza de que doerá menos se eu utilizar o mesmo, já que existe um líquido lubrificante na camisinha.

Com esse pensamento, rapidamente saio de cima de Sung Min e me levanto da cama, fazendo com que ele apoie os cotovelos no colchão e levante o tronco para me olhar. A expressão que ele carrega é um misto de tristeza e confusão. Para acabar com a mesma lhe lanço um sorriso, com quem diz que tudo está bem. Ele sorri de volta, mas continua me olhando, tentando entender o que está acontecendo.

Rapidamente pego a embalagem no bolso traseiro do meu jeans e então volto para a cama. Minnie continua me observando até perceber o que trago em mãos, para então sorrir e balançar a cabeça para os lados.

— Kyunnie... Não precisava...

— Eu não quero te machucar. — O interrompo. — E eu sei que assim doerá menos. — Termino, sabendo que ele não terá argumentos para vir contra mim.

— Você é maravilhoso. — Ele diz, para então selar novamente meus lábios enquanto pega o pequeno pacote de minhas mãos.

Após separar os lábios dos meus, ele leva o preservativo até os lábios e o abre de maneira delicada com os dentes, rasgando a embalagem. Nesse instante volto a me deitar sobre a cama, mesmo sabendo que serei o ativo da relação. Acho que esse é o melhor a se fazer, então é o que faço.

De maneira extremamente profissional, Sung Min coloca a camisinha em meu membro e então me beija mais uma vez. Minhas mãos se agarram a cintura do mesmo, enquanto o corpo dele finalmente começa a descer em direção ao meu. Uma das mãos dele segura fixamente meu membro, facilitando assim a penetração. Ele só o solta após a glande já estar dentro de seu corpo.

A penetração é lenta, uma vez que não houve preparação e nem nada do tipo. Somente o lubrificante existente no preservativo, o que acredito que seja pouco. Em nenhum momento separamos o beijo. Acredito que essa é uma maneira de acalmar um pouco meu ursinho e fazer com que ele não se focalize tanto na dor que está sentindo.

Finalmente meu membro está todo dentro dele, o que me faz finalmente com que separemos os lábios e soltemos o ar de maneira pesada. Sung Min senta em minhas coxas e apoia ambas as mãos em meu tórax, enquanto eu continuo segurando de maneira fixa a cintura do mesmo, talvez porque sei que terei de ajudar nos movimentos ou talvez simplesmente por ser o lugar mais acessível para segurar.

Vejo a expressão tensa em seu rosto, me fazendo sentir uma pontada no coração. Isso provavelmente provoca uma dor absurda, mesmo com preparações e lubrificantes para ajudar. Imagine sem preparações e com uma pequena quantidade de lubrificante. Eu realmente não fui o melhor parceiro.

Olho diretamente para os olhos de Sung Min, que finalmente voltam a se abrir, e então percebo que ele sorri com os mesmos, enquanto a expressão tensa começa a desaparecer. O corpo dele então começa a se movimentar de maneira lenta, para cima e para baixo, me fazendo sentir algo que nunca antes pude sentir. Com certeza me tocar não proporcionava isso.

O interior dele é quente e apertado. Tão convidativo, porém ao mesmo tempo é tão proibido. A sensação de estar dentro dele dessa maneira é algo indescritível. Talvez seja por isso que Eun Hyuk goste tanto de sexo. Realmente é algo maravilhoso.

Aos poucos os movimentos começam a adquirir ritmo e com isso começo a ajudar nos movimentos. Não só movimentando o corpo de Sung Min para cima e para baixo, como também movendo meu quadril na direção oposta a dele. As investidas começam a ficar mais fundas e mais rápidas. Nossos gemidos ficam totalmente descontroláveis e palavras desconexas saem de nossas bocas. O cheiro de sexo e o barulho de nossos corpos se chocando deixa tudo ainda mais excitante e provocante.

Faço questão de ficar de olhos abertos durante a maior quantidade de tempo que consigo. Quero capturar todas as expressões de Sung Min durante o ato. As feições dele são as mais sexys que já vi. A maneira como ele morde o lábio inferior enquanto impede um gemido de sair faz com que eu invista com mais força, somente para obriga-lo a soltar o lábio e gemer de forma arrastada e totalmente despudorada o meu nome.

— Aah... Kyu... Mais rápido. — Nem ao menos penso em ignorar ou desobedecer o pedido que me é feito, então deixo de aplicar tanta força ao movimentos e aplico rapidez.

A posição em que estamos não favorece tanto assim as minhas investidas, então diminuo o ritmo somente para poder deita-lo sobre a cama e então assumir a posição que venho ocupando desde o inicio. Durante todo o processo continuo dentro dele, o que o torna um pouco mais complicado.

Desta nova maneira sinto que posso ir muito mais rápido do que o limite da anterior e é isso que faço. Rapidamente a velocidade que alcanço é alta, fazendo os corpos se chocarem com muito mais força e a cama se movimentar juntamente com nossos corpos, batendo com a cabeceira na parede. A ideia de que posso quebrar o móvel passa por minha cabeça durante alguns poucos segundos, porque um urro preenche o quarto, me causando um pequeno susto.

— De novo... Acerta de novo. — Escuto Sung Min pedir. Nem ao menos faço ideia de onde acertei e do que lhe proporcionou, mas faço questão de investir com força e tentar acertar o mesmo lugar que segundos atrás.

Por sorte tenho êxito na minha tentativa, uma vez que um nosso urro sai dos lábios dele. Com um sorriso satisfeito nos lábios continuo os meus movimentos, fazendo questão de continuar acertando o ponto por diversas vezes.

Minhas mãos se agarram a coxa de Sung Min para que eu tenha mais facilidade de movimentação, enquanto a direita dele está no próprio membro, masturbando o mesmo. Ver essa cena faz com que meu membro pulse de maneira forte dentro dele e então eu sinta os maravilhosos espasmos pré-orgasmo.

— Eu vou...

— Eu também... — Antes que eu e ele possamos completar nossas frases, soltamos um gemido alto, uníssono, enquanto liberamos nosso prazer. Ele em sua mão e nossos abdomens, e eu dentro dele.

Meu corpo inteiro começa a pesar uma tonelada, o que me faz perder totalmente a força sobre o mesmo e deixar que ele caia sobre o corpo de Sung Min. Esse com certeza foi o melhor orgasmo de toda a minha vida, até agora. Porque tenho certeza de que muitos outros com esse virão.

Depois de alguns segundos regularizando a respiração e esperando a deliciosa sensação pós-orgasmo terminar, me retiro de dentro dele e rolo para seu lado, me deitando no colchão. A cabeça de Sung Min rapidamente apoia em meu peito, enquanto meu braço direto envolve seu corpo.

Deposito um beijo no topo de sua cabeça, ao mesmo tempo que acaricio delicadamente seu ombro. Nossas respirações já estão totalmente calmas e nossos corpos estão mais relaxados do que nunca. Olho para o mesmo, vendo que seus olhos estão pesados e se forçando a se fecharem. Penso que devemos tomar um banho antes de nos deitarmos para dormir, sem contar que devemos trocar a roupa de cama.

— Ya! Minnie... Vamos tomar um banho? — Ele simplesmente assente, para em seguida se sentar na cama.

Me levanto primeiro e então o ajudo a se levantar. Vejo que o mesmo está com um pouco de dificuldade para se locomover, talvez esteja sentindo algum incomodo devido ao que acabamos de fazer. Por causa disso o ajudo a caminhar até o banheiro.

Escolhemos o chuveiro por ser algo mais rápido, uma vez que o cansaço está nos vencendo nesse momento. Sou o primeiro a entrar, deixando a água escorrer sobre meu corpo e relaxar todos meus músculos, mesmo que eles já estivessem por causa do orgasmo. A sensação é maravilhosa, sinto como se estivesse novamente cem por cento. Como se já pudesse começar um outro sexo.

Esse pensamento faz com que as cenas do que fizemos passem como flash em minha mente e acabo visualizando novamente a expressão sexy de Sung Min ao ser atingido em um certo ponto. O urro que ele soltou foi, com toda a certeza, a coisa mais excitante que já escutei.

Sinto meu membro começar a enrijecer, fazendo com que minhas bochechas adquiram um tom avermelhado e comecem a queimar. Eu não deveria ficar excitado agora. Nós acabamos de fazer sexo, não é possível que eu já esteja novamente com vontade... Se bem que, estar dentro de Sung Min é maravilhoso. Uma sensação que quero experimentar novamente.

Com esse pensamento em mente prenso o corpo de meu ursinho contra a parede do box e ataco seus lábios, de maneira desesperada. Ele não demora para corresponder e com isso, em alguns poucos minutos, já estamos novamente nos movimentando em sincronia.

As pernas dele em volta de minha cintura, enquanto pressiono seu corpo contra os azulejos para que o mesmo não caia. Minhas mãos em suas nádegas, segurando firme. Os dois corpos se chocando e ambos soltando tantos gemidos quanto da última vez. Para então, depois de algumas investidas, atingirmos nosso segundo orgasmo da noite.

Desta vez demoramos um pouco mais de tempo para nos recuperamos, mas desta vez também tenho de ser um pouco mais controlado, uma vez que Sung Min está em meu colo e acaba simplesmente soltando todo o peso em cima de mim. Faço meu melhor para continuar o segurando até que ambos estejamos livres da sensação de cansaço e corpo mole.

Após isso finalmente tomamos nosso banho, um tanto quanto rápido pela necessidade de terminar aquilo e ir até a cama, deitar e dormir. Claro que antes disso escolhemos roupas para que possamos nos controlar durante a noite e trocamos a roupa de cama.

Com tudo já pronto, ambos nos deitamos, porém fazemos questão de ficarmos colados um ao outro, na famosa posição de conchinha. Não consigo deixar de sorrir largamente. Não só pelo fato de ter tido a melhor noite de minha vida, mas também pelo fato de que consegui superar meus medos e minhas limitações por ele. Isso prova mais do que nunca o quanto eu amo esse homem e o quanto eu sempre estive errado durante toda a minha vida.

— Kyu... Obrigado pela melhor noite de minha vida. — Escuto ele dizer, me fazendo sorrir largamente. Ele também achou isso, o que é muito bom. Quem veio antes de mim não fez com que ele sentisse tudo o que sentiu comigo. — Eu te amo. — Sung Min sussurra, antes de cair no sono.

O sorriso que está estampado em meu rosto não poderia ser maior. Só de saber que fui o melhor para ele, mesmo sabendo que Minnie já teve outros, faz com que eu me sinto incrivelmente bem.

— Eu também te amo... E eu que agradeço, por você ter aparecido em minha vida e ter me ensinado a amar. — Me sinto na obrigação de sussurrar isso, mesmo sem saber se ele ouvirá ou não.

Um sorriso pequeno se forma nos lábios dele, me fazendo ter a certeza de que Sung Min ouviu tudo o que eu lhe disse. Isso faz com que me sinta ainda melhor. Ele sabe o quanto eu o amo, eu sei o quanto ele me ama e em breve o mundo saberá o quanto nos amamos. Hee Chul irá amar saber tudo o que aconteceu aqui e provavelmente pedirá por detalhes, assim como Eun Hyuk. E talvez eu realmente não me importe de contar, uma vez que estarei contando sobre como Sung Min é meu e de mais ninguém. Como somos somente um do outro e como nos amamos.

Sinto meus olhos começarem a pesar e por isso os fecho. O sono não demora a vir, porém o sorriso não some de meus lábios. Sorriso esse de satisfação. Sorriso esse de amor.

Notas finais
Tcharam! o E ai? O Lemon tá uma bosta? Odiável? Detestável? É... Eu também achei ele bem fraquinho e ruim. D: Na verdade eu to com uma crise de depressão que para mim TUDO o que eu escrevo tá ruim. Até mesmo to sem vontade de continuar escrevendo, mas claro que não vou parar.
Então... Assim... Sem querer ser chata e essas coisas, deixem review nesse capítulo. Vai ser um GRANDE incentivo para mim e eu vou colocar de uma vez por todas que 2NL não é uma bosta, chata e sem lógica. >_
Espero que tenham gostado.
Kisses. ♥