Notas iniciais
Então galero, aqui é a Izadora. Fiquei sabendo que vocês não entenderam muito bem o porque da Quinn e Rachel serem irmãs, vou tentar explicar, mas qualquer dúvida perguntem nos comentários. Então... Leroy e Hiram queriam uma filha, então precisavam de uma barriga de aluguel, Judy foi a barriga de aluguel da Quinn e ela acabou fazendo parte da vida dela, ai um tempinho depois eles queriam outro bebê, mas não queriam a Judy como mãe por que ela é muito problemática, então eles encontraram a Shelby e ela também queria fazer parte da vida da filha e é isso, espero que não tenha ficado dúvidas quanto a isso.
Então, eu queria agradecer os reviews por que mesmo não respondendo eu leio todos, então muito obrigada.
E o Roberto mandou dizer que agradece todos os comentários e é muito "amour" sim ele disse isso, gay eu sei, mas é o Roberto né gente. Brincadeira migo, me abraça.
Boa leitura, espero que gostem porque demorei muito pra escrever e escrevi com muito carinho. Tchau.

Pov Rachel

Eu e Finn quase nos beijamos, felizmente(ou infelizmente) Judy e meu pai Leroy chegaram bem na hora e simplesmete acabaram com todo o clima, eles estavam agindo estranho na festa da Any e hoje também, mas isso não me deixa preocupada, o que me preocupa mesmo é o Finn, ele ficou muito nervoso quando Judy e Leroy chegaram aqui.

“Finn, posso entrar?” Perguntei parada na frente da porta.

“Pode.” Entrei, Finn usava apenas uma samba cação, estava deitado e lia.

“Eles já foram embora.” Avisei. Finn acenou com a cabeça e voltou a dar atenção ao livro. Eu estava sendo ignorada, ok, Rachel respira. “Você vai me ignorar mesmo? Vamos ficar assim...”

“Se eles não tivessem chegado nós teriamos feito uma besteira Rachel. E o pior é que eu queria.” Eu sabia disso, por que eu também queria, eu praticamente tinha iniciado o que seria nosso beijo, eu não conseguia não pensar no Finn como um homem pra mim, era difícil, sempre que o via passando sem camisa lembrava da noite que nos conhecemos, quando ele me tratava com carinho eu lembrava de com ele era com a Quinn e imagina nós dois assim também e isso não estava fazendo bem para mim e nem para ele, posso perceber.

“Vamos fingir que aquilo nunca aconteceu e seguir nossa rotina ok?” Os olhos de Finn continuavam atentos em mim.

“Eu não vou esquecer e boa noite.” Ele se levantou indo para o banheiro e eu voltei para o meu quarto sabendo que também não esqueceria.

...

Acordei e a babá cuidava de Any e ela me disse que Finn estaria na construtora. Estranho. Finn já tirou as férias dele não teria nada pra fazer lá.
Despensei a babá, seria bom passar um tempo sozinha com a Any, ela estava crescendo tão rápido, estava ficando a cópia de Quinn. Acordei não era muito tarde, era quase dez da manhã e Any tinha acordado a pouco tempo então ela não estava com sono, decidi ficar com ela na minha cama mesmo, coloquei vários brinquedinhos para ela distrair enquanto eu via televisão, mas a pequena só queria saber de pular e bater na minha barriga, ela aprendeu isso de ficar batendo, agora da tapas em todo mundo, enquanto eu e ela brincavamos na cama Finn chegou, quando ele viu a filha atravessada na minha barriga começou a rir.

“Só esperaram eu sair para fazer essa festa não foi?“ Ele perguntou pegando Any no colo e a menina deu uma gargalhadinha. “Cancun está bom? Eu estava pensando no Havai, mas lembrei que você foi a alguns anos, ai comprei passagens para Cancun.” Arregalei os olhos. “Você disse que queria um lugar onde tivesse sol.”

“Cancun está ótimo pra mim. Partimos quando?”

...

Com o passar dos dias o clima pesado da casa tinha diminuido e Finn havia voltado a me tratar da mesma forma de sempre, mas eu sabia que ele estava um pouco receoso então eu não tentava uma aproximação.
Estavamos em Cancun a umas duas horas, nosso vôo chegou aqui as seis, agora estavamos descansando, Finn estava banhando e banhava também Any, eu estava no meu quarto, também já tinha terminado meu banho. O hotel tinha dois quartos enormes, um para mim e o outro para Finn e Any que dormiriam juntos.

“Rachel vamos jantar no restaurante ou pedimos algo aqui no quarto mesmo?” Finn apareceu na minha porta que estava aberta.

“Estou exausta Finn, não quero ter que me arrumar, vamos pedir algo aqui mesmo.” Sorri, ele olhou para o meu corpo vendo que eu já estava de baby doll, seus olhos pararam nas minhas pernas o que me deixou um pouco desconfortável.

“Eu vou descer lá então, fica com a Any?”

“Claro.”

Dei uma mamadeira quase cheia para Any e ela acabou dormindo, quase não dormiu hoje, estava cansada, tadinha.

Alguns minutos depois Finn voltou.

“Daqui a pouco a comida chega.” Avisou Finn entrando no quarto. “Que bom que ela dormiu.” Sorri e continuei o olhando, ele foi para a sacada do nosso hotel, fui atrás, nunca estive ali.

“Uau. Aqui isso é perfeito.” O céu estava super estrelado, a lua cheia, o mar que refletia tudo a cima dele e o vento frio batia em nossos corpos, estava tudo perfeito.

“Sabia que iria gostar, amanhã quero levar vocês ali.” Finn apontou para uma pequena ilha, era um pouco afastada, mas como tinhamos uma vista panoramica consegui vê-la.

“Tenho certeza que será ótimo.” O olhei e ele me fitava, sorri. Finn se aproximou colocando uma das mãos em meu rosto e a outra na minha cintura me virando e senti a parede da sacada nas minhas costas, respirei fundo pois sabia o que ele iria fazer, ele iria me beijar, eu poderia sair de seus braços e falar que isso era errado, mas eu não queria, passei meus braços envolta de seu pescoço e sorri ao ver seus lábios se aproximarem dos meus, ele apertou minhas cintura enquanto apertava seus lábios nos meus. Senti sua lingua pedir passagem... Droga. Isso não é hora de tocarem a campainha. Finn se afastou, bufou e foi até a porta do nosso apartamento, era o serviço de quarto deixando o jantar, peguei meu prato e entrei para o meu quarto, não queria falar com Finn, sei que estou sendo imatura, mas nosso clima vai ficar muito pesado, por que sei que ele vai falar que foi um erro e não estou preparada para isso.

Acordei e Finn já estava de pé, nos cumprimentamos educadamente, mas não passou disso, nem quando fomos tomar café da manhã no restaurante do hotel. Ele disse que iriamos a tal ilha a trinta minutos, então me arrumei rapidamente, colocando um biquine branco de franjas na parte superior e com uma calcinha um pouco pequena, quase uma tanga e um vestido por cima.

Peguei Any já que havia comprado um presentinho pra ela.

“Finn, feche os olhos.” Gritei de dentro do meu quarto para ele. “Já fechou?” Perguntei.

“Já sim.” Sai do quarto ele estava com os olhos fechados.

“Pode abrir.” Ele abriu os olhos e junto abriu um sorriso gigantesco olhando para Any e para mim. A menina usava um biquíni rosa bebê. “Ela está perfeita, eu sei.” Falei sorrindo e vi Finn se aproximar e pegar a menina.

“Completamente perfeita.”

...

Chegamos a ilha e era tudo simplesmente perfeito, tinha poucas pessoas comparado com o outro lado da praia, o mar era incrivelmente azul, eu estava encantada.

“Esse lugar é maravilhoso não é?” Ouvi a voz de Finn atrás de mim.

“É sim.” Sorri e senti ele tocar minha cintura e dar um beijo em minha bochecha e depois me deu Any. Ele enxeu a piscinha da pequena e colocou bolinhas e alguns brinquedinhos para a menina.

Uma hora depois Finn e eu já conversavamos como se nada tivesse acontecido ontem a noite, tiramos fotos e um senhorinha até disse que eramos uma linda família, não falamos nada e muito menos discordamos, apenas agradecemos.

“Passa protetor nas minhas costas?” Perguntei.

“Claro, deita ai.” Deitei na espreguiçadeira e senti as mãos frias de Finn passar nas minhas costas espalhando o protetor, logo depois ele desceu para as minhas coxas e aquilo me deixou excitada, principalmente quando ele passou as mãos pelo interior dela. “Eu.. ham... é... vou entrar na água.” Finn gaguejou e e saiu correndo em direção ao mar, respirei fundo e tomei um pouco da minha água de coco e dei um pouco de atenção a Any.

A verdade é que eu não conseguia parar de pensar no Finn e em como ele me fazia bem.