New Hogwarts The Prophecy- Interativa
6 Expresso de Hogwarts - Parte 1/2
Notas iniciais
Julia já estava na plataforma. Após passar pela Estação King Cross, ela voltou a ver seu maravilhoso mundo mágico. A velha locomotiva vermelha a vapor estava parada como sempre na plataforma apinhada de gente. Um letreiro no alto informava Expresso de Hogwarts, 11 horas.
A fumaça da locomotiva se dispersava sobre as cabeças dos alunos que conversavam, enquanto gatos de todas as cores trançavam sobre as pernas delas. Julia estava particularmente feliz. Embora insistisse em não mostrar o sorriso débil que queria se fixar em seu rosto. Era a primeira vez que ia a plataforma sozinha. Sem a companhia do irmão mais velho, ou dos pais.
Sem perder tempo, a mesma avançou em direção a multidão que adentrava na locomotiva. As cabines se encontravam cheias, no entanto achara uma quase vazia bem a tempo, no meio do trem. Lá a loira encontrou uma outra menina. A mesma tinha cabelos pretos e olhos redondos da cor do cabelo, tinha a pele branca e os lábios carnudos e vermelhos, seu nbariz, fino e arrebitado, era uma das coisas que a incomodavam muito além de ter que usar óculos. Era claro que a reconheceria em qualquer lugar. Afinal, era sua melhor amiga.
– Viu um passarinho verde Juh? – A morena perguntou sarcástica.
– Uma pessoa não pode mais ficar feliz? – Retrucou Julia sentando-se ao lado da amiga. Ambas deram uma leve risada em seguida.
– Senti sua falta. – Declarou a morena. Julia fez uma cara visivelmente forçada de espanto.
– Meu Merlim! Daniely Marry Tough falando que sentiu minha falta! É, realmente, é o fim do mundo bruxo..
– Sua idiota! – Dani falou dando um leve soco no braço da amiga, que retribuiu dando outro em seu braço. Ambas voltaram a rir feito duas loucas até se tocarem do “ Papel de ridículo” que estavam pagando. Julia sentia-se extremamente feliz de voltar a Hogwarts. Embora não demonstrasse tanto isso, já que permanecia sempre com sua postura irônica muito conhecida pela amiga.
Dani era impulsiva. E costumava se meter em encrenca por isso. Costumava ser egoísta, e sempre procurava ser a líder de tudo. Sarcasmo deveria ser seu nome, ironia seu sobrenome e apesar de ser egoísta detesta ver quem amava sofrendo. Tinha mania de roer as unhas quando estava nervosa e torcia os lábios quando algo a desagradava. Seu sorriso era ironico por si só. Daniely adorava escrever e fazer planos para quando saisse de Hogwarts, como que país visitaria primeiro.
– E então, como foram as férias? – Perguntou Dani com seu costumeiro sorriso irônico..
– Normais. Andy pegando no meu pé, tédio total. – Julia falou com um tom de monotonia na voz. – Mas sabe, acho qu..
No entanto, o que Julia achava nunca foi dito. Alguém abrira a porta da cabine atraindo a atenção das duas. Era Alexander. Um sorriso maroto nos lábios. Os cabelos loiros curtos, as sobrancelhas arqueadas, o queixo quadrado, por Merlim, ele era realmente lindo.
Os olhos do loiro foram direto ao encontro dos de Julia, que tentou parecer o máximo de indiferente possivel. No entanto suas bochechas levemente coradas não contribuiram muito. Dani deu uma risada do tipo “ Ah, já saquei tudo” levando em seguida um olhar mortífero da loira.
– Juzinha, não sabe como senti sua falta! – O loiro falou adentrando o local sem nem ser convidado.
– Não me lembro de ter dito que você podia entrar. – Julia respondeu fria e seca, com, seu olhar penetrante direcionado ao garoto.
– E eu não me lembro de ter visto seu nome na cabine. – Ele respondeu agora sentando-se de frente para a loira. O rosto ligeiramente muito próximo. – A não ser que a poderosa família Herondale tenha comprado a locomotiva. – O rosto de ambos agora a milímetros de distância. Julia quase podia sentir o hálito de sapos de chocolate que emanava do mesmo. Agora ela se encontrava consideravelmente corada. “ Maldito Grifino!”
– Dá licença, eu não gosto de segurar vela. – Daniely falou com uma voz de puro sarcasmo enquanto Julia agora bem mais cosnciente do que antes, empurrou o loiro para longe, o mesmo riu.
– N-não sei do que está falando..
Respondeu por fim, encabulada. Aquele seria um longo ano..
***
Atena acabara de chegar. Seus belos cabelos platinados lisos voavam com a brisa de verão. Por algum motivo as pessoas insistiam em olhar pra ela. Ela não gostava. Destetava chamar atenção.
Estava muito contente por finalmente estar em Hogwarts, o único lugar do mundo onde ela realmente se sentia segura. A loira caminhou até a locomotiva vermelha. E então começou a monótona procura por um vagão vazio.
Achou um em que um grupinho de meninas da lufa-lufa conversavam. Aparentement muito entretidas. Ela sem dúvidas se sentiria um peixinho fora d’água ali. Principalmente porque as garotas não pareciam querer companhia. Fechavam a cara toda vez que alguém fazia menção de abrir a porta. Encontrou um outro, particularmente menos barulhento. Um garoto muito gordo se empanturrava de feijoezinhos mágicos. Enquanto acariciava um gato de aspecto esquelético e macabro, aparentemente com muita fome implorando para que o dono lhe oferecesse um pouco do que comia. Achou que não se daria bem ali também. Até porque, a cabine cheirava a meia suja. Procurou mais, até chegar ao fundo. Foi aí que viu uma cabine onde havia uma garota, que aparentemente estava concentrada demais lendo para perceber a presença de qualquer pessoa Seu rosto estava coberto pelo objeto, não dando para ver seu semblante. Atena pensou que, talvez seria o local ideal. Bateu timidamente na porta de vidro. A garota agora pôde ser vista, pois espichou a cabeça por cima do livro.
Era uma garota muito branca, de olhos azuis-esverdiados penetrantes. Seus cabelos, também eram platinados, no entanto numa tonalidade diferente dos de Atena, e seus fios estavam envolvidos numa trança muito feita de última hora. Atena pôde ver também, que a mesma segurava no colo uma bolinha de pelos muito branca.
– Oi... er.. será que eu posso..
– Oh claro fique a vontade! – A loira respondeu. Sua voz era forte e decidida e ao mesmo tempo tímida. Atena murmurou um “ Obrigada” e entrou no local. Por um momento ambas não falaram muita coisa. A loira de olhos azuis olhava para os próprios pés, aparentemente com vergonha, e Atena sentiu-se um pouco incomodada com isso. Ela procurou buscar assunto, mas a melhor coisa que achou para falar foi..
– O dia hoje está quente não? – “Droga Atena. falar sobre o clima?”
– É.. está sim.. – A loira respondeu, agora olhando para a garota. Um sorriso um pouco sem graça no rosto. – Não gosto muito de calor..
. – Ah então somos duas! – As duas riram um pouco. O silêncio voltou. Atena gostaria de falar mais alguma coisa, então focou-se na bolinha de pelos que vira antes. Ela agora vira com mais clareza que era um gato. A mesma parecia ser uma fêmea. E era toda albina a não ser por um detalhe na calda, a pontinha tinha cor de caramelo. Os olhos do animal eram violetas e grandes.
– Eu, poderia saber.. o nome? – Atena falou meio tímida.
– Ah sim, esta é a Pudim. –A loira platinada que a pouco indagara o nome do animal, se assustou ao ouvir aquilo. Pudim???
– PUDIM? Nossa! Eu sou tipo A-P-A-I-X-O-N-A-DA por pudim! É a sobremesa mais gostosa do mundo! – A outra loira riu pelo entusiasmo da garota. E logo a cabine havia sido tomada pelo som dos risos das duas.
–Eu também gosto de pudim. Dei esse nome a ela pelo fato da pontinha da calda ser cor-de-caramelo. Mas a minha sobremesa favorita é chocolate. – A garota falou, em seguida exibindo um sorriso bondoso. – Ahn.. eu, poderia saber o seu nome?
– Ah sim, perdão, eu me chamo Atena. Atena Rockwell. E você?
– Megan Julliet Von L’amour Amorita de Albragan. – A loira falou parecendo meio exausta ao terminar a frase.
– Nossa que nome divo! – Atena falou – Ma deve dar um trabalhão de escrever hein?
– Você nem imagina! – Megan respondeu.
De repente, ambas ouviram o barulho da porta se escancarando. Megan não perdeu tempo e ergueu a varinha, assim como Atena, mas ao verem o que, ou melhor, quem era, abaixaram-nas meio aliviadas. Eram três rapazes, particularmente muito bonitos. Dois deles pareciam ser gêmeos. Ambos tinha cabelos castanhos e olhos azuis realmente encantadores. O outro era um moreno de olhos verdes, com uma expressão estranhamente atraente e meio preguiçosa no rosto.
– Pois não? – Megan adiantou-se voltando a sentar. Seu tom de voz não era mais amigável e sim gélido. Atena sentiu um frio na espinha ao ouvi-la. Um dos garotos a respondeu.
– Não tem mais cabines, nós vamos ficar aqui. – Este já estava com o uniforme da sonserina, o que era estranho já que o trem mal começara a andar. Naquele momento, o semblante de Megan ficou extremamente assustador, ela parecia realmente aborrecida pela petulância do rapaz.
– Lamento, mas acho que não procurou direito, tem uma vagão vazio não muito longe. – Megan respondeu fria, abrindo o livro que lia antes, A História de Merlim, volume II
– Não, Aquela cabine cheira a repolho podre. Eu o Theo e o Thomas preferimos ficar aqui – O moreno de olhos verdes repondeu, torcendo o nariz, aparentemente se lembrando do odor do repolho.
– E quem disse que queremos vocês aqui? – Ela respondeu gélida.
– Vocês não tem que querer baixinha. – O castanho respondeu, meio debochado. Megan adquiriu um semblante mortífero ao ouvir “baixinha”– O vagão é público.
– Pode ser. Mas não tenho a obrigação de ficar no mesmo local que você. – Megan respondeu – Vai que idiotice é contagiosa...
– Você disse o quê? – O castanho a encarou sério. Atena estava em choque, o garoto de cabelos negros pareceu ligeiramente assustado, e o outro rapaz, o gêmeo de barba,apenas observava tudo parecendo se divertir com a situação.
– O que você acabou de ouvir. Agora se puder se retirar eu..
– Agora é que eu não saio mesmo! Thomas, Zach, ficaremos aqui. Os incomodados que se mudem. – O castanho falou, fazendo questão de enfatizar a última frase. Ele se sentou do lado da janela, de frente para Megan, que tinha uma expressão estranhamente calma e indiferente. Mesmo que Atena a conhecesse pouco, ela podia ver que Megan estava morta de raiva por dentro.
– Megan, talvez nós possamos ir embor..
– Não! – Ela falou decidida. – Nós ficamos aqui também. – O castanho sorriu. Um desafio fora feito. Restava saber quem ganharia a batalha.
Que se inicie a guerra.
***
Nikkolly estava meio deslumbrada com tudo. Havia sido uma experiencia fantástica passar pela estação King Cross e sair na Plataforma nove e meia. Mas ela precisava adimitir, não teria conseguido sem a aajuda de um grupo de meninas muito simpáticas. Ela agora estava em um vagão observando o movimento pela janela. Seus cabelos voavam com uma leve brisa que entrava janela a dentro.
– E então Nikky, a Beauxbatons é tão linda quanto dizem? – Duda perguntou. Maria Eduarda Lott tinha cabelos cor de mel, olhos castanhos claros e a pele levemente bronzeada. Era meiga, carinhosa leal e muito amigável.
– É sim. – Nikky respondeu bondosamente. Seu sotaque meio puxado para o francês dava um charme a mais em sua fala. – Mas confesso que estou deslumbrada com Hogwarts, nunca pensei em ir para escola de trem!
– Ué! Vocês não usam um trem por lá? – Foi a vez de Morgana indagar. Morgana estava super curiosa pra saber de tudo! Ela sempre foi assim, meio afoita. Seus cabelos castanhos escuros curtos voavam com o vento também. Aparentemente uma chuva seria iniciada.
– Oh non! – Ela falou. – Lá usamos carruagens puxadas por belíssimos cavalos alados.
– Uou! Isso deve ser demais!!!!!!!. – Emanuelle falou. Manu era outra guria empolgada. Possuia cabelos e olhos castanhos,seu cabelo noralmente solto com a franja caindo sobre os olhos com uma tiara floral . Emanuelle Chintz era romântica e muito gentil. Era uma típica lufana, que sabia ser leal e ao mesmo tempo rigorosa com os amigos. Se magoava fácil, mas não tão fácil quanto perdoava. Podia ser sensível mas também sempre que suas amigas precisassem de sua ajuda, ela estaria disposta a dar socos na cara de quem for.
– É bem agradável sim. – Nikky continou – No entanto, lá pode ter todo o luxo que for, nada compra a gentileza de vocês. As garotas lá são verdadeiras interesseiras. – A loira falou recordando-se do episódio “Renata”
– Ah não foi nada! – Duda respondeu. – Só exercemos nosso dever de boas alunas recepcionando a novata. –
– Foi realmente muito gentil. – Nikky sorriu. – Mas, como funcionam as coisas em Hogwarts? Quero dizer, ouvi falar que a escola é dividida em “Casas”
– Ah! Isso! – Manu afirmou empolgada. – As casas são Grifinória, Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina. Eu sou Lufana, e com muito orgulho! Todos dizem que é uma casa de bobões mas é só zueira.
– A zueira never ends querida. – Duda riu. – Bom de qualquer forma sou Grifinória, e gosto bastante de ser da casa do leão! –
– E você Morg? – Nikky perguntou.
Morgana parecia meio concentrada na cabine ao lado. Enuquanto Nikky e Manu a chamavam a mesma tinha os olhos fixos em uma cabine onde um jovem muito bonito de corpo definido , de cabelos castanhos encaracolados.Ele conversava parecendo muito empolgado com uma garota que ela reconheceu ser uma tal de Malu, que se parecia muito com o rapaz. Morgana se perguntou se eles eram parentes.
– Hey! Terra para Morgana!! – Manu falou.
– Ahn?
– Ai amiga, fala sério né, tava com a cabeça na lua? – indagou Duda
– Acho que não era na lua que ela estava prestando atenção.. – Nikky sorriu maliciosa. – O garoto é bem bonito, você devia falar com ele.
– N-não fale bobagens Nikky. – Retorquiu Morgana meio encabulada. – Eu nem o conheço.
– Hm hum, por isso mesmo!
– N-não, nada a ver.
*****
Sophie estava sentada na cabine dos fundos o tempo se encontrava parcialmente nublado . Ela já estava acostumada com Hogwarts. Sempre fora considerada uma esquisitona, por isso não tinha amigos. Sua cabine encontravasse vazia. Aparentemente ninguém tinha coragem para adentrar lá. Ela só gostaria de ter um ano diferente. Sem que ninguém a julgasse ou a achasse estranha. Sophie era loira de olhos azuis tempestuosos levemente acinzentados. Havia sido criada num orfanato, e todos a achavam esquisita. Em Hogwarts as coisas não eram muito diferentes.. Mas tinha um bom precentimento para o ano. Ela estava muito focada em uma nova música que queria escrever, e por isso não estava se sentindo tão solitária assim. A música era sua amiga, e não precisava de mais nada no momento.
“Unconditional, unconditionally
I will love you unconditionally
There is no fear now
Let go and just be free
I will love you Unconditionally ”
Ela escrevia rapidamente nas folhas amareladas de pergaminho. Ela só queria aquilo. Ser amada incondicionalmente, será que era pedir muito?
***
Demetrius e Liam conversavam em outro vagão. Ambos eram lufanos e muito amigos. Liam não era muito de falar e se relacionava pouco com as pessoas, mas era um bom amigo. Tinha cabelos castanhos e olhos muito verdes.
– E então Li, metas para o ano?? – Demetrius perguntou enquanto ajeitava seu malão em um canto da cabine.
– O de sempre, me esforçar o máximo nas aulas, ler... – Ele falou meio monótono. Demetrius falou alguma coisa a seguir mas ele não prestara atenção, estava concentrado demais. Naquele exato momento Anastácia Andrew havia passado pela cabine de ambos. Ela, sempre muito bonita, com seus cabelos loiros reluzentes e esvoaçantes e seus olhos amendoados estava procurando com as amigas uma cabine também. Liam quis dizer um “oi” e perguntar se ela não queria ficar lá com eles, mas a garota havia sido muito rápida, no entanto, ele teve a leve impressão de te-la visto olhando em sua direção e acenando alegremente.
– Ei Liam! – Demetrius falou. – Cara, você ouviu o que eu disse?
– Ah claro, ouvi. – Mentiu Liam.
– Pois então, não concorda comigo?? As pessoas desta escola deveriam querer muito mais do que apenas passar de ano. Quero dizer, mais do que simplesmente tomar uma nota acima da média.
–Ham... claro — disse Liam sem prestar muita atenção. Queria se focar nos próprios pensamentos.
–Cara tudo bem com você? –Perguntou Demetrius – Você tá estranho!
–Não estou não! –mentiu.
–Sabe que pode confiar em mim!
–Sei –disse.
–E então?
–Nada...só algumas coisas bobas, mas nada de importante. – disse – Já reparou como as meninas estão bonitas esse ano?
– Não sou muito de ligar pra aparencia. Pode parecer loucura, mas o que me atrai são pessoas de personalidade forte.
– Anastacia tem uma personalidade forte...
– O que disse?
– Nada, nada...
******
Luke Young e Scorpius James Mckinnon Black e Jackson Fox Junior não muito longe, falavam sobre quadribol. O que ambos amavam.
– E o meu pai prometeu me levar na próxima copa mundial. – Luke falou excitado. Luke era um rapaz encantador, que tinha covinhas, cabelos curtos pretos, olhos cor de mel, e um bom físico por causa do quadribol. Era também Leal, amigo, brincalhão, bonito, popular e um pouco explosivo quando se irritava.
– Irado. – Scorpius respondeu. Scor era um grande amigo. Alto, magro, de corpo definido com músculos bem construídos, pele bronzeada, feições aristocráticas elegantes mas ainda suaves, olhos azuis acinzentados marotos com cabelos negros levemente enrolados. Era astuto e inteligente, fiel e leal, corajoso e destemido, amoroso e carinhoso, bondoso e compassivo, rebelde e alegre, otimista e defensor, amava sua família e era muito protetor de seus amigos.
– E então, o que pretendem fazer durante o ano?? – Foi a vez de Jack perguntar. Jack era um rapaz encantador de cabelos loiros e olhos perfeitamente azuis. Sua pele era alva e seu sorriso era muito branco. Ele era um cara amigável, muito maroto e meio tímido quando o assunto era garotas. Era muito protetor e ciumento e ao mesmo tempo corajoso e leal. Era dono de uma incrível paciência e muitíssimo inteligente.
– Ah o de sempre, pegar muitas gatinhas. – Luke falou em tom de brincadeira, no entanto era verdade. Todo ano o rapaz ficava com mais de trinta garotas, todas eram caidinhas por ele.
– Você só diz isso porque não se apaixonou ainda.. – Jack falou com uma voz meio zombateira.
– E você já Jack? – Scor perguntou e Jack negou instantaneamente com a cabeça.
– Sou um homem descompromissado. Namorar é algo que não me interessa no momento, é muita.. Responsabilidade. Não, eu só quero curtir a vida.
– Pois pra mim se apaixonar é coisa de gente besta. Eu fico com a garota que eu quiser aqui.
– Mesmo?? Qualquer uma?? – Scor perguntou em tom desafiador.
– Qualquer uma. – Ele respondeu imediatamente com um sorriso meio convencido nos lábios.
– Então, eu te desafio! – Scorpius falou ainda com um sorriso maroto. – Quero ver..
– Aposta feita!
Jack olhou para os dois meio incrédulo. Aquilo sem dúvidas ia contra seus princípios.
– Eu posso ao menos saber o nome da minha próxima vítima? – Luke falou erguendo a mão para Scorpius apertar.
– Andy. Andy Underwood.
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