New Galaxy
15 Sound of danger
Notas iniciais
Anthony foi colocado em cima da mesa. Ele estava desacordado devido à perda de sangue. Carly apontou-lhe uma luz às pupilas e disse:
— Temos de parar o sangramento imediatamente.
Mary chorava ao canto ao ver o que acontecia enquanto muitos adolescentes viam o que acontecia à porta da enfermaria.
— Alguém a tire daqui.- ordenou Jack enquanto rasgava a camisola de Anthony para ter uma boa visão da flecha.- E todo o resto saia!- os adolescentes saíram com o grito de Jack.
Jake foi para o pé de Carly com a intenção de ajudar mas esta disse:
—Avisa o Drew que temos de reforçar os muros. E encontra quem fez isto.
Jake assentiu e saiu da nave acompanhado de Constance, Max e Ruth. Entretanto Bellamy arrastou Mary para fora da nave, agarrando a sua camisola e vestindo-a.
Lá fora começou a trovoar e rapidamente todos os adolescentes foram buscar abrigo ou no bar ou no centro de treinamento que mais recentemente também servia como centro de convívio. Já na nave, o trabalho de Carly e Jack estava só a começar.
Jack levantou o corpo de Anthony para ver se a flecha o tinha trespassado. Não tinha.
— Só entrada.- avisou Jack.
Carly retirou a flecha da coxa de Anthony e depressa fez um curativo. Podia tratar daquilo mais tarde. Dedicou toda a sua atenção para a flexa que estava espetada no peito de Anthony. Ela olhou para o objeto e viu que se Anthony ia sobreviver teriam de fazer aquilo rapidamente.
— A flecha trespassou alguns vasos sanguíneos.- declarou Carly.
— O que é que isso quer dizer?- perguntou Jack preocupado.
— Quer dizer que se vamos fazer isto, temos de o fazer muito rapidamente senão o Anthony vai morrer.- disse Carly tremendo.
— Diz-me o que fazer.- disse Jack confiante e transmitindo confiança com o olhar a Carly.
— Eu vou puxar esta flecha e tu vais ter de prender o sangue dando-me tempo de parar o sangramento.- informou Carly decidida.
Jack assentiu e apanhou umas quantas ataduras. Carly contou até três e no três puxou a flecha do peito de Anthony fazendo este arfar e fazendo uma grande quantidade de sangue sair, sangue que Jack se apressou a estancar. Carly começou a coser e quando terminou colocou uma atadura por cima. Jack decidiu ouvir a respiração de Anthony mas não encontrou nada.
— Ele não está a respirar.- disse ele assustado.
Carly apressou-se a fazer compressões. Anthony não podia morrer.
— Anda lá Tony, ainda não é a tua altura!- gritou ela.
Bellamy olhava para a chuva que tinha começado a cair. Ao seu lado, Mary estava encolhida, sentada no chão enlameado, chorando baixinho. Bellamy sentou-se ao seu lado sem se preocupar em ficar todo sujo e perguntou:
— O que aconteceu?
Mary olhou para Bellamy com os olhos cheios de lágrimas. Ela limpou as lágrimas com a camisola e respondeu:
— Nós estávamos a caçar. Ele estava a ensinar-me a usar o arco e a flecha porque eu sou muito má nisso.
Bellamy abriu um sorriso solidário e Mary continuou:
— Uma flecha acertou diretamente na presa que eu estava a mirar. Exceto que não era a minha flecha. O Anthony pensou que era apenas alguém a brincar connosco. E foi quando lhe acertaram na coxa.
Bellamy moveu-se imaginando a cena.
— Nós começamos a correr e ele estava a sangrar muito e, por isso, nós tivemos de fazer uma pausa. Eles continuavam atrás de nós e nós voltamos a correr o mais rápido que podíamos mas eu tive de parar pois estava a ter dificuldades em respirar.- continuou ela.
Mary começou a chorar. Bellamy apertou o seu braço para a confortar. Ela continuou:
— E ele saltou bem na minha frente levando com uma flecha que estava destinada a mim. Se o Anthony morre, é culpa minha.
Mary começou a soluçar e Bellamy agarrou-a, abraçando-a. Ele fez-lhe festas no cabelo até que ela conseguiu acalmar-se e, juntos, eles esperaram que Carly e Jack terminassem a cirurgia.
Max retirou os cabelos molhados que caiam diretamente na sua cara. Ao seu lado estavam Jake, Ruth e Constance, todos com as suas armas na mão prontos a atirar em alguém suspeito. Jake encontrou pegadas na lama recentes. Os culpados deviam estar a abrigar-se em algum lugar perto.
— Vamos separar-nos. — ordenou Jake.
Constance seguiu Jake para a esquerda enquanto Max e Ruth foram para a direita.
— Não te afastes de mim.- pediu Max.
Ruth sorriu e disse:
— Eu posso tomar conta de mim própria.
— Eu sei disso.- respondeu Max.- É só para a minha segurança.
Max riu e Ruth também. Eles continuaram a andar até que encontraram um novo rastro de pegadas. Eles seguiram-nas em silêncio e foram ter a uma clareira onde estas paravam. Max olhou para todos os lados e parecia que eles apenas tinham evaporado. Ruth ouviu um estalo e ao olhar para cima tomou um dos maiores sustos da sua vida. Três homens armados com todo o tipo de armas pré-históricas saltaram das árvores. Ruth e Max começaram a correr no momento em que flechas começaram a voar perto deles. Max começou a disparar, atrasando-os. Ao virarem encontraram, por sorte, uma caverna. Max puxou Ruth para dentro e encostou-se a ela e quando ela ia protestar, colocou-lhe a mão na boca fazendo sinal para que ela não fizesse barulho. Pelas plantas que tapavam a entrada, Max conseguia ver os homens a passar pela caverna; um deles parou olhando para a caverna o que fez com que Max e Ruth parassem de respirar por momentos. O homem passou finalmente e Max pode finalmente respirar saindo de cima de Ruth. Ruth espreitou para fora da caverna e disse:
— Esperamos alguns minutos e saímos.
Max concordou e sentou-se numa rocha imaginando como estariam os restantes do grupo.
Ben saía apressado do centro de treinamento carregando uma sniper. Anthony tinha sido atacado e agora Carly tinha ordenado que reforçassem os muros. Ben ficaria de vigia do lado oeste com mais outros dez adolescentes carregando snipers. Ele não tinha colocado Eleonor em nenhum dos grupos de segurança pois ele não conseguiria viver sabendo que tinha feito algo que a magoasse ou mesmo matasse. Para além disso, ele não tinha visto Eleonor o dia todo desde que ela tinha saído de manhã para ir à enfermaria. Ela não se tinha vindo a sentir bem e Ben temia que ela pudesse ter contraído algum tipo de infeção. Como se conseguisse ler os seus pensamentos, Eleonor apareceu. Ela veio em direção a Ben e este deu-lhe um beijo rápido na testa seguindo o seu caminho.
— O que se passa?- perguntou ela acompanhando-o.
— Houve um ataque, é preciso reforçar os muros.- respondeu Ben abrandando para que ela o pudesse acompanhar.
Ele continuou a andar, deixando Eleonor para trás.
— Precisamos de falar.- informou ela.
— Meu amor, tem de ser mais tarde, eu estou um pouco apertado agora.- respondeu Ben, virando-se.
— Estou grávida.- disse ela num tom elevado para que Ben ouvisse bem.
Este parou abruptamente e virou-se. Um olhar que Eleonor não conseguia decifrar estava estampado no rosto dele. Ele perguntou:
— Tens a certeza?
Eleonor assentiu, dizendo:
— Fiz o teste esta manhã.
— Uau.- respondeu Ben já ao lado dela.
Parecia que Ben ia dizer algo mais mas um rapaz chamou-o e ele disse:
— Tenho de ir, falamos quando eu voltar.
Ben começou a afastar-se e Eleonor teve um aperto no coração. Ben pressentindo que ela poderia interpretar mal a repentina saída dele, gritou:
— Amo-te.
— Também te amo.- respondeu Eleonor esboçando um sorriso.
Ben deu um sorriso fechado. Não que ele tivesse infeliz por ir ter um filho com Eleonor, ele só não esperava que fosse tão cedo ou num momento tão mau. Mas de uma coisa ele tinha a certeza: ele iria ser o melhor pai possível para o seu filho.
Constance seguia um conjunto de pegadas, juntamente com Jake. Há pouco tempo tinha-se separado de Ruth e Max que tinham seguido pelo caminho oposto. Constance não sabia se eles tinham encontrado algo mas esperava que ela e Jake estivessem no caminho certo. Eles pararam abruptamente quando ouviram um barulho vindo detrás de umas árvores. Eles colocaram as mãos nas suas armas e olharam para todos os lados. Nada. Eles colocaram as suas armas de volta e nisto uns homens armados com espadas e arcos atacaram-nos. Constance desviou-se de um golpe de uma espada e agarrou a sua arma, disparando e acertando um dos homens no ombro. O homem nem se mexeu perante o tiro e cortou Constance no abdómen. Jake ia pegar na sua arma mas outro homem chegou mais rápido dando-lhe um murro fazendo com que este caísse e derrubasse a arma. Ele gatinhou para apanhar a arma mas outro homem pisou-lhe o pulso, fazendo todos os ossos estalarem e Jake dar um grito de dor.
—Corre!- gritou Jake para Constance.
Constance começou a correr cegamente. A perda de sangue tinha começado a afetá-la rapidamente. Uns metros depois, ela tropeçou num ramo e rebolou por uma descida de terra. Ela levantou-se, procurando manter-se de pé com a ajuda das árvores até que não pode mais. Ao longe ouviu o som de um tiro e ela esperou sinceramente que tivesse sido de Jake a escapar. Ela começou a deixar de ver, apenas via os contornos dos objetos enquanto se sentia a adormecer. Quando Constance estava prestes a fechar os olhos, ela viu o que parecia ser um dos homens que a tinham atacado.
— Por favor, deixei-me ir.- sussurrou ela.
O homem pegou-a no colo e foi quando Constance perdeu os sentidos.
Mary viu Carly e Jack saírem da nave. Carly trazia um olhar cansado no rosto e a face de Jack não deixava transparecer o que tinha acontecido durante a cirurgia. Mary e Bellamy levantaram-se esperando pelas notícias.
— Ele vai sobreviver.- informou Carly.
Mary chorou de alívio abraçando umas das suas melhores amigas. Ela limpou as lágrimas e esperou que eles dissessem mais alguma coisa.
— Podes esperar que ele acorde, se quiseres.- disse Jack.
Mary assentiu e ela e Jack entraram na enfermaria deixando Bellamy e Carly sozinhos. Carly sentou-se no chão, exausta.
— Pareces cansada.- comentou Bellamy sentando-se ao lado desta.
— Eu nunca tinha tido a vida de alguém nas minhas mãos, sabes?- informou Carly.
— O que faz com que o que tu fizeste hoje seja ainda mais extraordinário.- elogiou Bellamy.
Carly sorriu. Bellamy nunca a tinha elogiado antes mas um elogio de Bellamy fazia com que ela se sentisse muito melhor sobre si mesma e as suas capacidades. Incapaz de responder, Carly disse:
— Devíamos ir exercer os nossos cargos como lideres…
Bellamy sorriu ao ver que ela ainda o considerava um líder apesar das decisões erradas que ele vinha tomado. Talvez ele tivesse no bom caminho para obter o perdão de Carly. Ou talvez algo mais…
Mary estava sentada ao lado da cama onde estava Anthony. Aquela ala tinha sido construída há menos de uma semana e nunca tinha sido antes utilizada. Ficava na parte de trás da nave e tinha ao todo 20 camas para os pacientes descansarem. Eles tinham movido todos os aparelhos de comunicação que não funcionavam para o andar superior da nave, fazendo ali a ala de recuperação. Mary olhava para Anthony enquanto ele dormia. Ela pegou-se olhando para a forma como o seu peito nu subia e descia. Um curativo estava enrolado à volta do ferimento onde anteriormente tinha estado a flecha e ela teve de conter a vontade de lhe tocar. Ela olhou para o lado para evitar chorar pois não queria que Anthony acordasse e a visse naquele estado. Ela apanhou o cabelo numa trança. Ouviu Anthony resmungar e viu-o a abrir os olhos e sorrir. Ela sorriu de volta e disse:
— Bem-vindo de volta.
Anthony tentou mover-se mas a dor no peito fez com que ele não se conseguisse sentar. Ele olhou para Mary e disse:
— Eu disse-te para continuares a correr.
Mary riu e agarrou a mão de Anthony e este colocou-a na cara dela, limpando as lágrimas que tinham começado a cair. Mary beijou carinhosamente a mão de Anthony e respondeu:
— Eu nunca poderia fazer isso. Porque eu nunca poderia fazer isto sem ti.
Anthony sorriu levemente visto que todos os músculos e ossos do seu corpo doíam.
— E se me tivesses deixado para trás nunca irias aprender a usar o arco e a flecha.- brincou Anthony.
Mary riu. Ela estava tão feliz por ele estar vivo.
Patricia corria pelo acampamento. Não fazia ideia do que se estava a passar e precisa de encontrar alguém que lhe dissesse o que era. Pelo canto do olho viu Drew com uma sniper na mão e foi até ele.
— O que está a acontecer?- perguntou ela.
— Vai para a tua tenda e não saias de lá até alguém te ir buscar.- ordenou Drew sem parar.
Patricia agarrou no braço dele e voltou a perguntar:
— O que se passa?
— Estamos sob ataque.- respondeu Drew secamente.
Nos últimos tempos, ele e Patricia vinham ficando mais próximos mas não como Drew queria. Ele só queria ficar fisicamente próximo a ela, levá-la para a cama e passar para outra mas a personalidade de Patricia estava a prende-lo mais do que ele queria e, por isso, ele tinha decidido que ia tentar afastá-la.
Patricia percebeu o porquê de Drew levar uma sniper, finalmente.
— Vai para a tenda.- ordenou Drew, mais uma vez.
Patricia assentiu e disse:
—Tem cuidado.
Drew assentiu e virou as costas a Patricia deixando-a sem reação e sem perceber o que se estava a passar com ele. Ela decidiu ignorar as ordens de Drew e dirigiu-se à enfermaria para verificar se a sua amiga Carly precisava de ajuda.
Do outro lado da floresta, completamente cegos do tumulto que era o acampamento estavam Eric e Jessica. Tinha começado a anoitecer e Eric tinha acendido uma fogueira onde assava uma espécie de rato selvagem. Ao seu lado Jessica fazia desenhos no chão.
— O que estás a fazer?- perguntou Eric.
— Esta sou eu.- disse ela apontando para uma espécie de bola.- E eu estou a dar uma sova no Bellamy.
Eric deu uma gargalhada. Fazia quase uma semana que eles estavam a viver na floresta. Há dois dias atrás eles tinham encontrado o local onde estavam agora acampados. Era uma gruta de tamanho aceitável com um riacho ao lado, tendo tudo o que eles precisavam para sobreviver.
— Vendo pelo bom lado, podemos sempre mudar-nos para esta gruta.- começou Eric gozando.- Estou a visualizar uma bela mesa contruída de árvore ali naquele canto e um sofá construído de folhas ao lado…
Jessica gargalhou alto e Eric sorriu. Ela olhou para ele sorrindo e ele, meio envergonhado, lembrou-se de algo.
— Tenho algo para ti.- informou ele.
— O que é?- perguntou ela sorrindo.
Eric agarrou na sua mala e tirou de lá dentro uma garrafa com uma substância esverdeada.
— Não!- disse Jessica sem acreditar no que os seus olhos viam- Isso é…
— Uma garrafa com a melhor bebida alcoólica do planeta?- interrompeu Eric.- Podes ter a certeza que é.
Jessica sorriu retirando a garrafa das mãos de Eric. Ela bem que estava a precisar de esquecer os seus problemas.
—Qual é a ocasião?- perguntou ela.
— Precisamos de uma?- retrucou Eric.
Ele retirou a garrafa das mãos de Jessica, abrindo-a e dando um gole. Passou a garrafa para Jessica que fez o mesmo. Passado uma hora eles estavam os dois deitados no chão tendo conversas sobre o universo.
— Parece que acabou.- comentou Eric deitando a garrafa fora.
Eric levantou-se mas não conseguia ver nada direito devido à quantidade de bebida que tinha ingerido.
— Talvez esteja na altura de irmos para a cama.- comentou ele oferecendo a mão a Jessica para que esta se pudesse levantar do chão.
Esta agarrou-a e quando Eric a puxou, eles desequilibraram-se e por pouco não caíram. Eles foram andando com dificuldade até à gruta e até aos seus sacos de cama. Eric foi o primeiro a deitar-se seguido de Jessica. Esta começou a chegar-se para mais perto de Eric fazendo com que este levantasse a cabeça.
— Tu és tão linda.- comentou ele colocando a mão na cara de Jessica.
música ON
Jessica deitou a cabeça em cima desta e sorriu. O sorriso que começou como meigo depressa passou para um sorriso mais atrevido. Ela começou a aproximar-se de Eric até que as suas bocas estavam a milímetros e depois sorriu novamente e beijou-o. Eric depressa inseriu a língua na boca de Jessica e levantou-se para que pudesse ter mais controlo sobre o corpo dela. Ele virou o corpo dela rapidamente, ficando no topo e fazendo uma Jessica bêbada rir. Eles continuaram a beijar-se e Jessica entrelaçou a sua perna direita na cintura de Eric. Ela então empurrou para trás fazendo com que os dois ficassem de joelhos. Eric beijou o pescoço de Jessica fazendo com que esta suspirasse. Ela retirou a blusa de Eric passando as mãos no abdómen definido deste. Ele agarrou o pescoço de Jessica beijando-a forazmente. Ele então foi descendo as suas mãos até à bainha da blusa de Jessica puxando-a e deixando o seu umbigo de fora. Ele beijou o umbigo desta e por fim tirou-lhe o resto da blusa revelando uns seios fartos cobertos por um sutiã de renda preto. Eles continuaram a beijar-se e Eric deitou-se ficando Jessica por cima. Ela sentou-se em cima do seu pénis já ereto e começou a beijar Eric desde a sua boca até ao limite das suas calças. Eric desapertou as suas calças e Jessica puxou-as com dificuldade devido ao efeito do álcool. Eric apressou-se a retirar também os seus boxers revelando-se. Ele voltou a ficar por cima de Jessica, desapertando as calças desta e retirando-as com facilidade. Ele beijou-a fortemente ao mesmo tempo que retirava as suas cuecas. Ela retirou o seu próprio sutiã levando a cabeça de Eric até aos seus seios para que ele os beijasse. Ele continuou até às partes baixas de Jessica, passando lá a sua língua e fazendo Jessica arfar. Ele então fez o seu caminho até ao topo de Jessica e esta fê-lo voltar para debaixo dela. Estava farta daquele jogo; ela queria-o dentro dela. Ela puxou a manta que eles usavam nas noites mais frias para os cobrir e inseriu o pénis dele dentro dela sentindo instantaneamente prazer. E eles continuaram pelo resto da noite.
Fale com o autor