New Future - Percabeth

22 Que Tal Um Jantar Fora?


Notas iniciais
Oi gente :)))) To muito feliz pq to postando no tempo certo, vcs tb devem estar huehuehuehuehue Enfim, obrigada por continuarem acompanhando a ficcccc :] Eu não pude escrever outro capitulo essa semana pq não tive tempo, quando eu tiver eu posto ok? Ok, agora vão ler. Esse capítulo é meio que um preenchimento mas eu precisava disso agora pq depois eu vou voltar a tocar no assunto, enfim, boa leitura.

Depois do animado início de semana que eu tive, o único ponto alto foram os olhares de Jared toda vez que ele me pegava falando, mandando mensagem para Percy, ou fazendo alguma coisa que tivesse a ver com o Cabeça de Alga.

Até que não foram tantas mensagens, alguns “precisamos nos encontrar” e “Jared é doido mas esperto”

Percy não teve como me encontrar pois o treinador dele conseguiu uma competição pequena mas remunerada e ele teve que treinar a semana toda. Eu também tive meu trabalho que atrapalha qualquer coisa, humpf.

Thalia ficou nervosa por não conseguir me encontrar para pegar o fio de cabelo. Ela também ficou ocupada no trabalho e o destino tornou nosso encontro impossível.

Chegando ao ponto que faltavam um dia e meio para a volta de Luke eu me encontro numa quinta ás 22:16 no sofá da minha sala, com insônia e assistindo TV.

Enquanto está passando um jornal qualquer eu não consigo parar de pensar em tudo; se Percy não for o pai; se ele for, como Luke vai reagir; como Luke vai reagir ao saber que eu vou ficar com Percy.

Mas a maior dúvida é; se Jared não for filho de Percy, eu vou continuar com Luke?

Para formarmos o futuro temos que dar uma olhada no passado né? Então eu bloqueio os outros problemas e procuro algo que me ajude a decidir. Percy e eu não ficamos juntos por que ele queria se mudar e eu queria fazer minha vida aqui em Manhattan.

Um medo sobe como um arrepio; e se ele não quiser ficar? Não importa o que ele diga, não vou ficar no caminho dos sonhos dele e também não vou me sucumbir a trocar Luke por um outro dele mesmo; ficar a semana inteira em casa e criar Jared sozinha.

Saio dos meus devaneios por conta do vibra do meu celular na mesa de centro. Eu me desencosto e checo a mensagem recém chegada:

Luke: Chego depois de amanhã, que tal um jantar fora?

Eu suspiro e recoloco o celular na mesa. Luke sabe que eu durmo lá pelas 21hrs mas ainda assim me manda mensagem depois disso, me fazendo ignorar todas elas.

Eu volto minha atenção para a TV e alguns minutos depois eu me pego com sono. Desligo tudo na sala e vou para meu quarto.

Mal encosto a cabeça no travesseiro e já durmo. Eu sonho com uma família feliz em uma casa grande, duas cabeças loiras e duas cabeças pretas...

–---------#-----------#--------

Acordo, como sempre, com o despertador ás 7:00. Acordo Jared, me troco, faço café, levo ele para a escola e chego muito mais cedo do que necessário.

Trabalho até umas 16:00 quando meu chef, Sr. Boggins, e entra na minha sala e senta na cadeira em frente à minha mesa. Eu fico lá só olhando ele por conta do medo que tenho dele. Uma palavra menos formal como “” e você está despedido. Ele passa um olhar pela minha mesa, que graças a Deus está arrumada, e o resto da sala. Eu sento, estática, esperando ele se pronunciar.

–Srta. Chase, eu vejo você entrando por aquela porta todos os dias uma hora ou mais mais cedo do que preciso, assim como vejo você saindo horas mais tarde do que preciso. Sua quantidade de projeto é o dobro ou o triplo da que de qualquer outro trabalhador aqui, enquanto os outros tem cerca de 500 projetos você tem 1000.

Ele para por alguns segundos me olhando. Ainda estou esperando a bomba já que ele me elogiou e me amorteceu para a notícia.

–Se eu tivesse um “trabalhador do mês” você ganharia todos, Srta. Você está numa posição de muito perigo e seu trabalho pode ser tirado com um mero estalo de dedos. Por isso, você foi promovida. – ele termina me lançando um fantasma de um sorriso

–O- obrigada, Sr. Boggins – eu falo na maior êxtase – Isso significa muito para mim, obrigada.

–Sim, sim, de nada, Srta. Chase. Semana que vem você já vai para sua nova sala no mesmo andar que a minha. Provavelmente será contratada por uma empresa ou duas e ainda poderá fazer projetos individuais. Eu fornecerei seu salario mensal, você ganhará por projeto nas empresas que te contratarem e ganhará pelos direitos autorais que serão vendidos, como você já faz.

–I-isso é incrível, Sr. muito, muito obrigada mesmo – eu repito sorrindo

–Srta. Chase, eu lhe pouparei as contas: 20 projetos no total no final de cada mês. Isso dá perto de 45 mil por mês, se você suceder, o que eu acredito que vá acontecer.

Eu fico sentada na cadeira ainda absorvendo a cena que se desenrolou na minha frente. Eu vou ser valorizada pelo meu trabalho. Não só financeiramente mas também vou ser reconhecida pelo meu nome.

–Você pode ir para casa hoje, Srta Chase, obrigado por me receber. – ele levanta e vai em direção à porta. Quando ele coloca a mão na maçaneta ele vira para mim – Sabia que você já acumulou 4 meses de trabalho a mais chegando mais cedo e saindo mais tarde todo dia?

E com isso ele se foi.

São precisos alguns minutos para a absorção da notícia ser completa. No minuto que recupero meus sentidos, eu pego minha chave do carro e corro para o estacionamento.

Quando entro no meu carro procuro o contato de Thalia e ligo para ela:

–Thalia?

–Annabeth? tudo bem?

–EU VOU GANHAR QUARENTA MIL REAIS POR MÊS E EU VOU AGORA TE PEGAR. EU PRECISO CONVERSAR COM VOCÊ TCHAU.

Eu desligo o celular, ligo o carro e vou até o trabalho dela. Chego lá 16:48 e Thalia só sai 17:00, então eu estaciono e mando uma mensagem avisando que eu cheguei. Faço a primeira coisa que vem à cabeça; ligo para Percy

–Annabeth. Algo errado? – ele fala sem fólego

–O fato de eu daqui para frente ganhar 45 mil reais por mês é algo errado?

–Você falando sério? Uau, Annie, parabéns.

–Obrigada. Percy, eu queria te perguntar uma coisa. – eu falo

–Ok, pergunte. – ele responde

–Seus torneios são de quanto tempo em quanto tempo?

–De duas em duas semanas, tirando os extras que o treinador acha para mim, por que?

–Curiosidade – eu respondo – Eu te vejo semana que vem?

–Sim. Ok, preciso ir o treinador me chamando.

–Tchau, beijo.

–Beijo.

Eu desligo o celular e espero Thalia chegar. Com uns cinco minutos ela chega.

–Annabeth, você é louca. – é a primeira coisa que ela fala quando me vê

Eu só balanço a cabeça concordando.

–Vamos lá para casa que a gente fala e eu te dou o fio de cabelo

–Ok – ela concorda e eu dirijo.

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Quando eu entro no apartamento Thalia me pega pelos ombros e me vira para ela.

–Tenho uma amiga rica!!!!!

Eu rio com o entusiasmo dela.

–Acho que tem mesmo, Thalia.

Ela sorri para mim e me abraça.

–Ai que orgulho de você, Annabeth. Eu sei que você lutou por isso, parabéns.

Eu me separo do abraço e agradeço a ela. Nós sentamos na mesa da sala e conversamos mais um pouco sobre o meu trabalho quando, do nada, Thalia grita.

–COMO FOI DEPOIS DA FESTA??

–Calma, apressada eu te conto. – eu respondo rindo

–Fala, fala, fala

Eu rio de novo e começo a contar da viagem de carro e do fato de Percy ser um advogado. Depois começo a contar da entrada em casa, que vai até a parte que nós entramos no quarto.

–O que houve depois? – ela pergunta surpresa pela quebra na história

–Depois? – eu pergunto a ela e faço um careta de esquecida – Depois... não me recordo.

–O quê!? – ela exclama – Eu fiquei minutos ouvindo essa história para não ouvir a melhor parte?

–Melhor parte? – eu pergunto me levantando da mesa para tirar os pratos que comemos – desde quando minha vida sexual é interesse seu?

É nessa hora que Thalia abre o melhor e mais maligno dos sorrisos.

–Então algo aconteceu!

Eu fico vermelha e giro de costas para ela colocando os pratos na pia. Tudo o que eu consigo ouvir é um mini corinho de “Eu sabia, eu sabia” vindo de trás e mim.

Quando eu termino de lavar os pratos eu levo Thalia até o meu quarto e entrego o fio de cabelo para ela. Ela, então, tira da bolsa um saco plástico com o nome do laboratório e guarda o frasco lá dentro.

–Duas semanas e eu tenho minha confirmação né? – eu pergunto

–Duas ou menos. – ela fala lacrando o saco plástico.

Eu sorrio e abraço ela.

–Obriga da Thalia. De novo, eu não sei o que seria da minha vida sem minha melhor amiga.

Ela ri e nos separamos do abraço.

–Você não vai me contar nada depois da entrada no quarto? – ela pergunta lançando um olhar desolado

Eu rio, reviro os olhos e começo a contar.

Notas finais
Oiiiiiii E ai? Esse cap foi horrivel, eu sei. Obrigada por acompanhar, de novo :) Vou tentar postar sempre mais de uma vez pot semana se eu conseguir, ok? Bj aos leitores queridos :*