New Creepypastas ♠Interativa♠
5 Capítulo 4 - Os mortos
Notas iniciais
Ohayo Minna!
Bem galera,eu estou de volta,tive alguns problemas que serão citados nas notas finais,bem,depois de um mês,AQUI VAI O MEU CAP!
Capítulo 4 – Os mortos.
P. O. V Donald Guller. Era um dia normal, fui visitar o orfanato e doar algumas coisas, doei cerca de 20 brinquedos e um pouco de dinheiro. Ah, e eu também brinquei um pouco com umas crianças de lá. Donald olha em seu relógio de pulso. –Droga, acho que já tá na hora de eu ir embora galera, tudo bem né? – Ah, que pena. . . Algum dia a gente até podia ir te visitar né? –Disseram dois amigos seus em coro. – Claro que podem, aqui meu endereço! Que tal daqui a 2 dias? –Donald escreve o endereço num papel e entrega para Thomas, um dos dois amigos. – Claro! Até mais Donald! – Já estou com saudades Donny!– Falou galera, até mais Thomas, tchau Cristhy. . . –Donald cora um pouco e sai correndo. *Dois dias depois* “Hum, acho que eles vem hoje, vou arrumar as coisas. . . ”Pensa Donald que logo corre para seu quarto pegar alguns brinquedos. – Donald, vem almoçar filho! –Chama o pai de Donald, Jouffre. – Já to indo pai, só vou levar meus brinquedos lá pra baixo! –Respondo correndo para baixo com meus brinquedos. Logo após deixa- los na sala corro para a sala da jantar e encontro meu pai e minha mãe já sentados. –Desculpem a demora, tava deixando os brinquedos lá em baixo. – Tudo bem filho, vem se sentar pra comermos! –Diz o pai animado com o dia, ele havia recebido uma promoção em seu trabalho, ganhando ainda mais dinheiro e reconhecimento. – Bom dia filho, você está feliz com a visita que vai receber dos seus amigos? –A minha mãe, Julia, pergunta com sua voz calma e doce. – Claro que estou mãe! Vai ser muito divertido brincar com o Thomas e a. . . a Cristhy. – Quem é essa Cristhy filho? Você gosta dela? –Pergunta a mãe logo de cara, fazendo com que o filho corasse muito. – M- Mãe, eu não gosto da Cristhy! –Eu parecia uma pimenta. – Entendi filho. –Disseram os pais em coro, mesmo sabendo que era mentira. – Q- Que bom que entenderam. . . –Eu disse um pouco menos corado, mas ainda vermelho. – Então vem logo e se senta pra comermos filho! –Diz o pai puxando- me e me colocando entre ele e a mamãe. *Depois do almoço*– Já posso ir lá pra baixo pai? –Pergunto animado, pois quero ver logo meus amigos. – Claro que pode, vai lá esperar seu amigo e sua namorada. . . –Meu pai respondeu quase rindo, Cretino! Nem esperei mas nada e sai correndo lá pra baixo espera- los. “Acho que eles devem chegar em alguns minutos. . . ” *30 minutos depois* Alguém bate a porta, eu vou correndo atender, devem ser eles. . . Ao abrir aporta vejo um velho alto e barbudo, acho que ele era o dono do orfanto, ele logo começa a me dizer. –Garoto, me desculpe ter que te dar essa triste noticia, mas Thomas e Cristhy, bem, morreram ontem a noite, foram assassinados. . . – Espera, isso é brincadeira não é? Só pode ser brincadeira! –Eu disse, tá bem, gritei, desesperado ao homem. – Não, me desculpe Donald, isso é a mais pura verdade, e recomendaria a você trancar todas as portas e janelas, existe um assassino a solta na cidade. –O velho já estava um pouco cabisbaixo. – Não, não pode ser, eles não podem estar mortos! –Começo a chorar e caio no chão, triste demais até para levantar, meus amigos haviam morrido, e eu também poderia. . . Continuei chorando o dia todo e nem mesmo jantei, não comi meus doces, nada, só fiquei chorando, até a hora em que meu pai me carregou até a cama, ele trancou as janelas e a porta. P. O. V Narrador Donald já dormia tranquilamente quando o assassino apareceu em sua janela e a arrombou sem nem mesmo fazer barulho. O assassino entrou sorrateiro pela janela do quarto e preparou sua faca entre os pulmões. O golpe é disparado fazendo Donald acordar, porém tarde demais, ele estava sangrando muito e logo morreria, então o assassino diz a ele. –Bons Sonhos garoto. –E lhe executa um corte na barriga, permitindo- o roubar os órgãos de Donald, que morre na hora. P. O. V Donald Guller Após aquele “incidente”eu vim parar em um lugar estranho, onde tudo é branco, só branco em todo lugar. De repente um ser negro surge em minha frente com uma proposta irrecusável. –Donald Guller, eu vim te oferecer a chance de se vingar de seu assassino, como um fantasma, lembre- se, você não poderá interagir com humanos e recriar sua vida, somente com fantasmas ou assassinos e monstros, entendeu? –A voz dele era como um próprio vazio, mas ao mesmo tempo aconchegava- me. – Como recusar me vingar daquele cretino? Eu aceito, e fodam- se os termos, só me deixe me vingar! – Entendido, eu estou dando a você a chance de se vingar, não desperdice- a! – Não o farei senhor. Agora, me leve lá, por favor. *No sonho do assassino*– Hm, eu controlo tudo aqui, então vamos brincar um pouco. . . –O sonho do assassino que antes era dinheiro torna- se um campo verdejante com vários pôneis rosas saltitantes, que dão beijos de língua no ladrão. –Hehe, essa foi engraçada. –Logo em seguida fantasmas das vitimas do assassino aparecem em todo lugar e o cercam, ele começa a levar vários cortes, os mesmos que havia feito nas vitimas, ele não morrerá, não vou deixar, vamos tortura- lo mais! Um poço de lava surge abaixo do assassino e os cortes são efetuados de novo, então apareço na frente dele e digo- lhe. –Bons sonhos. . . — .
Eu logo acordo também, no meio da rua, e então me lembro do que sou agora, antes mesmo que eu me levantasse um bilhete cai sobre mim, no bilhete estava escrito. ”Bem vindo Donny, entre na floresta ao seu lado e encontrará respostas. . . Eu me sinto sem opções e vago até a floresta. No caminho encontro um cervo e logo o possuo, podendo desse jeito me infiltrar sem que me percebam. . . Chego rapidamente em uma clareira, onde há um cachorro me esperando, exato, UM CACHORRO! Ele sorri para mim, um cachorro sorrindo, mas que coisa é essa? Eu nem termino de pensar e ele avança, eu consigo repeli- lo, fazendo um corte em sua pata dianteira, mas a custo do meu chifre, então ele pula em minha jugular e mata o meu cervo, tendo eu que possuir outro animal, um puma aparece na floresta e eu o possuo e pulo em cima do cachorro, prendendo- o no chão, então eu em minha forma de puma sou agarrado por alguns tentáculos e um ser sem rosto de terno me diz. ”Você passou no teste, agora é uma creepypasta. E me arrasta para o meio da floresta, porém antes um frasco cai no chão e uma mensagem fica escrita na grama. ”Você ainda não sabe que eu sou Slendy? Bem, eu sei quem são todos vocês, até você Donald. ”A mensagem some em seguida e eu sou levado a mata, mas percebendo um grunhido do ser sem face. P. O. V Charlotte Kuwagami O dia amanhecia tranquilo e lindo, como sempre acontecia, eu acordei antes de Alice, então pulo da minha cama e vou em direção da de Alice. – Acorda Ali, tá na hora da aula. –Eu digo esfregando os olhos para acordar de vez, então percebo que ela ainda está com o uniforme do dia anterior. Ela acorda devagar, se espreguiça e pula da cama já bem disposta. Quando pula da cama logo me repreendeas . – Ainda tá de pijama Lotte? Se veste logo pra podermos ir! – To indo Ali. –Eu vou andando em direção ao armário e pego a roupa da escola, uma blusa branca simples e uma saia azul meio curta. Quando termino de me vestir Alice já está na porta me esperando pra sairmos. – Vem Lotte, vamos nos atrasar! –Eu saio correndo em direção a porta e olho o relógio, 6:30. – Ali, ainda temos uma hora pra chegar lá, mas já estamos aqui então vamos logo. –Saio andando em direção a padaria para comprar nossos lanches. No caminho encontramos a Julie, nossa vizinha, ela já tem uns 78 anos e ainda é muito bem disposta, ela vem pulando pra nos cumprimentar. – Bom dia senhoritas, querem uma bala de hortelã? –Mesmo ela sendo muito ativa ainda é antiquada, mas as balas dela são boas! – Queremos sim, obrigada Julie. –Eu e Ali dizemos em coro e pegamos umas balas, abrindo duas e colocando direto na boca. Uma bicicleta passa rápido pela estrada e nos cumprimenta, era Andes, o entregador, ele tinha 19 anos e era muito alto, mas nunca o víamos direito por que ele sempre passava rápido demais. Chegando na padaria vemos o Dwaine, dono da padaria tomando um café. Vamos então em direção à bancada pra comprarmos nossos lanches, eu compro um sanduiche de presunto e a Ali compra uma maça, damos tchau para o Dwaine e vamos correndo para escola, chegamos na hora exata em que bate o sinal. *Depois da escola* P. O. V Alice A aula foi muito chata mas pelo menos acabou, saímos andando da escola e um garoto grande aparece na nossa frente, ele era loiro e estava com alguma coisa na mão, ele levanta aquela coisa que agora percebo que era um martelo pronto para nos bater e então eu puxo Charlotte correndo pra longe daquele garoto, quando fico sem ar ele parece não estar mais por perto, então me sento e paro para respirar. Quando sento no chão eu olho em volta e percebo que estou perdida, estamos perto de um beco, e o único beco que conheço da cidade é no lado oposto que moramos. – Droga, fomos pro lado errado Charlotte, como nós vamos voltar? –Então eu olho para Charlotte e vejo que ela está com um machucado no braço e está sangrando muito. Mal tenho tempo de olhar isso e vejo aquele garoto novamente correndo atrás da gente, me levanto e arrasto Charlotte, porém ele nos empurra pro beco, sem saída, ele ergue novamente o martelo e golpeia em minhas pernas, me impedindo de correr, eu grito de dor e logo desmaio. Quando acordo estou em um hospital e Charlotte está do meu lado, ainda dormindo. Ela tem cortes por todo o corpo, eu também tenho. Então começo a chorar, doía muito mesmo com tudo que devem ter me dado, eu não consigo mais aguentar, mas quando ia desmaiar percebo um som da maquina de Charlotte, ela estava morrendo, então o som se duplica e eu desmaio de vez. P. O. V Charlotte Não entendo o que havia acontecido, só me lembro de um garoto me batendo com um martelo e agora eu estou no meio de uma floresta, Alice está do meu lado, agora acordada. Um garoto aparece contra a luz então não consigo ver seu rosto, Alice logo acorda e percebe nossa situação, ela se levanta e eu percebo que ela está flutuando, é, nós morremos mesmo, agora me lembrei de tudo, aquele garoto, ele nos machucou muito, nós fomos pro hospital, não me lembro de muita coisa depois, só que nós viramos isso e acabamos enlouquecendo ele. – Alice, me lembrei de tudo, e você? – Sim Lotte, eu também me lembrei, vamos acabar com esse cara? – Vamos sim Ali. –O garoto some e reaparece na nossa frente, só então o reconhecemos, é o Sonic! Eu me levanto e vou cumprimenta- lo, mas ele puxa uma faca e tenta cortar minha cabeça, a faca me atravessa e ele parece ficar irritado com isso e parte para cima da Ali, o mesmo acontece com ela e então ele fica muito irritado. Eu percebo que ele vira a faca e parece que vai tentar se matar, era a Alice usando os poderes, ele resiste e volta ao normal, começo a força- lo também e quando estava prestes a se matar um ser alto de tentáculos nos agarra e nos prende. Eu e Ali paramos de fazer força e Sonic desaparece indo para o meio da floresta. O ser alto não tinha rosto e usava terno, mas eu posso jurar que ouvi ele falar em minha mente. –“Vocês passaram no teste, são creepypastas oficiais, venham”- . O ser nos arrasta pro meio da floresta, mas no caminho uma poção cai no chão, queimando- o e formando a frase. “Slender, você já se cansou de me procurar? Sejam bem vindas Alice e Charlotte. ”
Notas finais
Bem,citando os problemas:
Meu PC Quebrou
A Net bugou toda
O meu Word ficou de Tpm e resolveu não salvar nenhum arquivo e apagar os que eu já tinha.
O Nyah bugou e deletava o texto se eu tentava postar
Zalgo me sequestrou e eu tive que matar algumas coisas e machucar ele pra fugir
Eu conheci os creepypastas
Provas,Provas e mais Provas ;-;
E foi isso,espero que tenham gostado do cap e até a próxima!
Desculpem o cap pequeno...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
Fale com o autor