New Age Bloody Vampires- Interativa (H.I.A.T.U.S)
12 Novas Ameaças
Notas iniciais
Stacia sentia que Lúcifer continuava a apontar sua arma para ela, e isso não a deixava nem um pouco feliz. Seus olhos estavam em seu tom normal, claros, e nem um pouco vermelhos como estavam a três minutos atrás.
– Querida Lúcifer, que prazer te ver novamente, da última vez não pude me despedir! Acho que se lembra do motivo. — falou Stacia sorrindo ao se lembrar do ocorrido no passado.
– Desculpe Stacia, mas não me lembro para quem você levou para a cama naquela noite na França. Bem agora mudando de assunto... Prefere morrer do modo Clássico ou Moderno?- Lúcifer falou, deixando seu braço cair, mas ainda mantendo em suas mãos a sua pistola.
– E você? Prefere morrer drenada ou quer ser empalada?- Stacia lançou a pergunta para Lúcifer novamente, enquanto desaparecia nas sombras da pequena casa.
A casa da pequena criança, continha um modo antigo de ser, as velas deixavam o ambiente claro e misterioso. Do nada, um vento forte passou pelo local apagando as velas, deixando Lúcifer em plena escuridão.
– E o destino sempre nos prega peças não é mesmo?- perguntou a voz feminina cantarolando.
– Principalmente quando alguns estão acostumados a sugar a vida de pessoas em plena juventude — murmura Lúcifer carregando as suas pistolas.
– Vocês caçadores, se consideram alguém superior a nossa raça, mas saiba Lúcifer: Vocês também sabem matar, vocês viram o sangue ser derramado. Então meu bem, não me venha com joguinhos ou conversas, faça o que veio fazer aqui! Ou ao menos tente — falou a vampira andando até a pequena porta na escada.
Do nada, a vampira berrou de dor, chamando a atenção de Lúcifer, que disparou sua arma. Logo viu a criança ser lançada violentamente contra o sofá, deixando-a desacordada. A caçadora correu em direção a vampira atirando. Stacia tentou sair do caminho de uma bala, mas infelizmente — ou até felizmente-, ganhou um tiro de raspão que por ironia do destino, começou a consumi-la.
– Quando isso acabar, me lembre de comprar mais balas como essa — disse Lúcifer para a garota que tinha acabado de se recuperar de seu "tombo".
A jovem caçadora (N/Kath: Eu coloquei jovem, porque sim! U-U Lúcifer é jovem assim como Elizabeth Gillies u-U ela é muito diva *-**-**-*), correu escada acima como sempre com um único objetivo: Matar.
Logo no próximo andar, a parede estava manchada de sangue, como se algo ou alguém estivesse se apoiando na parede. Lúcifer passou os dedos no sangue o suspirando enquanto torcia o nariz para o negro sangue vampiro, continuou a andar em direção ao final do corredor, onde uma silhueta feminina se encontrava no parapeito da janela pressionando o ferimento com os dedos.
O cabelo escuro de Stacia desapareceu, quando ela pulou a janela em direção ao meio da floresta, com a intenção de chegar ao cemitério abandonado da cidade. Seu braço ardia como se estivesse em chamas, o sangue escorria manchando sua roupa e as pontas dos cabelos escuros da vampira. Ela podia ouvir o som dos pés de Lúcifer batendo nas folhas e galhos secos, podia ouvir a respiração instável dela e como qualquer ser da noite, sabia quando estava perdendo e talvez próxima a morte. As balas de Lúcifer tinham um grande efeito em vampiros, e ninguém sabia do que elas eram feitas.
Lúcifer logo estava atrás da vampira, um sorriso estava em seu rosto, um cruel, que fazia seus dentes refletirem a luz do luar. Correu o mais rápido possível, agarrando um galho solto de uma árvore qualquer, em seguida olhou sua ponta e jogou no pé de Stacia esperando atingir o Tendão de Aquiles, e faze-lo se romper. Mas Stacia previa seus movimentos e apertou o passo, quando viu o enorme Carvalho seco, que sinalizava a entrada do Cemitério.
Lúcifer ao entrar no terreno viu a densa neblina que a esperava, viu também de canto de olho uma cruz enorme de um túmulo, fazendo seu sorriso se alargar mais.
Ela atirou na vampira novamente, que começou a mancar antes de cair ao chão e ser alcançada por Lúcifer.
– Você já esteve na casa noturna?- Lúcifer perguntou curta e grossa.
– Você sabe que sim, vadia. Você sabe até quem mesmo já pisou no terreno — Stacia disse.
– Desculpe, mas não sou eu que fico dando em troca de sangue — fala a caçadora pegando sua Katana e tentando acertar Stacia, que desviou rolando para o lado se levantando e pegando a caçadora pelos pés arremessando-a no Carvalho.
– Droga — Lúcifer resmungou se levantando e atirando em seguida na vampira que se aproximava, que em consequência soltou um grito ensurdecedor, que fez os corvos voarem do Carvalho seco.
A pequena luta entre as duas continuava, e Lúcifer saía vitoriosa, com apenas um corte na testa e o canto da boca sangrando. Stacia lutava para manter-se em pé, seu corpo ainda estava banhado a sangue, e ela estava escondida nas árvores esperando o momento certo para atacar. Logo, Lúcifer estava abaixo da árvore e a garota viu o seu momento, e sua decisão foi tomada. Atacou e caiu rolando com Lúcifer.
Depois de apanhar e também bater — e muito -, Lúcifer apenas chutou Stacia para longe de si pisando em seu pescoço com sua bota de combate. Stacia tentava se livrar, porém estava fraca.
Lúcifer pegou sua arma e atirou no pescoço da garota com uma bala comum, ainda a deixando viva. A arrastou até a enorme cruz, e olhou para cima rindo.
Deixou Stacia em pé em frente a cruz, e a amarrou ali. Em seguida, logo se podia ver uma estaca de madeira comprida e incrivelmente afiada, nas mãos de Lúcifer.
– Últimas palavras?- pergunta Lúcifer rodando a estaca entre os dedos.
– Um dia, em uma caçada você será mordida. E quando isso acontecer, espero que seu criador lhe despreze, Lúcifer- Fala Stacia olhando a lua cheia com seus grandes olhos claros.
– Belas palavras — disse Lúcifer sorrindo debochada.
E sem dó ou piedade, Lúcifer cravou a estaca na barriga de Stacia.
–---
Alyssa ainda arrastava o caçador seguindo, para a praça principal da cidade antes do Sol nascer.
Henry já estava esperando os dois, ao seu lado uma grande escultura de um boi, -feito completamente de cobre-, estava acima de um monte de galhos. Adolescentes se amontoavam ao redor, adolescentes bêbados. Ao que parecia, algo havia sido aberto recentemente. Uma casa noturna do outro lado da rua, deixava escapara luzes e para os vampiros, presas. Naturalmente Alyssa rosnou, chamando a atenção de Henry que somente levantou a cabeça e a sacudiu fazendo um não.
A vampira levou o corpo do garoto e o jogou em um banco, pegou a garrafa de vodka de um adolescente, e bebeu o conteúdo. Depois pegou a garrafa e quebrou nas pernas do caçador.
– Droga, ele não sangra – resmungou olhando o garoto.
O arrastou novamente até o boi, para ser exata, na entrada lateral do mesmo. Abriu a porta pequena e praticamente chutou, Heike para dentro.
– Eu sempre gostei desse boi, é triste ter que suja-lo com o humano – falou Alyssa olhando enquanto Heike jogava algo inflamável na madeira e no boi.
– Quem quer fazer as honras? – pergunta o vampiro levantando o isqueiro.
– Eu, se não se importa – fala uma voz feminina fazendo todos se virarem e abrirem caminho enquanto ela passava.
Hayven com sua aparência de uma garota de 13 anos, estava sendo seguida por Jason um lobisomem e Richard um vampiro ambos adolescentes e que qualquer um não daria mais que 20 anos para eles. Seu olhar era calmo e seu vestido branco estava manchado nas barras por algo vermelho.
– Claro que não – fala Henry entregando o isqueiro para a garota que o pegou sem desviar os olhos do boi.
– Nunca pensei em matar um caçador assim – fala a garota inclinando sua cabeça um pouco para a direita – É realmente uma pena que eu tenha me saciado antes, posso sentir ele se cortando com algo afiado dentro da escultura – fala a garota respirando profundamente e em seguida atirando o isqueiro na madeira que foi consumida rapidamente.
Alyssa manteve a guarda alta ao ver a garota ruiva, que apreciava as chamas enquanto enrolava seus dedos no cordão com o nome “Hayven” e abaixo três pequenas letras que formavam alguma sigla “HON”.
– Você é... – começa Henry fazendo com que Hayven virasse a cabeça.
– Hayven, e antes que fale algo. Sei quem é você – falou a ruiva agora com um rosto sem expressão alguma se virando em seguida para os dois atrás de si – Terminem com isso logo, temos um trabalho a ser feito – fala a garota.
A ruiva se virou na direção de Alyssa e correu em sua direção. E sem ter tempo para nada, Alyssa já estava empalada no peito e sentia que ao redor da estaca estava sendo corroída. Olhou para baixo e arregalou os olhos, logo em seguida voltou sua atenção para Hayven que sorria abertamente mexendo os lábios em um “desculpe” sincero.
Enquanto isso, Henry estava lutando por sua vida, já estava machucado o suficiente para ouvir e apreciar os gritos de Heike que estava queimando dentro do boi. Quando sua atenção voltou para o Lobisomem em sua frente, já era tarde. Jason o empurrou na fogueira, abaixo do boi, fazendo que ele seja consumido pelas chamas.
E ali ficaram os três, apreciando os gritos do garoto e vendo os corpos de dois vampiros mortos. Naturalmente, os humanos vibraram como se tivesse sido algum show ou algo assim.
– Bom trabalho, Hayven – Jason disse para a garota que sorriu.
– Valeu. – falou a garota sorrindo.
– Vamos – falou o garoto.
A garota permaneceu parada, quieta.
– Vão na frente, alcanço vocês logo – ela disse e começou a andar.
–-
Na N.B tudo estava quieto, calmo e estranhamente normal. Christopher estava tentando fazer Cassie ir com ele para a piscina essa noite, enquanto Matt estava tentando cumprir sua aposta tentando beijar Katerina, enquanto isso Victor estava conversando com Vitória no bar. Simplesmente normal.
– Tédio – cantarolou Anastasia passando pela sala.
– Eu sei como tirar ele – falou Jason – É tão fácil quanto tirar a roupa e me encontrar lá em cima – falou o garoto
– Sabe que... – começou Anastasia quando foi cortada por seu irmão
– Ela recusa – disse Christopher curto e grosso.
– Sabe que não será possível... Eu e Pietra vamos roubar um avião, de preferência com pessoas vivas dentro – falou Anastasia ignorando os ciúmes do irmão – Mas, quem sabe outro dia? – ela falou piscando.
Fale com o autor