Notas iniciais
Lady of Secretsestava saindo do local calmamente seus cabelos louros estavam balançando estava armada apenas com uma arma carregada com balas de prata simples, não se importava com o que estava acontecendo no mundo ou acontecendo para alguém, ou para algo. Ela estava a metros de onde colocara os vampiros para queimar, ainda ouvia seus gritos, enquanto o corpo dos mesmos eram consumidos por chamas.
Seu celular vibra em seu bolso, olhou a tela que continha um número desconhecido, atendeu no terceiro toque.
– Bom Dia, querida Alícia – falou uma voz familiar, mesmo que ela não tenha conseguido Identificar de quem era, soltou um suspiro.
– Quem é que está falando?- perguntou Alícia séria.
– Um velho amigo, Russo. Se lembra?- perguntou a voz – Alto, cabelos louros e pele clara, odiava quando você apontava sua maldita arma para minha cabeça, aquele quem você deixou só no incêndio em Veneza, aquele que tem um grande ódio de você- falou a voz.
– Richard, que prazer ouvir o doce som de sua voz querido – falou Alícia irônica -, me lembre de jogar mais gasolina em você quando for queimar esse seu cabelo cheio de spray – completou rindo e desligando o celular.
– Lembre-me de não drenar seu sangue tão rápido- a voz do homem se fez presente.
– Você é corajoso em me ameaçar assim, sou uma das melhores caçadoras desse mundo – falou Alícia preparando sua arma.
– Lúcifer é melhor que você honestamente – falou Richard sorrindo de canto.
– Então esta fazendo tratos com Lúcifer?- perguntou sem emoção.
– Infelizmente Lúcifer não faz tratos conosco, bem fazia quando eu erahumano – falou Richard olhando a tela do aparelho celular que ainda estava em suas mãos – Tenho que ir, até mais ver doce Alícia. – falando isso desapareceu na escuridão.
Passou os olhos em volta para pegar qualquer movimento suspeito, mas logo atrás de si um vulto passou, fazendo que a mesma se vire a tempo de ver uma pequena garota ruiva mostrando-lhe o dedo e logo sendo repreendida por Richard.
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Em uma casinha abandonada e de aparência deplorável estava ela, a garota de cabelos negros e de olhos cinzentos a quais muitos acreditavam ser prateados, dormindo sem se importar com os “demônios” que estavam em volta da casa. Quando a lua chega e os infelizes então resolvem sair, seu primeiro alvo é a casa, com o barulho da porta caindo Coraline se levanta olhando em volta e pegando as primeiras armas que ela viu em seu caminho, sua pistola, carregou sua arma com balas de madeira atirando no vampiro em seguida que caiu duro e morto. Pegou suas coisas e saiu para o meio da floresta, onde se esbarrou em um garoto ensanguentado, seus olhos verdes estavam vagando por seu corpo e em suas mãos estavam pequenos marchados.
– Nome – pediu Coraline apontando a arma para o garoto.
– Heike – falou se apresentando.
– O que faz da vida?- perguntou.
– Caço vampiros – falou Heike.
– Pelo seu estado acho que é iniciante... Quanto tempo? – perguntou Coraline rodando a pistola nos dedos.
– Dois anos e meio – respondeu novamente Heike.
– Por que resolveu apostar nessa vida?- perguntou Coraline
– Porque toda a minha família é – falou Heike olhando no fundo dos olhos cinzentos de Coraline.
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Katerina estava em seu quarto, olhava para o garoto de cabelos platinados profundamente. Em companhia estava Anastasia, Cassie, Annabelle e por último os dois nem um pouco convidados: Christopher e Matt.
– Me fala seu nome idiota!- falou Anastasia em seu tom de voz ameaçador.
– Não – ele respondeu.
– Me empresta essa barra de ferro Katerina? – perguntou olhando para a mesma, que estava em pé atrás do garoto com uma barra de ferro em mãos.
– Claro – sorriu atravessando o corpo do garoto para que a outra ponta chegasse até Anastasia.
– Obrigada – falou puxando a barra vendo o garoto gritar de dor. – Última tentativa antes que Katerina te coloque ao Sol – falou Anastasia.
– Duvido – falou o garoto sorrindo de canto.
Anastasia suspirou, um suspiro longo de decepção.
– Não queria fazer isso, mas você insistiu. Kate por favor – Anastasia disse saindo do caminho quando Katerina o empurrou para a janela.
A pele do garoto estava passando de rosa para um grande vermelho, o odor de carne queimada e fumaça começaram a surgir, logo ela o puxou de lá.
– Nome – falou Annabelle docilmente se sentando no colo do mesmo.
– Drake Baston – falou passando a mão na perna de Annabelle.
– Prontinho – falou Annabelle saindo de cima do mesmo – Vai conosco para a cúpula? – perguntou sorrindo.
– Claro – falou Drake – Será um tempo maravilhoso – disse sorrindo.
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Depois de descobrir quem era o garoto, todos desceram até Drake que ficou olhando Annabelle sentada em uma mesa com seu vestido 4 dedos acima do joelho incrivelmente justo.
– Limpe a baba – falou Stacia entrando no local coberta de roupas que a protegeu do Sol um pouco até que ela chegasse da caçada.
– E você é... – Drake começou.
– Stacia. Ela é Stacia e se não quiser que ela perca a paciência pare de tentar a comer viva – fala Pietra se aproximando retirando as luvas, o sobretudo e o chapéu revelando o corpo queimado em diversos locais. – Droga – resmungou sentindo sua pele arder.
– Bom, não deu certo, teremos de viajar as 7 mesmo, afinal não temos algo que nos protege como Katerina – falou Stacy para todos que estavam no andar de baixo.
– Cassie e Chris vão para um quarto por favor! – falou Annabelle.
– Segunda vez que você interrompe! Sério você não cansa?! – Pergunta Christopher arrogante sendo repreendido por Cassie que sussurrou algo em seu ouvido tão baixo para que ele só escute, e logo ele abriu um sorriso.
– Feito – ele disse olhando Cassie que corava levemente suas bochechas.
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Lúcifer estava a na floresta, aos arredores da N.B a grande construção estava cercada de pessoas, adolescentes na verdade, esperando para entrar, alguns estavam resmungando, outros se pegavam nos cantos e outros entravam em seus carros esportivos e iam para suas casas. Bom, poderiam também estar indo para uma casa de prostituição ou até mesmo para algum motel, a única coisa que ela sabia muito bem era que eles não iriam entrar.
Saiu de seu lugar indo para a entrada, expulsando qualquer pessoa de seu caminho, aos poucos eles começaram a abrir caminhos por si, vendo que ela estava armada, ao chegar na porta estava um cartaz que falava “Fechado por tempo indeterminado”. Uma garota parada e imóvel, encolhida no canto da parede.
– O que aconteceu? – perguntou Lúcifer se abaixando para ficar de sua altura.
– Nada – falou a garota.
Depois de dez tentativas falhas, Lúcifer se viu sem escolha e teve de usar seu tom de voz autoritário.
– Encontramos três pessoas jogando carcaças atrás da N.B, ver seus olhos negros com um tom vermelho depois de largarem as carcaças foi aterrorizante, o pescoço de minha irmã foi quebrado e eu presenciei o momento – falou a garota – Vampiros não existem. Eu estou ficando louca- a garota terminou gritando.
Lúcifer se levantou e voltou para a floresta, eles não estavam ali, uma viagem perdida e um pequeno drama de pessoas que nunca sabem a verdade, sua noite seria longa, disso ela não tinha dúvida.
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