Never Let Me Go

9 I Miss You Too Buddy!


Notas iniciais
Sorry pela demora gigantesca shaushaushauhs não consegui me inspirar por isso saiu um memorial 2 narrado desculpa ai, também não resisti a colocar aquela frase no final mesmo tendo ficado estranho, gosto de seguir a história, gosto de LER TVD como TVD é, então não reclamem, leiam e gostem de ver uma versão PENSAMENTOS DO DAMON naquelas cenas "fodas" dele ♥
OK um dos motivos da demora foi o 4x04 que me deixou depressiva, isolada e revoltada, diria até assassina porque a Julie Plec e a Elena só não estão do outro lado com nosso Ric porque eu não cruzei com elas, e a Julie é uma BITCH TROLLADORA DE DELENAS, enfim comentem sobre isso e mandem dicas pra fic mudar um pouco a história, mas pra mim é dificil viu? Porque TVD é perfeito, não ousaria mecher muito nas ideias do titio Kev e da titia Julie(vadia) enfim beijoos leiam e quero reviews ♥

Querido diário,

Não sei bem como começar a escrever isso, mas no final das contas nada vai mudar o detalhe de que agora minha realidade é outra, a garota frágil que a 3 páginas atrás escrevia que estava em dúvidas sobre o amor, agora é uma VAMPIRA.

Também não consigo imaginar que tenho que viver a eternidade tirando a essência de vidas humanas para sobreviver, Stefan, quem escolhi no final da vida, vai me ensinar a sobreviver com sangue animal, não estou muito animada porque só consigo pensar no som dos corações batendo e no soar do sangue percorrendo as veias de todo mundo que eu vejo que seja humano.

Acho que agora, Damon vai se afastar, afinal nada seria mais natural depois de ser magoado e trocado pelo irmão novamente, mas Damon sendo o Damon faz com que eu não tenha certeza de nada.

Eu sofro em pensar que o magoei, mas ele pediu a escolha e naquele momento a fiz, pode não ser definitiva, mas sinto que nesse momento foi a melhor escolha que eu já fiz.

A cidade está calma, apesar de que aconteceu algo estranho com o conselho contra vampiros, segundo a Xerife Forbes aparentemente em uma explosão acidental todos morreram e na explosão queimaram toda a verbena da cidade, suspeito e estranho.

Damon:

-Stefan ela é uma vampira nova, não adianta dar sangue de coelhinhos, não é o que ela precisa, é como dar uma calculadora a uma criança antes de ela aprender matemática! – Gritei entrando no quarto do Stefan ao ver meu irmãozinho preparar uma mochila para ensinar Elena a caçar animais na floresta.

-Se ela matar alguém Damon ela não vai aguentar, a compaixão é o que a guia, vai demorar quanto até ela desligar a humanidade?

-Isso não vai dar certo, e eu espero que ela não seja fã de Bambi! – Falei fitando-o enquanto eu desarrumava a mochila que ele estava preparando.

-Pare com isso! – Falou enquanto nos aproximamos bravos para iniciar uma briga.

-Ei o que está acontecendo? Ah claro, você não concordou com o sangue animal não é? – Disse Elena enquanto entrava no quarto interrompendo a pequena confusão.

-Não concordo Elena, tire o band aid e deixe sangrar, você é uma vampira, seja uma vampira! – Encarei-a bravo enquanto já desistia do casal iludido.

-Vampiros comem pessoas, é parte da cadeia alimentar, confie em mim, você será infeliz! –Terminei enquanto saiam e Elena pareceu me olhar com ar de indecisa, no fundo até ela concordava comigo.

Elena:

Stefan passou a manhã calmamente me ensinando a me alimentar, pegamos um cervo enorme e me alimentei, o gosto era horrível, só penso em sangue humano, nós sofremos, mas também nos divertimos.

Começamos com uma situação engraçada, não parava de pensar nas mãos dele no meu corpo e ele me explicou sobre os sentidos estarem aumentados, o beijei e a situação ficou quente, quando estávamos completamente loucos de paixão, senti meu estomago virar e sai de perto dele caindo no chão e vomitando todo o sangue.

Stefan disse ser natural, mas não pensei que fosse, ele levou muito tempo para conseguir se adaptar ao sangue animal, estava otimista e eu estou morrendo de fome.

Fui e rapidamente no Grill a procura do Damon logo depois da caça com Stefan, o conselho da cidade explodiu, isso era a cara dele, logo o avistei sentado no banco de sempre, bebendo e aparentemente solitário.

-Você explodiu o conselho? – Perguntei direta me aproximando dele e me sentando ao lado.

-Não sente ai, está ocupado. – Falou sem me olhar direito, ele visivelmente estava bravo.

-Mas não tem ninguém aqui? – Perguntei estranhando a situação e logo ligando ao detalhe que era o lugar do Alaric.

-Vou fingir que tem, porque a outra opção é deprimente. – Falou enquanto eu mudava para o outro lado e repetia a pergunta.

-Você explodiu o conselho?

-Eu estou usando minha camiseta escrita EU EXPLODI O CONSELHO? Porque todo mundo me pergunta isso? – Perguntou enquanto eu começava a me sentir tentada com a quantidade de humanos ao nosso redor.

-Foi você?

-Não, mais alguma coisa?! – Respondeu seco enquanto bebia mais whisky.

-Sim, algo está errado, não consigo manter sangue animal no estomago. – Falei baixando a voz e encarando-o apreensiva.

-Bom, que surpresa! – Disse enquanto sorria ironicamente.

-Eu acho que preciso da sua ajuda! – Falei sentindo-me culpada por precisar dele novamente.

-Claro que precisa, escolha uma refeição, temos asiática, mexicana, que tal uma tradicional refeição americana? – Falou apontando várias pessoas do Grill.

-Não sangue humano, Stefan tem razão, preciso tentar passar por isso sem machucar ninguém! – Disse enquanto a fome continuava aumentando.

-Tá bom, vamos! –Falou terminando a bebida rapidamente e me puxando com força pelo braço em direção ao banheiro.

-O que está fazendo? – Olhei seriamente para a porta que ele trancou rápido.

-Estou dando o que você precisa, beba! – Falou enquanto mordia a mão e me oferecia o próprio sangue.

-O que? –Falei enquanto desejava aquele sangue com uma força indescritível.

-Você é uma vampira nova Elena, precisa de sangue direto da veia, talvez esse sirva, só não conte ao Stefan, trocar sangue é MEIO pessoal! – Falou direcionando o braço até mais perto de mim e ressaltando o pessoal.

-Como assim pessoal? – Perguntei desejando ainda mais o sangue.

-Apenas beba! – Falou autoritário enquanto eu simplesmente mordia sua mão.

A sensação do sangue dele era perfeita, o gosto era tudo o que eu esperava e desejava, simplesmente a fome era insaciável, mas aquele contato estava me ajudando, bebi até onde pude, o pressionei com uma força que nem conhecia, pude sentir o corpo dele estremecer com a troca, o empurrei enquanto ele tropeçava em direção a divisória do banheiro.

Tudo dentro de mim gritava por mais, a sensação melhorou mais ainda quando senti ele acariciando meus cabelos, eu não podia estar fazendo aquilo nem com ele, nem com Stefan afinal era uma troca de fluidos, de carinho, mas a sede incontrolável era maior, e o desejo venceu, me alimentei o quanto precisei e desejei.

Caroline:

Eu e Tyler estávamos na cama enquanto a cidade inteira estava um caos por causa do conselho e da Elena vampira, me senti culpada, mas continuamos afinal meu namorado estava vivo e não tinha nem o visto direito depois de Bonnie fazer a troca de corpos, afinal Klaus não queria ficar no corpo do Tyler pra sempre.

Enquanto nos beijávamos e a situação ficava quente, ouvimos um barulho e Tyler desceu as escadas, aparentemente um homem chamado Connor invadiu e deixou a prefeita apavorada, eu fiquei no quarto esperando, ele tinha luvas que provavelmente tinham verbena, e quando cumprimentou Tyler segundo a minha sogra, a mão dele queimou e o homem misterioso tirou uma arma numa velocidade quase sobrenatural e atirou no Tyler, péssima hora para um caçador de vampiros chegar na cidade.

Tyler fugiu e ficou bem, enquanto o caçador foi atrás dele desci as escadas assustada com os tiros e fui pedir ajuda ao Stefan que tirou as balas de madeira e analisou com curiosidade marcas estranhas que estavam desenhadas na madeira.

Elena:

Passei à tarde depois do meu “lanche” com Damon na igreja da cidade, foi organizado um memorial para os mortos da explosão estranha do conselho, e para tantas vitimas que a cidade perdeu nesses últimos anos e eu e Matt estávamos ajudando a organizar.

Encontrei a filha do Pastor Young uma das vitimas da explosão dada como acidente até então, April Young, adorava a garota que morou na cidade a alguns anos, era eu quem cuidava dela mesmo com a pouca diferença de idade, estava mais bonita, com seus olhos azuis e cabelos muito pretos, e numa situação que me lembrou de mim mesma a algum tempo, órfã, sem saber o que fazer da vida e sofrendo por ter que responder que estava bem para todos.

Conversamos um pouco, a garota estava em dúvida, já que seu pai aparentemente esqueceu-se de consertar o gás e acabou explodindo várias pessoas, ela estava inquieta e tendo que escrever um discurso em homenagem a ele, apoiei ela e senti o cheiro do sangue dela, peguei na mão dela e senti o toque acelerado da sua pulsação, a sede já estava incontrolável e quando me senti mal corri até o banheiro sem dar explicações.

Coloquei tudo o que tinha bebido do Damon pra fora, vomitei todo o sangue que finalmente parecia ter ficado no meu corpo, sujei o chão do banheiro, a pia, e quando me dei por conta havia manchado todo meu vestido.

Preocupada com o fato de que alguém poderia entrar, liguei para o Damon que sempre me ajuda e ele me traria um vestido, meu desespero foi enorme quando ouvi alguém na porta insistindo em entrar, mas rapidamente me acalmei porque Damon sínico como sempre chegou fazendo piadinhas e não deixando o homem que parecia novo na cidade entrar enquanto eu me vestia e limpava o banheiro.

-Trouxe a bolsa de sangue? – Falei enquanto me escorava em uma árvore, fraca, logo fora da igreja.

-Sim, quer falar um pouco mais alto? – Sussurrou Damon enquanto me dava a bolsa de sangue e se aproximava perigosamente, tirando meu corpo e ação da visão das pessoas que estavam por perto.

Bebi rapidamente, sentindo um desejo máximo e saciedade, mas quando o sangue chegava ao meu organismo e me fortalecia, sentia ele voltando e indo para fora, quando já ia colocando mais sangue pra fora, Damon me ajudou a não me sujar e entrei em desespero.

-O que há de errado comigo? –Falei quase chorando, enquanto ele limpava cuidadosa e carinhosamente minha boca me olhando preocupado.

-Não sei, talvez seja seu sangue de doppleganger, você está rejeitando a transição!

-Estou morrendo não é? –Disse enquanto ele me olhava confiante.

-Não, você não está, você só tem que beber direto da veia! -Falou sério enquanto nos aproximávamos mais ainda.

-Não, não posso arriscar matar alguém Damon, talvez eu fique melhor morta! –Disse enquanto o olhar confiante dele me acalmava.

-Não pense nisso Elena, você ficará bem! –Falou me acolhendo com uma carícia no cabelo.

Senti meu corpo todo tremer, nossos olhares estavam conectados, eu ia beijá-lo ali mesmo sem nem olhar em volta, estávamos nos aproximando e nos olhando mais firmemente quando o sino da igreja tocou e nos trouxe até a realidade me fazendo entrar na igreja nervosa, fraca e culpada.

Damon:

Elena estava estranha após a transição, como era de se esperar, depois da nossa troca confusa de olhares eu juntei a bolsa de sangue que ela havia derrubado e a bolsa com a roupa que ela havia sujado.

-Ótimo! –Falei enquanto encarava o olhar de desaprovação do meu irmãozinho enquanto ele se aproximava.

-O que tem na bolsa? –Perguntou com um ar autoritário, oportunidade perfeita para quebrar a tensão com piadas.

-Um lanchinho sabe? Igrejas sempre me dão fome, acho que é todo esse negócio de sangue de cristo. –Falei enquanto ele me olhava desconfiado.

-Trouxe para a Elena é o único jeito, ela está esfomeada Stefan, não tem conseguido manter o sangue no estomago há dias! –Falei nervoso bem próximo ao meu irmão.

-Ela disse que estava bem!

-Bem, ela mentiu, seu shake de proteína foi um fracasso, a bolsa de sangue não foi legal, ela não pode sequer segurar meu sangue! –Falei logo percebendo a besteira que havia falado.

-Ela bebeu de você? –Me perguntou com a raiva estampada no rosto.

-Oooops eu disse em voz alta? –Disse sorrindo enquanto saia deixando meu irmão obviamente irritado.

Elena:

O memorial foi bonito, vários homenageados, eu me sentia muito fraca, a fome era enorme, sentia o cheiro do sangue das pessoas ao meu redor e queria ataca-los, não vi April e logo na hora do discurso do pai dela, não achei que ela conseguisse ter ido falar então subi no palco e quando comecei a falar do falecido homem, senti um cheiro irresistível e conhecido de sangue vindo de trás da igreja e ouvi meus amigos falando para ninguém se mexer porque era uma armadilha.

Quando meu rosto tomou a forma da sede, logo Stefan chegou no palco e me tirou as pressas, levando-me para o banco enquanto eu me desesperava pedindo sangue.

Quando todos viram que era necessário que eu me alimentasse, Matt que estava do meu lado se ofereceu como agradecimento, afinal pedi a Stefan que salvasse ele no acidente e por isso sou uma vampira, ele se sentiu devedor e como meu amigo quis me ajudar.

Enquanto fingia que o abraçava, escorei minha cabeça no ombro dele e mordi o pescoço sentindo que era aquilo que eu precisava, finalmente podia me alimentar, ficar forte e viva.

-Estou bem, mas o sangue é tanto, acho que é da April, temos que ajudá-la! –Falei reconhecendo o cheiro.

Quando já estávamos todos bem, a prefeita foi até o palco pedindo se ninguém mais queria falar nada do pastor, Tyler se ofereceu já que o conhecia por causa da escola, enquanto ele discursava sobre alguma situação na qual nem prestei tanta atenção, por causa do sangue o barulho foi enorme e um tiro o atingiu.

Todas as pessoas que estavam na igreja se desesperaram e foram para fora enquanto nós nos abaixávamos e íamos até o Tyler para ajuda-lo, Damon foi atrás do caçador que se apresentava como Connor e enquanto Caroline tirava a estaca de Tyler, a mãe dele chamou uma ambulância para fingir socorro mesmo ele estando curado.

Damon:

Vi de longe o homem saindo apressado, quando ele ia sair com a caminhonete, arranquei a porta rapidamente e o joguei para fora, pretendia mata-lo ali mesmo, nos fundos da igreja, sem testemunhas, mas o desgraçado tirou uma arma e atirou em mim com algumas balas que doíam muito de madeira.

Quando eu estava caído no chão, fraco ainda lutei, ele veio para cima de mim e tentou enfiar uma estaca no meu peito, logo o vi correr ao ouvir meu irmão me chamando e vindo até nós.

Stefan foi me dar apoio para me levantar e quando estava me dando a mão, me largou e me deu um soco, me irritei rapidamente.

-O que diabos foi isso? –Perguntei ainda sentindo a força da madeira no meu abdômen.

-Você sabe o que foi! –Falou se achando enquanto saia como superior e ainda caída no chão me fez logo pensar que foi por conta da troca de sangue com a Elena.

Elena:

-April! –Falei desesperada ao ver ela amarrada e sangrando.

Quando eu ia me aproximando senti o cheiro do sangue e ia ataca-la, mas Caroline apareceu e me impediu, mostrando quem eu sou pra mim mesma e me garantindo que não era uma boa ideia machucar alguém.

Caroline me ajudou, enquanto dava o próprio sangue para curar o ferimento que provavelmente o tal Connor causou para nos pegar.

E logo após, me ensinou como hipnotizar, e enquanto eu dizia para ela que o memorial foi incrível e que ela não lembraria de nada, fiquei feliz por ver que funcionava, Caroline era uma opção ótima para me ensinar isso.

Jeremy:

Eu estava no Grill depois do memorial, Matt e eu precisávamos passar lá, quando um homem moreno estranho nos parou e pediu porque Matt tinha um curativo no pescoço, lugar onde Elena o mordera a minutos atrás.

Matt cinicamente respondeu que a namorada havia ido longe demais, e enquanto saíamos despreocupados notei uma bela e estranha tatuagem no braço dele, que aparentemente Matt não percebeu, nem um pouco natural, afinal era gigante.

Elena:

-Você está bravo! –Falei enquanto Stefan me dava um copo de whisky seriamente.

-Sim estou, você mentiu pra mim! –Falou me olhando bravo.

-Eu não menti, eu só não contei, você estava feliz que as coisas iam bem! –Falei preocupada.

-E você procura a ajuda do Damon!

-Sim porque achei que ele entenderia!

-Você acha que eu não entendo? –Perguntou alterando o tom de voz.

-Stefan, por favor!

-Você se alimentou dele Elena, eu sei que talvez isso não signifique muito pra você, mas significa muito pra mim e tenho certeza que significou muito para o Damon! –Falou sério me encarando com rancor enquanto eu me sentia julgada, triste e culpada.

-Eu não queria machucar você, eu sinto muito, sinto muito mesmo, eu...Porque eu estou chorando?! –Disse triste enquanto começava a chorar compulsivamente.

-Eu sinto como se desde que meus pais morreram eu estivesse chorando, minha vida é como um funeral que nunca termina, sempre estamos enterrando pessoas Stefan! –Continuei levantando e andando de um lado para o outro brava.

-Hey, hey calma, vamos para um lugar! –Falou se aproximando mais calmo.

-Pra onde?

-Temos que fazer uma coisa! –Falou me olhando fixamente.

Damon:

-O que estamos fazendo aqui? –Falou a bruxinha enquanto saiamos dos nossos respectivos carros e chegávamos ao lugar marcado com Stefan e todos os amigos.

-Nós estamos aqui para terminar o memorial que não conseguimos mais cedo, nós todos perdemos muito recentemente, teremos um tempo para simplesmente lamentarmos. –Falou meu irmão enquanto erguia lanternas de papel.

-Então está acendendo lanternas? –Perguntei um pouco irritado.

-Sim, sim, nós precisamos fazer isso! –Falou sério enquanto Caroline, Elena, Matt, Tyler e até Bonnie o encaravam como um sábio.

-O que precisamos fazer é encontrar que é esse caçador e o que ele sabe sobre a morte do conselho, temos coisas mais importantes pra fazer do que isso! –Falei bravo encarando a todos.

-Hoje não, não temos! –Concluiu meu irmão, levando a razão de todos.

-Isso é para meu tio Zach, minha amiga Lexi. Pelo Alaric. –Disse Stefan enquanto acendia um pepel e me encarava fazendo-me lembrar o quanto sentia falta do Alaric.

-Esse é pela Vickie. –Continuou Matt me fazendo pensar que até agora, fui eu quem havia matado três, dos quatro recordados.

-Esse é pelo meu pai e pelo Tyler! –Falou a Barbie enquanto levantava do banco e pegava o balão.

Logo depois Jeremy se levantou, a lista seria longa, pobre menino......

-Esse é para os nossos pais, para a Vickie, Anna, Jenna......e Alaric. –Falou enquanto me olhava triste na parte do Alaric, logo o menino me ofereceu o balão indicando que era minha vez, me irritei.

-De jeito nenhum, não vou fazer isso! – Falei bravo enquanto dava as costas para os iludidos, os deixei lá acendendo balões para o céu e fui desabafar.

-ELES ESTÃO SOLTANDO BALÕES NO CÉU! Você acredita nisso? –Falei enquanto virava mais um gole do meu whisky sentado na frente da lápide do meu melhor amigo.

-Balões japoneses são um símbolo de deixar o passado, bom, aqui tenho uma novidade, nós não somos JAPONESES! –Continuei enquanto bebia mais.

-Você sabe o que eles são? –Perguntei esperando resposta.

-Crianças! Como se acender velas fosse fazer tudo ficar bem, ou até mesmo rezar, ou fingir que no final a Elena não vai acabar assim como o resto de nós, VAMPIROS ASSASSINOS!

-Idiota, desiludida, pequena criança. Eu sei o que você vai dizer, faz eles se sentirem melhor, mas por quanto tempo? Um minuto? Um dia? Qual diferença isso faz? Porque no final, quando você perde alguém, cada vela, cada oração, não vai mudar o fato de que a única coisa que restou é um buraco na sua vida, no lugar onde aquela pessoa, que você se importava, costumava estar!

-E uma pedra, com uma data de nascimento gravada que eu tenho certeza de que está errada! –Falei me sentando e bebendo mais.

-Então obrigado, amigo, obrigado por me deixar aqui de babá, porque eu deveria estar aí também lembra, eu não fiquei com a garota, e agora estou aqui preso brigando com o meu irmão e cuidando das crianças.

-Você me deve muito! –Falei olhando para os lados imaginando Ric ali.

E terminando o whisky, deixando a garrafa ali eu fui indo embora!

Alaric: *do mundo dos mortos ‘-‘.

-EU SINTO SUA FALTA TAMBÉM AMIGO!

(I Miss You Too Buddy) ♥

Notas finais
Opnião por favor, alguém me diz o que quer que eu mude no "4x03" porque saibam o 4x04 vai ser como eu QUISER E PRONTO, TITIA JULIE QUE SE **** ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!