Nephilins de Londres

16 Era Uma Cilada!


Notas iniciais
Desculpa pelo capítulo menor, mas eu queria fazer um pouco de mistério no final. (Mesmo que eu não tenha conseguido fazer isso direito.) Boa leitura!

______________________No dia seguinte:________________________

–Eu fiz isso ontem!?-Cyril pergunta, muito espantado.

–Sim, mas tudo bem.

–Tudo bem? Tem certeza?

–Claro! Você avisou que poderia ir aos nossos quartos falando besteira, então te ignorei e te expulsei. Achei que fosse querer saber disso.

–Ah. Ah! Sim, claro.

–Agora, com licença, eu preciso falar com meus irmãos. Até mais tarde.

–Até.

Ella volta para dentro do instituto e fecha a porta atrás de si. Cyril, com raiva de si próprio, chuta a parede do instituto do lado de fora e pragueja.

–Mais que droga! Quando resolvo falar para ela, estou bêbado!

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_____________Terça feira, 14 horas (Londres), Alicante._____________

–Essa é a última!

Como previsto, estavam Charlotte, Henry, Will, Tessa, Charlie, Tatiana, Ella, Gideon, Gabriel, Sophie, Cecily e,... Antonieta. Haviam contratado um feitiçeiro para abrir um portal para dentro de Alicante, e só faltava Antonieta passar:

–Mas que horrível! Esse portal foi o pior meio de transporte que inventaram! Nada confortável!-Antonieta reclamou assim que saiu.

–Muito obrigado. Fui eu que inventei.-Henry disse.

–Ah! Descobri porque é tão ruim.

Charlotte estava olhando de lado para Antonieta, quando Charlie, do colo dela, perguntou:

–Porque a trouxemos para a reunião? Melhor, porque estamos abrigando ela?

–Abrigamos porque ela pode ser útil para a investigação, trouxemos porque não podemos correr o risco de deixá-la sozinha no Instituto.

–Está certo. Seria um completo desastre.

Eles caminharam até a sala do salão dos acordos, e se reuniram. Antonieta atrapalhou tanto, que foi expulsa de lá. Mostraram para o inquisidor e a clave que estavam falando a verdade sobre Charlie e Tatiana. Estavam discutindo as melhores táticas, onde poderiam chegar, e o que poderiam fazer quando de repente, Tatiana coloca a mão na cabeça, como se sentisse dor, era uma premonição:

–Pelo anjo!

–O que houve?

–Estarão invadindo!-Tatiana respondeu, olhando para Charlie, como se estivesse passando uma mensagem sem sons para ele.

–Quando?

–Cinco a três minutos para chegarem completamente!

A maioria das pessoas sairam para se preparar, mas Ella correu para Tatiana e perguntou:

–Quem?

–Eles!

–Eles quem?

–O inimigo!

Com isso, Ella já entendeu. O verdadeiro líder, aquele que Charlie teria que possuir para evitar uma tragédia, estaria lá em pouco tempo.

–Quem é o inimigo, afinal?

–Melhor ver com os próprios olhos.

–Devem ter aproveitado que todos estariamos apenas discutindo e sem ver o lado de fora. Estamos muito gratos, Tatiana. Desculpa por não termos acreditado em você antes.-Charlotte disse entregando Charlie para Tatiana.-Agora, se o líder do inimigo final estiver lá, melhor levar Charlie para possuí-lo logo. Contamos com vocês dois.

–Sim, senhora!

–Tchau, mamãe!

–Tchau, filho!

Então, Tatiana correu na frente de todos com o Charlie no colo. As barreiras demoníacas de Alicante impediriam que avançassem, fazendo com que fosse mais fácil encontrar o alvo e possuí-lo.

–Espera, por que eles tentariam atacar, se sempre há guardas que impedem que entrem?-Charlie questionou.

–Eu não sei. Não previ isso antes.

Mas, então, eles chegaram do lado de fora, e lá estava o que menos esperavam: As torres estavam “desligadas” e os guardas, mortos. E lá estava o inimigo, aquele que Tatiana e Charlie não quiseram contar, por causa do tamanho do poder e diversidade do que poderiam fazer. Lá estavam, vampiros e as fadas.

A rainha da Corte Seelie havia concordado com o plano dos vampiros.

Caçadores de sombras e vampiros e fadas se atacavam. Os vampiros colocaram sua presas para fora e as prenderam nos pescoços dos desavisados, fadas empunhavam suas espadas em todos os nephilins que encontravam. E os nephilins usavam lâminas serafim e quaisquer armas que carregavam com eles. Estava uma luta muito tensa.

E, no meio da multidão, Tatiana e Charlie viram. Antonieta estava no lado deles, lutando contra os nephilim. Era tudo um truque. Ela se fingiu de perseguida para se infiltrar e ajudá-los a entrar em Alicante e ajudar a destruir os caçadores de sombras.

–Você nunca abandonou a causa do De Quincey e do Magistrado de verdade, não é, Antonieta?-Tatiana murmurou para si mesma.

–É. Parece que não.-Só naquele momento, Tatiana percebeu que Ella estava do lado deles, com um olhar assassino para Antonieta.-Nunca deixei de suspeitar dessa víbora. Então, são as fadas da Corte Seelie, por que não contaram?

–Elas são muito perigosas, especialmente a rainha. Nosso plano é possuí-la e fazer com que encerre a guerra. Ela não poderia recomeçar de novo, pois seria um pouco antiético, pelo menos não por um bom tempo. Precisamos encontrá-la. Eles sairam de algum lugar, deve haver uma passagem por perto.

–Achei!-Ella disse.-Lá na Floresta Brocelind. Eu vi alguma coisa saindo de lá!

–Como?

–Olhos de vampiro são mais potentes do que de nephilim.

–Está certo.-Tatiana tentou estreitar os olhos para ver se conseguia enxergar melhor.-Pode nos levar?

–Era o que eu ia fazer.

Ella segurou Tatiana, que ainda estava com Charlie no colo, e voou na velocidade vampírica até o ponto da Floresta Brocelind.

Notas finais
Deixem aí nos comentários o que achou, o que pode ser melhorado e o que mais gostou, por favor! Até o próximo capítulo!