Neo Sekai
8 Minha primeira missão! Parte 2, final.
Notas iniciais
– Mas o que! O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO AQUI?! — Gritou Yusuji.
– Zuuura....? — Disse Syter tremendo.
– Isso mesmo. — Respondeu Zura.
Zura, Iahiko e Hitoshi estavam aqui, se me lembro bem.. eles teriam uma missão hoje também.
– GAROTOS!! — Gritou Iahiko.
– Iahiko... sem essa agora. — Falou Kaguya.
– Mas..ah... tá. — Disse Iahiko fazendo bico. — Podemos comer com vocês?
– Claro! Estou morrendo de fome... — Falei.
Hitoshi estava prestes a sair do local.
– Ei, por que você não fica aqui também? — Perguntou Yusuji.
– Tudo bem. — Hioshi sentou junto conosco.
– Então, não vão pedir nada? — Perguntou a garçonete.
– Certo. Eu quero dois Hambúrgueres, Lamen, Suco de Abacaxi, Karaage, Croquete, Kushiage, Tempura, Tonkatsu, Donburi, Oyakodon, Gyudon, Gyoza, Kushiyaki, Okonomiyaki, Omu-raisu, Omu-soba, Takoyaki, Teriyaki, Unagi, Yakiniku e... Batata frita! — Falei.
– Nossa... como você não engorda? — Perguntou Kaguya.
– Realmente Harumi.. você é assustadora. — Comentou Hitoshi.
– Q-que? Eu não sou! — Falei.
– C..Certo... e o resto? O que vão querer? — Perguntou a Garçonete anotando em seu bloquinho.
– Hambúrguer. — Responderam todos exceto Yusuji.
– E você..? — Perguntou a garçonete.
– Bom... Senhorita Asaki. Asaki é seu nome certo? Eu vou querer... o seu coração, hehe. — Disse Yusuji beijando a mão de.. Asaki.
– Sim Asaki é meu nome. Veja bem, não temos o meu coração mas temos... — Completava Asaki. Ela em seguida deu um tampa no rosto de Yusuji. — isso.
– Pra que tanta agressividade moça? Poxa... certo, certo, quero um Hambúrguer também. — Disse Yusuji.
– Mereceu. — Falou Ikuy.
– Pelo menos não sou um louco que dá cartões para garotas.
– Verdade. Você é bem pior que isso. — Disse Ikuy.
– Ora seu gato...falante!
– Realmente, você não sabe nem que palavras usar para xingar Ikuy, Yusuji. — Falou Kaguya.
– Eu vou indo. — Falou Asaki.
Depois de alguns minutos Asaki voltou, ela nos entregou a comida.
– Comida! — Gritou Ikuy.
– Obrigado. — Agradeceu Syter. — Mas vamos ao que interessa, pra onde vocês precisam ir?
– Fora da cidade. — Falou Hitoshi.
– Nós também.. — Falei.
– Pelo o que eu vi nós vamos ir em... um prédio..? Um prédio abandonado.. mas isso.. — Dizia Yusuji.
– Vai ser um pouco perigoso. — Completou Kaguya.
– Ahh! Terminei a comida! Queria mais mas... não tenho dinheiro. — Falei.
– Realmente.. estragou o clima! Blééh! Idiota! — Falou Ikuy mostrando sua língua.
– Tá, tá me desculpe e.. o que foi que você disse? Repita.
– D-Deixa pra lá.
– Vocês irão nos acompanhar? — Perguntou Iahiko.
– Não.. acredito que nosso caminho seja totalmente diferente do de vocês. — Falou Syter.
– Na verdade, eu acho que pelo menos até a floresta dá. — Disse Kaguya.
– ... eu acho que não dá. — Falou Syter.
– Como eu disse, dá.
É como se tivesse faíscas saindo de seus olhos..
– Ei, Ei... hahaha... calma... bom, Syter, com certeza dá, então vamos? Precisamos ir logo..! — Falei.
– ... o.k.
– Espera, por quê nós precisamos ir logo? — Perguntou Hitoshi. — Não me diga que..
– Eu estou sem dinheiro! Vamos sair sem que nos percebam! — Falei.
– O que você disse?
Me virei de costas e vi alguém que eu realmente não queria ver agora, era Asaki.
– Como sempre eu tenho que pagar, né? Toma. — Falou Yusuji entregando o dinheiro para Asaki.
– MUITO OBRIGADA! — Agradeci.
– Vamos? — Perguntou Kaguya.
– Sim! — Respondi.
Nós saímos do bar, começamos a andar em direção à saída da cidade. Pensando bem.. faz tempo que não vejo meu pai, mas com certeza não temos tempo para uma visita. Depois de alguns minutos avistamos a entrada para a floresta.
– Finalmente! — Yusuji e Syter gritaram.
– Nããoo!! — Choramingou Iahiko. — Eu quero ficar com os garotos por mais um tempo! Com a Harumi também!
– Também te amo. — Falou Kaguya.
– Pu.. — Falou Hitoshi.
– P-Pu..? — Disse eu.
Hitoshi fez que sim.
– Pu é o nome da floresta, a floresta de Pu, ''Pu'' é o nome de um ser que vive nela. — Falou Hitoshi.
– Ah... realmente eu não sabia. — Falei.
– É, isso é meio que esperado vindo de você. — Falou Zura.
– Ei! Saiba que eu tenho bastante conhecimento. — Falei.
– Sim, sim. — Disse Hitoshi.
– Eu.. desisto.
– Então, até logo, Zura e companhia. — Disse Syter.
– "Zura e companhia''?! Eu acho que eu devo ser mais valorizad.. er.. deixa. — Falou Iahiko.
– Assim que eu gosto, quando Iahiko vai fazer missão ele age mais como ele realmente é. — Disse Yusuji.
– Hm? Como assim? — Perguntei.
– Quer dizer que o Iahiko não é totalmente " Purpurina "?? Ufa! — Falou Ikuy.
– Ah é, me lembrei, você nem tentou entregar seu cartão para Asaki né? — Perguntou Kaguya.
– ... prefiro não comentar. — Falou Ikuy.
– Tá certo. — Falei. — Bom, até mais gente.
– Até mais Harumi! — Disse Iahiko me abraçando. — E pra vocês também ga-ro-tos!
Tente imaginar um Iahiko tentando abraçar Yusuji e Syter, mas ele é totalmente rejeitado. É isso mesmo que você está imaginando.
– Tchau. — Kaguya foi para a floresta sem ao menos olhar para trás.
– Ai, ai. Ela continua a mesma. — Comentou Zura.
Hitoshi foi outro. Hitoshi acenou para nós e foi direto para a floresta.
– Ok, vamos indo logo. — Disse Syter.
Seguimos nosso caminho. Havia se passado exatamente 30 minutos, imagino que seja 14:40.
– Ei, ei. Nós estamos perdidos? — Perguntou Yusuji.
– NÃO! — Gritou Syter.
– Calma, cara. — Falou Yusuji.
– Ah.. desculpa. — Disse Syter.
– Olha, eu não duvido nada, no dia em que nós levamos Harumi para o acampamento ele também disse que não estávamos perdidos! — Retrucou Kaguya.
– Dessa vez nós não estamos perdidos. — Disse Syter.
– Pessoal.. — Falou Ikuy.
– O que foi..? Ah! Nós.. bem.... nós chegamos.
– Finalmente! Eu já tava cansado de andar! Vamos entrar! — Gritou Yusuji maravilhado.
– Sim! — Concordou Ikuy.
– Espera. Não é meio estranho? Um prédio. Claro, ele está extremamente demolido, mas como ele ainda existe? Como podemos entrar nele ainda? — Perguntei.
– Harumi está certa. Isso só poderia ser... — Tentou completar Syter.
– Exatamente o que você pensou. — Completou Kaguya.
– Realmente.. — Falou Yusuji.
– Vamos entrar logo. — Falou Syter.
– Espera! Mas ele pode cair em cima de nós a qualquer hora! — Disse Ikuy.
– Não sabemos sem ao menos tentar. — Falei.
– hm.. certo. — Falou Ikuy.
Nós entramos no prédio. Ele tinha um intenso cheiro de mofo, realmente o clima estava estranho. Cada passo que nós dávamos na madeira velha que rangia.. o som que dava era o mesmo que gemidos.
– Ei... o que exatamente temos que fazer? — Perguntou Syter.
– E-Então.. nós temos que acabar com os.. pera, quê? Seres? Um homem? Como assim? — Disse Yusuji.
– Esse Ryotaro... — Falou Kaguya.
– Ge..gente... hahaha...vamos sair daqui..? — Perguntou Ikuy gaguejando.
– Espera, o que é isso? Como.. como pode ter..uma máquina? Ela está intacta! — Falei.
– Deixe-me ver... — Kaguya disse se aproximando da máquina.
Está máquina tinha uma parte transparente..vidro.. como se fosse um tubo, cheio de gosma verde. Kaguya tocou no vidro, ele estava cheio de poeira.
– C-Cuidado, Kaguya.. — Falou Ikuy.
– ....!
Em questão de segundos algo se aproximou de Kaguya. Uma raposa. Era uma raposa, era enorme, ela tinha olhos vermelhos.. parecia que seus olhos estavam pegando fogo. A raposa brilhava intensamente, eu estava com dificuldade de olhar para ela. Por sorte, Kaguya esquivou.
– Hehe, eu sabia. — Falou Kaguya.
– Ikuy, você sabe lutar ou algo de especial? — Perguntou Syter.
– N-NÃO! — Gritou Ikuy desesperado.
– Certo, Kaguya! — Gritou Syter.
– Claro! — Kaguya se aproximou de mim. — Lute com ele. Outros dele chegarão.
– Eeh?! T-Tá! — Falei.
– Yusuji! Você já sabe! — Gritou Syter.
– Yes! — Disse Yusuji.
Kaguya se aproximou de Ikuy, ela pegou um papel que estava em sua bolsa, pegou um lápis e desenhou um círculo. Ela botou o papel no chão, do lado de Ikuy.
– Proteção...ativar! — Disse Kaguya.
O papel começou a brilhar. Em volta de Ikuy se formou um círculo, então é desse jeito que Kaguya luta?
– HARUMI! — Gritou Yusuji.
– Argh!
A raposa arranhou minha mão, parecia que eu estava sendo queimada por dentro. Yusuji pegou sua pulseira.
– Vamos lá! Por favor, me dê a lança.– Disse Yusuji.
Sua pulseira começou a brilhar, um brilho negro.. não consigo entender como.. ela se transformou em uma lança.
– E-Ei! C..Como ela...
– Cuidado! — Gritou Yusuji.
Começou a surgir mais raposas. O prédio começou a tremer. Yusuji atacou a raposa, ela quase me mordeu, se não fosse ele. Desta vez, eu tenho que fazer algo. Saquei minha katana.
– Certo! — Falei.
Segurei a katana acima de minha cabeça, em um ângulo que varia de 45 a 20 graus em relação ao solo.
– Jodan no Kamae!
Acertei a cabeça. Ela se fragmentou, sem deixar nenhum rastro.
Quando eu olhei para o lado em que estava Yusuji a metade das raposas que tinham aparecido em questão de segundos se fragmentaram também.
– Incrível, né? É a primeira vez que você me vê lutando hahaha! — Falou Yusuji.
– Sim.. nunca pensei que você..
– Ei, sem conversa! Assim não vamos chegar a lugar nenhum. — Falou Syter. — Eu não vou conseguir escrever o que encontramos se tiver toda essa conversa.
– Syter, você não luta? — Perguntei.
– É, Sr. Syter, por quê você não luta? — Uma voz rouca se espalhou pelo local. — Ohh... parece que eu estou em desvantagem... vocês acabaram com os meus queridos filhotes, né?
– Mas o que... — Falou Kaguya.
– UM FANTASMA?! — Gritou Ikuy.
– Não. Não me chame de fantasma, oras, eu estou atrás de você.
Nos viramos e vimos, a pessoa estava atrás de Ikuy. Era um homem, ele usava óculos, um paletó branco de cientista, tinha cabelo preto e cacheado.
– Como eu suspeitava.. — Falou Syter.
– M-Meu Deus... — Disse Ikuy quase surtando.
– Meu nome é Bachmann, um dos melhores cientistas do mundo. — Disse o homem.
Bachmann tentou tocar Ikuy mas não conseguiu, ele levou um pequeno choque por causa do círculo mágico.
– Afaste-se. — Falou Kaguya.
– Ai, ai. Hmm... não. — Falou Bachmann.
– O que você fez com as raposas? — Perguntei.
– Ora, vejamos.. fazer experimentos é algo muito bom mesmo, tirar a essência das pessoas.. — Disse Bachmann.
– Como você pode.. — Disse Syter cabisbaixo.
Bachmann se aproximou de Syter.
– É algo divertido, não? Hahaha! Mas olhe, estamos conversando, eu até me esqueci do meu filhote.
Eu comecei a me aproximar deles.
– Ei! Harumi! Em cima de você! — Falou Yusuji.
– Ah? — Olhei para cima e vi, uma raposa, ela caiu em cima de mim, esta era maior que as outras.
– Argh! — Eu havia caído no chão.
– Droga! — Gritou Yusuji.
Yusuji correu em minha direção mas a raposa atacou ele com suas garras. Yusuji caiu mas rapidamente se levantou, ele apoiou-se em sua lança.
– Voc..você tá bem..? — Perguntei.
– Sim. Muito bem.
Yusuji enfiou sua lança na barriga da raposa, fazendo elas sair de cima de mim.
– Obrigada! — Me levantei.
Posicionei minha katana à frente do meu corpo, apontei para a garganta da raposa e busquei manter a linha central.
– Chudan no Kamae!
Acertei em cheio a garganta da raposa, ela começou a ficar tonta.
– Acho que vocês precisam de uma ajuda! — Sorriu Kaguya.
Kaguya correu em nossa direção. Ela pegou um papel, pelo o que eu vi tinha o desenho do Sagrado Pantáculo do Sol.
– Por favor! — Gritou Kaguya. — Raio!
Kaguya jogou o papel na raposa, no mesmo instante a raposa foi atingida por.. 5 raios.. a raposa começou a pegar fogo.
– E então Syter, é bom ver seus amigos lutando enquanto você não pode fazer nada, não é? — Perguntou Bachmann.
– Cale a boca. — Falou Syter.
– Não é assim que se trata um velho amigo.
– Espere... você...você estava lá naquele dia? — Perguntou Syter.
Olhei para trás. Syter e Bachmann estavam conversando, parecia que Syter estava se segurando para não encher aquele homem de socos.
– Claro que eu estava, menino. Você sente saudades dela?
– ME DEIXE EM PAZ! — Gritou Syter dando um soco no rosto do homem fazendo ele cair.
Os olhos de Syter se encheram de raiva, ele estava se segurando para não chorar.
– Argh.. você deixou meu óculos cair, saiba que ele foi bem caro.
– Morra. — Disse Syter.
– Com o maior prazer. Em breve nos reencontraremos, pequeno Syter. — Sorriu Bachmann. — Eu já fiz o que tinha que fazer, vocês estão avisados. Agora já posso ter a paz que eu mereço.
– Você não merece paz. — Falou Syter.
– Hahaha.. até mais, Syter. — Bachmann pegou uma faca de seu bolso e enfiou ela em seu peito.
– O que ele fez... — Falou Ikuy.
– Por que ele se matou..? — Perguntei.
– Acho melhor levarmos o corpo dele pra fora daqui pelo menos. — Disse Yusuji.
– Não, ele merece ficar aqui nesse lugar imundo. — Disse Syter.
Por que o Syter está agindo deste jeito.. e o que este cientista estava fazendo aqui? Estou ficando confusa..
– Por que o Ryotaro nos mandou aqui? Ele não disse o que era para nós fazermos aqui, ele só disse para virmos, ele precisa nos dar uma boa explicação.
– Sim. Ah.. a raposa sumiu.. — Disse Yusuji.
– Sim. Acabou. — Falou Kaguya. — Syter, você anotou tudo?
– ...
– Syter..? — Perguntou Kaguya. — Olha, se uma das coisas que fez você ficar bravo for a nossa briga.. bom...er... m-me desculpe, tá?
– Hahaha.. não, não é isso, é só uma lembrança ruim. E parabéns Harumi, você completou sua primeira missão. — Sorriu Syter.
– Finalmente! Nossa.. eu nunca pensei que seria assim. — Falei.
– Ei, Harumi, venha aqui, vou tratar seus ferimentos. — Disse Kaguya.
Fiz que sim. Sentei ao lado de Kaguya, ela pegou uma atadura e enrolou em minha mão que fora acertada pela raposa.
– Acho que assim já está bom, obrigada, Kaguya! — Sorri.
– Claro! — Kaguya retribuiu o sorriso.
– Certo, temos que ir logo, Kaguya, você pode..? — Perguntou Syter.
– Obviamente. — Respondeu Kaguya.
– ESPERA! — Gritou Yusuji.
– ...? — Todos nós ficamos em silêncio.
– Eu quero que meus machucados sejam tratados pela Kaguya também! — Choramingou Yusuji.
– Sem essa. — Disse Kaguya.
– Opa, opa! Calma com essa lança! — Falou Syter.
– Ah.. é verdade.
A lança de Yusuji foi diminuindo até voltar para a forma original, uma pulseira.
– Olha.. acho que até eu queria ser curado pela Kaguya.. hehe.! — Falou Syter com a tentativa de fazer uma voz fofa. — Certo, eu parei.
– Legal, já se esqueceram de mim. — Falou Ikuy.
– Acho que já está na hora de irmos, né? — Perguntei.
– Sim! — Falou Kaguya.
Nós todos saímos do prédio. Kaguya começou a procurar algo pelas paredes do prédio.
– Achei! — Gritou Kaguya. — Gente... alguém que estava com ele usou os talismãs da proteção e defesa, de estabilizar e estruturar e de equilíbrio...
Kaguya pegou os talismãs e botou em sua bolsa, ela saiu correndo em nossa direção.
– Saiam de perto! — Gritou ela. — Irá cair em cima de vocês assim!
Nós saímos correndo do local, uma imensa poeira se espalhou pela aquela parte da floresta, o prédio estava em ruínas.
– Arf..arf..conseguimos... — Disse Kaguya ofegante.
– Hugh... sim.. — Falei.
– Kaguya, você vai pegar para você os talismãs? — Perguntou Yusuji.
– Sim. — Respondeu.
– Certo, vamos indo antes que apareça algo estranho. — Falou Syter.
– Aham! Eu quero voltar pro acampamento! — Disse Ikuy.
Nós então começamos a andar. Nossa.. já está no meio da tarde... bom, pelo menos quando chegarmos no acampamento eu poderei descansar! Realmente, o que aconteceu conosco hoje.. o homem e a reação de Syter.. tudo foi estranho. Saímos da floresta.
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