Nem tudo é o que parece ser.
13 Sou muito agradecida, obrigada.
Não me aguentei, arranque sua camisa e lhe beijando, passava a mão em seu peito. Ele tirou a minha camisa e o sutiã, e passou a ma e apertou meu seio direito. Ele pulou da cama e puxou minha calça, ele tirou sua calça e pulou na cama novamente. Ele puxou lentamente a minha calcinha e começou a me beijar, ele foi beijando e foi descendo e vou até chegar a minha vagina. A sensação é maravilhosa, ele sobe e eu subo em cima dele, desço e tiro sua cueca. O tamanho da coisa é enorme, fico abismada. Ele posiciona o pênis e coloca, eu pulo em cima dele, ele abre a boca, fecha os olhos e levanta a cabeça. Eu estou gemendo baixo, ele resolve mudar de posição. Eu estou de quatro e ele está enfiando rapidamente, minha boca esta aberta e a cada vez que ele que ele coloca com forca um "ah" me escapa.
(...)
–É adorei, você é demais.
Diz Arthur.
–É também gostei muito de você.
Comecei a beija-lo. Nos ficamos o resto da tarde na cama até pegarmos no sono. De manhã eu acordo e olho que horas são, 11:26 am, eu me levanto e começo a me vestir. termino de me vestir e vou procurar Arthur, vou até a sala mas não o encontro, vou para a cozinha e nem um sinal dele.
vou até a porta da sala e olho pelo buraco, não ah sinal de ninguém. A casa fica embaixo de um barranco na sua frente uma pequena estradinha de terra e ao lado da estradinha um riacho, em cima do riacho tem uma ponte, por onde carros passam. Eu me lembro do louco do irmão do Arthur, fico com medo, fecho as janelas e cortinas. Fico encolhida no sofá, esperando Arthur aparecer. Depois de dez minutos ninguém aparece, a maçaneta começa a se mover, eu corro para a cozinha e pego uma faca na gaveta, corro e me escondo para trás do sofá. A porta se abre e pulo em cima da pessoa, ele segura o meu braço e me joga no chão. É Arthur, ao me ver no chão ele apressadamente me puxa, me abraca e diz:
–Me desculpa eu não queria fazer isso.
–Tudo bem, a culpa é minha, não deveria pular em cima dos outros com uma faca na mão.
–Eu te trouxe isso.
Ele puxa do seu bolso o meu celular.
–Muito obrigado! eu estou muito agradecida!
–Não ah de que.
Eu olho fixamente em seus olhos azuis e lhe beijo com muito amor.
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