Nem Todos São Iguais !!
8 Capítulo 8 - Despreocupada
Notas iniciais
# Julieta Narrando
Os dias e semanas estavam praticamente pegando vôo livre de tanto que passaram rápidas, fiz meu trabalho de ciências ( infelizmente) pensando eu que valia ponto, estava redondamente enganada, o triste do professor nem adicionou meio ponto, se soubesse nem tinha ocupado meu precioso tempo fazendo aquela merda... Chris e Belle fizeram as inscrições e já chegaram causando bem que não vi os olhos de Ricardo brilhando para o lado de Chris, raam , pensa ela que sou besta, e bem como disse pra que diabo fui fazer um Pacto de paz com o Matt, eu sabia que ia da merda, eu tava vendo que ia dar merda, mas não, eu fui lá e fiz mesmo assim, sempre acontece isso, agora vai custar, pra ele parar de me infernizar eu mereço um negocio desses viu.
— Juliee, levanta — falava jú me sacudindo. Que droga, quando finalmente caio no sono sem as merdas dos pesadelos vem a jú e estraga a bosta toda, me viro de lado e cubro os meus ouvidos com o travesseiro
— Ah é, vejo que queres tomar mais um banho não é? — falou jú, que apesar do som sair abafado, entendo o que ela queria dizer
— Não, não, já me acordei, já me acordei — falei apressada, levantando da cama toda desengonçada fazendo a jú rir
— Oxi, tava querendo te refrescar um pouco, porque essa afobação — falou jú rindo, fiz cara de poucos amigos e me dirigi ao banheiro, tomei uma ducha rápida aproveitando pra lavar os meu cabelos......
— Jú, a belle e a Chris vem com agente hoje ? — pergunto, passando pela sala onde jú está passando os canais da TV e indo em direção ao quarto
— Hunrum, não demoram muito e elas arriscam por aqui — falou (gritou) ela da sala
Coloquei um short solto com uma blusa meia curta preta com detalhe de Cruz em dourado, tênis all star branco, fiz meu cabelo em um rabo de cavalo ( tava cansada de ter que tirar eles dos olhos em 10 em 10 segundo), passei um perfume qualquer e peguei meu skate, quem sabe não dava uma passadinha no ralf, faz tempo que não passo por lá, saio do quarto e as meninas estão conversando animadas, estranho não ouvi elas (Chris e Belle) chegarem.....
— Eai cambada de alucinadas — falo me sentando ao lado de Belle
— Já vi que tá animada — falou jú com um sorrissinho maldoso
— Iiih, lá vem encrenca — falei, mas tava doida pra saber o que era, tava cansada de mofar em casa
— Em uma só palavra, Balada — falou Belle. De novo?
— Nossa, mas uma vez — falo perdendo alguma animação que tinha
— Ah, Julie para de ser fresca, eu e a Belle queremos conhece alguns gatinhos — falou Chris. Pera ela disse fresca ?
— Ei, eu não sou fresca — falo fazendo cara feia, já é a segunda pessoa que me chama disso e fresca não é um dos meus adjetivos preferidos
— Tá bom, ó senhora NãoFresca , vai ou não — falou
Apenas dei de ombros, o que fez jú, belle e a chris derem olhares malignos entre si e pularem em cima de mim fazendo aquela voz irritante de bebê e ficar vai diz que sim, eu tentava empurrar — las mas não dava em nada, que saco
— Ei, não sei o que é mas..., — falou Gabriel invadindo o apê ( com Matt, Ricardo e Mark) pulando em cima de mim e seguindo as meninas, nossa mas esse Gabriel estava virando um folgado mesmo em, não demorou muito e os outros dois fizeram o mesmo, que droga, tava começando a ficar sem ar
— Tá bom, EU VOU, agora saiam logo de cima de mim seus putos — falo tentando empurrar eles, dando em nenhum resultado eles não moveram nem um centímetro sequer (não sei se já disse, mas Eu. Odeio. Ser. Pequena)
— Tá, já chega — falou Chris se levantando e empurrando os outros que caíram instantaneamente no chão ( É, quem sabe eu fazendo musculação, consigo fazer isso algum dia)
— Nossa, você é forte em menina — falou Ricardo levantando do chão e fazendo leve massagens no braço
— Não a de que — falou cristal com uma voz de deboche
Olho para o lado e Matt está rindo. Pera, e rindo de mim ainda por cima, eu não tô dizendo
— O que é agora? — falo irritada, era só o que me faltava: virar palhaça e não ficar sabendo
— Nossa Julie, tomou banho em tinta vermelha foi? — falou Matt rindo da minha cor, (toda vez que sinto irritação, vergonha, ou faço algum esforço fico vermelha por conta da minha pele clara. Tá okay. Minha pele transparente, clara não é o suficiente pra descrever minha cor)
Fechei os olhos e respirei fundo, nem tava a fim de confusão hoje
— Tá mas, nos vamos pra onde? — perguntou Mark interessado
— Nós? E quem te convidou? — perguntou belle
— Nossa feriu meus sentimentos — falou Mark comandando a mão no coração fugindo estar ofendido.
— Nossa que boiolisse — falo passando em direção ao estacionamento
Formos no carro de Mark pra escola (como sempre) , apesar do apertado coube todo mundo (avá. não. Eles iriam ir no pneu) e o Matt irritantemente colocava as patinha dele no meu cabelo, já falei né odeio que pessoas ( inclusive garotos) toquem em meu cabelo. Bem , a não ser as pessoas mais próximas, essas eu deixo passar
— Quer parar de fazer isso — falei me referindo a ele constantemente puxar meu rabo de cavalo, a gente já tava no corredor indo pra sala e ele ainda estava com isso. Bufo
— Não — falou simplesmente é voltou a mexer no cabelo, sinto seus dedos gélidos e longos tocando meu cabelo, sinto um arrepio e meu coração pula uma batida (what ? , meus hormônios só podem estar pirando) perai, agora ele para, puxei meu rabo de cavalo
e os solto fazendo — os caírem em ondas sob as minhas costas
— Pronto agora você para — falo me virando e encarando o seu sorriso torto
— Sabe, você fica ainda mais bonita assim — ele fala fazendo — me arregalar os olhos, abri a boca pra lhe mandar catar coqueiros, mas antes de sair um a ele me deixa falando sozinha no corredor e vai em direção a sala ainda com o sorriso de covinhas que ficam tão lindos nele ainda mais quando.. Que? Lindo nada, fica horrível com essa cratera grudado na cara. Reviro os olhos pra mim mesma, eu só devo está esclerosada, afasto esses pensamentos e sento — me em meu lugar, belle está conversando alegremente com polly, ah, fala sério, fecho a cara e abro meu caderno, não demora e logo o professor de matemática chega, estou tentando prestar atenção naquele ritual satânico em que os alunos teimam em chamam de aula, quando sinto algo pontiagudo tocar o meu braço, olho pro lado e Mark me encara
— Que cara de limão é essa ? — pergunta ele preocupado
Apenas dou de ombros — nada — respondo simplesmente e forço um sorriso não gosto de ninguém preocupado comigo, ainda mais por besteira
as aulas não passou voando como pensei que fosse, passou se arrastando fazendo — me provar a tortura de cada minuto, estou (não sou eu mais quase toda a turma) caindo de sono quando finamente toca o alarme do intervalo agradeço por finalmente Deus escutar o meu pedido, e que os anjos digam amém me levanto da cadeira e viro — me pra falar com belle. Perco meu tempo ela Ainda está conversando com polly, que grude, grude, é esse agora em? Bufo e viro-me de volta pra sair desse sala calorenta dos infernos mas bato em alguma coisa, levanto o meu olhar e vejo quem? Isso mesmo o Matt (que novidade, eeeh ~ pula ~, só que não) não sei porque mais hoje estou com um tédio que não desgruda de mim. Ia pedir pra ele tirar logo aquela pança gorda da minha frente mais a rabugenta da polly porket veio se esfregar em cima de Matt. Que vadia, revirei os olhos e passei praticamente por cima dela, a fazendo se chocar nele e ficar agarrado em seu pescoço, tá okay, eu não precisava ver isso, o meu estômago já estava se embrulhando com a cena, passei reto pra fora da classe, nem esperei Mark nem Belle pra ir pro refeitório, peguei o dinheiro da bossa e peguei um salgadinho qualquer e uma Coca, procurei um lugar decente e achei uma árvore um pouco afastada do túmulo que se acumulava no pátio, pequei minhas coisas e fui até lá, coloquei os fones e coloquei alguma música aleatória do mp3, começou a toca kiss The rain (um solo de piano) perfeito, estava mesmo precisando dessa paz.....
# Matthew Narrando
— Malhando muito matthewzinho? — falou polly passando as mão pelos meus braços, me afastei um pouco, não estava afim de um repeteco
— Cê acha? — perguntei intediantemente indiferente
— Uhum, da última vez que estivemos juntos eles não estavam tão forte e másculos como agora — falou se referindo a nossa noite juntos
— Nem percebi — falei indo em direção a Mark que me esperava pacientemente
— tchau pra você também, nós nos encontramos hoje a noite — falou, apenas a ignorei, cheguei em Mark e formos eu ele e a Belle ao refeitório Belle era bastante diferente da irmã, enquanto ela era doce e gentil, a outra era inquieta e carrancuda (as vezes) devia ser por isso que Chris e Julie se davam tão bem, por ser assim tão parecidas na personalidade, em falar em Julie, cadê ela ?
— Gente cadê a Anã de jardim ? — perguntei quebrando o silêncio
— Anã o que ? — perguntou belle confusa
— De jardim — completei, rolando os olhos
— E quem é essa? — perguntou ainda confusa
— A Julie — esclareceu Mark indiferente
— Anã de jardim, é resume bem ela — falou ela dando uma risadinha — Mas não sei onde ela tá, nem vi ela depois da aula — completou pensativa
— É percebi — falou Mark friamente, tá legal esse negócio tá estranho, mas prefiro não mexer com isso
— Ei o que eu fiz? — falou belle espantada pela frieza de Mark
— Nada — falou simplesmente e o silêncio voltou a reinar, enquanto andávamos em direção ao refeitório olhava os lados, pra ver se conseguiria encontrar — lá, mas nem isso, é, pelo visto Julie devia ter se enfiado em algum buraco (como sempre) diz ela que ela gosta de ficar só as vezes, mas alguma coisa me diz que não é isso, de certa, alguma coisa está a encomondando, viramos ao corredor do pátio e jú estava na fila comprando algumas coisas
— Jú a quanto tempo — falei furando fila, passando em sua frente, eu que não ia ficar em fila indiana esperando a minha vez, eu em
— Mas que folgado não — falou jú, pagando as coisas
— Aonde é que vai com tudo isso — perguntou Mark curioso
— Ah, isso — falou levantando as coisas que carregava Não, é que chris pediu pra eu comprar pra ela e ficou deitada, aquela folgada
— Ah,você ainda não viu nada, deixa só ela ganhar mais um pouco de asa — falou belle rindo
— Tá, mas pode deixar que eu mesmo dou umas aparadinhas de vez em quando — falou sorrindo, se afastando, olhei a direção em que ela tomava e vi longos cabelos cor de fogo, presumi que fosse Julie
— Aí mano, compra um cappucino de chocolate e alguma coisa pra acompanhar — falei, entregando o dinheiro a Mark e indo na mesma direção de jú, cheguei perto e peguei algumas das comidas que carregava
— Obrigada, tava achando que ia me estabacar no chão com isso — falou jú agradecida, fazendo — me rir baixinho, ao chegar perto de uma árvore, avistei Julie encostada na árvore de olhos fechados com fone de ouvido enquanto fazia carinhos no cabelo de Chris que estava em seu colo conversando animadamente com Gabriel e Ricardo, sentei me na grama sorrateiramente colocando as comidas do meu lado
— Comidas — falou Chris animada — passa a minha aqui ó perceu (falou se referindo a mim, ela inventou esse apelido ridículo a alguns dias, não gostei, a fazendo continuar com ele) revirei os olhos
— Vem você ó sua folgada — falei, ela levantou — se e começou a pegar suas coisas rapidamente já que Gabriel, Ricardo e jú estavam atacando tudo que vê pela frente, olho de lado e vejo Julie ainda de olhos fechados e com a mão movimentando na forma que estava fazendo carinhos em Chris, o rosto dela parece sereno, está tão tranquila que nem consegue ver que não tem mais ninguém em seu colo, ri baixinho, e me aproximo mais dela ( ela vai me matar por isso, mas o rosto que faz quando está assustada, é Hilário) devagarzinho me aproximo de seu colo, deito — me e logo sou recebido por seus dedos macios e quentes passeando sobre meu cabelo fecho os olhos apreciando a sensação. Isso é tão bom, passado alguns pouco minutos assim, acho que ela ainda não tinha se ligado que era eu, quando belle chega e fala
— NOOOOH — todos, nos olham com caras de divertimento, é, eles também não tinham visto. Julie logo abre os olhos e os arregalam de susto, ri baixinho, ( Meu erro) logo ela se levanta numa rapidez, fazendo minha cabeça bater diretamente contra o chão ( agradeço profundamente por esse chão ser de grama)
— Mas é muito folgado, não é ? — falou ela brava, ficando vermelha, ri baixinho E você nem pra me avisarem né, seus bando de traíras — falou se virando pra os outros que caíram na gargalhada
— Ei, eu nem tinha visto — falou chris rindo
Julie bufa, murmura algo e volta ao seu lugar me empurrando
— Sai pra lá tu também — falou enquanto me afastada de seu colo
Ri Ainda mais ela era linda brava, parecia aquelas crianças quando os amiguinhos não lhe emprestavam os seus brinquedos
— Que foi agora? — perguntou me fuzilando com os olhos, tá legal, tô ficando com medo, acho melhor parar
— Nada — falei tentando segurar o riso, o que foi em vão
— Ah, seu desgraçado — falou pulando em cima de mim fazendo — me cair deitado e dando pequenos tapas que acabou virando cócegas, ah, se ela quer brincar, vamos fazer isso direito, invento a posição e fico por cima dela fazendo cócegas fazendo — a fechar os olhos de tanto rir
— Tá, tá bom, para — falou em meio a risadas
— Como se diz? — falei fazendo ainda mais cócegas
— Não acredito que irei dizer isso... mas Eu Arrego — falou ainda rindo, o sorriso dela era tão lindo, tão iluminador, que fiquei obcecado por eles, paro de fazer colegas e ficou a fitando, seu rosto que transmite tanto intimidação aos outros mas na minha visão se torna angelical e tão frágil, e seus lábios rosados que me despertam uma coisa a qual nunca senti antes, sinto também seu olhar de volta, tiro alguns fios de cabelos e os coloco atrás de sua orelha fazendo — q estremecer pelo meu toque, fito seus olhos verdes — azulados que investigam cada centímetro do meu rosto, mas logo desviam o olhar, virando seu rosto como se tivesse recolocando barreiras invisíveis....
Ouço alguém arranhar a garganta, aí que me dou conta que tínhamos platéia, nem tinha me ligado nesse detalhe
— Olha, já vi que já rolou um clima — falou Ricardo com um sorriso malicioso, enquanto saia de cima de Julie oferecendo — a minha mão como apoio, a qual ela a ignorou completamente se levantando só
— Não viaja Ricardo — falei recuando a minha mão
— Não parecia isso a cinco segundos atrás — falou Gabriel, olhei de lado e vi Julie rolando os olhos
— Gente vamos parar né? Vamos parar de tanto fumar ervinhas, isso tá começando a dar efeito na cabeça de retardo de vocês — falou Julie mal humorada
Sentamos e continuamos com nosso lanche não demorou muito e logo o sinal tocou indicando a volta a tortura, fala sério quem irá usar algum dia da sua vida útil a merda das leias de newton, faça — me um favor.
# Julieta Narrando
A aula de Matemática é muito chata, só tá faltando eu morrer de tédio, encosto minha cabeça na cadeira, fecho os olhos e me desligo da terra, até que só escuto o zumbindo da fala do professor, devo ter pego no sono
— Juliee, bora dorminhoca a sessão de tortura acabou — alguém me balançava, mas minha vontade era de me ensocar num buraco e voltar a dormir
— Ah não, agora eu quero dormir — tentei falar, mas o que ouvi saiu todo embolado
— Nãã, nada — Mark falou me levantando e colocando em pé ( nessas horas dejesaria ser um pouco mais cheia) quase que perdia o equilíbrio, mas me seguro em Chris
— Aí aí, não muda nunca né — falou enquanto íamos em direção ao apê
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