Nem Todos São Iguais !!
4 Capítulo 4 - Você ???
Notas iniciais
Matthew ( gente só consegui colocar a foto assim, se quiserem ver como o Matt é, é só clicar nesse link que vocês serão direcionados para a imagem dele okay? Falem pelos comentários o que acham dele)
# Matthew Narrando
Ontem eu bebi muito, e fiquei um pouco alterado, por mais que a bebida fosse leve, tudo que é demais causa algum efeito ou consequência, eu já tava cheio da minha mãe desrespeitar os meus amigos , eles levam numa boa mas eu sei que eles ficam encomodados pois eu também fico, e também tem o meu pai enchendo a porra do meu saco com os negócios da empresa. não queria ter gritado daquele jeito com a Julie ela tava até tentando não explodir também , diferente de mim que na primeira oportunidade que tive sai atirando pedras por todos os lugares... Quando Mark me deixou em casa entrei em casa sem barulho e cai na cama, não demorou muito e já amanheceu, e consequentemente o alarme tocou indicando a hora da escola, hoje Mark não ia comigo porque ia levar a prima e a Irmã no colégio, sai da cama com dificuldade já que o sono ainda me rondava, tomei banho coloquei uma camisa branca, calça azul e minha toca preta, peguei meu skate e desci as escadas hoje eu não tive muita sorte minha mãe estava sentada no sofá lendo uma revista, enquanto amanda a nossa empregada estava pondo o café da manhã na mesa, passei por minha mãe e fui pra cozinha
Matt, que cara é essa? — amanda perguntou enquanto me sentava na mesa e pegava um pedaço de bolo
Isso se chama sono amanda, só isso — menti, porque a verdade é que eu tava com uma ressaca do caramba
Se não tivesse saído com aqueles macoenheirinhos ontem a noite, hoje você já estava descansado — falou minha mãe do sofá sem tira os olhos da revista
Revirei os olhos e coloquei o dedo na boca, amanda me viu e riu baixinho
Terminei o bolo, tomei o suco, peguei meu skate me despedi de amanda e fui pra escola
# Julieta Narrando
A minha noite foi uma merda assim que peguei no sono, comecei com os pesadelos de novo, e dessa vez os gritos da minha irmã eram mais desesperados ainda, no sonho eu estava no lugar cheios de flores e arbustos lindos, o céu estava claro e o sol brilhava no horizonte, quando estou apreciando a vista escuto os gritos da minha irmã, o céu escurece trazendo consigo a chuva até que só resta o escuro e os gritos aflitos da minha irmã acordo suada e fria sento na cama ainda em estado de choque e respiro fundo várias vezes para impedir que as lágrimas de vir, abri os olhos e o sol indicava que ia nascer e logo o horário de ir a escola se aproximava me levantei e o apartamento estava em silêncio a jú provavelmente estava dormindo ainda, fui no banheiro e tomei uma ducha demorada, quando sai do banho a jú estava na mesa tomando o café, passei por ela lhe desejando bom dia ela respondeu ainda um pouco sonolenta, fui pro meu quarto e coloquei uma blusa de um tecido leve azul marinho e um sort solto, marquei bastante os olhos com cor preta e violeta, soltei e arrumei os cabelos, coloquei minha toca branca, passei perfume, e peguei meu skate, hoje eu queria ir sozinha pra escola se eu fosse com a jú ela notaria meu silêncio, e se eu fosse de skate daria tempo pra me recompor, sai do quarto e Mark atacava o café da manhã, Jú não estava mais na mesa, devia estar no banho.
Cuidado em Mark a gula é um dos sete pecados capitais — falei parando ao lado de Mark
Que nada, só estou em fase de crescimento — falou Mark de boca cheia dando uma piscadela pra mim
Credo, Mark — falei me referindo quando ele me respondeu com a boca cheia me fazendo ver a sua comida sendo mastigada
Sai do seu lado me sentei no sofá, liguei a TV e fiquei procurando algo interessante nela
Você já come Julie? — perguntou Mark
Não, é nem estou com fome agora — respondi seca, mas mesmo se tivesse com fome a comida não me desceria a garganta e provavelmente eu colocaria tudo pra fora o sonho que tive hoje ainda estava passando na minha cabeça como um filme repetitivo, dois minutos depois a jú saiu do banho e foi pro quarto se trocar, logo depois voltou
Vamos Mark já está na hora — falou jú
Mark se levantou e me levantou sofá
Vamos pequena, que preguiça é essa? — perguntou sorrindo de lado
Podem ir, eu não vou de carro — falei e levantei o skate
Mark e jú me olharam de lado mas foram numa boa, depois que eles saíram, fechei o apartamento e fui pra rua, coloquei o skate no chão e comecei a remar, quando tinha uma estrada reta eu fechava os olhos e sentia o vento no meu rosto e o meu cabelo balançando, sentir e respirar a brisa fresca de manhã......... respirei fundo e andei mais rápido se eu não fosse rápida chegaria atrasada, nossa como o tempo passa depressa.
# Juliana Narrando
A Julie hoje estava muito estranha, mas resolvi da um tempo pra ela, ela ainda precisa se acostumar com as coisas,mas se isso não acontecer logo eu vou intervir, a Julie já sofreu demais, não demorou muito e logo estávamos na escola, que por sinal já estava aberta, me despedi de Mark encontrei Diego no caminho e como somos da mesma sala, e confesso que tenho uma quedinha por ele fomos juntos pra sala, no caminho topamos com Ricardo, nos comprometemos e continue o meu caminho
# Julieta Narrando
Cheguei as pressas na escola, o portão tava quase se fechando exeto por uma brecha, como sou magra não tive muita dificuldade de passar por ela, assim que passei topei com uma mulher de mais ou menos 45 anos que me encarava com uma cara de poucos amigos, essa devia ser a inspetora a qual jú falou, forcei um sorriso falso e falei
Oi
Isso é hora de chegar? ( perguntou olhando o relógio e batendo o pé) que tipo de filme essa mulher anda assistindo.?
Desculpa é que vim de skate, e os carros não estavam ajudando — menti
Ela me olhou de lado e respondeu
Você deve ser novata não me lembro de você do ano passado, e como é o seu primeiro atraso , vou deixar a senhorita passar
Obrigada — sorri cínica
Passei por ela que me parou com o dedo
Mas que fique bem claro que será a última vez que farei isso — falou
Apenas confirmei com a cabeça e fui em direção a sala
Mejera mau comida — murmurei no caminho, quando cheguei a sala, o professor de matemática já Estava no quadro ensinando a tortura das lei que fulano de tal descobriu
Bati leve na porta e perguntei o mais angelical possível
com licença professor, posso entrar?
Ele me olhou de lado e respondeu
Claro — respondeu sorrindo
Não gosto de matemática, até porque não sei de nada, quando me explicam parece que eles estão falando árabe, mas o professor da matéria e bastante legal
Sorri de volta e me sentei na única cadeira disponível na sala, olhei quem estava no meu lado e quase tive um Enfarto fulminante se eu estivesse em pé provavelmente estaria no chão agora, eu não acredito que fugi de lá, das confusões , sentimento, e problemas pra ELA me perseguir até aqui, era a desgraçada da poliana sorrindo descaradamente que eu estava encarando isso só podia ser uma miragem, puta que a pariu
Ora, Ora, como o mundo é pequeno não acha? — perguntou mais cínica possível
Nossa, e eu achando que tinha amarrado a vaca no pasto, como você escapou? — perguntei sorrindo sem mostrar os dentes
Depois que falei aquilo ela fechou a cara e me fulminou com o olhar, me virei tentando prestar atenção na aula
Não é possível, tanto lugar no planeta Terra,e ela se mudou logo pra aqui? (o pai dela é empresário administrador, e vive se mudando, é, a merda da empresa do Rio está precisando dos serviços dele)
Parece que demorou um século pra chegar a hora do intervalo, assim que soou o sinal, não esperei Mark, não fui procurar a Jú e nem ia pro pátio não estava com fome e muito menos queria ver a cara daquela desgraçada da polly, e a cara de imbecil do Matt, já bastou as 3 aulas aturando ver a merda da nuca dele (e as conversinhas pornograficas dele e suas ficantes) já que ele estava na mesma fila que a minha e ele é do tamanho de uma girafa não podia resolver muita coisa pro meu lado, procurei um pilar afastado, e achei, mas tinha um menino com os olhos fechados escutando musica num pilar próximo a ele.... Foda — se, só achei esse pilar afastado e não vou procurar outro lugar e também se ele fala comigo e só ignorar, cheguei de mansinho, me sentei e coloquei uma música de Linkin Park — Numb fechei os olhos e me desliguei do mundo, quando cheguei no refrão da música abri os olhos, e tive um leve susto o garoto estava me olhando do outro pilar, quando viu que eu percebi que ele estava me olhando sorriu levemente, fechei a cara e voltei a fechar os olhos , uns 10 segundo depois sinto algo pegar em mim abro os olhos e vejo que tem uma pedra por perto que antes não estava, levanto a cabeça e o menino está sorrindo, desgraçado, foi ele que teve a audácia de jogar a pedra em mim, já estava ficando puta, quando olhei-o mas atentamente, ele era do grupo de Mark, um dos skatistas,...... o Gabriel
Baixei o volume da música e acenei com a cabeça
Oi, Gabriel!!
Oi, Julie! — respondeu se lembra do meu nome!!! pensava que nem sabia da minha existência
Nossa quem ver você falando assim, até pensa que sou uma Mejera que sofre de amnésia
ele riu baixinho e balançou a cabeça, aumentei novamente o volume Da música e votei a fechar os olhos, Gabriel não me encomodou tentando puxar conversa,o que fez eu gostar um pouco dele.
# Gabriel Narrando
Estava acontecendo Alguma coisa com a Julie, ela Estava muito Quieta e pensativa chegava até ser melancólico ver o olhar dela, e pelo pouco que a conhecia se via que ela não era assim, deixei — a quieta, se ela estava aqui, num lugar isolado do pátio significava que estava querendo o mesmo que eu paz pra pensar nas coisas, se ela estivesse com problemas eu seria a última pessoa para qual ela se abriria, afinal ela mal me conhece.
# Matthew Narrando
Formos pro intervalo, eu, Mark, Ricardo, Romeu, a Jú, Diego e a Poliana a nova novata muita gostosa por sinal mas um pouco burrinha, a garota só sabia falar de moda, esmaltes da moda, o que o pai dela fazia ( na minha opinião o assunto mais chato entre esses, já tinha o meu pai pra encher o saco) mas só era desligar o ouvido e olhar as curvas dela, ficava com água na boca só de olhar.....
. # Julieta Narrando
O intervalo acabou, me despedi do Gabriel e fui pra sala acabar logo com a tortura, cheguei na sala e me deparei com a cena mais nojenta de toda a minha vida como a professora ainda não tinha chegado Matt e a polly estavam se beijando encostados na parede num maior amasso a mina chegou hoje e já tá se esfregando com o cara na frentes dos outros ainda por cima, revirei os olhos, juro me deu uma maior vontade de vomitar, sentei no meu lugar, o professor chegou e logo a putaria terminou, dessa vez a hora passou rápido. Sai da sala e a jú estava me esperando com o playboizinho do Diego e o Ricardo cumprimentei eles e disse a jú que iria volta de skate de novo
Porque? — perguntou confusa
É que quero ir na praia, faz tempo que eu não vou
Tem certeza, não quer deixar pra ir outro dia?
Sim eu quero ir hoje — respondi seca, pus o skate no chão e remei com todas as minhas forças pra longe daquele lugar, tanto esforço pra esquecer o passado, mas ele sempre vem atrás de mim, não há nada que eu possa fazer, mas eu juro se aquela barbie paraguai pensa que eu sou aquela menina besta e inocente do passado está muito mas muito perdidamente enganada, cheguei na praia coloquei o skate na mochila e coloquei em um lugar da praia, entrei no mar, só molhando o pé e o observei, as ondas iam e viam e tinha alguns surfistas pegando elas e fazendo manobras super iradas, até que se parecia um pouco com andar de skate, minha irmã e eu adoravam ver o por do sol e o skate, sim, minha irmã andava de skate, aprendi com ela, cai várias vezes, em vez de me ajudar ela ficava rindo da minha cara e mandando eu me levantar pra cair de novo, um leve sorriso se Forma no meu rosto, mas daí me lembro que ela não Poder mas fazer isso .... Respirei fundo e me virei com a intenção de ir embora, mas tinha uma pessoa na minha frente levantei o olhar e vi quem era, mas agora eu não tinha energia pra brigas
Oi — Matt falou e sorriu
Ignorei e me desviei da sua frente peguei minha mochila, ia colocando o skate no chão pra remar quando matt pega o meu braço
Agora, vai fingir que não existo? Eu não sou invisível não? Sabia?
Olhei pra ele com indiferença
Da pra me soltar ou está difícil? — perguntei seca
Ele me soltou, e eu me virei, e ele me pegou de novo
O que é que você quer, será que é tão difícil assim me deixar em paz? — perguntei devagar
Ele me olhou e me soltou
É que.... Eu só queria te pedir desculpas por ontem a noite na balada. Eu tinha bebido um pouco além da conta e estava um pouco aborrecido, eu sei que você está se esforçando pra não explodir, já que agente é do mesmo grupo de amigos e eu na primeira oportunidade explodi descontando em você, então... Desculpas — falou envergonhado olhando em meus olhos
Tanto faz, eu realmente não me importo — respondi seca
o deixei na praia e fui pro apartamento, hoje é dia 14 o mesmo dia que a minha irmã morreu, o vazio e a dor sempre volta, e saber que fui eu a responsável torna isso ainda pior, hoje eu precisava aliviar um pouco a dor, a lâmina pra mim era igual a heroínas, me sentia livre, sem preocupações e dor, bem a dor até que vinha, mas no dia seguinte porque ela e não eu? Ela ficou toda ensanguentada, quebrou vários ossos e eu? Apenas alguns arranhões de leve e um braço quebrado e eu nada, só alguns arranhões , nunca fiz um corte profundo ou um que causaria morte, mas o bastante para deixar cicatrizes e além do mais eu sinto um pouco de dor física estou farta do vazio e a dor que tenho dentro, é uma forma de trazer essa dor de dentro pro lado de fora..
# Matthew Narrando
Essa não era a Julie, pelo menos não a que me deu o chute no saco, depois do episódio fui pra casa, Iiiiiiii deu merda meu pai estava em casa, entrei o mais sorrateiramente possível mas não foi o suficiente
Filho, estava esperando por você — falou meu pai animado
Ta, o que foi dessa vez — perguntei seco tinha certeza que tinha algo a ver com a empresa meu irmão não está aqui, sobra pra mim
Então, estamos precisando de homens na administração, e bem, como você manda bem na matemática, não gostaria de fazer um estádio? — perguntou o meu pai esperançoso
Obrigado pai, mas não — repondo e vou em direção ao meu quarto.
Mas esse vai ser um excelente aprendizado pra você
essa não é a minha praia.
É, mas um dia logo será — falou meu pai autoritário — é você quem vai ficar no comando da empresa.
É o que veremos — repondo e sorrio de lado, já expliquei um milhão de vezes ao meu pai que não tem chance alguma de eu ir pra aquela empresa e ele fica se iludindo desse jeito, meu irmão não quis e ele quer empurrar as empresas na minhas costas, eu não quero isso, tenho outros sonhos e não vou deixar de viver o meu pra viver o dele.
# Julieta Narrando
Cheguei no apartamento e a jú estava em casa e adivinhem com quem? Com aquele playboy do Diego, os comprometei e fui pro meu quarto, logo depois fui tomar banho e quando sai do banheiro a jú e o Diego estavam se pegando no sofá, revirei os olhos e fui pro quarto devagar pra não assanhar os pombinhos, coloquei meu pijama e prendi os cabelos, tinha chegado a hora do meu ritual, peguei a lâmina que estava escondida dentro do colchão, foi o único lugar que eu achei que ninguém a veria, ninguém sabe que faço isso, nem a jú e nem o Mark sentei na cama fechei os olhos, respirei fundo, e os abri, equilibrei a lâmina na mão e peguei o meu pulsos e fui passando a lamina sem se importar de onde estaria pegando logo uma dor fina pulsou o lugar em que passei a lâmina, o lugar ficou de uma cor branca, logo depois o líquido vermelho já estava brotando de dentro da minha pele, senti a sensação tranquilizadora, e os ruídos ao meu redor ficaram menos nítidos fiz mais alguns cortes dessa vez escrevendo o nome da minha irmã: Renata, estou cansada dessa culpa, eu fui tão imbecil e imatura eu sou mesmo uma bosta, um verdadeiro lixo doméstico, nem os meus pais conseguem olhar na minha cara, e eu nem sei como os meus primos conseguem, eu não teria coragem, guardei a lâmina ou melhor escondi a lâmina no colchão, limpei os resquícios de sangue, e finalmente a dor física que eu tanto procurava chegou, fazendo minha veias pulsarem e meu sangue bombear mais forte, a dor que não seja só do vazio e a solidão, abri meu armário de roupas e peguei meu violão, sim eu tenho violão e tenho também uma guitarra, mas só toco ela quando quero extravasar um pouco, só uso ela quando estou muito puta com alguma coisa ou alguém. Quando preciso de para tocar alguma música ou senão quando vem aquela vontade de comprar uma arma de calibre 12 e estourar ela na cabeça de algumas pessoas, eu sei é meio violento, mas as vezes me dá uma vontade dessas
Me sentei num canto da parede, coloque o violão no colo e comecei a cantar The Scientist — Coldplay , essa música me faz lembrar de quando eu minha irmã e meus primos eramos crianças, nessa época a nossa tia morava em São Paulo então eu e a Renata brincávamos quase todo dia com a jú e o Mark, éramos os diabinhos em pessoa, não conseguimos ficar 1 minuto sem arrumar confusão, crescemos e eu e minha irmã ficamos mais próximas uma da outra nos contávamos tudo uma para outra, compartilhavam sentimentos sensações, dores, vontades, alegrias, opiniões, falávamos especialmente de garotos tinha dias que agente ficava noites falando disso Renata era uma verdadeira companheira. As lágrimas que tanto segurei não conseguiram ser engolidas outra vez, foram caindo feito a água das cachoeiras, guardei o violão, peguei minhas pulseiras pretas e as coloquei onde eu havia cortado para esconder as marcas e cicatrizes, e me deitei na cama, me vire de lado e as lágrimas não cessavam queria tanto ter minha mãe aqui pra poder me consolar nem que pelo menos compartilhar a dor que nois sentimos porque sei que ela também sentem essa dor, todas as noites escutava os choros dela baixinho, na sala no meio da madrugada, e eu ficava a olhando do alto da escada e chorando com ela também.... Aos poucos os meus olhos foram ficando pesados e exaustivos, logo sucumbi a escuridão dos sonhos.....
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