Notas iniciais
Demorou menos que das outras vezes....
E depois de uma recomendação maravilhosa que eu recebi, eu adiantei o final do cap. ='.'=
Valeu, Nathalia Riggs....
Mais um cap pra vcs, suas bonitas e seus bonitos.... >.

POV. CHRIS (Brooklin – 1985)

Um dos meus maiores problemas na Corleone era que ninguém me respeitava. Todos me zoavam e só não me batiam por que a Lizzy sempre tava por perto. Mas mesmo assim minha vida não era um mar de rosas. Eu não queria a Lizzy do meu lado como se fosse um guarda costas. Ela era minha melhor amiga e eu detestava dar trabalho pra ela. O Greg sempre andava com a gente, SEMPRE; mas nós dois éramos mais próximos. Morávamos perto, passávamos muito tempo juntos e pela influência dela, eu comecei a me preocupar muito menos com o que acontecia nos corredores da escola. O Caruzo já não importava tanto e o que as pessoas falavam muito menos. Eu já ria com as brincadeiras e piadas idiotas dos outros, mas aparentemente a influência dela não se estendeu pro Greg.

“Droga! Eu não aguento mais!” Eu e a Lizzy estávamos conversando nos armários quando o Greg chegou. Tava com cara de pouquíssimos amigos e vinha com os livros todo amassados. A Lizzy olhou pra mim e ergueu a sobrancelha, segurando o riso, e depois olhou pra ele.

“O que é isso, Greg?” Ele olhou pra ela sério e falou em um tom alto.

“Isso! Pode rir! Não é com você!” Dei um passo à frente, quase ficando entre eles.

“Ei, não grita com ela!”

“Ah, agora os namoradinhos se defendem e deixam o idiota aqui sozinho!” Senti o sangue subir pro meu rosto, mas mandei a vergonha pra China.

“Idiota mesmo! Nenhum de nós dois tem culpa por você estar estressadinho!” Deixei o sarcasmo bem evidente pra ver se ele se tocava. Ele abriu a boca pra falar, mas logo fechou e abaixou os olhos.

“Tem razão. Desculpa, cara. To estressado mesmo.” A Lizzy saiu de detrás de mim.

“Deu pra notar.”

“Desculpa, Lizzy.” Ela sorriu e foi até ele, abraçando-o. Me mexi, inquieto. Ela se afastou dele, mas não muito; ele continuava com as mãos na cintura dela e eu cerrei os dentes. “Você é tão baixinha.” Ela fez uma careta e bateu no ombro dele.

“Pára. Já basta aquele idiota brincando com a minha cara.” Ela apontou pra mim e riu, depois voltou a olhar pra ele. “O que foi que aconteceu?” Senti uma pontada de ciúmes.

Ela tá usando com ele o mesmo tom carinhoso que ela usa quando tá preocupada comigo. Me virei pro meu armário e comecei a tirar os livros das aulas do dia. Preferi não olhar ou eu poderia falar ou fazer alguma besteira.

“O Caruzo. Já que o Chris não tá mais disponível como saco de pancadas porque vocês dois estão sempre juntos, ele tá descontando em mim.” Olhei de relance e ela tava acariciando o rosto dele.

Droga! São os meus melhores amigos! Eu tenho que parar com isso! Senti vontade de deixar os dois lá e ir pra sala, mas me controlei. Respirei fundo e virei pra olhar pra eles.

“E aí? Vai fazer alguma coisa ou vai aguentar calado que nem eu?” Ele negou com a cabeça.

“Ficar sem fazer nada, não. Você tentou várias vezes mudar isso. Agora é a minha vez.” A Lizzy se soltou gentilmente dele, franzindo o cenho e inconscientemente eu suspirei de alívio.

“O que vai fazer?” Ele falou de forma simples.

“Vou virar inspetor.”

POV. LIZZY

“Inspetor? É sério isso, Greg?” A gente não tinha conseguido conversar direito antes da aula, por isso no intervalo fomos na lanchonete do outro lado da rua pra conversar em paz.

“To falando sério. Vou conversar com a Srta. Morello depois da aula.” O Chris deu de ombros e sorriu, claramente satisfeito.

“Deixa ele tentar, Lizzy. Mesmo se não der certo, ele tentou.” É, até que ele tem razão.

“Ok, mas toma cuidado, Greg.”

“Quando eu pegar aquela braçadeira de inspetor, ninguém mais vai tocar em mim.” Olhei pro Chris, assustada, enquanto o Greg levantava e voltava pro colégio.

“Ele parece confiante demais pro meu gosto.” O Chris deu de ombros, indiferente.

“A gente só aprende quebrando a cara.”

“Porque você tá tão insensível? Ele é seu melhor amigo! Não se preocupa com ele?” Ele se sentou reto e me olhou nos olhos.

“É claro que eu me preocupo, Lizzy, mas tem coisas que a gente precisa viver a experiência.” Um déjàvu veio na minha mente, me fazendo lembrar o dia que eu disse a mesma coisa pra ele. “Se ele acha que consegue sozinho, sem a gente, só ele e uma braçadeira, deixa ele tentar. Se funcionar ele deixa de ser idiota, e se não funcionar ele vai voltar correndo e chorando. A gente cuida dele enquanto eu tenho o prazer de apontar o dedo na cara dele e dizer: ‘Bem feito!’.”

“Nossa, que cruel!” Mas eu ri. Olhei bem pra ele e por um momento não reconheci aquele garoto na minha frente. Ele amadureceu tanto... “Acho que tem razão. A gente só observa, então?” Ele levantou e assentiu, pegando a minha mão e me puxando.

“É. A gente só observa.”

POV. CHRIS

Eu logo percebi porque o Greg resolveu ser inspetor. A elite nos corredores da Corleone. Ninguém tocava naqueles caras; eles eram quase uma polícia escolar. Ok, exagero. Eles não podiam te prender, mas cada vez que você ganhava uma anotação deles, tinha que ir falar com a vice-diretora. Uma vez um inspetor me pegou cabulando aula e eu tive que ir me explicar pra vice-diretora. Ganhei uma bela detenção de 15 dias. Foi ótimo!

A Lizzy tinha prometido que só ia observar, mas por via das dúvidas eu ia ficar do olho nela. Não que eu não confiasse nela, afinal ela nunca quebrava promessas, mas vez por outra ela burlava algumas coisas pra ajudar alguém. Por alguém, leia-se eu.

Eu tava me sentindo meio egoísta por não deixar a Lizzy ajudar o Greg como ela me ajudava, mas algo me dizia que o Greg precisava daquilo. Ele era protegido demais, mimado demais. Achei que ele precisava se ferrar uma única vez pra saber o gosto que tem.

Depois da aula a gente se despediu do Greg e fomos pra casa, enquanto ele ficava lá pra conversar com a Srta. Morello. Eu sabia que no dia seguinte a gente não ia ver nem sombra dele até o sinal pra aula tocar. Agora é esperar pra ver...

“Você ainda tá preocupada.” Falei pra Lizzy enquanto eu observava ela morder o lábio inferior e olhar de um lado pro outro do corredor.

“Eu sei.” Ela parou e me olhou. “Acha mesmo que isso vai dar certo?”

“Acho que ele precisa tentar.” Naquele momento o sinal pra aula tocou. “E a gente vai descobrir agora.”

Poucos segundos depois o Greg apareceu em uma ponta do corredor. Me encostei no armário ao lado da Lizzy e esperei. Ele veio descendo o corredor e falando alguma coisa em voz alta, mas ninguém ligava pra ele. Se não fosse meu melhor amigo eu teria rido. A Lizzy tava se coçando pra ir falar com ele, eu tinha certeza. Tive que segurar ela pelo braço quando dois garotos começaram a correr atrás dele pra bater.

“Você prometeu.”

“Mas ele tá precisando de ajuda!”

“Mas ele não pediu a nossa ajuda. Ele dispensou a gente. Tradução: eu consigo sozinho. Deixa ele.”

“E se... ele pedir a nossa ajuda?”

“Aí sim, a gente vai. Antes disso, não. E não vale você armar pra ele pedir ajuda. Ok?” Ela assentiu, triste. “Ótimo. Vamos pra sala.” Peguei a mão dela e entrelacei nossos dedos, puxando ela de leve.

POV. LIZZY

A gente mal viu o Greg naquele dia e nos três dias seguintes. Ele entrava na sala atrasado e saía antes da aula terminar. O Chris não me deixou ajudar nem uma única vez. Eu sei que ele tem razão; o Greg dispensou a gente sem nem pensar, mas eu queria ajudar. Ele é meu amigo e eu gosto muito dele.

Pela cara que o Chris fez quando eu abracei o Greg, achei que ele não me deixou ajudá-lo por ciúmes, mas acabei vendo que não era. De um jeito meio estranho ele queria o melhor pro Greg. Então resolvi respeitar a decisão do Chris; o Greg precisava aprender a se virar sozinho se era isso que ele queria. Eu sinto muito, Greg...

Passei o fim de semana inteiro ligando pro Greg, mas ele nunca atendia. Aparentemente ele não queria falar com ninguém. Falei isso pro Chris e ele pareceu não ligar muito, mas eu sei que ele ficou preocupado. Contei as horas pra chegar logo segunda e eu poder ver o que tinha acontecido com o Greg.

Como sempre ele só apareceu depois que o sinal tocou. Esperei ver outra sessão-tortura: ele apanhando ou fugindo; mas algo diferente aconteceu. Na verdade ele parecia mais um trator naquele corredor. Folhas de anotação voavam pra todos os lados e ele parecia um louco. O mais estranho é que ninguém gritava ou desobedecia. De certa forma eu fiquei feliz por ele ter encontrado alguma coisa que ele fizesse tão bem, mas minha felicidade durou pouco. Pra ser mais exata, durou o tempo que ele levou pra alcançar a gente na outra ponta do corredor.

“Já deviam estar indo pra sala.” O Chris riu e virou pro armário pra trocar de livro.

“Ok. Boa piada, Greg.” Notei que tinha algo diferente nele, mas entrei na onda da zoação.

“Sim, senhor comandante!” Ele não riu e eu estranhei ainda mais. “O que foi, Greg? Algum problema?”

“Não quero que os outros pensem que vou pegar leve com vocês porque são meus amigos, então é melhor irem pra sala, ou...” Ele deixou a frase suspensa e o Chris não gostou nada da ameaça escondida.

“Ou o quê?” Ele se virou pra encarar o Greg e eles ficaram bem perto um do outro. Chegava a ser intimidador; o Greg tinha soltado uma ameaça, mas nem se comparava com o olhar de desafio do Chris. “Vai fazer o quê?”

“Vou ter que te dar uma anotação e você vai passar a tarde com a vice-diretora.” O Chris riu e falou com escárnio na voz.

“Grande coisa. Mas eu não esperava nada menos de alguém que deixou os amigos de lado.” Deu pra notar que o Greg ficou incomodado; ele ergueu o queixo pra não demonstrar medo, mas de nada adiantou. Os dois eram mais altos que eu, mas o Chris era o maior de nós três.

“Não deixei ninguém de lado; esse é o meu trabalho.”

“Ok, então. Vai trabalhar. Não vou ficar aqui perdendo o meu tempo com você.” Vi uma sombra de mágoa passar pelos olhos do Greg, mas foi tão rápido que fiquei pensando se não tinha imaginado. “Vem, Lizzy.” Ele me puxou na direção da sala, deixando o Greg pra trás. Fiquei com um aperto no peito; tinha uma pergunta que eu queria fazer, mas tinha medo da reação dele. Mas, peraí... eu não tenho medo de nada! Respirei fundo e perguntei, minha voz saindo baixa.

“Chris, você não acha que foi muito duro com ele?” Como imaginei, a reação exagerada não demorou a vir. Ele me puxou mais forte e me levou pra um corredor sem saída. Estremeci ao sentir sua respiração quente no meu rosto quando ele me encostou na parede e me encarou. Não tinha ninguém nos corredores, então não me importei.

“Não. Eu peguei leve com ele. E você ainda acha que eu devia dar colher de chá pra aquele idiota?”

“Mas aquilo é o trabalho dele.”

“Que trabalho? Ser um cretino. É, já vi que ele faz isso muito bem sozinho.” Ele se afastou de mim, ficando de costas. Ouvi quando suspirou alto e vi ele passar as mãos pelo rosto. “Sabe por que eu to tão estressado com ele?” Me explica!

“Por quê?”

“Porque ele tá fazendo a mesma coisa que eu já fiz milhares de vezes: se distanciar dos amigos por motivos egoístas. E eu sei que isso não vai acabar bem.” Como se o destino adorasse ferrar tudo, o Greg praticamente brotou do chão bem na frente da gente. Ah meu Deus! Ele não podia ter escolhido um momento pior...

“Ainda não foram pra sala?” E pra minha surpresa ele deu uma anotação pra mim e pro Chris. O quê? Até aquele momento eu pensei que tudo era meio que uma encenação, mas ali eu vi que ele tava realmente levando aquilo à sério. Ele tava trocando a nossa amizade por um cargo ridículo. Ah, mas agora quem tá estressada sou eu! Estressada não, FURIOSA!

“É sério que você tá me dando uma anotação, Greg?” Ele simplesmente deu de ombros.

“É o meu trabalho...” Já chega!

“Pode parar com essa desculpa ridícula! É o meu trabalho! Como se fosse obrigado a isso! E mesmo se fosse não precisava tratar a gente desse jeito!” Ele pareceu vacilar um pouco, mas continuou firme.

“Eu trato vocês igual a todo mundo.”

“É, por que é exatamente assim que se trata os melhores amigos: igual a todo mundo, né, senhor da justiça? Pois se é assim...” Rasguei a anotação e joguei no chão; passei e empurrei ele com uma certa força, mas ele não caiu. “... bom dia, melhor amigo... Agora eu to vendo que o Chris tava certo.” Vi o Chris se desencostar do armário onde ele assistiu tudo e passar pelo Greg com cara de decepção. Quando ele passou, seu braço tocou o do Greg dando um leve empurrão, enquanto amassava e jogava a sua anotação no chão ao lado da minha.

“Babaca.” E veio na minha direção pra irmos pra aula.

POV. CHRIS

Não vimos o Greg durante o resto do dia; nem no intervalo e nem na aula. A Lizzy pareceu não se importar, mas eu sabia que ela tava preocupada e eu também tava. Ele tava sendo um babaca, mas ainda era meu amigo... pelo menos eu achava que sim.

Na volta pra casa a Lizzy ainda tava estressada com ele. Dava pra notar porque ela não parava de falar no assunto um minuto sequer.

“Aquele idiota! Você viu a pose dele? É o meu trabalho! Até parece que...” Virei pra ela e segurei seu rosto gentilmente entre as mãos.

“Lizzy, pára. Você tá falando disso há duas horas seguidas; desde que a gente saiu da escola. A gente já tá na esquina de casa.” Ela me encarou por alguns segundos e de repente suspirou.

“Tá, desculpa To exagerando. Mas eu não consigo acreditar que ele fez isso com a gente.”

“Ele vai cair na real. Sempre aconteceu comigo e com ele não vai ser diferente. Tudo bem?” Ela assentiu, pondo a mão sobre a minha e afagando o rosto na minha mão. Dei graças a Deus seus olhos estarem fechados; eu com certeza tava com cara de idiota.

“Obrigada.” Ela falou e abriu os olhos. Então chegou mais perto, beijou meu rosto e se afastou sorrindo. Sorri de volta e ela me puxou pela mão na direção de casa.

Como se eu fosse profeta, o Greg chegou na terça com a maior cara de tacho da galáxia. Ele ficou olhando a gente de longe, sem coragem de se aproximar. Pra sorte dele a Lizzy não tava mais estressada. Ela olhou pra ele pelo canto do olho e depois piscou pra mim. Reprimi um sorriso; ela ia se fingir de magoada e eu não podia estragar o teatro. Ficamos agindo como se nada estivesse acontecendo, mas a gente ficou vigiando ele. Pouco antes do sinal pra aula tocar, ele tomou coragem e veio falar com a gente.

“Gente, eu posso falar com vocês um instante?” Esperei calado e pacientemente a Lizzy começar o teatro. Eu não sabia o que ela ia fazer, mas sabia que seria engraçado. Ela virou pra olhar pra ele com a cara de cínica perfeita que só ela conseguia fazer.

“Agora não dá. A gente tem que ir pra aula antes que o inspetor apareça e dê uma anotação pra gente.” Ela deu as costas pra ele e me fez sinal pra gente ir pra sala.

“Não, espera! Por favor.” A gente só parou, mas não virou pra olhar pra ele. Minha voz saiu seca quando eu falei.

“O quê?” Ele respirou fundo e falou.

“Eu queria pedir desculpas por ter tratado vocês daquele jeito.”

“Só isso?” Imaginei que ele fez cara de confuso. Idiota.

“Eu pedi desculpas.” A Lizzy falou antes de mim.

“Resposta errada. Não é só isso que você tá sentindo nem o que a gente quer ouvir.” E recomeçamos a andar, mas ele falou de novo e a gente parou.

“Por favor, me desculpem! Eu sei que eu fui um idiota! Desculpa por tratar vocês mal, por ter deixado vocês de lado, por ter decepcionado vocês. Desculpa, eu sinto muito!” Olhei pra Lizzy e ela olhou pra mim com um sorriso mal disfarçado. A gente virou pra encarar ele, que tava quase com cara de choro e medo, e eu falei.

“Vem cá.” Ele veio andando devagar na nossa direção; só então pude olhar ao redor e ver que os corredores estavam vazios. O sinal já devia ter tocado. “Tá arrependido mesmo?” Ele assentiu. Eu não precisava nem ter perguntado; tava estampado na cara dele.

Antes que eu pudesse piscar, a Lizzy pulou em cima dele pra um abraço. Desviei os olhos e mordi a língua pra me controlar. Ele é meu melhor amigo e ela é minha melhor amiga! Eu tenho que parar com isso! Eles se afastaram e ela deu um leve soco no ombro dele.

“Idiota, cria juízo.” Ele riu.

“Tá bom.” Ele se afastou dela e parou na minha frente. “E aí, cara?”

“E aí?”

“Tudo bem?”

“Tudo.” Ele sorriu e estendeu a mão pra mim. Apertei e dei um abraço rápido nele. A gente não precisava mais que isso. “Vê se deixa de ser idiota.”

“Só no dia que você deixar de ser azarado.” Balancei a cabeça, fingindo desespero.

“Coitado. Vai ser idiota pra sempre.” Nós rimos e a Lizzy abraçou nós dois.

“Seus idiotas.” Ela se separou da gente e deu um leve soco no ombro de cada um. “Como eu fui virar amiga de vocês, hein?” A gente deu de ombros e ela rolou os olhos, sorrindo, e saiu empurrando a gente na direção da sala.

***

Notas finais
Caruzo: Vocês deviam estar na sala! Uma anotação pra cada um!
Greg: Droga! Anotação do Caruzo!
Lizzy: Deixa de besteira, seu elefante ruivo idiota! Até parece que eu te levo a sério!
Chris: É. Quem é que vai te levar a sério com a braçadeira de cabeça pra baixo!
Greg, Lizzy e Chris: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Caruzo: #hjnãodeu