Necrotério
1 Capítulo 1
Em mais um dos dias cinzentos de Paleville, Sofia Brant chegou em casa e sua mãe estava assentava no chão com cara de choro e tinha dois carros de polícia estacionados. Sofia sem pensar duas vezes soltou a mochila e saiu correndo para acalmar a mãe. A garota sem saber o que estava acontecendo, perguntou para os policiais o que houve. Os homens colocaram o chapéu sobre o peito e falaram:
– Lamento pela perda de sua amiga.
Sofia se ajoelhou no chão e começou a chorar. Lembrando de todas as memórias com sua única amiga. A única que podia confiar. A unica com quem podia desabafar seus segredos. Rose. Aquele era o único nome que a fazia feliz, que depois daquele dia, virou um choro no vazio.
No dia seguinte, faltou a aula, estava completamente deprimida. Estava sem comer. Sua mãe fazia tudo para receber alguma resposta, mas Sofia so ficava olhando.
Na madrugada do mesmo dia, visitou o Necrotério de sua mãe. Lá estava o corpo de Rose. Com uma etiqueta no dedão do pé. Sofia descobriu o corpo pálido da amiga e ficou observando, sem piscar.Acariciou os cabelos ruivos de Rose sem palavras; Não achou nenhum ferimento no corpo. Quando leu a etiqueta, estava escrito que Rose morreu asfixiada.
De repente, quando Sofia abriu os olhos, sua camisola que era branca estava cheia de sangue e estava assentada em uma cadeira de madeira no meio no necrotério. Sofia ouviu uma porta batendo e era sua mãe. A senhora Brant, desesperada, carregou sua filha no colo até o hospital.
Sofia, confusa estava cercada de policiais e médicos. Sua roupa já não era a mesma. Era aqueles aventais de hospital. A polícia falou que o sangue não era dela mas ela sabia que não era de Rose também.
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