Nebulosa
59 Capítulo 59 - Fazendo as pazes
PDV Edward Cullen
Meus pais exultaram. Dois netos de uma só vez. Minha mãe não cabia em si de tamanha felicidade. Meu irmão tratou de dizer que quem estava ferrado e teria uma filha era eu e não ele. O dele era macho como o pai. É mesmo uma anta! Minha irmã gritava tanto que eu quase fiquei surdo do outro lado da linha. Que Deus ajudasse o meu filho e o de Emmett com aquela tia maluca. Mas de toda a família, foi o meu sogro que mais nos surpreendeu quando começou a chorar feito uma criança. Todos estavam extremamente felizes. Depois que contamos a grande novidade, eu tinha carregado Bella no colo até o quarto e a havia amado com ternura, como se quisesse gravar em minha mente cada pedacinho seu.
Nesse momento eu estava abraçado a ela, correndo preguiçosamente os dedos por suas costas.
- Sinto muito pelo escândalo que fiz no hospital aquele dia — disse compenetrado.
Sonolenta, ela beijou meu rosto.
- Tudo bem cowboy. Está perdoado.
- Está com sono?
- Um pouco... Por quê?
- Por que eu passei três longos dias sem você, então o meu corpo ainda está longe de ficar satisfeito.
Imediatamente ela voltou-se para mim.
- Também senti muito a sua falta, cowboy...
Gemi e colei nossas bocas, rolando sobre ela, ficando por cima. Parei apenas um instante para admirar sua beleza e separei suas pernas com meu joelho. Os seios empinados e redondos imploravam por atenção. Ela umedeceu os lábios com a ponta da língua e afastou as pernas num convite silencioso. A visão do Paraíso. Curvei-me, beijando e sugando aqueles seios lindos com um apetite voraz, enquanto deixava meus dedos mergulharem na sua fenda estreita. Ela gemeu e arqueou as costas, pedindo mais e ao mesmo tempo se oferecendo a mim.
- Bella... Você ainda vai acabar comigo, amor... — murmurei contra os seus lábios.
- Me possua Edward... Preciso de você agora.
Dizia em meio a gemidos e sussurros retribuindo meus beijos e minhas provocantes carícias. Deixei que meus dedos brincassem no seu sexo, deixando-a ainda mais molhada do que já estava.
- Calma Nebulosa...
- Quero você dentro de mim, Edward.
Ao senti-la acariciando meu pênis com as mãos pequenas e macias, não agüentei mais e penetrei-a de uma só vez, provocando um arrepio intenso em meu corpo. Bella gemeu e o seu corpo estremeceu sob o meu.
Quando senti o sexo quente e úmido me envolvendo, dei um gemido gutural. O que antes era uma lenta e doce tortura, agora se transformava num deleite de puro prazer. Ela ergueu seus quadris de forma lânguida me provocando, me atiçando.
Pelo bem do bebê, eu tentei de me acalmar um pouco, mas ela cravou as unhas em minhas costas e ondulou novamente os quadris numa dança erótica e sensual, me levando ao limite. Ela me enfeitiçava. Minha doce e quente Nebulosa.
Ergui meu rosto e olhei fascinado para aquela tentação de mulher que ela era. Como resistir a tamanha provocação, a tanto desejo? Tentei retardar os movimentos, mas Bella levantou as pernas, fazendo com que eu me enterrasse profundamente em seu corpo quente, apertando minha cintura com mais força. Gemi desesperado e investi contra ela, sentindo que o êxtase se aproximava para nós dois.
Respirei profundamente... O cheiro de sexo impregnado no ar reverberou em meu organismo e eu instintivamente reagi, entrando e saindo cada vez mais rápido de sua vagina apertada. O sexo entre nós era perfeito. Os cabelos dela banhados de suor se esparramavam pelo travesseiro, espalhando o cheiro de morangos selvagens em nossa cama. Ela ficava ainda mais linda quando era tomada pela paixão.
- Oh, Edward, eu...
- Goze Bella...
- Eu... Sim...
- Isso... Se libere para mim, amor.
Falei trincando os dentes e sentindo meu orgasmo na borda. Em poucos segundos ela atingiu o clímax, ofegando e se contorcendo de prazer, mas continuou movendo os quadris e me enlouquecendo. Instantes depois gritou, e gemeu alto, puxando-me para si, alucinada. Aquilo foi a demais para mim. Minha cabeça pendeu para trás e senti meu gozo jorrar abundante dentro dela, meu corpo todo sendo atingido por espasmos e tremores.
Aquilo tinha sido lindo. Beijei outra vez seus lábios e ela praticamente adormeceu em segundos. Rolei outra vez, ficando ao seu lado. Puxei-a para junto de mim, com as costas apoiadas em meu peito, em forma de conchinha, abraçando-a. O repouso depois de termos feito amor duas vezes seguidas foi relaxante. O sono me venceu inteiramente. Agora sim eu poderia descansar.
***
Ainda estava escuro quando despertei. Estávamos deitados lado a lado, um dos meus braços estendido sobre o ventre plano dela. Sorri. Em poucos meses aquela barriga estaria redondinha e eu poderia sentir o nosso filho se mexer. Levei minha mão até sua testa, afastando alguns fios de cabelo de seu rosto. O suor de Bella já havia secado e a noite estava fria. Puxei as cobertas sobre nós e senti um beijo molhado em meu ombro.
Era tudo o que eu precisava para que o desejo reacendesse em meu íntimo. Virei minha cabeça para ela, que enlaçou meu pescoço e me deu um beijo carregado de luxúria.
- Bella...
- Quero você outra vez — falou com a voz rouca pelo desejo e os olhos escuros cheios de promessas.
- Eu também quero você amor — e como eu queria. Meu pênis pulsava latejante. — Mas temos que pensar no bebê.
Ela sorriu e levou minhas mãos aos seus seios. Circulei os mamilos com os polegares enquanto ela arfava.
- Nós não vamos machucá-lo, amor. Eu sei que não vai haver problemas. Ele sabe que a mamãe está ardendo de desejo...
Mandei o bom senso pro inferno e deitei sobre ela novamente.
- Quero ficar por cima agora.
Porra... Ela queria me matar, isso sim. Se não estivesse grávida, eu iria fazê-la ficar de quatro, pois amava a visão dela naquela posição.
- Você manda.
Inverti nossas posições e ela ficou por cima, levantando-se da cama e ficando em pé, os pés apoiados em cada lado do meu corpo. Subi os olhos vagarosamente apreciando cada centímetro de seu corpo nu e macio sobre o meu. Calmamente ela foi descendo, bem devagar e sentando sobre mim, apoiando agora seus joelhos sobre a cama, fazendo com que seu sexo aveludado envolvesse meu membro por inteiro.
- Porra... É bom demais... Nebulosa.
Ela sorriu e começou a rebolar os quadris, me levando a loucura. Ela subia e descia no meu membro, engolindo-o e liberando-o, num vai e vem enlouquecedor. Eu sentia as paredes de sua vagina roçando minha ereção, me levando cada vez mais longe. Aproveitei a posição e levei minha boca até os seios durinhos, que balançavam a minha frente e os acariciei com a língua.
Ela gritou e acelerou os movimentos. Circulei os mamilos e dei várias sugadas, levando-a estremecer. Desci os olhos para os nossos corpos unidos e Bella ergueu-se, fazendo com que o meu pênis saísse completamente de dentro dela e voltou a descer, me recebendo inteiro. Era o meu próprio filme pornô se desenrolando ali. Diante da erótica visão, senti o calor começar a nublar meus sentidos. Eu estava perto. E ela também. Os músculos de sua vagina começaram a me apertar e eu levei minha mão a sua bunda, trazendo-a ainda mais para mim.
- Oh, Edward não pare...
- Não posso...
Ela me levava ao delírio. Eu estava excitado além da conta e senti quando ela me cavalgando, contorceu-se toda e desabou sobre mim, ofegando, ainda movimentando maravilhosamente os quadris. Minha liberação explodiu. Abarquei sua carne com força e gemi descontrolado. Ondas gigantes de um êxtase potente me arrastaram para o abismo do prazer mais uma vez. Abracei-a possessivamente.
- Oh, Edward... — murmurou contra o meu tórax, com a voz ainda abafada.
- Isso foi simplesmente maravilhoso.
Ela estava exausta e aquilo me preocupou um pouco. O bebê! Sentei imediatamente na cama, trazendo-a comigo no colo.
- Para mim também amor. Você está bem? Está sentindo alguma coisa?
Ela me deu um sorriso trêmulo.
- Estou bem, sim.
- Tem certeza? — engoli em seco ao perguntar. Nunca me perdoaria se algo tivesse acontecido com o nosso filho.
- Sim cowboy. Está tudo bem.
Ela respondeu e eu relaxei. Vencidos pelo cansaço, voltamos a dormir, um nos braços do outro. Só despertamos quando o sol já estava alto no céu.
- Acho que perdemos a hora — falei com preguiça.
- Você acha? Eu tenho certeza.
- Hum... Que tal um banho? — perguntei com a voz rouca, vendo-a se espreguiçar.
- Vá você amor. Eu vou fazer o café.
Foi só Bella falar e o seu estômago roncou.
- Ok. Vou deixar apenas porque você de agora em diante terá de comer por dois — disse dando beijos molhados em sua barriga que abrigava o nosso filho. Hoje nós faríamos um ultrassom. Sim, nós, porque não basta ser pai, tem de participar. Esse era o lema na família Cullen.
Horas mais tarde, no hospital...
- Edward.
- Oi Marcus. Esta é minha esposa Isabella.
- Muito prazer Isabella — respondeu simpático.
Marcus era contemporâneo do meu pai. Eles tinham estudado juntos e ambos haviam feito residência na Itália. Ou seja, tínhamos total confiança nele.
- Bom, vamos entrar.
- Obrigado — respondemos eu e Bella o mesmo tempo.
- A quanto tempo suas regras não vem Isabella?
- Não sei ao certo. Acho que uns dois meses no máximo. E pode me chamar de Bella — disse tímida. Marcus sorriu encorajador.
- Não se preocupe. Vamos ter uma idéia melhor com a ultrassom. Você está se alimentando bem?
- Sim.
- Ela está comendo por dois Marcus, mas às vezes enjoa um pouco — falei. Ela me fitou com curiosidade.
- Há gêmeos na sua família, Edward?
- Não! — falei com convicção.
- E na sua, amor?
Ela me deu um doce sorriso e depois riu, enquanto o médico apenas nos observava.
- Sim. Meu avô materno era gêmeo.
A simples idéia de ter dois filhos de uma só vez me deixou deliciado. Olhei para Marcus.
- É possível?
- Claro. Mas saberemos logo. E quanto aos enjôos, é perfeitamente natural. Bella, você pode ir até aquela sala anexa, tirar sua roupa e vestir uma bata, por favor?
- Claro.
- Quer ajuda amor? — perguntei.
- Não, pode deixar.
- Ok.
Em alguns minutos ela estava de volta. Ajudei-a deitar na maca e o médico colocou um lençol sobre suas pernas e virilha, levantando um pouco a bata e espalhando um gel transparente sobre a barriga exposta de Bella. Segurei a mão de minha esposa, observando a tudo com atenção. Ele nos mandou olhar para o monitor de TV e levou um objeto estreito até Bella, pressionando-o sobre o eu ventre. Poucos segundos depois, escutamos o coração batendo.
- É o coração do bebê? — perguntou Bella emocionada.
- Sim.
Minhas mãos tremiam. Formou-se um bolo em minha garganta, meu coração disparou acelerado. Como explicar em palavras tudo o que eu estava sentindo naquele momento? Agradeci silenciosamente a Deus, por me permitir tamanha felicidade. Marcus pareceu compreender e sorriu para mim.
- Nesta fase, nós recomendamos aos pais que conversem com o bebê, pois ele começa a reconhecer as vozes, tanto do pai quanto da mãe... Querem vê-lo?
- Sim — respondemos em uníssono. Marcus levou o aparelho um pouco mais para baixo e a imagem surgiu na nossa frente.
- Aí está o seu bebê. E podem ficar tranqüilos. É um só, assim como o de Rosalie.
- Oh, Edward...
- Ali é a cabeça, aqui o corpinho e esses pontinhos aqui são os braços e as pernas. Daqui a alguns meses ele estará completamente formado.
Enquanto o médico falava, as lágrimas desciam livremente pelos meus olhos e pelos de Bella. Como uma coisinha tão pequena podia ser tão amada? Vi nitidamente os meus sentimentos refletidos nos olhos castanhos de minha esposa.
- Já dá para saber o sexo? — inquiri ansioso.
- Ainda não. No próximo exame, se o bebê colaborar, saberemos o sexo sim. Você está com dez semanas de gestação Bella e está tudo correndo normalmente.
- Como assim se o bebê colaborar? — Bella perguntou confusa.
- Se ele deixar. O do Emmett está sempre com as pernas fechadas, e o seu irmão fica numa frustração incrível, Edward. Morro de rir!
- Ele quer que seja um menino.
Marcus gargalhou.
-Até já imagino o porque! Mas e você Edward? Também quer ter um garotão?
Sorri esticando as pernas.
- Tanto faz. Só quero é que seja uma criança saudável. Adoraria ter uma menininha...
Falei enquanto continuamos a fitar a imagem de nosso filho mais uma pouco. Eu até já podia imaginar uma linda garotinha correndo pela fazenda, bem parecida com mãe, de olhos escuros e cabelos cacheados... Em seguida o médico desligou os aparelhos garantindo que tudo estava bem.
- Vou solicitar exames de rotina, como a taxa de glicose e a de hemácias para saber se não está desenvolvendo uma anemia. E de ante mão vou receitar um complexo vitamínico e ferro.
- E quanto a ter relações, Marcus?
Eu tinha que perguntar. O médico experiente sorriu amplamente.
- Sem problemas Edward. Gravidez não é doença e vocês podem fazer sexo à vontade, pelo menos por enquanto e desde que não seja de forma violenta.
Bella corou até a raiz dos cabelos, enquanto eu respirava claramente aliviado. Minha mulher foi até a outra sala para se trocar e retirar o excesso do gel que ficou em seu ventre, enquanto eu permaneci conversando com o doutor.
- Obrigada Marcus.
- Não por isso. E Carlisle é um sortudo filho da mãe. Vai ser avô em dose dupla.
- Ele e mamãe estão nas nuvens.
- Eu no lugar dele também estaria Edward.
Bella voltou.
- Obrigada doutor.
- Sempre às ordens meu bem. E por favor, me chame de Marcus, afinal não sou tão velho assim. Espero vocês daqui a alguns meses.
Despedimo-nos e saímos em direção ao estacionamento.
- O que pretende fazer agora?
- Como assim? — perguntei.
- Que tal olharmos algumas coisas para o bebê? — disse ansiosa.
- Claro amor. Precisamos escolher roupas, sapatinhos, berço, fraldas, brinquedos, a cor do quarto.
- Puxa, cowboy, eu não sabia que você estava assim tão empolgado — respondeu com um meio sorriso.
- Tenho passado tempo demais com o gorila, e ele não fala em outra coisa. Vou tirar a maior onda da cara dele se o bebê da Rose for uma garotinha.
- Acho que Emmett iria surtar...
Nós dois rimos e eu girei a direção do carro, fazendo a volta e seguindo para o shopping.
Notas finais
Eu sei, vocês estão pensando o que eu estou fazendo aqui, não é? rsrs Simples, a Tina e a Kiki não estão podendo postar e eu vim fazer esse favorzinho para elas.
Mas que fique claro, isso não significa que vocês podem parar de comentar! Não custa nada deixar um comentariozinho, isso anima a Tina a continuar escrevendo :)
Se elas não conseguirem postar eu apareço aqui de novo...
Bjss lindas!
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