Nebulosa
56 Capítulo 56 - Ciúmes de você – 2ª parte.
Notas iniciais
Bem vamos ver como a Bella vai lidar com esta explosão dele.
PDV Edward Cullen.
Nossa volta para casa foi feita no mais completo e mórbido silêncio. Eu sabia que tinha extrapolado, mas infelizmente na hora, não consegui me conter. Não dei a Bella a chance de se explicar. Eu não podia. Fechei os olhos brevemente e tudo voltou a minha mente...
Ver James galinha Smith cortejando e tocando a minha mulher foi horrível, mas ver Bella sorrindo e se mostrando à vontade com aquele infeliz foi mais do que eu poderia suportar. Ela era minha, M-I-N-H-A! Será que ainda não havia aprendido?! Ela me pertencia e eu a ela.
Naquele instante meu ódio era tamanho que apertei a direção com força, até que os nós dos meus dedos ficassem brancos. O ciúme me rasgou ao meio. Minha ira explodiu e me dominou por completo. Tive que fazer um esforço sobre humano para não voar em cima dele e arrancá-lo de perto dela. Suspirei tentando em vão me acalmar. Eu estava destroçado, meu coração tinha uma chaga ferida e aberta como antigamente.
Eu queria que o nosso casamento fosse mágico e quase sempre era assim para mim. Bella era minha vida, minha cara metade, meu esteio, meu porto seguro, minha fortaleza. E Isso desde que fizemos as pazes lá em Forks.
Ela suspirou e eu a observei de soslaio. O que ela estaria pensando agora? Estaria furiosa? Ela iria conversar comigo? Ou me ignoraria? Milhões de coisas se passavam em minha mente enquanto eu a observava na cabine da caminhonete. A noite estava bem agradável e eu estava ciente de tudo: o ar úmido que nos envolvia, os ruídos da noite, o movimento dos outros carros na rodovia, a respiração dela, sua postura rígida no banco do carro...
Será que ela não conseguia entender a minha reação? Eu a amava mais que tudo nesta vida e não admitia perdê-la novamente. Bella perceberia isso? Perceberia a importância que tinha na minha vida? Eu simplesmente não poderia existir sem ela, não poderia viver num mundo em que ela não estivesse presente. Seria melhor morrer.
Ela respirou profundamente, fazendo seus seios subirem e descerem calmamente. Aquela simples visão fez o meu corpo reagir de imediato. Nunca uma mulher havia me afetado assim anteriormente. Senti vontade de sorrir, mas o clima entre nós era tenso. Ela permaneceu imóvel, com o rosto voltado para a janela. Eu arrisquei um breve olhar para o céu estrelado, tentando me concentrar. Podia sentir o calor que emanava dela, as faíscas que nos atraíam mutuamente. Bastava um mero toque meu em sua pele para que Bella se arrepiasse. E eu sempre ficava consciente de sua presença, fosse pelo calor de seu corpo, fosse pelo som de sua risada ou apenas pelo cheiro de morangos dos seus cabelos, espalhado em nossa casa.
Engoli em seco. Eu ainda estava bravo, mas algo me dizia que eu deveria ter dado a ela a oportunidade de esclarecer as coisas.
Cerca de vinte minutos mais tarde estacionei o carro e mal desliguei o motor, ela pulou da cabine e saiu andando com passos duros em direção à porta. Apressei-me em fechar o carro e segui-la quando ela estacou abruptamente.
Franzi o cenho sem entender o que havia feito Bella parar de forma tão brusca, quando ao olhar por cima de seu ombro, um pequeno vulto na varanda chamou minha atenção: Uma pequena coruja estava nos encarando com uma asa aberta e a outra fechada, como se estivesse demarcando um território próprio.
— O que ela faz aqui?
Bella questionou.
— Não sei ao certo.
Respondi e me aproximei um pouco mais, o que fez o animal piar agudamente e agitar a asa que se encontrava aberta.
— Que coruja é essa?
— É uma coruja anã. Muitas delas vivem na América do Norte.
Respondi.
— Acho que ela está com a asa quebrada.
Falei observando atentamente o comportamento estranho da ave.
— Coitadinha...
Bella me olhou ansiosa.
— Podemos ajuda-la?
— Acho que sim, mas primeiro teremos que pegá-la. E eu acho que não será uma tarefa fácil...
Eu disse. Pelo menos para uma coisa aquela animalzinho serviu: Ela agora estava falando comigo.
— Eu vou tentar.
Falou Bella caminhando devagar na direção da ave. O primeiro passo foi se agachar e tentar chegar mais perto. Bella calculava cada um de seus passos. Resolvi observar minha esposa agindo. Acocorada, ela deu alguns passos na direção da ave, que instintivamente recuou.
Ergui as sobrancelhas, impressionado, mas logo em seguida a ave, assustou-se e deu um pequeno vôo rasante, passando por cima da cabeça de Isabella e soltando um som que mais parecia um gemido angustiado. Bella com o susto desequilibrou-se, caindo desajeitada. Tive muita vontade de rir, mas permaneci quieto.
Determinada, minha esposa bufou e abriu a porta da entrada, desaparecendo lá dentro. Antes que eu pudesse sair do lugar, ela estava de volta com um pedaço de frango assado, que havia sobrado do jantar de ontem à noite em suas mãos. Curioso, vi que ela também trazia uma pequena toalha sobre um dos ombros. Confesso que fiquei impressionado e orgulhoso ao mesmo tempo. Ela tentaria atrair o animal com a comida, cobrindo sua cabeça com a toalha, evitando assim que o bicho escapasse.
Cautelosa, colocou o frango no chão, enquanto a coruja a observava desconfiada. Mais uma vez ela tentou uma aproximação e o animal a repeliu, agitando a asa que estava boa, desprezando o petisco que lhe era oferecido. Sem se deixar abater, ela fez uma nova investida, mas a coruja voou novamente e Bella acabou escorregando, caindo e batendo a bunda no chão. Torci o nariz imaginando a dor. A preocupação me invadiu. Mas, antes que eu fizesse qualquer coisa, ela reergueu-se e tentou mais uma vez se aproximar da pequena ave.
A coruja correu em movimentos irregulares, se é que podemos chamar aquilo de corrida, e terminou por se enfiar embaixo de umas das cadeiras do terraço. Bella contornou a cadeira e tentou captura-la, porém o animal mais uma vez levou a melhor e conseguiu alçar outro pequeno vôo, indo parar do lado oposto ao que estava minha esposa, empoleirado no encosto de uma das cadeiras de vime.
Bella bufou e deu meia volta parando um momento. Resolvi intervir.
— Querida, que tal esquecermos esta história e entrarmos?
Falei tentando apaziguar os ânimos. Ela me fuzilou com o olhar eu levantei as mãos, me dando por vencido. Mais uma vez ela demonstrava o quanto era forte, corajosa e obstinada.
Passando por mim, ela foi até o jardim e apanhou alguns gravetos pequenos. A firmeza em seu olhar me deixou em alerta.
— O que vai fazer?
Questionei, enquanto ela me ignorava não se dando nem ao trabalho de responder. Deu meia volta e marchou de novo para a varanda. O animal a observava curioso. Bella então esticou o braço para trás, por sobre a cabeça e tomou um impulso, arremessando um dos gravetos no animal. Diante dos meus arregalados olhos, a coruja encolheu o pescoço, se desviando.
— Bella...
Ela continuou a me ignorar e jogou mais um. Este passou ao lado da ave, que agitou a asas, assustada e gemendo de dor. O terceira atingiu uma de suas pernas em cheio e fez a coruja dar mais um pequeno vôo e cair em seguida. O animal guinchou ao ser atingido e minha esposa atirou-se em sua direção, jogando a toalha sobre sua cabeça e agarrando o animal pelas pernas. A ave agitada piava e batia ferozmente a asa boa, tentando de forma incessante, bicar as mãos e os braços de Bella. Eu estava paralisado com a cena que se desenrolava diante dos meus olhos.
Por alguns instantes elas travaram uma luta, mas desorientada, a coruja cedeu. Bella finalmente levantou e exibiu um largo sorriso de vitória, falando baixinho e tentando acalmar a pequena ave. Uma de suas mãos sangrava, em consequência do bico afiado da pequena ave.
— Finalmente!
Disse satisfeita. Ela tinha o rosto sujo, os cabelos desgrenhados e a roupa coberta de poeira... Parecia uma menina levada e sapeca, mas não me atrevi a dizer nada. O humor dela não estava para brincadeiras
— Agora nós vamos cuidar de você, pequenina.
Falou e me entregou o animal que a esta altura estava mais calmo. Entrei e coloquei a ave que se sacudia agoniada numa gaiola velha que havia na área de serviço, retirando o pano de sua cabeça e colocando o pedaço de frango a sua frente. Ela encarou a comida e farejou um pouco antes de experimentar. Sorri.
Enquanto isso, Bella lavava o machucado, fazendo com que o sangue se dissipasse na água corrente da pia da cozinha.
— Deixe-me ver.
Pedi, aproximando-me por trás e segurando-lhe a mão ferida, praticamente imobilizando-a com o meu corpo contra a pia. Havia várias bicadas na pele delicada e eu sabia muito bem que poderiam infeccionar se não fossem cuidadas logo.
— Vamos lá dentro limpar esses ferimentos e fazer um curativo.
Falei com um tom que não admitia discussão. No entanto ela continuou no mesmo lugar. Rolei os olhos diante da teimosia e mentalmente contei até dez. Se fosse preciso carrega-la, eu o faria!
— Bella...
— Será que da pra você me soltar Edward?
Falou friamente.
— Não. Olhe aqui...
Comecei a dizer, segurando-a pelos braços e girando-a em minha direção, obrigando-a a olhar nos meus olhos.
— Não preciso da sua ajuda! Posso perfeitamente cuidar disso sozinha!
Lancei um olhar de advertência e a encarei seriamente. Bella ergueu o queixo, numa atitude desafiadora e continuou a me provocar.
— O que foi senhor Cullen? Perdeu a língua?!
Atitudes como aquela poderiam intimidar outras mulheres, pois ficava claro o quanto eu era maior e mais forte do que ela... Mas a minha Nebulosa era uma guerreira por natureza. Resolvi ignorar e a carreguei facilmente até o banheiro social, colocando-a no chão, prendendo-a entre a pia e o meu corpo, e abrindo o armário espelhado localizado sobre a pia. Ela resmungou baixinho.
— Homens...
Novamente contei até dez, quando ela puxou o braço com força, tentando se desvencilhar de minhas mãos.
— Não quero a sua ajuda, Edward!
Bradou com os dentes trincados. Estreitei os olhos avaliando minuciosamente minha esposa irada. Ele fez um muxoxo com a boca, trincou os dentes e me deu um olhar gelado.
— Por que não vai ajudar aquele pobre e indefeso animal?
Ela estava realmente falando sério? Passei as mãos pelo meu rosto, cansado por mais um dia de trabalho exaustivo com os Apallosa.
— Amanhã eu peço para o veterinário vir até aqui, examiná-la. Enquanto isso, se quiser me xingar vá em frente. Mas você só sai daqui depois que esse corte estiver devidamente limpo.
Falei mansamente e ela bufou.
— Os médicos da família são seu pai e seu irmão!
Ignorei o comentário e segurei firmemente em seu braço, alcançando sua mão. Ela parecia uma criança birrenta, mas não protestou.
— Agora fique quietinha e me deixe cuidar de você, sim?
Ela murmurou algo que eu não entendi. Dei de ombros e comecei a limpar os machucados, pressionando meu corpo contra o dela. Senti quando ela prendeu a respiração. Percebendo o quanto estávamos próximos, ela se mexeu desconfortável, e o atrito de nossos corpos começou a me excitar na hora.
Juro que não era a minha intenção, mas não pude evitar. Meu foco estava voltado para a bunda macia que inconscientemente pressionava meu membro dentro da calça.
Bella se remexeu mais uma vez e minha respiração acelerou. Ela me fitou e eu pude ver a luz do banheiro refletida nos escuros e nebulosos olhos castanhos, criando reflexos cor de âmbar, formando uma combinação única. Ela umedeceu os lábios e eu gemi baixinho. Porra! Segurei-a delicadamente e fiz com que olhasse seu reflexo no espelho.
— Olhe.
Ela fez o que eu pedi, mas eu sentia sua respiração acelerada. Era assim entre nós... Química pura!
— Seu rosto está um pouco sujo.
Falei com a voz rouca de desejo.
— Se você me soltar...
Respondeu desviando o olhar do meu no espelho. As lembranças daquela noite onde ela se escondera ali, naquele banheiro vestindo só minha camisa de xadrez e uma minúscula calcinha vieram fortes a minha mente. Fiz de conta que não ouvi sua última frase e peguei uma toalha verde clara, umedecendo-a e levando ao rosto em formato de coração, esfregando o tecido de leve sobre sua pele. Enquanto eu fazia o percurso calmamente, meu pênis pulsava latejante sob minha roupa.
Bella pendeu a cabeça para trás, fechando os olhos e se deliciando com o meu toque. Arfei e vibrei internamente. Ela suspirou e eu aproveitei para passar a toalha na parte superior de seu colo, enfiando minha mão boba por dentro do discreto decote da blusa de linha.
Ao sentir o tecido frio em seus seios, ela gemeu baixinho. Lambi meus lábios e levei a toalha sobre seus mamilos, esfregando repetidas vezes para cima e para baixo sobre o sutiã, extasiado com a expressão de prazer que se formava em seu rosto. Bella arqueou as costas num convite mudo. Ela queria mais e eu também.
Quando ela umedeceu os lábios vermelhos de forma inconsciente, larguei a porcaria da toalha na pia e colei minha boca sobre a dela, apertando-a pela cintura. Ela abriu a boca, permitindo a passagem da minha língua... Gememos um na boca do outro. Céus... Era como provar o mais puro néctar. Aprofundei o beijo, levando minhas mãos aos seus seios e sentindo os mamilos eretos contra as palmas das minhas mãos. Ela gemeu e excitada, liberando o vão de seu pescoço para a minha boca. Depositei beijos em todo o pescoço, subindo pela linha de sua mandíbula, contornando o queixo delicado e indo até a sua orelha. Ela lançou os braços em torno de meu pescoço, sentindo o desejo explodir dentro de si.
— Oh, Edward...
— Bella...
Gemendo de paixão, puxei a blusa sobre sua cabeça e jogando no chão e ergui-a um pouco, virando-a de frente para mim. Em seguida ela levou as mãos aos meus cabelos e eu me livrei do sutiã, libertando assim os seios rosados e túrgidos. Ela era linda... Levei minha boca quente até os mamilos e toquei-o um e depois o outro com a ponta de minha língua, fazendo Bela se arrepiar inteira. Depois suguei cada um dele ritmadamente, fazendo-a gemer alto e agarrar meus cabelos com mais força, esfregando por cima das roupas, seu sexo no meu.
— Me deixe amar você...
Falei com a voz enrouquecida. Meu pênis estava tão duro que chegava a doer. Continuei a brincar com os seus seios, enquanto ela ficava cada vez mais fora de si.
PDV Isabella Swan
As carícias dele me enlouqueciam, embaralhavam meus sentidos. Meu coração saltava no peito, minha visão se tornava cada vez mais turva. A razão desaparecia, a emoção predominava... Eu sentia a umidade aumentar cada vez mais entre as minhas pernas. O desejo em minhas veias era desnorteante.
Comigo e Edward era sempre assim... A paixão era intensa, quente, mágica. O desejo que existia era simplesmente irresistível, poderoso e avassalador. Eram sensações como essas que ele despertava em mim cada vez que me tocava, cada vez que fazíamos amor lentamente ou sexo selvagem. Se ele não estivesse me segurando, eu já estaria no chão, pois minhas pernas pareciam gelatina de tão moles.
Eu só sentia e queria mais. Queria o corpo dele me preenchendo por inteiro. Edward percebeu e me fez enlaça-lo pela cintura, aumentando ainda mais o contato de nossos corpos. Céus! Eu o queria dentro de mim, agora! Desci minha mão até o seu membro por cima da calça e pude sentir o tecido molhado pelo líquido pré-seminal que despontava.
Ele começou a beijar e lamber minha orelha. Seu hálito quente numa parte tão sensível de meu corpo me excitou ainda mais. Eu não pensava, não conseguia racionar ou articular um pensamento coerente sequer. A única realidade que existia éramos nós dois, presos um ao outro naquele banheiro frio. Todos os músculos do meu corpo respondiam ao apelo sexual dos toques dele. Nesse instante, nos braços masculinos, eu era apenas uma fêmea, clamando, ansiando, pedindo, implorando por satisfação. Sem mais demoras, levei minhas mãos aos seus ombros rijos, quando a pequena ave, presa na área de serviço, piou angustiada.
Automaticamente, as imagens do meu marido furioso me acusando na lanchonete do hospital invadiram minha mente, bombardeando meu cérebro com inúmeros pensamentos de que ele não merecia me ter tão entregue. Jéssica havia feito um grande estrago na confiança de Edward, mas eu não iria pagar pelos erros de outra mulher.
Meu sexo estava inchado, meu corpo ardia, meus seios imploravam pelas mãos dele, mas eu não podia ceder facilmente. Fiz um esforço muito grande e soltei minhas pernas de sua cintura, afastando-me um pouco. Ele ainda tentou me puxar de volta, mas não deu certo. Eu estava rígida, fria. Empurrei-o de leve e ele cedeu, abrindo os olhos verdes e me fitando confuso.
— Pare Edward.
Ele balançou a cabeça atordoado.
— Pare.
Insisti.
— O que?! Por quê?
Falou com a voz estrangulada pelo desejo. Eu o fitei impassível.
— Sei que você quer isso tanto quanto eu amor...
Homens! São todos iguais. Querem sempre resolver as coisas na cama...
— Sim, você está certo. Eu quero isso tanto quanto você, mas depois da forma como me tratou mais cedo, não espere que eu simplesmente caísse nos seus braços e finja que nada aconteceu.
— Bella...
— Você insinuou que eu estava me encontrando com James pelas suas costas.
Falei secamente. A mágoa ainda doía e era visível em minha voz.
— Me chamou de leviana!
— Desculpe ok?
—Desculpas não bastam!
Bradei.
— Eu morri de ciúmes ao ver vocês dois juntos, rindo e conversando tão animados.
— Então vai ser sempre assim? Você age estupidamente e eu tenho que aceitar? Tenho que engolir e perdoar seus modos rudes?
Ele suspirou pesadamente.
— Eu perdi a cabeça. Minha vontade era de acabar com a raça daquele desgraçado ali mesmo, na frente de todo mundo!
Um silêncio pesado se instaurou entre nós. Ele me fitava com raiva e eu com aspereza. Se Edward achava que iria me intimidar, estava redondamente enganado.
— Eu falei que você teria tudo de mim Bella, de bom e de ruim. O meu ciúme, o meu amor, a minha possessividade. A minha fase de viver contido acabou.
— Muito madura essa sua atitude Edward...
Falei irônica.
— E o que você esperava que eu fizesse?!
Bradou, enquanto eu me baixava e pegava o suéter, vestindo novamente e segurando o sutiã em minhas mãos.
— Que você me escutasse, droga!
Ele deu um suspiro e passou a mão pelos cabelos revoltos. Continuei:
— Mas não, em vez disso me tratou como uma vadia! Me tratou como uma qualquer Edward, e isso eu não posso aceitar.
— Bella...
Virei de frente para ele, meus olhos soltando faíscas.
— Bote uma coisa na sua cabeça Edward Cullen: Eu não sou Jéssica e não vou pagar pelos erros dela, entendeu?!
Falei e saí em direção ao meu antigo quarto, enquanto ouvia-o esmurrar alguma coisa.
Notas finais
E vocês meninas que castigo aplicariam em seus companheiros??
Beijos meninas postarei amanhã e terça ok.
Kiki
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