Nebulosa
30 Capítulo 30 - Homem das cavernas
Notas iniciais
PDV Bella
O que eu faria agora? Pense Bella, pense! Ouvi o carro se afastando e a porta da frente sendo fechada. Eu sabia que em instantes ele estaria ali querendo uma explicação. Boa não, uma ótima explicação! Apenas poucos segundos me restavam. Meu coração estava disparado no peito, minhas mãos suavam e a adrenalina corria solta nas minhas veias. Meus olhos percorreram todo o ambiente e sorrateiramente eu me arrastei e me escondi no banheiro social, pois o primeiro lugar em que ele iria seria o meu quarto, óbvio!
Entrei sem fazer barulho e tornei a fechar a porta. Ouvi os passos dele e esperei ansiosa. Ele andou de um lado para o outro, acho que foi ao meu quarto, ao dele, retornou para a sala... Engoli em seco. Não demoraria muito para ele perceber que eu estava no banheiro, mas a minha coragem tinha evaporado completamente, então resolvi continuar ali quietinha.
Não sei quanto tempo se passou, mas eu não conseguia ouvir mais nada. Até a minha respiração era inaudível. A casa estava completamente silenciosa. Eu tentava em vão me acalmar, mas só conseguia pensar em como encararia Edward depois de ter me comportado como uma adolescente ridícula. Lógico que eu estava com ciúmes, mas que direito eu tinha sobre ele? Absolutamente nenhum, minha consciência gritou.
Seguro morreu de velho... Como eu conseguia me lembrar de um ditado popular imbecil desses e não lembrava nada da minha vida? Suspirei e resolvi esperar mais um pouco... Será que ele tinha ido para o seu quarto? Eu não conseguia escutar absolutamente nada, mas também não podia passar a noite ali, com a camisa dele e me escondendo como uma criança arteira. Um relógio fazia tanta falta às vezes... Resolvi esperar mais um pouco...
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Não sei quanto tempo havia passado, mas a minha ansiedade crescia a cada segundo. Não aguentava mais ficar ali, trancada, acuada. Então, me enchi de uma falsa coragem e girei lentamente a maçaneta. A porta veio sem ranger e eu agradeci muito a Deus por isso. A escuridão era total lá fora e eu arrisquei pôr a minha cabeça para fora, espiando para os dois lados do corredor, permitindo que meus olhos se acostumassem ao breu em que a casa se encontrava. Nem sinal dele. Sorrindo aliviada, suspirei e dei dois passos para fora quando a voz rouca dele, vinda da sala de estar, me atingiu em cheio, me fazendo paralisar.
— Um bom soldado pode passar dias espreitando o inimigo...
Eu estava estática, sem mover um músculo. Agora ferrou. Meu coração batia tão alto que sinceramente achei que ele poderia escutar. Minha respiração estava presa na garganta, eu não conseguia me mexer.
— E eu sempre fui um bom soldado Isabella... O melhor que a corporação podia ter... sagaz, astuto, destemido e determinado.
Jesus! O que ele estava querendo dizer com isso? O que eu ia fazer agora? Fui pega no flagra e pelo jeito ele não ia deixar aquilo barato...
— Tsc, tsc. Pensei que você seria um pouco mais durona nesse seu joguinho de esconde-esconde, Srta Swan...
— Edward...
— Shhhh... Quietinha...
Ele falava com uma voz mansa demais, tranquila demais e aquilo estava me dando nos nervos. Meu coração a esta altura já estava na garganta, prestes a saltar pela boca. Percebi seu vulto alto se aproximando e recuei dois passos. Ele estava perigosamente próximo.
— Nem pense em fugir Isabella, — ele falou numa voz baixa e rouca.
A tensão era grande. Mordi meus lábios. Não fugir?! É claro que eu ia fugir! Só não sabia exatamente para onde. Ele se aproximou ainda mais e eu recuei.
— Você está na minha casa e a minha mercê e eu lhe garanto que estamos completamente sozinhos...
Deus! O que aquele homem ia fazer comigo? Me castigar? Me fazer sua outra vez? Me jogar no chão e me cobrir com seu másculo corpo?! Céus... Diante da expectativa senti minha excitação aumentar, mas mesmo assim me virei com a legítima intenção de correr e sumir das vistas dele.
Eu juro que tentei, mas Edward é muito mais alto e mais forte. Minhas pernas se moveram, mas não cheguei a dar nem um passo, ele me agarrou forte e eu pude perceber que estava nu, a sua ereção pressionando fortemente minha bunda. Meus sentidos afloraram, o calor subiu, um formigamento começou a se espalhar em meu ventre, fazendo minha umidade aumentar.
— Péssimos movimentos, Isabella!
Ele disse na minha orelha com a respiração quente me deixando imediatamente toda arrepiada.
— Edward, por favor...
— Por favor, o que? Hum? Me jogue no chão e me possua?! Eu sei que você quer isso tanto quanto eu, não tente negar!
Em um movimento fluido, me virou de frente, fixando-me contra a parede e batendo os lábios contra os meus. Nossas línguas lutaram, nossos gemidos preencheram o espaço do silêncio. Afastando-se de mim, ele grunhiu:
— Não se mexa!
E chutou alguma coisa que eu não identifiquei para longe, no chão. Mesmo que eu quisesse dizer a ele que tinha sido uma brincadeira estúpida, o desejo e a paixão que percorriam meu corpo eram maiores.
Ele voltou para mim, seus lábios mais uma vez esmagaram os meus, e um gemido involuntário brotou na minha garganta quando sua ereção foi fortemente pressionada contra o meu estômago.
— O que foi aquilo?
Mordi novamente os lábios, nervosa.
— Ficou com ciúmes? Diga Isabella!
Ele falava com os lábios colados nos meus. O meu corpo começou a agir por instinto e minha perna foi envolvida em torno dele, pressionando-me mais contra a sua excitação, minhas mãos encontraram seu bagunçado e sexy cabelo.
— O que estava pensando ao chegar à sala usando apenas minha camisa? Queria me provocar?
— Edward...
— Saiba que conseguiu mocinha!
Enquanto ele falava, sua boca devastava meu pescoço e eu me sentia mole igual a uma gelatina. O que eu poderia dizer? Meu corpo parecia ter vida própria e eu ardia de desejo por ele. Protestei quando senti uma mordida leve em meu pescoço.
— Que ceninha de “estou te esperando na cama” foi aquela? Não vai dizer nada? Juro que vou te fazer implorar...
Eu gemi com aquelas palavras de duplo sentido e mais uma vez ele se afastou. Seus dedos agilmente soltaram os botões da camisa, que fluiu aberta na frente dele. Respirei fundo e o encarei.
— Fiquei com ciúmes, está satisfeito?!
Ele me deu um sorriso malicioso. Meu coração acelerou ainda mais e o meu corpo estremeceu.
— Você é uma menina muito impertinente...
Colocando as mãos nos meus ombros, olhou em meus olhos e deslizou o tecido para o chão. Mesmo com a escuridão eu percebi quando seus olhos desceram até os meus seios, túrgidos, que imploravam para serem chupados. Suas mãos tocaram as minhas, girando em volta de mim, trazendo-as para cima e pressionando as palmas das mãos contra a parede. Lá estava eu novamente de costas para ele, sem nada, só a calcinha, e à medida que avançava em mim eu senti uma pressão cada vez maior no meio das minhas pernas.
Ele não estava sendo gentil, mas eu não estava com medo. Era o despertar do homem das cavernas. Chegando mais perto, pegou meus cabelos em suas mãos e puxou minha cabeça para o lado, dando-lhe acesso ao meu pescoço. Quentes e molhados beijos foram depositados ao longo da minha espinha e em meus ombros. Seu toque deixou uma faísca de eletricidade sobre cada centímetro de pele e eu delirei. Senti as mãos vigorosas agarrarem a minha bunda e apertar forte. Gemi e sua respiração quente e ofegante chegou outra vez a minha orelha.
— Estava querendo que eu perdesse o controle? Você pagou pra ver e agora terá de arcar com as consequências Isabella...
Como eu podia ficar ainda mais excitada ouvindo aquilo? Eu estava amando esse lado selvagem de Edward Cullen...
Senti outra vez sua mão apertar minha bunda, e minha única resposta foi um gemido de prazer. Que droga estava acontecendo comigo? Será que eu era uma devassa? Uma tarada?
Aqueles pensamentos se embaralhavam em minha mente e dei outro suspiro abafado quando as suas mãos apertaram o material escasso da minúscula calcinha que eu vestia e de uma só vez, ele arrancou, rasgando-a em vários pedaços que caíram pelas minhas pernas e se amontoaram no chão.
Eu estava de costas, exposta para ele, que gargalhou baixinho. O ouvi suspirar lentamente através de seu nariz, seu corpo nu pressionado contra o meu novamente, a parede fria contra meus seios provocando arrepios de meu corpo, a escuridão nos rodeando...
Sua mão deslizou deixando um rastro de fogo pela minha cintura e pelo meu abdômen, deslizando para baixo até descansar seus dedos no meu centro de prazer. A pressão de seu toque me causou um pouco de dor e prazer, e instintivamente, afastei minhas pernas permitindo seu acesso. Ele estava me enlouquecendo... Pressionando e soltando, me deixando com um gostinho de quero mais. Um calor abrasador começou a se espalhar dentro de mim, a necessidade crescendo, precisando dele desesperadamente para me preencher e me completar.
— Era isso que estava querendo? Era isso que pretendia ao insinuar que estávamos na cama?
Céus! Que homem era aquele? Ele falava enquanto ia passando a mão mais embaixo, o calcanhar da mão agora pressionando meu ponto sensível. Eu queria mais...
— Edward...
Eu gemi. Seus dedos longos me provocando, cada movimento me fazia gemer e rebolar o deixando alucinado.
— Bella.
— Edward...
— Isso gostosa. Diga o meu nome.
— Eu...
— Diga o que quer, sua feiticeira provocadora...
— Não pare...
Ele continuava com a mão em meu sexo, tocando de leve, sem me dar o alívio que o meu corpo tanto desejava.
— Fale. Diga o que você quer...
— Você...
Consegui gemer, tomada pelas sensações. Ele riu roucamente e passou a língua vagarosamente pela minha orelha. Delirei com a sua ousadia.
— Quer que eu tome o seu corpo novamente? Você quer isso, Nebulosa?
Eu amava quando ele me chamava de Nebulosa...
Gemi deixando escapar um suspiro quando ao falar, ele deslizou um dedo e finalmente me invadiu. Apertei minhas pernas em torno da mão dele, fazendo pressão, demonstrando claramente o que eu queria...
— Diga, Bella. Fale e eu vou dar o que você quiser...
Aquilo era muito excitante e um segundo dedo se juntou ao primeiro, me fazendo gritar. Eu balancei a cabeça, fechei os olhos, tentando limpar o meu pensamento, mas tudo foi demais. A sensação de seu corpo colado no meu, a pele dele contra a minha pele nua, o som de sua voz áspera, e a sensação de seus dedos mergulhando dentro e fora de mim... Ele me seduziu totalmente. Gemi. Eu estava tão perto.
— Diga!
Ele exigiu com seu hálito quente em meu ouvido, enquanto suas mãos me enlouqueciam de prazer.
Ok, ele havia vencido. Eu estava tomada pelo desejo e entregue às mãos e a todas vontades daquele homem experiente e sedutor.
— Deus, sim!
Eu finalmente falei.
— Eu quero você dentro de mim agora Edward.......
Ele soltou um baixo gemido estrangulado descansando sua testa no meu ombro. Seus dedos começaram a se mexer mais rápido, ao mesmo tempo em que ele afastava minhas pernas e dizia em meu ouvido:
— Empina essa bundinha gostosa!
Obedeci na mesma hora e senti sua ereção invadir meu sexo de uma vez só. Arfei com o contato. Seus quadris firmes batendo forte contra os meus, sua mão mergulhada no meu centro de prazer...
— Oh Deus, — eu gemi.
— Vou fazer você desmaiar nos meus braços, Nebulosa...
— Sim.
— Bella...
— Mais... Isso...
Consegui murmurar e ele urrou no meu ouvido:
— Porra! Você é perfeita...
— Você também...
— Eu te desejo tanto, tanto, que chega a doer.
— Oh, Edward...
— Você me tira do sério...
As sensações me engolfavam... Os movimentos aumentavam. Os arrepios do desejo eram ondas avassaladoras dentro de mim, meus músculos começaram a se contrair...
— Mais...
— Você quer mais? Você vai ter!
— Ah... Ah...
—Ne.Bu.Lo.Sa...
Ele dizia com a voz entrecortada, enquanto eu gemia sentindo como se houvesse um rolo compressor apertando em meu interior cada vez mais forte e rápido. As investidas aumentaram. Meus seios eram esmagados contra a parede, minha mente focada apenas nas sensações deliciosas e no imenso prazer, implorando para chegar a total libertação.
Os sons ritmados da nossa respiração ofegante e gemidos aumentaram, quando ele colocou sua perna por baixo da minha e me ergueu mais um pouco, aumentando as estocadas. Eu sabia que nós dois estávamos perto...
Senti que ele mordia meu ombro com força mais nem liguei pra dor, e em resposta seus movimentos tornaram-se mais frenéticos e as mãos seguraram novamente meu cabelo. Eu alcancei minha mão sobre a dele em meu corpo e me entreguei a um clímax intenso e poderoso. Senti Edward me apertar com força e jorrar dentro de mim. Com certeza eu teria ido ao chão se ele não estivesse me segurando.
PDV Edward Cullen.
Minhas pernas estavam tremendo depois do violento orgasmo que eu havia acabado de ter. Agora eu entendia por que os franceses denominavam o êxtase de petite mort (“pequena morte”). Um pequeno instante que havia sugado completamente todas as minhas energias. Mágico, intenso, arrebatador.
Será que eu tinha machucado Isabella? Ela estava inerte, pressionada contra a parede, mas estava respirando.
Me afastei alguns centímetros e o corpo dela cedeu, mas como tenho excelentes reflexos, impedi que ela caísse, sustentando seu leve peso em meus braços. Ergui-a sem fazer esforço e pude vislumbrar a sombra de um sorriso em seus lábios. Sorri comigo mesmo, ela havia gostado do sexo selvagem tanto quanto eu.
Levei-a para o meu quarto e deitei-a sobre a cama. Ela se enroscou nas cobertas e eu dei um beijo leve em sua testa, onde alguns fios de cabelo permaneciam grudados pelo suor. Havia uma mancha vermelha em seu pescoço, onde eu tinha mordido e pela manhã com certeza estaria roxa. Me afastei e fui até o banheiro me lavar, para em seguida me deitar ao lado dela e dormir com aquele corpo cheiroso e macio em meus braços...
Eu nunca pretendi tratar Bella como uma vadia ou ser bruto, mas ao vê-la usando só a minha camisa e insinuando para Victória que nós estávamos na cama, eu surtei. Não consegui raciocinar. O desejo que eu sentia por ela explodiu sem controle em minhas veias. Sempre tive muito respeito pelas minhas parceiras, mas aquela mulher me levou ao extremo limite da emoção. A razão desapareceu.
Eu estava prestes a dizer a minha ex-cunhada que ela era uma mulher bonita e bastante atraente, mas que eu apesar de lisonjeado, não estava interessado no momento. Eu gostava dela como pessoa, embora reconhecesse que Rose era muito mais bonita, mas não queria ferir os seus sentimentos. E para uma mulher, nada pior do que a rejeição.
Eu não sabia o que ela queria até o instante em que começou a se insinuar, mas me fiz de desentendido e dei uma de doido para ver se ela desistiria... Leigo engano... Quando eu ia abrir minha boca para dizer alguma coisa, Bella irrompeu na sala, quase nua e escandalosamente sexy, vestindo uma camisa minha...
Caramba... Eu babei! Queria arrancar aquela peça de roupa de cima dela, jogá-la ali mesmo no chão da sala e fazer com que ela implorasse por mim.
Eu nunca esperava que ela tivesse uma reação como essa e fiquei pasmo, sem nem conseguir pensar direito. Meu cérebro embolou, meus ouvidos se fecharam, meu peito inflou e o meu membro gritou de felicidade! Acho que agora sei exatamente o que sente um cavalo quando se depara com uma égua no cio.
A pobre da Victória disse qualquer coisa que eu nem me lembro mais e desapareceu pela porta como se tivesse visto um fantasma. Esperei até ver o carro sair e senti o meu pênis quase estourando na minha calça. Fui imediatamente atrás de Isabella, pois eu merecia uma boa explicação para aquela encenação toda, embora a ficha de que ela estava com ciúmes já tivesse caído...
Fui até o seu quarto e nada. O meu também estava vazio, mas vi o short curto, a blusa verde e o sutiã, largados pelo chão. Vibrei diante da cena... Quer dizer que ela estava só de calcinha e querendo brincar? Muito excitante...
Lambi meus lábios e sorri em expectativa e a minha excitação aumentou. O velho joguinho de gato e rato que ela estava fazendo... Despertando todos os meus instintos masculinos mais rudes e primitivos... Ela agora era a presa e eu o caçador... E eu iria caçar, cercar, abater e degustar da minha presa com prazer. Ela não perdia por esperar.
Deixei minhas botas no quarto e comecei a tirar a minha roupa espalhando as peças pelo corredor sem fazer barulho. Como ela não tinha voltado para sala, eu sabia que só poderia estar escondida no banheiro social. Arranquei a minha boxer. O meu corpo clamava por ela.
Fiquei na espreita esperando que ela saísse, na minha mente passavam mil e uma ideias, uma mais sensual do que a outra, do que eu poderia fazer com ela... Estreitei os olhos e continuei aguardando, pois eu esperaria por ela... Nem que eu ficasse ali a madrugada inteira.
O tempo foi passando e a minha espera era doce e lenta. Eu ia saborear cada pedaço daquela mulher. Ela não aguentaria passar a noite toda trancada no banheiro e eu já havia passado dias e mais dias em vigília na minha vida, tanto no quartel como na guerra. O silêncio reinava e finalmente eu fui recompensado ao ver a porta se abrir vagarosamente... Meu sorriso foi perverso e eu me preparei para dar o bote certeiro e decisivo...
Ouvi Bella me chamar e fechei o chuveiro, voltando à realidade. Meu corpo logo deu sinal de vida e eu rolei os olhos sem acreditar. Larguei a toalha e me apressei em voltar ao quarto, mas estaquei surpreso ao ver que ela dormia profundamente. Deitei-me ao seu lado e ternamente a puxei para mim, quando ela falou novamente.
— Edward...
Meu coração saltou ao ouvi-la dizer meu nome. E o mais interessante de tudo... Ela falava dormindo... Ajeitei-a sobre o meu peito e puxei as cobertas sobre nós. Ela se mexeu e me abraçou. Fechei os olhos sabendo que dormiria perfeitamente bem, ao menos durante essa noite...
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