Nebulosa
51 Capítulo 51– Confissões.
Notas iniciais
recadinho importante la em baixo por favor leiam.
Percebendo que eu hesitava, minha doce esposa habilmente mudou de assunto.
— Bem, que tipo de carro nós vamos comprar?
Senti um alívio enorme me invadir e puxei-a para os meus braços.
— Carro? Que carro?
— Está brincando comigo?
Em resposta eu enfiei minhas mãos por baixo da camisola de malha, massageando suas costas com as pontas dos dedos.
— Afinal, nós viemos até aqui para comprar um carro ou não?
Ela perguntou com a respiração entrecortada.
— Sim, mas não podemos nos precipitar... Temos que pensar para não tomar uma decisão errada...
Sibilei baixinho em seu ouvido com a voz enrouquecida pelo desejo. Ela fechou os olhos, pressionando o corpo macio contra o meu.
— Sim... Você tem toda razão, querido...
— Pois é...
Continuei subindo um pouco mais a minhas mãos em direção aos seios.
— Eu vou precisar de mais alguns dias para pensar no assunto...
Prossegui com meus lábios quase encostados aos dela. Ela suspirou e enlaçou meu pescoço com as mãos. Deslizei meus lábios pela sua mandíbula, descendo para o pescoço delicado e colocando beijos molhados por onde eu passava. Em segundos, ela me agarrou e me beijou com ardor, nossos corpos se buscando em sintonia.
Tirando a camisola por sobre sua cabeça, joguei longe e admirei os lindos seios inclinando-me para beijá-los, o que arrancou um gemido de Bella, que tombou a cabeça para trás, fitando o céu estrelado através do teto transparente.
Dei um demorado banho de língua naqueles seios perfeitos e me ajoelhei diante dela, que tinha os olhos chocolates quase negros de desejo e a face corada pelo despertar do prazer.
Levei minhas mãos até a lateral da minúscula calcinha rosa e a puxei. A pequena peça deslizou para o chão na medida em que eu traçava todo o contorno das coxas roliças num toque deliberadamente sensual. Em seguida beijei de leve seu ventre, deslizando meus lábios famintos sobre os pelinhos macios que recobriam o púbis. O cheiro de sua excitação me invadiu e eu acariciei seus recantos mais íntimos com minha língua. Ela estremeceu e se inclinou mais para frente, me oferecendo o sexo sensível e excitado, para que eu pressionasse ainda mais meus lábios de encontro ao seu corpo. Eu adorava vê-la gemer e se arrebatada pelo prazer. Continuei devastando aquela tentação com meus lábios e minha língua até que com um gemido lento e gutural, ela explodiu em espasmos que sacudiram seu corpo inteiro, e com as unhas arranhou um pouco as minhas costas.
Sorri ao ver os sinais do êxtase em seu lindo rosto, e ainda de joelhos, dei um último beijo em seu ventre ajudei-a a se ajeitar melhor na cama, tomando-a em meus braços e dizendo baixinho:
— Preciso de você agora minha Nebulosa...
Olhando em meus olhos, ela ergueu as pernas e me envolveu pela cintura. Fechei os olhos ao sentir o calor e a umidade de seu sexo contra o meu. Delícia... aquilo sim era o paraíso. Me alinhei firmemente a sua entrada e a penetrei de uma estocada só. Gememos juntos e deixamos a dança mais antiga do mundo nos guiar até o clímax nos transpassar, voraz, exigente e poderoso.
— Nossa...
Murmurou Bella algum tempo depois.
— Isso foi... Intenso pra porra minha gostosa.
— Ela sorriu preguiçosa.
— Foi mesmo cowboy.
— Eu te amo.
— Eu também te amo, Edward. Eu vou te amar para sempre.
Pela manhã...
— Bom dia, preguiçoso.
Sorri ao ouvir a voz melodiosa da minha esposa.
— Bom dia Amor.
— Se está pretendendo comprar logo esse carro, sugiro que se levante. Já são quase nove horas.
Ela ralhou e eu me espreguicei sonolento.
— Que tal ficarmos aqui só mais um pouquinho?
Questionei abrindo um grande bocejo. Ela riu.
— Vamos logo Edward. Larga de preguiça e levante para tomar café e trocar de roupa.
— Hum...
Retruquei enrolando e a trazendo para junto de mim.
— Afinal de contas, você não me trouxe aqui para comprarmos um carro?
Rolei os olhos diante de sua expressão travessa. Nós estávamos nos provocando e eu amava aquilo.
— Santa ingenuidade...
Respondi encostando meu rosto na maciez aconchegante de seus seios e deslizando novamente minhas mãos sobre aquele lindo corpo, dando início ao jogo erótico de amor e paixão que não podíamos e nem queríamos evitar. Horas mais tarde...
— Por que nunca casou Edward?
A pergunta me pegou de surpresa, mas resolvi ser sincero. Ela era minha esposa e merecia isto.
— Não sei. Nunca parei para pensar muito no assunto e depois da guerra achei melhor me isolar. Não queria que meus pesadelos assombrassem outra pessoa além de mim. As atrocidades que presenciei foram muitas.
Ela me fitava atentamente.
— Quer falar sobre isso agora?
A sinceridade estampada em seus olhos castanhos.
— Não amor. São lembranças tristes que eu prefiro deixar no passado.
— Tudo bem. Respeito isso.
— E você?
Aproveitei o momento para perguntar uma coisa que estava me incomodando há um certo tempo.
— Eu o que?
— Nunca pensou em se casar com o Jacob?
Ela me olhou espantada. Aquela possibilidade esmagava o meu coração.
— O que é isso? O dia das confissões?
Ela disse desconversando.
— Responda a minha pergunta, linda.
Nós nos fitamos por alguns instantes. Eu adorava me perder nas profundezas misteriosas daqueles olhos castanhos.
— Honestamente, não.
Falou e vagarosamente soltei a respiração que sequer eu havia dado conta de que estava prendendo.
— E por quê?
Ela deu um longo suspiro, enquanto eu aguardava ansioso.
— Nós nos conhecemos a vida inteira e ele sempre foi o meu melhor amigo, meu confidente, um ombro para chorar minhas mágoas.
— Sei.
Engoli em seco.
— Alguém em quem eu posso confiar minha vida.
Eu sabia que eles eram próximos, mas doeu ouvi-la falar assim de outro homem. Procurei disfarçar.
— Continue, por favor.
Pedi.
— Bom, nós fazíamos tudo juntos.
— Nem tudo...
Respondi me referindo ao fato deles nunca terem partilhado uma maior intimidade. Ela me deu uma tapinha leve no ombro.
— Comporte-se!
Ralhou.
— Só falei a verdade amor.
Retruquei satisfeito.
— Houve uma época em que éramos inseparáveis. Jacob é um excelente mecânico. Acredita que uma vez chegamos a comprar duas motos sucateadas e ele as fez funcionarem para poder me ensinar a andar?
Arregalei meus olhos em choque.
— Você?! Andando de motocicleta?!
— Sim...
Eu a fitava pasmo. Ela prosseguiu.
— Mas levei um tombo enorme em La Push e então achamos melhor dar o assunto por encerrado.
Estreitei os olhos.
— La Push, a primeira praia?
— Sim.
— Deus meu!
Ela havia me mostrado de longe o local quando estávamos em Forks. Era muito bonito, mas pertenciam as terras da Reserva Quileutes.
— Sim. Nós dois e outros garotos da tribo também pulávamos do penhasco de vez em quando, para nos divertir...
Agora eu realmente estava assombrado.
— O que?!
— Isso mesmo, cowboy.
Falou divertida.
— Que espécie de adolescente a senhorita era hein dona Isabella Marie?! Aprontando todas?! Coitado do seu pai!
Exclamei estarrecido.
— Como todo adolescente, eu adorava coisas proibidas. É indescritível a sensação da adrenalina quando estamos fazendo algo errado ou escondido.
Praguejei baixinho, enquanto ela continuava.
— E também ninguém nunca achava que fosse acontecer algo de ruim. Meu pai ficou ciente de pouquíssimas dessas peripécias ou então eu estaria, com certeza, o resto da minha vida de castigo.
Emendou.
— Ainda não acredito o quanto você foi imprudente!
Repreendi. Ela sorriu.
— Pular do penhasco é algo muito perigoso Bella. Alguém poderia ter morrido.
— Eu sei, mas mesmo assim eu fiz.
— E Jacob acobertava você.
Concluí.
— Sim. Ele sempre estava metido nas confusões também.
Suspirei aliviado por saber que ela agora estava livre para sempre da má influência daquele cachorro, metido, arrogante e irresponsável.
— E respondendo a sua pergunta, nunca. Eu nunca consegui ver o Jake como o homem, da minha vida. Nunca senti nada por ele além de amizade. Sei que ele é um bom homem e com certeza fará uma mulher muito feliz, mas esta pessoa, definitivamente não sou eu, Edward.
— Que bom querida, porque eu não conseguiria deixaria você ir embora daqui. Não sem uma boa briga.
Ela me puxou para um beijo apaixonado e mais uma vez nos entregamos um ao outro... Sem limites, sem reservas, sem medos.
Notas finais
Então pessoal antes de saírem por ai denunciando leia a Porra do aviso que diz que a HISTORIA E BASEADA EM TAL OBRA, NÃO Saíam POR AI FAZENDO MALDADE a quem quer apenas trazer uma boa historia para vocês lerem.
Bem agora tenham uma boa leitura.
Beijos Kiki (to postando pela conta da Tina Povo)
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