Nebulosa
49 Capítulo 49 – Coisas do destino.
Notas iniciais
PDV Isabella Swan.
Acordei toda dolorida, mas completamente satisfeita. Me espreguicei e senti o corpo quente e rijo ao lado do meu. Sorri. A noite havia sido fantástica. Nem ao menos descemos para jantar. Edward preferiu pedir para que o nosso jantar fosse servido ali mesmo na sacada do quarto, onde as luzes da cidade foram testemunha do início da nossa vida a dois.
Ele era um amante maravilhoso. Observei ele dormir por um momento e fui novamente atingida por uma onda de felicidade. Meu marido, meu amor... Ele era tão bonito. Ainda dormindo, suas feições eram tranqüilas e suaves, bem diferentes de quando ele estava envolvido com o trabalho na fazenda ou quando havia outras pessoas ao nosso redor.
Seu cabelo estava uma desordem total, mas também minhas mãos passaram por ele a noite toda. Afagando, puxando, acariciando. Uma onda rebelde havia caído sobre sua testa e os meus dedos inconscientemente foram para lá. Queixo firme, nariz reto, lábios completamente carnudos e uma leve formação de barba, cobria a mandíbula e completavam o rosto mais perfeito que eu já vi em um homem. Um lençol branco estava enrolado em seus quadris estreitos e diante daquela maravilhosa visão, meu corpo reagiu de imediato.
Arregalei os olhos, chocada e em seguida sorri. Eu devia começar a me acostumar com as reações que ele conseguia despertar em mim. Silenciosamente escorreguei para fora da cama, tentando não acordá-lo. O quarto ainda estava escuro. Pé ante pé fui para o banheiro. Entrei com cuidado fechei a porta atrás de mim, dirigindo-me até o espelho, para ver o meu reflexo.
Nossa! Agora eu sabia o que as minhas amigas diziam sobre passar a noite inteira fazendo amor... Ou sexo. No meu caso, os dois. Era como se estivesse marcado no meu rosto que Edward tinha me amado e exigido o máximo de mim durante toda a noite...
Levantei os braços examinando algumas marcar vermelhas de arranhões e dos chupões que ele tinha distribuído afoitamente sobre a minha pele. Era como se realmente quisesse me deixar marcada. Essas com certeza ficariam roxas e estavam espalhadas ao longo do meu pescoço, ombros, peito e estômago. Olhando para baixo, eu corri meus dedos ao longo de minha coxa.
“Sim, lá também”.
Constatei e meus mamilos endureceram imediatamente. Fechei os olhos recordando a sensação de seu rosto barbado roçando ao longo de minha pele. Que culpa eu tinha se minha mente trabalhava rápido e o meu marido era terrivelmente gostoso? Eu babava só de olhar para ele, como muitas mulheres, mas era a mim que ele havia escolhido.
Saí dos meus devaneios e torneia me encarar no espelho... Meu cabelo estava uma bagunça selvagem e confusa, e eu mordi o meu lábio quando me lembrei das suas mãos o segurado. A maneira como ele me puxou para o seu primeiro beijo, e depois para o seu corpo...
Sacudi a cabeça de leve e resolvi tomar um bom e relaxante banho de espuma. De fininho, caminhei até a enorme banheira e liguei água, regulando a temperatura. Experimentei com os meus dedos e estava deliciosa. Dei um tempo para que enchesse um pouco mais e despejei todo o líquido perfumado da espuma, que se formou em abundância, segundos depois.
Prendi meus cabelos com um elástico e entrei, me afundando naquela água gostosa e quentinha. Inclinei minha cabeça para trás e fechei meus olhos por um momento, desfrutando da calmante sensação.
Não sei quanto tempo havia se passado, até que percebi que não estava mais sozinha. Abri os olhos e vi Edward parado, próximo a banheira, nu, com o olhar escurecido pelo desejo. Luxúria, desejo, amor e paixão estavam estampados nos olhos verdes esmeralda, refletindo tudo o que ele sentia. Senti o formigamento familiar começar a se espalhar em meu corpo, a partir do baixo ventre.
— Posso entrar?
Perguntou com sua voz rouca.
— Precisa perguntar?
Retruquei sorrindo.
Me desloquei um pouco para frente e ele veio se sentar atrás de mim. Seus braços me envolveram e eu me encostei ao seu peito.
— Hum... Bom dia senhora Cullen.
— Bom dia amor. Mas eu acho que senhora Cullen é a sua mãe, não é?
Falei divertida.
— Engraçadinha...
Ele retorquiu, esfregando sua áspera barba em minhas costas. Me arrepiei da cabeça aos pés. Ele então começou a beijar o meu pescoço, descendo as mãos para os meus seios, acariciando e brincando. Gemi e recostei minha cabeça em seu ombro, fechando os olhos, esperando o que estava por vir.
— Adoro o seu cheiro, a maciez de sua pele... a suavidade de seu corpo contra o meu...
Enquanto ele falava em meu ouvido, uma de suas mãos foi para a minha entrada, alisando e esfregando. Afastei um pouco as pernas, permitindo que ele tivesse maior acesso... A fricção de seus dedos me levando à loucura.
Ele colocou um dedo na minha entrada e esfregou, me fazendo querer mais. Mais um dedo foi adicionado, enquanto eu arfava e gemia com as ondas de prazer. Ele permaneceu assim por alguns minutos e eu rapidamente gozei, Soltando o ar em rápidas arquejantes lufadas. Ele retirou sua mão e me fez olhar em seus olhos, enquanto lentamente levava seus dedos à boca e os provava.
— Deliciosa... Isso é o que eu chamo de começar bem o dia...
Aquilo me excitou além do limite da razão e em segundos, eu me ergui, virei de frente para ele, posicionei minhas pernas de cada lado de seu corpo e desci sobre seu membro, numa estocada só. Nós dois gememos com o contato quente dos nossos sexos unidos, e ele levou as mãos até os meus quadris, me ajudando a cavalgá-lo.
— Oh Nebulosa...
— Preciso ter você dentro de mim, Edward.
— Porra, Bella...
— Assim, assim...
— Você está me matando amor...
Nós dois falávamos ofegantes. Senti as ondas de prazer se aproximando cada vez mais e não sei como, mas aumentei o ritmo, subindo e descendo sobre ele, que apertou minha bunda com força e se liberou quente, jorrando dentro de mim. Ao senti-lo entregue, meu clímax veio em seguida, minhas pernas fraquejaram moles como gelatina e sem suportar o peso do meu corpo, desabei sobre ele, que sem demora pegou uma esponja e começou a me esfregar de leve.
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Depois do banho nós trocamos de roupa, e descemos para tomar café. Entre beijos e abraços, carinhos e sussurros, nós chamamos o elevador, que ao abrir revelou três casais. Uma das moças era muito branca e tinha os cabelos castanhos como os de minha mãe. Ela estava acompanhada por um homem bem mais velho e se vestia de forma chamativa e vulgar. Mas o que realmente chamou minha atenção foi à forma como ela olhou para Edward. Eu sabia que o meu marido despertava a atenção do sexo feminino, mas a moça o fitou com os olhos esbugalhados e logo depois baixou a cabeça. Senti que ele enrijeceu um pouco, mas como havia outras pessoas ali, eu achei melhor não comentar.
Cumprimentamos as pessoas e saímos, descendo até o restaurante para tomar o café da manhã. Comi bastante, mas Edward se superou. Acho que nunca o vi com tamanha fome antes...
— Acho que estou me alimentando igual ao Emmett
Ele brincou piscando um olho.
— Realmente eu confesso que estou impressionada. Nunca vi você comer tanto assim, nem mesmo na fazenda.
Respondi.
— O que deu em você?
Ele inclinou-se em minha direção e falou baixinho:
— Você é a grande culpada, afinal me fez trabalhar a noite inteira sem descanso. Minha adorável e insaciável esposa...
Corei até a alma e olhei para os lados, vendo se mais alguém havia escutado aquele comentário picante e inapropriado. Ele me deu um sorrio maroto.
— Que tal darmos uma volta?
Sugeri ainda embaraçada pelo comentário dele.
— Ótimo. Será bom esticar um pouco as pernas.
Ele concordou e nós saímos em direção aos jardins do hotel, que eram enormes e muito bem cuidados.
— Minha mãe adoraria isso aqui.
Ele falou observando os mais variados tipos de flores a nossa frente.
— Ela gosta de flores?
— Demais. Ela mesma plantou todas as que estão no jardim, lá na fazenda. Quando éramos crianças era o seu passatempo favorito.
Ele falava de Esme com muito orgulho.
— Eu não tive muito tempo para conhecer os seus pais, mas me parecem ser ótimas pessoas.
Completei.
— Foi ela quem me encorajou avir atrás de você, amor.
— Então terei que agradecer a minha querida sogra por isso.
— Sei um jeito maravilhoso de você agradá-la.
Ele falou me dando o sorriso torto que eu amava.
— Como?
— Dando-lhe um neto. Ou quem sabe dois...
— Cof, cof, cof...
Engasguei e ele gargalhou.
— Eu tenho certeza de que você seria uma ótima mãe Bella.
Suspirei.
— Acho que devemos dar um passo de cada vez, Edward. Acabamos de nos casar. Vamos curtir um pouco, aproveitar nossa vida de recém casados e depois nós falamos sobre filhos.
— Tudo bem querida, como você quiser.
Que bom que ele concordou comigo. Agora eu iria falar sobre o que estava me incomodando.
— Edward.
— Sim?
— Quem era a moça no elevador?
Perguntei e ele me fitou por alguns segundos antes de responder.
— Você notou.
Ele disse e desviou o olhar para longe. A apreensão me invadiu.
— Sim. Quem é ela?
Insisti.
— Aquela é Jéssica, Bella.
Por um momento eu me desliguei da realidade, saí de onde estava e me fechei no meu mundo íntimo e particular. Então ela era a mulher que o havia feito sofrer, a que tinha abortado o filho deles. O choque no rosto sardento ao reconhecer Edward diante de si. Ela tinha ido embora de Tucson depois do ocorrido e até onde eu sabia, nunca mais havia voltado a botar os pés na cidade outra vez.
— Bella?
Voltei ao presente com Edward sacudindo de leve o meu braço, com uma expressão visivelmente preocupada em seu rosto.
— Bella, fale comigo amor. Bella!
— Ham?
Perguntei voltando a realidade.
— Por favor, não me assuste desse jeito.
Ele disse visivelmente aliviado.
— Me desculpe. É que eu não esperava por isso.
Ele assentiu.
— Nem eu. Honestamente achei que nunca mais a veria na vida.
Meu coração se apertou.
— Você sentiu alguma coisa ao vê-la?
Eu precisava saber.
— Surpresa e um pouco de choque talvez.
— Só isso? Tem certeza? Nem ódio ou rancor... Ou talvez mais alguma coisa, quem sabe?
Percebendo minha insegurança, ele me puxou para seus braços e me abraçou carinhosamente, afagando meus cabelos com seu rosto.
— Sim tenho certeza. E pode ficar tranqüila Bella, pois meu coração pertence apenas a uma mulher: você.
Ele sabia como me fazer derreter.
— Eu não saberia viver sem você, eu ficaria perdido no mundo sem você, meu amor. Minha vida seria uma eterna noite de trevas. A solidão me devoraria pouco a pouco e mais cedo ou mais tarde eu sucumbiria. Como eu disse antes, você agora é a minha vida.
— Eu te amo Edward.
— Eu também te amo demais Nebulosa. Você é a minha vida. Eu soube que você era especial desde que caiu em cima de mim naquele dia no aeroporto. Quando se levantou para ir ao banheiro eu só conseguia imaginar como seria ter essas pernas lindas em torno da minha cintura enquanto fazíamos amor...
Engoli em seco, sentindo meu coração disparar e minhas pernas tremerem. O que ele estava querendo? Me matar, dizendo aquela coisas?
— As coisa do destino são assim mesmo. Repentinas, impensadas, surpreendentes. Simplesmente acontecem. De alguma forma que a nossa razão desconhece você foi há muito tempo predestinada a ser minha.
PDV Edward Cullen
Meu corpo estava saciado e eu, totalmente relaxado. Olhei para a mulher que dormia tranquilamente em meus braços e sorri. “Minha esposa”. Havíamos feito amor três vezes e exausta ela adormeceu. Por mais cansado que eu estivesse, não conseguia dormir. Mas tudo bem. Eu estava feliz e isso era o que importava.
Olhei mais uma vez para Bella. Sua respiração tranqüila e ritmada era acompanhada por meus atentos olhos. Aconcheguei meu corpo nu ao seu, abraçando-a. Sua bunda macia rosou em minha pelve e eu gemi baixinho. Estávamos em forma de conchinha, cobertos pelo edredom. Ela adorava dormir assim.
Levantei minha mão esquerda olhando outra vez para a grossa aliança em meu dedo anelar esquerdo. Quem diria... Edward Cullen, ex membro ativo do antigo SODAM, casado. Lembro-me que meses atrás eu repudiava a simples idéia de compromisso, quanto mais de um casamento. Mas como diz D. Esme... Nada como um dia após o outro. Minha mãe, sábia como sempre. Hoje não só pareço um bobo alegre da corte, como faço questão de dizer a todo mundo que estou casado, apaixonado, babando pela minha mulher e feliz.
Às vezes eu me olho no espelho e acho que não estou em meu juízo perfeito. Mas é só olhar para ela, minha Nebulosa, que todas as minhas dúvidas se evaporam. No quartel fui treinado para controlar meus sentimentos, pois um bom combatente tem que deixar a emoção de lado e priorizar a razão para não ser abatido. Força bruta, determinação, controle emocional, disciplina, dedicação, consciência, foco, lealdade e liderança eram minhas principais qualidades. Aliados a isso, um treinamento intenso e uma grande força de vontade de servir ao meu país. Foi assim que me destaquei e assumi o comando do pelotão. Mas desde que Bella havia entrado em minha vida, tudo aquilo havia virado de pernas pára o ar, e eu sequer conseguia pensar ou raciocinar com clareza. Eram as emoções e os sentimentos que me guiavam.
Sorri novamente. Só de imaginar que a partir de agora ela estaria em nossa casa, me esperando todas as noites... Meu corpo mais uma vez reagiu. E, Cullen, desse jeito você vai acabar entrando para o livro dos recordes, pensei suspirando e me ajeitei melhor na cama, para não despertá-la. Embarcaríamos para Tucson hoje e a nossa última viagem de avião juntos ninguém poderia dizer que tinha sido exatamente uma boa recordação. Sem falar no pânico que ela tinha de voar...
Irrequieta, Bella murmurou algo ininteligível e eu beijei de leve suas costas. Muitas vezes ela falava dormindo e eu adorava ouvir. Até porque na maioria das vezes era o meu nome que ela dizia ou o quanto me amava. E o meu peito parecia que ia estourar de tanta felicidade, mas esta noite, isso ainda não havia acontecido. Com certeza, eu esgotei todas as energias da minha linda mulher.
O dia de hoje havia sido especial de muitas maneiras. Meus pensamentos voaram para esta manhã. Acordei sentindo um inexplicável vazio e estiquei meus braços e mãos, tateando a cama, desejando encontrá-la. Suspirei resignado ao me dar conta de que estava sozinho. A decepção tomou conta de mim. Devagar, sentei na cama observando o quarto ainda envolto pela escuridão das pesadas cortinas. Uma fraca e tênue luz saia pela fresta embaixo da porta do banheiro.
Eu precisava vê-la. Sem demora, lancei as cobertas para o lado e me levantei andando para lá. Abri a porta suavemente, meus olhos necessitando de alguns segundos para se ajustarem a claridade do espaçoso cômodo. Estaquei, prendendo a respiração.
O maravilhoso e adocicado cheiro de morangos penetrou em minhas narinas, despertando meus sentidos de macho. Fui presenteado com uma maravilhosa visão, de tirar o fôlego de qualquer homem... Ela estava imersa na enorme banheira branca, de olhos fechados, um monte de espuma ao seu redor, os cabelos presos no alto da cabeça deixavam escapar alguns fios que soltos, tornavam-na ainda mais sensual.
Eu queria apreciar mais de perto, gravar cada detalhe da mulher que me enlouquecia e me tirava do sério. Céus! Como ela podia num simples ato como tomar banho, me afetar com tamanha intensidade? Eu estava salivando só de pensar em tê-la novamente, seu corpo suave sob o meu.
Ainda alheia a minha presença, ela se mexeu um pouco, elevando o copo, expondo os seios perfeito ao meu olhar faminto. Meu desejo ferveu, meu pênis gritou e eu me aproximei devagar, querendo possuí-la outra vez. Eu nunca me cansaria dela. E como sempre, foi maravilhoso. Nossos corpos tinham uma perfeita sincronia, Bella se ajustava a mim como uma luva. Era mágico.
Saciados, depois de fazer um sexo matinal gostoso, descemos para tomar café. E o destino me pregou uma peça depois de um longo tempo, me fazendo ficar frente a frente com Jéssica. A mulher que tinha destruído os meus sonhos.
Quando a porta do elevador abriu naquela manhã, lá estava ela, usando uma roupa decotada e vulgar, pendurada no braço de um homem mais velho, com idade para ser seu pai talvez. O rosto alegre e sardento estava marcado por sinais e rugas que anteriormente não existiam. Ao me ver, ela arregalou os olhos em choque, baixando a cabeça em seguida.
Fui pego desprevenido e enrijeci involuntariamente, mas tratei de disfarçar por causa da minha esposa. Entramos no apertado espaço e eu abracei Bella, descansando meu queixo no topo de sua cabeça, esperando que a antiga revolta e a mágoa dominassem o meu coração. Mas para minha surpresa, nada aconteceu. Soltei o ar devagar e fiz questão de erguer a minha mão com a aliança. Notei que minha ex disfarçadamente observou este pequeno detalhe e vibrei com isso. Eu queria que o mundo inteiro soubesse o quanto Isabella me fazia feliz.
Instantes depois, o elevador parou, a porta abriu e ela e seu acompanhante saíram rapidamente. Fiquei olhando enquanto ela se afastava percebendo que finalmente eu estava curado. O único sentimento que ela conseguiu despertar em meu íntimo, durante esse breve reencontro, foi pena. Minha esposa, com todo seu amor e carinho, tinha preenchido todo o vazio que aquele monstro em forma de mulher havia deixado em meu ser.
Olhei para o relógio em meu pulso. O dia estava amanhecendo, mas ainda era cedo para despertá-la. Meu coração se enterneceu. Eu não conseguia mais imaginar meu futuro sem a constante presença de Isabella em minha vida.
Notas finais
Amanha tem mais garotas.
beijos
Kiki.
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