Nations War
1 Ataque á Kemakmuram
Notas iniciais
–Vossa majestade ela chegou.
–Deixe-a entrar.
–Como quiser senhor.
Logo entra pelas portas do castelo de Kemakmuram, uma jovem, que aparenta 19 anos, cabelos negros e curtos com mexas roxas que cobrem seu olho direito, a jovem esta usando um traje preto bem justo que realça a beleza de seu corpo, ela também usa luvas com aberturas nos dedos e um cachecol preto que tapa seu queixo.
–O que a faz ter a coragem de aparecer aqui sua ladra miserável?
Exclama o rei exagerando um pouco no tom de voz, como se quisesse que todos ouvissem o que ele fala.
–Você rouba meu castelo, menti para mim e quer falar comigo depois de tudo isso, mas que ousadia!
O rei diz isso gritando mais ainda.
–Não sei por que o senhor ainda não a prendeu.
Diz um homem alto, careca e pálido com uma voz fina e exaltada entrando no salão principal do castelo.
–Na verdade acho muito estranho você se rebaixar ao ponto de falar com essa gente.
Diz o homem agora sussurrando no ouvido do rei.
–Eu não o chamei, fique no seu lugar antes que minha paciência se esgote.
Diz o rei se estressando com o homem. Enquanto tudo isso acontecia, a garota dava um sorriso pequeno e debochado, rindo da situação.
–Eu trago informações.
Diz ela olhando para o rei que levantando levemente a sobrancelhas pergunta:
–Que tipo de informações?
–Eu trago informações do reino de Mistícia.
–Me acompanhe.
O rei começa a subir as escadas do castelo, e a jovem o segue, e quando passa pelo homem careca ela abri um sorriso de canto da boca e da uma risadinha, o homem bufa e desvia o olhar. Quando eles sobem as escadas até o ultimo andar, o rei vira a direita e vai até uma grande porta de madeira com maçanetas douradas, o rei entra e rapidamente tranca a porta.
–Quais são essas informações?
Pergunta o rei agora sério.
–O reino de Misticia esta planejando um ataque contra o reino Kemakmuram, mas isso irá demorar o suficiente para vocês se prepararem.
–Como confiarei tal informação à uma simples ladra?
–Duvide se quiser. Mas o rei de Mistícia planeja atacar na próxima lua vermelha.
–Quando os vampiros se fortalecem! Droga!
Grita o rei batendo com força na mesa.
–E a troco de que você veio me informar isso, imagino que seja dinheiro, acertei?
Pergunta o rei como se isso fosse o menos importante naquele momento.
–Não, não é dinheiro. Eu só quero saber uma coisa.
Diz a garota, que agora pela primeira vez parece não ser totalmente superior.
–O que você quer saber?
–Por que você não me prendeu naquele dia?
O rei da uma pausa e fala:
–Não pense que foi por piedade, foi só porque não queria que meus convidados pensassem que eu sou um rei estressado e violento.
A ladra ergue as sobrancelhas desconfiadas e continua:
–Tenho certeza que não pensam isso de você.
–Não, não pensam. Agora você precisa ir, mas antes tome isso.
O rei abre uma gaveta na sua mesa de madeira e tira uma trouxa e arremessa para a menina.
–Aí tem 17 quimerius.
–Isso é um pouco demais não acha?
–Dinheiro não é um problema para mim. Espero que sua noticia seja verdadeira irei investigar isso, agora adeus.
–Tudo bem.
Ela vira as costas, abre a porta e saí da sala. O rei senta em sua mesa botando as duas mãos na cabeça e de repente nota algo.
–A porta não estava trancada?
Fale com o autor