Natal No Mundo Inferior

10 8-Percy parte 1 — Como se livrar de alguém: prenda ele numa árvore


Notas iniciais
Ola amore. Era p mim ter postando antes, mas n deu, sorry. Perdi o cap 4 vezes! :/ Pelo menos comprei meu notebook (finalmente). To sem pc a uns meses e tava escrevendo pelo cel e etc. Agr já posso escrever mais rápido e melhor, mas tbm tem os jogos q só rodam em pc p atrapalhar :/ Enfim, espero q gostem. Esse é o penúltimo cap, mas como eu já disse, pode ter continuação mas depende de vcs :) Dedicado ao meu namorado/melhor amigo João q ta fznd aniversario hj *--* Bem, bom capitulo p vcs. Beijos

Como se livrar de alguém irritante: Prenda ele com uma pessoa que quer mata-lo, numa árvore.

Percy Jackson parte 1.



Natal, uma época tão bonita, onde nos reunimos com os parentes mortais pra comer a ceia, trocamos presentes em frente a árvore e essas coisas que todos já sabem e que com toda certeza, não inclui ver seu primo de cabeça pra baixo a alguns centímetros do chão, sendo segurado por uma planta que parecia vida. (Sim, eu sei, planta são seres vivos, mas não foi nesse sentido que eu quis dizer. Deuses, depois o lerdo sou eu.) E a louca da Katie sendo segurada pelo Michael, Malcom e o Jason.

— Se acalma! — ele gritou.

Ela tentou se soltar mas não conseguiu. Katie estreitou os olhos e Nico começou a balançar mais ainda.

— Não! Você viu o que ele fez! Esse, esse... Pedaço de folha morta, ele merece pagar — retrucou.

— A culpa não é dele — Jason retrucou.

— Verdade Katie. Mas assuma. Você gostou — Travis riu e piscou para ela.

Os olhos da filha de Deméter se estreitaram para o outro semideus e Nico parou de balançar no ar.

— Ora seu... Filho de uma praga de colheita! — gritou.

E mais uma vez os três tiveram que puxar ela, mas dessa vez, foi na direção contrária. Gardner agora queria era pular no pescoço de Travis e esgana-lo até ele virar adubo de plantas, bom, pelo menos ela parecia que queria fazer isso, ou até mesmo imaginava. Já eu mesmo, pensava em como uma garota com raiva poderia ser forte, eram preciso três pra conseguir segurar Katie! Na verdade, eu estava pensando mesmo era em outra coisa...

— Mais que droga esta acontecendo aqui? — gritei mais alto que todos e eles me olharam. Sim, era nisso que eu pensava.

Katie aproveitou e conseguiu se soltar, mas Michael e eu fomos mais rápidos e seguramos ela que deu uma cotovelada no meu estômago. Outch, isso dói.

— Sossega garota. Comeu um daqueles cereais de energia dobrada da sua mãe? — perguntei irônico — e alguém me explica o que é isso? —

Travis foi o único que se mexeu ali. Ele veio pra perto de mim, mas Katie tentou morder ele, então o Stoll chegou um pouco pra trás.

— Eita louca — ele reclamou — então, eu tava contando pra essa doida ai o que aconteceu com a árvore, e que tivemos que pegar outra no porão e etc. Mas o Nico estava colocando viscos pela sala, só que não eram normais, eram viscos mágicos que flutuavam no ar e um deles veio parar bem em cima de nós. Ai, bem… Você sabe da tradição e não podíamos quebrar ela. Então, eu puxei ela pela cintura e a beijei —

Travis soltou uma risada maliciosa e mandou um beijo no ar para Katie que bufou.

— A força! Você me forçou a te beijar, seu cretino — ela gritou, corando mas já estava mais calma.

O Stoll soltou uma risada pelo nariz.

— Tão a força que você segurou no meu pescoço e não deixava mais eu me afastar. Sem contar que foi você que transformou o selinho em beijo de língua —

— Di imortalles, vocês estão quase se matando por isso? — resmunguei, revirando os olhos.

Katie tentou se mexer na direção dele mas foi impedida por algo em seu pulso. Olhei melhor e vi que era uma algema dourada com um brilho diferente, e prendia ela a arvore esquisita e fina que ela tinha conjurado no meio da sala. Ela tentou tirar mas não conseguiu, tentou fazer a árvore sumir e também não conseguiu.

— Que bruxaria é essa? — ela perguntou.

— Isso se chama Algemas de Super Pressão e Anti-poderes de Semideus Para Tentar se Soltar. Lançamento da Hermex — Connor explicou e piscou para ela.

— Ae, sua mala. Toma, também se ferrou — Nico comemorou mas parou de falar assim que Katie vez a arvorezinha começou a sacudir. E meu primo começou a gritar. Deuses, eu mereço.

— Enfim, que tal irmos comer alguma coisa? Soube que tem nozes azuis — falei pro resto do pessoal.

Jason sorriu do meu lado.

— Bora — falou e andamos em direção a sala de jantar.

— Ei, vocês não vão me largar aqui, né? — Nico gritou — Ou vão? — ignoramos ele e continuamos andando.

— Você merece um castigo depois de ter feito a gente de empregados — Connor falou e Travis riu — tchauzinho, aproveite a estadia na arvore. Vê se não vomita ou você vai limpar.

Tive que rir do final. Ah, depois de tudo que ele fez, vai dizer que não mereceu esse castiguinho. Nico deu alguns gritos ainda, mas depois ficou um tanto difícil de ouvir ele, a distancia já era grande.

[...]

23:58. Faltava apenas um minuto e pouco para a meia-noite, e para o natal.

Todos já estavam reunidos na sala de jantar, bom, pelo menos eu acho, tinham tantos semideuses e deuses juntos ali que nem dava pra saber e, olhe, que o lugar era bem grandinho. Já mesa era quase quilométrica, meus deuses, nunca tinha visto uma mesa tão grande e nem sei como fizeram para aquilo entrar ali (Não pensem besteiras, suas crianças pervertidas | Tá, to sabendo, por meio de magias. Dã Percy, óbvio né? Vou parar de falar comigo mesmo, é melhor).

Casais juntos, amigos conversando, esfomeados tentando atacar as comidas e levando um choque quando encostavam nelas, filhos discutindo com os pais, pais querendo estrangular mas só não faziam isso porque tinha muita gente perto. Ah, tudo lindo, perfeito e completamente “olimpiano”, já era de se esperar coisas assim, era sempre desse jeito; nós amávamos alguns, odiávamos outro, éramos neutros com uma parte, mas nos aturávamos, as vezes, rolava alguma briga ou discuçãozinha. Cara, nós somos uma enorme, conturbada e complicada família, isso é normal.

Senti Annie encostar a cabeça em mim, olhei para ela e sorri.

— Ta pensando no que, cabeça de algas? — perguntou.

— Nada importante — respondi, segurando sua mão e beijando sua testa.

— Você e essa sua mania de viajar do nada — eu sorri — é estanho mas eu amo até isso em você —

— Também amo você, minha sabidinha. Eu amo tudo em você —

Segurei o rosto dela e beijei. Alguns segundos depois, nos separamos por causa da gritaria do povo. Era meia-noite. Era natal.

— FELIZ NATAL, MEU POVO! — Leo gritou, subindo numa cadeira — agora bora comer —

Eu e Annabeth rimos dele, assim como todos que estavam ali.

— Feliz natal, minha nerd — falei pra Annie.

— Feliz natal, meu lerdo — ela respondeu.

Antes que eu pudesse beijar ela de novo, Atena puxou Leo da cadeira e chamou a atenção para olharmos pra ela.

— Bom, feliz natal a todos. Queria dizer que estou feliz pela nossa reuniãozinha estar dando certo, apesar de algumas coisinhas fora do eixo. Enfim, obrigado e vamos comer. Aliás, cadê a Katie Gardner e o Nico di Angelo? —

Opa. Acho que deixamos duas pessoinhas presas numa árvore.