Nasla

2 Capa preta.


Entrei em casa aos prantos, fui oas meus aposentos e peguei meu capote preto de camurssa. Fui em direção ao túmulo da minha mãe e posme a chorar de vergonha, saudade, tristesa, medo.

Estava ventando muito, e este levava meu capote para longe, sai correndo atrás entrando quase dentro da sombria floresta. As árvores me faziam tropeçar e os finos galhos enrrolavam meu cabelo como que braços que empurrava-me para um buraco ao sub-solo.

enxergei um luz de casa bem fraquinha, e lá estava meu capote preso ao arame.Estiquei-me para alcança-lo, mas estava longe demais, estiquei minha mão com toda aminha força, mais um poco- pensava- quase, quase... CONSEGUE! OBA, EU CONSEGUE!

Ora, de repente senti os predegulhos rolando embaixo das minhas sapatilhas vermelhas velhas, não podia ser! Eu estava escorregando ladeira abaixo, mil cambalhotas foram dadas por mim.

Ao fim da ladeira, não me lembrava de nada direito apenas que eu ouvia os uivados dos lobos famintos para a lua cheia. Fiquei com medo e procurei uma caverna para me esconder, correndo ofegante lembro-me de tropeçar mais uma vez, só que era... um livro?

Capa preta, com as siglas em prata: A.M.S, lembro-me de abrir as folhas grossas e depois eu desmaiei na margem e um rio, quase sega pelo brilho das letras estranhas do livro.