Nas Trevas Do Mundo

2 Rafael: Poderes e mais Estranhas Criaturas


Notas iniciais
Se alguém ler deixa uma rewie
2

Pov Rafael

Quando ela saiu da estranha carruagem com aquele pontinho brilhante na mão.

Eu fiquei estático como ela sabia que eu, provavelmente, precisaria de algum antídoto para a mordida daquele monstro cobra estranha.

Ja que eu estava usando uma camisa de manga comprida que cobria completamente o lugar onde ele tinha mordido, que estava doendo muito e eu tentava não deixar a dor transparecer afinal porque eu deixaria essa garota saber sobre a mordida

— por que eu precisaria de algum antídoto?- perguntei mentindo e tentando não deixar ela saber da dor que eu estava sentindo

— garoto da muito bem para ver que você esta sentindo dor e eu sei que você foi mordido por alguma coisa- ela disse enquanto balançava a mão na minha cara

— e como você sabe disso?- eu disse me levantando e afastando da garota super esquisita

-bem quando eu te encontrei você estava desacordado e estava murmurando sobre o que te mordeu e como estava doendo

— e como você sabe que isso vai me curar, e não me matar ou só me deixar pior do que eu já estou

— quem sabe? Eu acho que vai te ajudar mais também pode só te fazer mal, mas também não e como se você tivesse varias escolhas, não é?- ela disse enquanto se sentava em um tronco de uma arvore que aparentava que já tivesse caído faz tempo.

— e melhor você fazer oque ela esta dizendo o veneno dele vai te matar mais cedo ou mais tarde se você não tomar algo que combata o veneno- eu ouvi a voz do espirito da pedra que agora parecia muito mais fraca que antes

— então garoto oque vai ser? Você ira me ajudar e ganhar o antídoto que provavelmente ira te salvar ou ira viver as suas ultimas horas na péssima dor que o veneno do monstro o faz sentir?

-posso pensar durante algum tempo?- eu disse olhando para ela

— tudo bem você tem ate o por-do-sol para decidir- ela disse enquanto voltava para dentro da carruagem

Depois que ela entrou na estranha carruagem dela eu me sentei perto de uma arvore e comecei a pensar sobre tudo que tinha acontecido ate agora.

A estranha estatua que eu encontrei naquele outro bosque, o monstro que tentou me matar em casa, correndo de lá e aparecendo magicamente no Quebec, que eu acho que e no Canada, depois de atravessar um portal que ficava em uma parede dentro do bosque

Seria melhor se eu só morresse agora? pensei enquanto ficava mexendo a estatua vermelha entre os meus dedos tudo iria acabar eu não iria ter que fazer nada

Pare de ser estúpido ouvi a voz da estatua na minha cabeça você morrer com certeza não seria algo inteligente a se fazer garoto, você só estaria fugindo do seu destino e com certeza a morte não seria agradável, nem indolor, o veneno iria te matar lentamente durante dias ate que seu corpo não aguentasse mais a dor e você morresse

mais porque eu iria tentar sobreviver as coisas só iriam piorar mas porque não? eu pensei o que eu sempre penso afinal porque não tentar sobreviver quando eu tenho uma chance? Mesmo que provavelmente bem pequena'

Depois que eu pensei isso eu me levantei e fui ate a estranha casa-caruagem da garota estranha que eu não tinha ideia o nome

Depois de esperar durante algum tempo, sentindo uma dor horrível do veneno do monstro cobra, ela finalmente abriu a porta

-sim?- ela perguntou olhando para min enquanto segurava algo nas costas- ah e você- ela disse enquanto guardava a faca que estava na outra mão- então oque você decidiu?

— eu vou te ajudar e porque você tem uma faca na mão?- eu perguntei apontando para onde ela tinha posto a estranha faca dela

— só algo para eu poder me proteger-ela disse pegando a faca da gaveta na qual ela tinha posto a faca

— mas porque você precisa da minha ajuda?

-eu já disse, preciso de ajuda para proteger esse lugar de criaturas que querem me matar, provavelmente parecidas com a que te atacou, eu acho- ela disse enquanto entrava de novo na estranha carruagem dela- não vai entrar?- ela disse notando que eu ainda estava do lado de fora

-ah Ta bom- eu disse entrando na carruagem- qual e seu nome?- perguntei da forma mais natural possível

— oque?- ela perguntou distraída enquanto tirava a cabeça de um armário, do qual eu não tinha notado a existência

— sabe e que eu não tenho idéia do seu nome, nem você do meu então qual e seu nome?- perguntei da melhor maneira que eu consegui

— e Agatha, o seu?- ela perguntou enquanto tirava algumas roupas do armário

-E Rafael. Porque você esta sendo ataca pelos monstros Agatha?- perguntei enquanto me sentava numa cadeira no meio da bagunça daquele lugar

— uma historia longa, mas basicamente eles me odeiam e tentam me matar de tempos em tempos por ter matado algum monstro chefe ou algo do tipo- ela disse enquanto, por algum motivo, entrava no armário e fechava a porta atras de si

— e com a minha sorte cheguei no momento que você vai ser atacada?

— basicamente, mas não se preocupa eu tenho alguns amigos que devem aparecer para ajudar daqui a pouco- ela disse sem sair de dentro do guarda roupa, pelo menos eu acho que e um guarda roupa

— eu vou ter que tentar te ajudar enquanto eu estou agonizando pelo veneno ou você vai me dar algum antídoto?- perguntei já esperando pelo pior

— e a minha garantia que você vai ajudar, porque eu te daria o antídoto antes?, mas eu vou sim te dar uma versão mais fraca, também você não seria muito útil se não pudesse lutar- ela disse enquanto finalmente saia do armário, guarda roupa estranho

Quando ela saiu ela estava com roupas mais de alguém que esta prestes a entrar em uma batalha, ou algo do tipo, também estava segurando a faca dela, que e incrivelmente bonita, e umas 3 ou 4 poções estranhas

— bem só espere um pouco que já vou te dar o antídoto- ela disse e sai levando tudo para uma mesa bem estranha no canto da sala onde eu estava.

Eu decidi que era melhor só descansar um pouco afinal pelo oque ela disse eu iria ter que lutar contra mais monstros bem cedo, e eu já estava morto da minha mini-luta contra o outro monstro

Depois de esperar durante uns cinco minutos no máximo eu dormi, ou desmaiei não tenho muita certeza

— Bem já era hora- ouvi uma voz muito estranha mais ao mesmo tempo familiar, abri os olhos para cima e vi uma ave que parecia ser feita de lava, completamente, no topo de alguma arvore que parecia ser feita de pedra

— quem e você?- perguntei enquanto olhava envolta e notava que estava em algum tipo de vulcão gigante que se estendia ate onde eu consegui ver

-Sou Ignis, mas acho que você já me conhece só que eu estava na minha prisão- Ignis disse

— você e o bicho preso dentro da pedra, estatua!- eu disse finalmente ligando os fatos- como você foi aprisionado? E porque?

— não e importante o motivo e como eu fui aprisionado, pelo menos não agora- ele disse enquanto voava para um outro pico mais perto de onde eu estava- o importante agora e que você aprenda a usar os meus poderes

— que seriam?

— como você ainda não adivinhou criança tola?- ele disse como se estive surpreso, só que era difícil ver as emoções de pássaros de lava, afinal eles não tem muita espreção facial- e fogo e a lava, mais primeiro vou te ensinar a usar os poderes de fogo, porque são mais fáceis de ensinar e aprender- ele disse enquanto parava no chão muito perto de min

— como eu aprenderia a controlar o fogo só sou um adolescente normal?- eu perguntei encarando os olhos vermelhos como sangue de Ignis

— realmente você acha que e só uma pessoal normal? Você encontrou uma passagem para o outro mundo, me encontrou, matou um monstro cobra e eu te acho digno de aprender a usar meus poderes, tem algo especial sobre você apesar de eu ainda não saber o que e- enquanto ele falava o lugar esquentou mais ainda, mesmo nos já estando no topo de um vulcão, e os seus olhos ficaram ainda mais vermelhos do que antes, como se ele estivesse irritado com algo, talvez o fato que ele estive preso dentro de uma pedra que esta ligada a min magicamente

-bem como você planeja me ensinar Ignis?- perguntei para talvez deixa-lo mais calmo

— primeiro a uma coisa que eu já notei em você, sua alma e como o fogo, algo que e uma das razões de você ser especial, bem primeiro você tem que entender que você faz, meio que, parte do fogo por isso você não deve temer as chamas, e também essa e a razão de você não ter sentido frio no mundo real- ele disse e agora eu tinha uma explicação razoável do porque eu não senti frio no Quebec- e a forma que se controla o fogo e natural você provavelmente vai aprender sozinho, mas eu vou te ensinar algo bem básico: 1 o fogo e o elemento mais livre e destrutivo que existe 2 ele normalmente e mais fácil controlar dependendo das suas emoções po-

— como assim das emoções?- interrompi ele que me encarou com os olhos escarlate e vez, eu acho, com que o chão em volta dos meus pés derretesse

-não me interrompa Rafael.- ele disse ficando com uma aparecia ainda mais assustadora- mas voltando a o assunto você deve controlar o fogo com o coração, a alma e o celebro. Se você conseguir vai ser uma arma muito poderosa e vo- o chão começou a virar nada, tudo estava ficando preto e deixando de existir- o nosso tempo esta acabando se lembre do que eu disse- depois que ele disse isso, ele se virou e sai voando pra algum local.

O chão ficou preto como se não estive nada mais embaixo de min, tudo deixou de existir e eu comecei a cair.

[]

Então acordei e estava caído no chão da estranha carruagem, bem que era bem mais normal do que o ligar do meu sonho.

-Rafael vem cá já esta pronto o antídoto — ouvi a Agatha me chamando

— Ta já estou indo — disse enquanto me levantava e pensava no sonho será que aquela criatura realmente era a voz da estatua? pensei enquanto caminhava ate a Agatha

— aqui — ela disse me passando uma estranha garrafa com um liquido que brilhava em varias cores diferentes

— então ta- disse pegando a garrafa e tomando ela em um gole- já chegaram os seus amigos?- perguntei enquanto sentia o antídoto passar pelas minhas veias destruindo temporariamente o veneno

— sim eles estão lá fora fazendo guarda- ela disse se levantando e indo em direção a porta- vem logo

Eu segui ela. Quando sai do outro lado estava nevando era meio que bonito mais para min ainda não estava muito frio, pelo que o Ignis disse isso e normal para min. Os amigos dela eram umas criaturas que pareciam a mistura de tigres, ursos e raposas. Ou seja estranhos de um jeito bonito

— esses são os seus amigos?- perguntei me aproximando de um dos bichos

-sim o nome da raça deles é Lycan, mas cada um tem um nome se você sobreviver depois eles devem se apresentar- ela disse na maior normalidade

— bem é agora?

— nos esperamos — a Agatha disse sentando em um tronco perto da carruagem

Depois que ela disse isso eu me sentei perto de um dos Lycans que parecia menos pronto para me matar.

O tempo passou bem rápido, fiquei pensando se aquele sonho era real ou não, mas se fosse eu iria ouvi oque Ignis disse.

Ficamos esperando durante uns vinte minutos no máximo, ai os estranhos barulhos começaram e olhos cinzas apareceram entrem as arvores.

— bem já era hora- ouvi a Agatha falando e pensei essa garota deve ser louca

Depois de uns dez segundos os Lycans avançaram em direção as arvores e das arvores saíram as criaturas, que pareciam esfinges, e a luta começou. Depois de mais três segundos duas delas vieram para cima de min com um olhar assassino, oque era muito fácil de notar já que eles tinha a cabeça de humanos e também tinham as expressões faciais de humanos.

Uma delas tentou me atacar com a pata que parecia ser bem pesada, tentei desviar mas a pata me acertou com muita força que me jogou para trás batendo num tronco oque me deixou sem ar e meio desnorteado. Eu não tive chance de descansar um pouco afinal logo depois que bati no tronco as esfinges já estavam voando na minha direção e agora tinham as suas garras a monstra oque deixava elas bem mais amedrontadoras, me joguei para o lado conseguindo desviar delas por bem pouco, isso já estava me enchendo a paciência eu era tão útil quanto uma pedra o Ignis tinha dito que as chamas apareciam dependendo da minha emoção então eu acho que agora as chamas iriam destruir essas esfinges irritantes e não iria sobrar nenhum vestígio delas.

Então eu fiz oque o Ignis disse usei as minhas emoções, no momento só era a raiva, para dar um inicio as chamas e pensei nas esfinges queimando e logo em seguida senti tudo ficando mais quente, ate a neve que estava caindo começou a derreter perto de min, então uma chama que parecia entre o azul e o vermelho, meio que roxa, apareceu na minha mão e eu joguei ela na direção das esfinges.

Oque a vez com que elas começassem a gritar de dor, oque me deixou feliz em parte e em outra me fez sentir meio que sádico, ate que elas derreterem e por algum motivo só sobrar uns pedaços de metal no local onde elas aviam morrido, oque eu achei estranho mais nem dei muita atenção afinal ainda avia as outras que continuavam vivas.

Eu me virei para elas e notei uma coisa para cada Lycan tinha umas três esfinges, ou seja não era muito grande as chances de eles sobreviverem, e a Agatha tinha sumido e não estava em nenhum local para ser vista.

Então eu fiz a única coisa que deveria ajudar e queimei mais algumas esfinges, oque me deixou muito cansado e suando muito mais eu avia conseguido matar todas as esfinges e não machuquei a maioria dos Lycans e mais uma vez no local onde as esfinges aviam morrido estava um estranho material que parecia ser algum tipo de metal que era meio vermelho, azul escuro e um preto.

— bem acabou a luta, né?- eu perguntei para todos

— provavelmente Rafael- disse a Agatha aparecendo do nada no meu lado

— onde você estava?- perguntei enquanto me aproximava dos estranhos pedaços de metal- e oque é esse metal ?

-eu estava observando a luta de cima das arvores, e sobre esse metal eu não tenho idéia do que ela seria- ela disse

Me aproximei do estranho metal para observa-lo mais de perto, era muito estranho alguns pedaços eram roxos outros vermelhos é em poucos lugares era um azul muito escuro, toquei na pedra e por algum motivo ele brilhou em um vermelho alaranjado que parecia a cor de chamas vivas, ai um estranho barulho começou os Lycans uivaram e o ar tudo ficou mais silencio todos ficaram mais tensos como se precedessem mais uma batalha fosse começar

Então estranhas luzes apareceram e o metal na minha frente flutuou e os outros pedaços se juntaram a ele e os metais ficaram na forma de uma foice que o metal era vermelho como sangue o meu único pensamento era nossa, então a foice foi caiu na minha mão e ela era muito leve e fácil de manusear parecia que era feita para min

— o que e essa foice Agatha?- perguntei enquanto finalmente tirava os olhos da foice

— essa foice- ouvi uma nova voz falando

-ela e a foice da lenda!- ouvi a Agatha dizendo e depois ouvi ela correndo e a porta da carruagem

— mas eu achava que isso era só uma lenda- ouvi mais uma nova voz falando

Então me virei e vi que os Lycans tinham voltado a sua forma humana e todos tinham uma expressão que era entre medo, surpresa e talvez ódio eu não consegui saber qual delas era, então a porta da carruagem abriu com uma força incrível e vi uma Agatha com um expressão de surpresa segurando um enorme livro roxo.

-isso não e nada bom- ela disse se aproximando da foice na minha mão e me observando com uma cara muito assustada- essa foice só pode aparece a cada mil anos antes de uma guerra começar e ela sempre vai para alguém que vai ser muito importante para o futuro do mundo, mas o mais importante sempre para alguém com poderes de fogo- ela disse enquanto olhava para min se virava para a foice ai para o livro e de volta para min- nos temos que sair daqui agora- ela disse enquanto olhava envolta com uma expressão muito preocupada no rosto- rápido todos para dentro da carruagem!!!- ela gritou indo em direção a carruagem

— vamos rápido irmãos — a garota Lycan disse correndo para a carruagem- venha logo garoto nos não deixaremos ninguém para trás — ela disse parando na frente da porta e se virando para min

Eu botei a foice nas costas e corri para dentro da carruagem logo atras dos Lycans, quando entrei a Agatha estava pegando uns estranhos potes do armário que aprecia sem fim dela enquanto a garota Lycan tentava ajudar da forma que conseguisse

— Rafael venha aqui precisávamos da sua ajuda- Agatha disse quase deixando cair os livros que estavam em seus braços

-leia as coisas esse livro vai nos disser oque fazer agora

-porque eu tenho que ler? E qual e o nome do livro?

— muda dependendo de quem ler e atualmente nos sabemos que vai ser necessário mais pessoas e provavelmente nesse livro se não disser quem são pelo menos dará alguma pista, o nome e Delaik- a garota Lycan disse

Comecei a ler o Delaik, nome mais estranho de livro que eu ja vi, não avia muita coisa nele mais das poucas coisas que estavam escritas dizia que alguém de Toronto seria importante, mais especificamente uma garota

— não a muita coisa mais esta dizendo que uma garota de Toronto será importante — disse para a Agatha que estava sentada numa estranha cadeira onde ela avia feito o antídoto

-bem então nos temos um destino-ela disse um pouco mais calma- ah Rafael tome o antídoto esta dentro da geladeira- não questionei o estranho fato de ter uma geladeira ali ajeitei a foice nas minhas costas e fui tomar o antídoto

Quando terminei de tomar o antídoto e me virei para os Lycans estavam todos com roupas de adolescentes e com uma cara meio que entediada e por algum motivo o chão não era mais feito de madeira e sim de metal como o de algum helicóptero

-bem isso deve demorar um pouco vão dormir- disse a Agatha enquanto saia da sua cadeira- durmam em qualquer lugar nos deveremos ter um longo dia amanha.- e com isso ela entrou em uma porta que não estava ali mais cedo e todos deitaram em algum lugar e começaram a dormir, já que eu não tinha muito oque fazer fui a uma das janelas e notei que nos estávamos na altura das nuvens

-wow esse dia também foi cheio de surpresas- disse enquanto sentava perto da janela finalmente dormia com certeza o próximo dia vai ser bem longo coloquei a foice do meu lado e fui dormir

Notas finais
Gostaram?