Naruto E Hinata - Nosso Futuro
28 Uma noite de saudade
Notas iniciais
Depois daquela bomba, Naruto e Hinata decidiram aproveitar um tempo só deles, enquanto a Tsunade não estragava tudo. Deixaram Hiroki e Kinara mais um dia na casa de Sakura e foram para o apartamento de Naruto.
Quando Hinata pôs a mão na maçaneta fazendo menção de abrir, mas Naruto a impediu, a abraçando por trás. – Tenho uma surpresa para você. Só feche os olhos e aproveita. – ele disse sussurrando em seu ouvido, provocando nela alguns arrepios.
Ele pôs a mão em frente de seus olhos e a guiou para dentro do apartamento, onde o cheiro de velas perfumadas inundou as narinas dela. Ela sorriu boba quando ele tirou os as mãos dos olhos dela e viu o apartamento rodeado de velas e de pétalas de lírios.
-Você não existe. – ela disse sorridente.
-Claro que eu existo. – ele disse a abraçando com mais força. – Estou aqui, fazendo essa surpresa idiota para a mulher que eu amo.
-Não é idiota. – ela sorria ainda boba. – É só um pouco diferente... – ela parou no meio da frase e deu um riso fofo. – Tá. É um pouquinho idiota.
-Ah, então você acha idiota? – ela a virou em direção a ele, a fazendo olhar em seus olhos.
Ele a beijou. Um beijo calmo e apaixonado. As línguas dançaram tranquilamente, a dela acompanhando a dele. Mas os dois queriam mais do que um simples beijo. O ar se foi e tiveram que se separar. Foi com muito custo que o fizeram. Ele a queria e ela o queria, mas como dizer isso ao outro. Ela agarrou a blusa dele e o puxou para baixo. Forçando-o a se deitar na cama com ela.
Os beijos tomaram um ritmo diferente, mais quente, mais desejosos. Rapidamente ela se livrou do casaco dele e pôs a mão por debaixo da blusa. Ela havia esperado muito tempo por isso. Desde que Kinara entrou em suas vidas e que desde que soube que estava grávida de Hiroki. Agora que poderia tê-lo não perderia tempo. Naruto a deixou retirar seu casaco sem afastar suas bocas.
-Hinata... – ele disse ofegante.
-Eu quero você, Naruto-kun. – ela respondeu entre os beijos
Como resistir a uma ordem tão sensual? Ela levantou a blusa dele e ele a ajudou a tirar. Agilmente, Naruto se livrou das roupas dela. Um dos seios foi diretamente para sua boca assim que se desprendeu do sutiã. Tão linda. Tão incrivelmente linda. Excitantemente linda. As mãos dele deslizavam pela pele macia. Se ele não a penetrasse logo, morreria. Talvez pelas mãos dela que já não agüentava os toques íntimos. Queria ele. Hinata desceu as mãos pelo abdômen e, ousadamente, começou a desabotoar a calça dele.
– Nossa, você está com pressa. – ele disse dando um sorriso pervertido.
Com as pernas ela desceu a calça dele até os tornozelos, onde ele terminou de tira-lá. A boxer laranja fez ela ri. Tão a cara dele. Os lábios dele passearam pelo corpo dela. Excitando-a, enlouquecendo-a. Ela gemia cada vez mais. Ele desceu os beijos até a intimidade dela e penetrou-a com a língua até a senti-la estremecer em sua boca. O gosto dela era muito bom, cítrico. Ele retornou no mesmo caminho e parou nos seios pra brincar mais um pouco.
-Você é tão linda. _ Disse Naruto enroscando os bicos rígidos.
Beijos e mais beijos ardentes se seguiram. Não que ele planejasse torturá-la, embora estivesse fazendo, apenas amava ter o corpo dela em suas mãos. Amava tocá-la, sentir a pele macia, a intimidade úmida, os arrepios, os tremores. Excitava-se mais com os gemidos, na voz doce e tom de desejo. Amava tudo nela. Hinata já não agüentava mais aquilo. Se ele não tomaria uma atitude, ela o faria. Desceu as mãos até a boxer dele e passou o dedo pelo pano eroticamente.
-Tira. – Ela disse. Naruto a encarou, os olhos turvados de pura luxúria.
Durante um beijo ele se posicionou entre as pernas dela e a penetrou. Ele moveu seu corpo contra o dela continuamente. Cada vez mais rápido e mais forte. Hinata gemia na boca dele. Os lábios sempre juntos, só se separavam por milímetros para buscar ar. Ele continuou se movendo sobre ela, dentro dela e ela gemendo, arranhando-o. Ela explodiu em um orgasmo que fez todo o seu corpo tremer em êxtase.
Ele moveu-se para sair de dentro dela e deitou-se ao seu lado. Ficou um tempo olhando o teto e depois a puxou para perto. Beijou a testa dela e a abraçou com força. Ela retribuiu o abraço e se aconchegou nele.
- Eu amo você, Hina. – ele disse olhando para aqueles olhos coloridos
-Também te amo, Naruto-kun, sempre amei. – ela disse antes deles de beijarem e dormirem.
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Naruto acordou antes de Hinata, ela estava com um fino lençol sobre seu corpo curvilíneo, deixando Naruto mais apaixonado por ela. Ela era simplesmente perfeita. Tinha lhe dado um filho perfeito e que no futuro seria o melhor ninja de Konoha, como seu avó, o tio Jiraya, e o próprio pai.
Antigamente ele nunca imaginaria estar nessa situação com Hinata. Ela era tão inocente que se ele tentasse algo antigamente, ficaria com medo de quebra-la ao meio.
Ela se remexeu um pouco se ajeitando nos braços Naruto, que o fez dar um sorriso bobo de ter aquela mulher linda nos braços. Ele deu um leve sopro em seu ouvido, fazendo ela murmurar e se mover novamente.
Ele novamente deu um leve sofre em seu ouvido, fazendo com que ela abrisse levemente os olhinhos de forma fofa e ensaiada. – Bom dia, zoiudinha.
-Zoiudinha é teu passado. – Ela retrucou sorrindo. – Se você me chamar de zoiudinha novamente eu juro que faço uma greve de sexo.
Ele olhou para ela com um olhar de cachorro que caiu da mudança, fazendo com que ela gargalhasse e o abraçasse, selando um beijo. Ele a puxou, fazendo com que ela ficasse em cima dele. Quando separaram seus lábios ele perguntou. – Porque você se apaixonou por mim?
Ela o olhou um pouco confusa com a pergunta, mas sorriu antes de responder. – Por que você nunca teve medo de ser você. Isso era algo completamente novo para mim, já que sempre fui reprimida ou forçada a fazer coisas. E eu percebia que você sempre estava sorrindo. Sempre estava tão feliz sendo você, que acabei me apaixonando por seu sorriso.
Ele novamente deu aquele sorriso pelo qual ela se apaixonou. – E você, Naruto-kun, porque se apaixonou por mim?
Ele a olhou sério. – Sabe aquele ditado. “ Passamos a dar valor quando perdemos? – ela assentiu, o deixando continuar. – Você me amou quando eu pensava que ninguém mais me amava. E infelizmente eu só percebi isso quando eu pensei que tinha te perdido.
Agora quem tinha sorrido tinha sido ela. Eles deram mais um beijo, e se arrumaram para ver seus filhos.
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