Notas iniciais
Foi mal a demora gentinha... Mas tá ai o outro capitulo.. Espero que gostem e comentem pelo amor rsrs

Naruto acordou suando frio naquela madrugada. Tinha tido um sonho horripilante. No sonhos ele não conseguia salvar seus filhos da fúria da Kyuubi, que era comandada pelo homem mascarado da Akatsuki.

Flashback ON

Eu estava novamente deitado em frente a jaula onde ficava a Kyuubi. Ela me observava com aqueles olhos cor de sangue. Deixando os dentes afiados aparecerem em um sorriso maligno.

Eu pensei que estaria sozinho novamente como da última vez, mas quando eu olhei para o lado, encontrei Hinata desacordada. Ela parecia respirar com dificuldade, e seu vestido branco tinha uma mancha vermelha de sangue no local do abdômen.

Tentei me mexer, mas novamente não consegui me mexer. Detestava essa sensação de fraqueza. Senti minha lágrimas quente escorrerem por minhas bochechas. Quando olhei novamente para a Kyuubi, encontrei o pequeno Hiroki enfrente a jaula, sendo abraçado por Kinara, que se encontrava de joelhos atrás dele.

Os dois tinham um sorriso forçado no rosto, enquanto algumas lágrimas escorriam pelos seus rostos. Não era como no sonho anterior. No outro a Hinata sorria, e chorava, mas ela parecia tão verdadeira. Os meninos não, eles pareciam que não queriam estar ali. Pareciam com medo.

E como no outro sonho, as grades sumiram. A Kyuubi levantou a mão fazendo menção de acerta-los, mas Naruto se manteve calmo. Aconteceria como da última vez. Ele acordaria antes. Mas quando a mão na Kyuubi desceu e atravessou o corpo das crianças, Naruto sentiu vontade de vomitar. Ele fechou os olhos com força desejando que aquela tortura acabasse, mas ele não acordava.

Quando abriu os olhos novamente, viu seus filhos sujos de sangue e sorrindo, mas dessa vez seus sorrisos eram mais naturais, verdadeiros. Quando os dois falaram ao mesmo tempo, “Eu te amo papai”, Naturo acordou daquele pesadelo.

Flashback OFF

Quando ele percebeu que Hinata estava ao seu lado, o olhando assustada, ele sentiu o coração apertar. Não queria preocupa-la e aqueles olhos coloridos eram tão suplicantes que ele se sentia culpado por deixa-los amedrontados.

-Você está bem Naruto-kun? – ela perguntou lhe afagando os cabelos macios. – Você parecia um pouco alterado enquanto dormia e eu fiquei um pouco preocupada.

Ele sorriu e encostou os dedos quentes no rosto macio e gelado dela.Ela estremeceu com o toque dele. Mesmo depois de todos esses anos, ele sentia como se o seu toque ainda fosse especial para ela. – Pode ficar relaxada Hina-chan. Foi apenas um sonho ruim.

O olhar assustado dela mudou para um confuso. – Que sonho?

Ele se virou para ela e contou cada detalhe de seu sonho, recebendo um olhar arregalado dele. Quando ele acabou de contar, ela o olhava com uma expressão indescritível e quando ela afogou o rosto no peito de Naruto, ele era capaz de apenas ouvir seus soluços.

-Hinata, calma. Porque você está chorando? – ele disse, tentando dar um sorriso confiante. – Fui eu que tive o pesadelo.

Ela afogou ainda mais o rosto no corpo dele, agora colocando o rosto na união do seu pescoço. – Está chegando Naruto-kun. Não temos muito tempo. – ela falava em meio aos soluços.

Ele não tinha como discutir nem acalma-la. Da última vez que ele tivera um sonho tão verdadeiro como aquele, aquilo havia sido um sinal. Por isso ele apenas lhe afagou os cabelos. Sabia que a hora estava chegando e mesmo assim ele não conseguia se sentir triste. Ele se sentia decepcionado por não poder ver seu filho crescer, mas ele se sentia tão realizado que ele não conseguia se sentir triste. Sentia que não tinha o direito de se sentir triste.

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Naruto nem Hinata dormiram aquela noite, pois decidiram aproveitar esse dia, pois talvez fosse seu último. Sairam da cama relativamente cedo. Hinata em direção ao quarto dee Kinara e Naruto em direção ao de Hiroki. Acordaram as crianças e Hinata foi preparar o melhor café da manhã que eles já tiveram.

Todos pareciam felizes. Naruto tirou o dia de folga, e todos arrumaram suas coisas para a viajem que fariam para a cidade do céu. Dessa vez foram mais rápido, já que Hinata não tinha uma bola pendurada na barriga. Aquela cidade não era tão longe de Konoha, principalmente quando percorrida usando o Chakra.

Ao chegarem, não se instalaram em nenhum hotel, dessa vez, acamparam ao lado de uma cachoeira.

Hiroki, parecia mais do que feliz. Foi o primeiro a se trocar, e a pular na água gelada. – AAAAHHHHH MÃE, ACHO QUE VOU MORRER DE HIPOTERMIA. – ele falou tremendo, mas sem sair da água.

-Para de drama Hiroki, quem mandou ser apressado? – ela disse de dentro da barraca, onde se trocava.

Naruto já vestia uma bermuda laranja. Logo pulou perto do seu filho, tremendo também. – MEU DEUS HINATA. ELE TEM RAZÃO, SE FICARMOS POR MUITO TEMPO, IREMOS MORRER CONGELADOS.

Kinara soltou uma risada, quando saiu de dentro da barraca, sendo acompanhada de Hinata. – Pelo amor, esse ai não nega que é pai dessa peste. – disse Kinara com as mãos na cintura. Ela usava um biquine turquesa, deixando todas as suas curvas mais protuberantes.

Ela recebeu um tapa na nuca. Quando olhou para trás, recebendo um olhar maquiavélico de Hinata. – Não se esqueça que ele também é meu filho. Pode ter puxado muito o Naruto, mas meus genes ainda salvam. – ela usava um biquine branco, com um vestido da mesma cor por cima.

-HEY. – Naruto e Hiroki disseram num uníssomo.

Todos riram e se jogaram na água. Ficaram a tarde inteira brincando na cachoeira. De noite estavam todos exaustos e felizes. Na barraca em que estava Hinata e Naruto, eles estavam de frente um para o outro, se olhando nos olhos. Um modo estranho de se despedir.

-Hinata... – ele disse chamando a atenção dela.

-O que foi, Naruto-kun? – ela perguntou sonolenta.

-Obrigada, pela felicidade que você me proporcionou. Por me amar, por ter me dado a família que eu sempre desejei e por não desistir de mim, quando qualquer um já teria desistido.

Ela não segurou o sorriso. Ele era realmente incrível. Ele deu nela um beijo apaixonado, e só não a tomou nos braços, porque seus filhos se encontravam na cabana ao lado. Eles dormiram abraçados e apaixonados, esperando o fim.

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Em um canto escondido da floresta, um homem de máscara e com a roupa da akatsuki os observava atentamente. A hora realmente estava chegando. O sapo profético realmente nunca erra.

Notas finais
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