Notas iniciais
Geralmente eu diria obg pelos comentários e vamos ler...Mas hoje em especial acho que estou emotiva demais kkk eu quero muito agradecer a cada pessoa que dedicou alguns minutos do seu dia para ler essa história, independente de comentar ou não. Valeu gente :* Boa Leitura!

– Hoje você terá a missão de encontrar um livro com uma capa roxa aqui, e depois só depois nós seguiremos um plano.

Killian não discutiu, apressou-se na busca pelo livro enquanto Gold preparava uma poção no fundo da loja.

O livro foi encontrado próximo a um vidro de cor verde com o nome de Emma no frasco, Killian sabia que Gold nunca lhe contaria a origem do produto então guardou o vidro no bolso sem ele ver e entregou o livro para ele.

– Então, o que eu faço agora? Espero sentado?

– Pirata você ainda é funcionário da loja vá trabalhar e me deixe sossegado.

Killian foi até o balcão e ficou olhando fixamente para o vidro tentando descobrir o que havia nele, até que Henry chegou de repente na loja e Killian guardou o vidro escondendo novamente.

– Ei Garoto! Que novidade é essa?

– Novidade é você trabalhando pai. — o garoto riu e foi entrando para os fundos da loja, mas Killian impediu.

– Ei, não pode ir entrando assim.

– É a loja do meu avô, futuramente a minha loja eu posso entrar nela a hora que quiser.

– Isso é jeito de falar com seu pai? — Era a primeira vez que Killian agia com autoridade sobre Henry e teve medo da reação.

Henry baixou a cabeça e desculpou-se.

– Desculpa pai, não conta pra mamãe que eu te respondi, por favor.

Killian sorriu e chamou o garoto para lhe mostrar o vidro que tinha encontrado.

– Gostaria de fazer parte de uma operação comigo?

– Não tenho mais idade pra isso pai.

– Claro que tem, eu aposto que você vai se interessar pelo objetivo. — Killian tirou o frasco e mostrou ao garoto na hora que Gold estava voltando a frente da loja.

– Vejo que encontrou uma das poções mais poderosas dessa loja pirata.

Killian virou-se sarcástico para ele e afrontou.

– O que o nome da minha mulher faz nesse vidro?

– Eu lhe daria uma resposta sob o fato da Emma não ser sua mulher, mas vou respeitar meu neto.

– Vovô, o que tem nesse vidro? — Henry interrompeu.

– A primeira lágrima da sua mãe.

– E como você conseguiu a primeira lágrima de Emma se ela foi transportada ainda bebê para esse mundo? — Killian perguntou desconfiado.

– Tenho meus métodos.

– E pra quê você quer a lágrima da minha mãe guardada? — Henry perguntou olhando o frasco.

– Eu descobri que a primeira lágrima das pessoas que nascem com magia tem poder curativo e pode ser o principal ingrediente de muitas poções poderosas, pode até mesmo quebrar maldições.

– Uau! Quando a mamãe tiver chorando eu vou ficar com um balde perto dela. — Henry sorriu e viu que Gold e Killian continuavam sérios.

– Não é tão simples assim Henry. — Gold colocou o vidro da poção que ele tinha preparado sobre o balcão ao lado do vidro que estava à lágrima de Emma.

– Então... Crocodilo conseguiu desvendar o mistério?

– Que mistério? — Henry perguntou entusiasmado.

– Nada demais filho, é só uma questão profissional. — Killian bagunçou o cabelo do menino e sorriu.

– Eu vou misturar essa poção com a lágrima de Emma e derramar sob este espelho. — Gold mostrou um espelho pequeno, antigo e todo empoeirado.

– Okay.

Quando o liquido bateu no espelho eles viram uma fumaça branca tomar de conta da loja e o espelho ficou maior mostrando quem era o responsável pela maldição.

Os três olharam atentos e não acreditaram quando viu a imagem de Marian refletida.

– Como pode ser ela? — Killian perguntou levando as mãos até a boca

– Mulher ferida. — Gold falou com segurança

– Mas ela está morta, como nós vamos quebrar isso?

– Um beijo de amor verdadeiro. — Henry falou sorrindo

Killian já estava saindo rumo à loja de Emma quando Gold impediu.

– Não se sinta tão especial assim.

– Oi?

– Robin tem que dar o beijo de amor verdadeiro.

– E na minha mãe. — Henry falou e viu que Killian olhava sério para ele — Minha outra mãe.

– Exatamente. — Gold sorriu e deu carta branca para Killian e Henry procurarem Robin e dar a noticia para ele.

Na metade do caminho Killian pediu que Henry fosse só, por que na hora que a maldição fosse quebrada ele queria estar com outra pessoa. Killian apressou-se para chegar à loja de Emma a tempo, e encontrou ela sozinha no balcão, ainda ofegante ele falou:

– Achei que não chegaria a tempo.

– Tempo? Pra quê? — Ela falou enquanto pegava umas etiquetas na gaveta.

– Você verá, a qualquer momento.

– Killian, Aurora saiu mais cedo porque o filho está doente, estou exausta de tanto subir e descer escada, e você ainda me rouba tempo?

Os dois sentiram uma onda se apossar dos seus corpos e segundos depois sorriram juntos.

– Love? — Ele falou ainda em dúvida.

Emma saiu de trás do balcão e deu um abraço apertado nele.

– Sim meu amor, sou eu. — eles se beijaram com paixão e Killian já estava suspendo ela no balcão para encaixar-se em suas pernas quando ouviram gritos e risos na rua, e soltaram-se para ver o que estava acontecendo.

–Veja só Killian, não é só a gente que está feliz com a quebra dessa maldição.- Os dois deram as mãos e Emma fechou a loja e se trancaram lá dentro para comemorar.

Notas finais
Espero que tenham gostado, eu já deveria ter acabo essa fic mais as ideias vinham e vinham kkkk mas é oficial vamos começar a dar xau pq tá chegando a hora.