Nada Convencional.
19 Flores não,chocolate!
Entrei em casa e me deparei com o Ramone e a Nanda me esperando sentados no sofá, eles me vem e dão um pulo do sofá ansiosos.
–Eu não acredito !- falo ignorando eles e indo em direção a escada.
–Lisa a gente passo a tarde toda aqui pode volta e nos contar o que rolo hoje a tarde – grita a Nanda me fazendo para na frente da escada, me viro para eles e dou um sorriso irônico.
–A minha tarde foi uma delicia, mais estou muito cansada para contar e sei que você querem detalhes, então eu tomarei um banho e irei dormi, conto tudo amanha- falo e me viro novamente e começo a subir a escada.
–Barbie diabólica volta aqui ! – grita Ramone enfurecido.
–Beijos momo, boa noite – grito sem me vira, subindo ainda as escadas.
–Sua cretina, que ele broxe com você também – grita Ramone com raiva antes de sair de casa.
Tomei meu banho e fui dormi, estava muito cansada, no dia seguinte acordei e fui para faculdade, em seguida fui para um restaurante com o Ramone e a Nanda contar da minha tarde com o Caio, o Ramone quase chorou ( ele realmente quase chorou), a Nanda suspirava a cada detalhe, depois a mesma briga de sempre por causa do fato que eu não quero mais do que pegação. O resto do meu dia foi normal, fiz compras com a minha mãe no shopping , e assisti um filme chato com o Bruno, são 22:30 e eu estou no notebook deitada na cama quando:
–Chegaram para você – diz o Bruno na porta do meu quarto segurando um buque enorme de rosas vermelhas e um cartão na outra mão, eu olho e volto a mexer no computador.
–Joga no lixo – digo sem tira o olho do notebook, fazendo pouco caso das flores.
–São enormes deve tercustado uma nota – diz o Bruno com dó de jogar fora.
–Pega pra você então.
–Posso ?, vou sai com a Nanda agora seria bom pra garanti algo a mais.- diz ele fazendo cara de safado.
–Você não presta, mais se não quiser joga fora, odeio flores – digo sorrindo olhando para ele.
–E o cartão vai quere?
– Vou !- ele joga o cartão, eu pego e coloco em cima da cama, volto a fazer o que estava fazendo, o Bruno sai e fecha a porta do meu quarto me deixando sozinha , eu esqueço do cartão e só lembro duas horas depois, e então resolvo ler. Cartão :
“Essas flores foi o modo de agradecer o sorriso que lembrando de você surgiu no meu rosto ontem a noite antes de dormi
Ps : Jogo as flores fora mais pelo menos leu o cartão que é o que importa rs .”
Um sorriso bobo apareceu no meu rosto quando terminei de ler o cartão, coloco baby-doll, apago as luzes e adormeço, acordo com o toque escandaloso do meu celular e atendo sonolenta.
–OI – atendo
–Patricinha marrenta, pelo jeito te acordei – diz ele cínico.
–Sério Caio, essa hora ? – pergunto sonolenta
– Estava curioso pra saber o que acho das flores.- diz ele rindo debochando.
–Detestei, odeio flores, gastou dinheiro atoa ! – digo sincera.
– Eu sei ! – diz ele rindo.
–Você sabia como ?
– Graças a sua gracinha de dar de cupido meu irmão agora tem o numero do Ramone- diz ele criticando a amizade do Ramone com o Otavio.
– Tosco ! – digo rindo.
–Mais descobri que é chocólatra certo ?
– E não mando chocolate então por que ?
– Desce aqui em baixo !- diz ele autoritário
– Aqui embaixo aonde garoto ? – pergunto confusa.
–Estou na sua porta anda desce logo !
–Caio são 3:00 horas da manhã – digo inconformada
–To te esperando aqui, beijos – diz ele e desliga.
Dou um pulo de cama coloco a pantufa e vou lá pra baixo, abro a porta saio, ele esta encostado no carro com a jaqueta de ontem, com as pernas cruzadas, todo trabalhado na pose.
–Você realmente não tem o que fazer- falo cruzando os braços, sai tão de pressa que esqueci de pegar algo para me cobrir e estava ventando muito lá fora.
–Melhor que você com a minha camiseta é só você com esse baby-doll – diz ele me filmando dos pés a cabeça.
–O que você ta fazendo aqui coisa escrota ? – pergunto de frente para ele.
–Toma!- diz ele me dando algo embrulhado em papel de padaria.
–O que é isso?
–As flores foi apenas uma brincadeira, sei que a única coisa que te deixa de bom humor é chocolate.
–Já pode para de pesquisar sobre mim, o que é ?- pergunto se referindo ao embrulho de papel de padaria.
–É uma torta de chocolate com cupuaçu- diz ele sorrindo o tempo todo me olhando fixamente.
–Entra ! – digo autoritária
–Como ? – ele pergunta surpreso
–Eu não vou engorda sozinha sinto muito – digo andando na frente e ele vem logo atrás, entramos e fomos para a cozinha aonde eu pego duas colheres, começamos a comer pela beiradinha apenas raspando o chocolate da torta.
–Parece criança comendo – falo limpando com meu dedo do lado da boca dele e lambo meu dedo em seguida.
–Você fica sexy até comendo –diz ele sorrindo colocando meu cabelo para trás da orelha enquanto eu continuo raspando a cobertura da torta.
–Aja fogo em ! – falo rindo.
–Você não me leva a sério né ? – pergunta ele sorrindo.
–Nem um pouco! – respondo rindo, enquanto vou em direção a geladeira, antes que eu possa abria a porta ele me prensa na geladeira, eu tento me soltar mais ele segura as minhas duas mãos e me impossibilita de se mexer, eu não consigo e acabo me envolvendo no beijo, o beijo é tão longo que ele me solta e se afasta sem folego e eu dou risada satisfeita.
–Você acha que eu sou um troféu, quer me conquista por diversão para exibir para os amigos, você esta acostumado a ter tudo que quer- acuso rindo para não ficar pesado o clima, ele me prensa novamente e se aproxima como se fosse me beija até consigo sentir a respiração dele.
–Não te considero um troféu, te considero um enigmam, e tudo que eu quero é decifrar, e cada dia que passa acho tudo isso mais fascinante.
–Me decifra ? – pergunto rindo – nem eu consigo, desista! -falo baixinho com um sorriso de lado.
–Já te falei, adoro dificuldades- ele me beija, o clima esquenta, ele me levanta e prendo ele com as minhas pernas que se cruzam dando a volta na cintura dele, ele me vira e batemos na colher que faz um barulho ao cair estragando totalmente o clima, pelo menos para mim ,me recomponho em pé novamente, ele tenta me beija e eu viro a cara.
–Então ta tarde amanha tem faculdade, beijo- digo expulsando
– Já entendi ! – diz ele sorrindo indo em direção a porta, antes de abri a porta ele me olha e da outro sorriso assim se despedindo e saindo e eu voltei a dormi.
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