Nada Além de Problemas - Interativa

7 6. Estou crescida agora, você não consegue ver?


Notas iniciais
Olá! Olha quem esta de volta dos mortos!! Euzinha! hehe Gente, desculpa ficar esse tempão sem postar, foi burrice, mas agora tô de volta. Foi só por causa da escola e provas durante o ano, mas como agora quase tudo acabou estou de volta a ativa. Vou tentar postar pelo menos uma vez a cada duas semanas, ok? Inspirado em Stacy's Mom

Segunda, 22 de Maio de 2008

Astrid

“Astrid! Acorda o Mark e vem porque o café da manhã tá na mesa,” eu fui acordada pelo maravilhoso som de Aron batendo na minha porta igual um maluco.

“Já vou!” Gritei de volta ainda com os olhos fechados e os braços em volta do travesseiro, não pretendendo levanter tão cedo. Era terça feira e eu não queria ir pra escolar tão cedo. 7:30, isso não é hora de se acordar! Mark estava do meu lado dormindo como o anjo que ele não é. Mark está ficando aqui em casa desde quinta passada porque os pais dele estavam viajando e ele não queria ficar em casa sozinho. Não confiava no que faria se ficasse muito tempo sozinho, então sugeri que ele ficasse aqui em casa, sabia que minha mãe não se importaria, afinal, ele é como um filho pra ela também.

Nós nos conhecemos desde que eu me mudei para cá. Para a Florida e seu clima maravilhosamente maluco. Minha mãe e meu pai são advogados e foram transferidos para a sede da firma da qual eles trabalham. Quando moravamos em Grand Island eu tinha alguns poucos amigos, mas aqui eu meio que mando naquela escolar, não sou a tipica popularzinha chata e meio vadia, sou aquela que realmente é amiga de todos e querida pela escolar e odiada pelas popularesinhas.

“Mark, o café tá pronto,” resmunguei contra o travesseiro e empurrando seu braço de leve.

“Hum? O que?”

“Eu disse que o café da manhã está na mesa seu lesado,” levantei-me da cama e coloquei um short pra pelo menos andar pela casa vestida decentemente. “Bora molenga,” bati na bunda de Mark e começei a corer pelas escadas em direção a comida. Comida é vida. Não entendo como tem gente que não gosta de comer.

Mark desceu logo atras de mim, ainda coçando o olhos pra tentar tirar o sono. Na mesa do café tinha panqueca e maple. Meus favoritos. Delicia. A gente teve que comer rápido, afinal era manhã de escolar e não podemos nos atrasar para o onibus. Não mesmo. Eu estava particularmente feliz nessa manha, nenhum motive aparente. Só… feliz.

“Que Deus abenço quem quer que tenha inventado maple,” gemeu Mark enquanto estufava sua boca com mais panqueca. Eu ri, mas concordei. Continuamos brincando e fazendo besteira, esquecendo um pouco até de comer. Não, estou mentindo, não esquecemos de comer. Nunca esquecemos de fazer a coisa melhor coisa do mundo. Isso é, até Mark anunciar – digo, gritar – que já era sete e cinquenta. Nosso onibus passaria aqui daqui a quinze minutos. Merda.

Eu corri para de baixo do chuveiro, liguei a água e tomei o banho frio mesmo. Me ensaboei e lavei o cabelo em tempo recorde. Sabendo que ainda teria alguns minutos em baixo d’água fiquei masageando o cabelo um pouco ao tirar o condicionador. Mas ainda assim não pareceu nada. Corri pela casa atrás de uma roupa apropriada e limpa par air hoje, acabei com a mesma calça da noite anterior e uma camiseta azul que achei no canto do quarto.

“Vamos retardo! O onibus já deve estar aqui!” Arrastei Mark pelo pulso escada a baixo. Pegamos nossas mochilas e fomos andando até o ponto, esperar a porcaria do onibus.

Não demorou muito para que ele chegasse, nós entramos e nos sentamos no lugar típico. Ele pegou seu cellular e plugou o fone de ouvido. Me deu um dos lados e fomos ouvindo música até chegarmos aos portões do inferno.

Mark tinha pego no sono, grande novidade. Balancei ele até que acordasse e descemos para entrar em nossa pequena amostra de inferno diaria. Boa sorte para nós.

Notas finais
O que acharam? Mereço reviews? Até semana que vem, gente!