Na véspera de Natal
1 Capítulo Único
Notas iniciais
P.S: Boa leitura! ^_^
Passos ecoava por toda Academia, era véspera de natal e como todos estiveram ocupados em missões só agora pela manhã puderam fazer algumas coisas, como enfeites e comidas. Não estavam lá essas coisas, a Academia já tivera enfeites melhores nessa época do ano.
— Alguém viu a Úrsula? – Gritava Hermes que segurava uma caixa cheia de enfeites de natal.
Dalila que estava ao lado de Júlio enfeitando a árvore de natal respondeu rápido ao perceber que ele estava realmente preocupado. Afinal, não é todo dia que você se torna pai, era tudo muito novo para todos na Academia, mas principalmente para Hermes e Úrsula que haviam recebido o teste de gravidez do hospital ontem pela tarde.
— Ela passou alguns minutos correndo com a mão na boca. Vai ver foi vomitar...
Hermes não agradeceu, apenas largou a caixa em cima de Júlio e saiu correndo em direção do quarto que dividia com a sua esposa Úrsula.
— O Hermes está ficando muito paranóico – Comentou Cheiroso largando um prato de comida que fizera em cima da mesa.
— Tem razão, acho isso tão desnecessário – Concordou Dalila se esticando para colocar a estrela em cima da arvore de natal.
Júlio se incomodou um pouco. Cheiroso deixou mais algumas coisas na mesa e voltou para a cozinha.
— Se fosse você que estivesse grávida, não ficaria ao menos um pouco preocupada? – Perguntou o loiro após ficar a sós com a morena.
— Não – Curta e direta. Dalila pegou a ultima bola para por na árvore.
— Está tão segura disso... – Júlio voltou a insistir – Já está preparada para ser mãe?
— Pelo contrário Júlio – Ela se virou para o loiro fitando seria seus olhos – Eu não pretendo ser mãe.
Aquilo sim o incomodou. Júlio não podia acreditar no que ouvia, sempre sonhara em construir uma família com a mulher de sua vida, mas esta, não queria nem saber de ter um filho. Ele encarou o seu anel de casamento e em seguida o de Dalila, dois anos de casados e eles nunca tocaram no assunto, agora Júlio sabia o porquê.
— Crianças... Temos um pequeno probleminha – Comenta Al encostado a porta. O casal se olha com uma expressão cansada.
[...]
Dentro de um jato indo para mais uma missão, Dalila tentava a todo custo decifrar seu marido, que, simplesmente resolverá ficar calado a viagem toda, apenas falando sim ou não quando ela perguntava algo.
— Tudo bem... – Dalila suspira pesadamente – O que está acontecendo?
— Nada.
— Não é o que está parecendo. O que foi Júlio? Aconteceu alguma coisa?!
Júlio coloca o jato em piloto automático, vira-se para a mulher que também larga os controles para lhe olhar.
— Você realmente quer saber o que aconteceu?
— Sim – Ela o olha com ternura — Você sabe que pode me contar tudo.
— Acontece Dalila, que você não quer ter filhos!
A morena demora alguns minutos para processar o que acabara de escutar. Sua expressão começa a mudar de confusa para descrente.
— Não acredito que estou ouvindo isso... – Fala mais para si do que para ele.
— Você sabe que meu maior sonho é ser pai, quero construir uma família ao seu lado e me entristeço ao lembrar que você não pensa o mesmo.
— Júlio, você está com raiva de mim por causa disto?!
Ele tinha uma resposta, resposta essa que fora impedida de ser dita pelos alarmes do jato que indicava que o local de pouso deles estava cada vez mais próximo. Prepararam-se para pousar, mas a conversa não havia terminado ali, os dois bem sabiam disso.
[...]
— O que temos aqui? Chiclete e Pirulito... A que devo a honra? – Sorriu Doutor Pavor ao avistar os dois agentes se aproximarem de seu laboratório.
— Sem papo furado, sabemos o que está planejando Doutor Pavor – Júlio disse tomando a frente e se preparando para lutar.
— Não compreendo – O homem estava claramente confuso, ou ao menos aparentava.
— Vamos lá, é véspera de natal, nos de uma folga! – Dalila suspirava cansada.
— Tem razão, é véspera de natal! Como adoro essa data – Ele sorri encostando-se à parede de seu laboratório.
— Interceptamos as suas mensagens, ondas magnéticas que estão sendo enviadas a todos os brinquedos e aparelhos eletrônicos do mundo. Não estamos para gracinha – Júlio claramente estava irritado.
— O que? Estou surpreso que pensem que fui eu que fiz isto. Para a informação de vocês, Chiclete e Pirulito, eu nunca faria algo que acabasse com o natal. Principalmente para minha filha, que gosta tanto desta época.
— Filha? – A casca grossa de Júlio começava a quebrar – Você tem uma filha?
Doutor Pavor solta uma risada divertida, ele abre a porta de seu laboratório e convida o casal para entrarem, eles ficam apreensivos de início, porém logo aceitam.
— Chiclete e Pirulito, há quantos anos nos conhecemos... Não acredito que não sabem de nada a meu respeito? Sempre estou ciente de seus passos.
— Espera, como é que é? – Dalila se preocupa com a revelação.
— O que quero dizer é, deveriam ser mais focado no trabalho. Como não perceberam que sumi há quase cinco anos?
Os dois se encararam surpresos. Ele tinha razão, havia anos que Doutor Pavor não dava as caras, no começo acharam que ele havia desisto e logo depois pensaram que ele estava morto, não demorou muito para que ninguém naquela Academia se lembrasse da existência do criminoso.
— Esse tempo todo foi para me dedicar a minha esposa e filha – Ele continuou com sua história, fazendo os dois se esquecerem completamente de sua revelação de instantes atrás – Devem se lembrar da minha assistente a Enfermeira. Casamo-nos há anos atrás quando ela engravidou da nossa filha. Foi um casamento às pressas, mas estamos bem.
Eles pararam em uma porta que só abria com uma senha. O casal observou tudo com bastante atenção, mesmo tendo aceitado o convite para entrar eles não estavam relaxados com tudo.
— Está é minha filha – Doutor Pavor disse assim que aporta abriu e deu a visão de uma garotinha de mais ou menos cinco anos, cabelos idênticos ao do pai tal como a cor dos olhos – Pavor.
— Que nome... – Dalila fez uma breve pausa para pensar – interessante.
— Sim, no futuro o que vai dar destaque ao seu nome será sua área de trabalho. Assim como meu pai o Professor Pavor e a mim Doutor Pavor.
— Ela é tão fofa! – Júlio se empolgou com a criança que brincava com uma boneca sem se preocupar em olhar ele ou Dalila.
— Vou te contar uma coisa Pirulito, as crianças podem dar trabalho, mas é a melhor coisa que você pode querer na sua vida – Doutor Pavor fica em silêncio por alguns minutos, apenas admirando sua filha, logo se volta para o casal – Pensam em ter filhos?
Sim e Não ao mesmo tempo. Dalila e Júlio se encaram com certa raiva no olhar.
— Bebês precisam de atenção, só comem, defecam e dormem – Disse Dalila mostrando seu ponto de vista.
— Você fala como se os bebês fossem algum tipo de animal de estimação – Júlio logo rebate.
Doutor Pavor sorri orgulhoso por ter conseguido provocar uma briga entre os dois. Enfermeira entra no local sem os dois perceberem e pega sua filha no colo, ela se junta ao marido que esperava a briga acabar. Demorou mais do que ele imaginava, “Chiclete e Pirulito” pareciam que haviam se esquecido da existência de todos naquele local.
Como não estava tendo a atenção devida para si, Doutor Pavor pega uma espécie de controle de seu jaleco e aperta um botão no mesmo, uma enorme caixa de vidro cai por cima dos agentes os pegando de surpresa.
— Finalmente, já não agüentava mais – O criminoso vai se aproximando do casal que agora estava preso – Agora é à hora em que conto meu plano secreto não? Que saudade estava disso... Confesso que me afastei dessa vida por conta de minha família, mas não consigo por muito tempo. E além do mais, elas concordam – Aponta para a esposa e filha que não estavam nem um pouco incomodadas – Este natal será lembrando na história, pois vai marcar o dia em que eu, Doutor Pavor, dominei o mundo com as minhas máquinas!
A família pôs-se a rir, prepararam algumas coisas enquanto Dalila e Júlio tentavam a todo custo quebra o forte vidro que os prendiam. Antes de sair Doutor Pavor olhou uma ultima vez para os agentes.
— Feliz natal, Chiclete e Pirulito!
[...]
— Já chega, não vamos conseguir sair daqui tão cedo – Júlio diz observando a parceira chutar incansavelmente o vidro.
— Temos... – Ela da um chute – Que... – Da outro chute – Tentar! – Por fim cai no chão tentando recuperar o fôlego para logo voltar ao que fazia.
Júlio encosta-se ao vidro e vai deslizando até chegar ao chão. Os dois ficam em silêncio. Júlio não queria admitir mais estava com raiva de Dalila por não concordar em ter filhos. Dalila admitia que estava com raiva de Júlio por tentar força algo que ela não aceitava.
— Posso... – Júlio da uma breve pausa, pensando se deveria ou não continuar com sua pergunta – Posso saber o que te incomoda tanto em ter um filho?
— De novo não! – Dalila respira fundo, claramente irritada com a insistência de seu marido.
— Qual é Dalila! Estamos presos mesmo, não vamos sair daqui tão cedo – Ele observa ela enrijecer os ombros, demonstrando estar incomodada – Sabe que uma hora ou outra nós iríamos conversar sobre isso.
— E por quê agora?!
— E porquê não agora?!
Silêncio novamente. Júlio esperava uma resposta, uma explicação. Dalila esperava que ele apenas esquecesse tudo e a deixasse em paz.
— Dalila eu...
— Eu não quero ser mãe porque eu não tive uma!
A confissão pegou Júlio de surpresa, ele apenas pode se arrepender de ter tocado neste assunto, se esquecera por um momento de que os dois eram órfãos.
— Eu não me lembro dos meus pais, você não se lembra dos seus pais. O que espera que façamos com uma criança se nós mesmos não tivemos alguém – Dalila disfarçadamente enxugou uma lágrima que escapará de seus olhos – Não da Júlio. Principalmente com o tipo de emprego que temos. Nosso filho correria riscos todos os dias, os criminosos sempre iriam usar ele para nos chantagear. Além de que, não seriamos pais presentes, hoje é véspera de natal e olha onde estamos!
Lentamente o loiro foi se aproximando de sua parceira, a envolvendo em seus braços. Dalila se permitiu chorar um pouco.
— Você tem razão. Não poderíamos ser pais presentes, e até teríamos certa dificuldade em criá-lo. Mas não gostaria de ver uma parte de você perambulando por ai, sorrindo? Podemos fazer tudo diferente, podemos dar amor e carinho para ela, algo que infelizmente nossos pais não puderam.
— Júlio... – Ela o encarou suplicante.
— Eu só estou pedindo uma chance – Insistiu novamente – Você vai ver que, ter um filho vai ser a melhor coisa que aconteceu em nossas vidas. Uma alegria inimaginável!
Dalila se soltou de seus braços, ele era muito insistente. Não fora assim que ele aconquistara? Imaginou que iria ter trabalho com alguém que tivesse este tipo de personalidade, imagina se o filho deles puxasse esse lado de Júlio. Dalila com certeza estaria em apuros.
— Vamos sair daqui – Ela Disse por fim voltando a chutar o vidro. Demoraram bastante, eles tinham para si que foram horas, mas o vidro finalmente cedeu e se quebrou dando abertura para os dois passarem (mesmo que com dificuldades) – Júlio a porta!
— Deixa comigo!
O agente se abaixou ao lado do aparelho que pedia a senha para a porta ser aberta. Qual eram mesmo os números? Não importa esta era a sua área, ele era perito em cofres com certeza iria dar um jeito de abrir aquilo.
[...]
Doutor Pavor ria como o cientista louco que ele era. Ele estava pilotando um helicóptero cinza aonde aclopado a ele tinha uma grande antena que espalhava as ondas magnéticas para os aparelhos eletrônicos. Sua risada é cortada pelo alarme do helicóptero que indicava um jato se aproximando.
— Temos visitas... Você pode cuidar delas meu amor? – O criminoso recebe um sorriso de confirmação de sua esposa.
No jato, Dalila se preparava para saltar.
— Tem certeza disto?
— Temos que destruir aquela antena a todo custo! – Respondeu ela decidida. Ajeitou o pára-quedas nas costas.
— Estamos em baixo da antena! Prepare-se para pular em 1... 2... 3!
A morena não pensou duas vezes e subiu no jato pulando logo em seguida para a antena. No mesmo momento Enfermeira pulou no jato e entrou.
— Tão rápido? – Júlio olhou para trás o que o permitiu escapar por pouco do golpe da mulher. Ele rapidamente afastou o jato do helicóptero e o colocou em piloto automático – Parece que vou ter mais um pouco de trabalho do que gostaria – E se levantando ele partiu para cima de Enfermeira que tentou acertar um soco nele.
Dalila via o jato se afastar, achou estranho e até tentou entrar em contato com Júlio, sem respostas. Não vendo alternativa ela se concentrou em sua missão.
— O que está acontecendo aqui? – Doutor Pavor perguntou indignado ao ver uma luz se ascender em seu painel – Minha antena está perdendo sinal?!
— Surpresa!
Um soco certeiro no nariz o fez cair da cadeira. Dalila balançou a mão que doía um pouco pela força que tinha colocado no soco. Doutor Pavor não demorou a se levantar e tentar socar ela que desviou rapidamente.
— Você tem um encontro com a justiça! – Júlio disse assim que algemou Enfermeira a um banco do jato – Você nunca foi de falar muito, não é? – A mulher rosnou.
Júlio viu pela janela o helicóptero passar por ele caindo em direção ao mar. Se desesperou.
Dalila chutava Doutor Pavor de cima de si, ele rolou na mesma direção em que o helicóptero estava inclinado. Ela deslizou em sua direção lhe dando outro chute. A briga entre os dois não parecia que iria acabar tão cedo, eles não se importavam se o helicóptero estava caindo ou não, os dois sabiam se salvar.
— Papai!
E abriga encerrou-se ali, eles haviam se esquecido completamente da pequena Pavor. Com um chute no rosto Doutor Pavor afastou Dalila, a mesma se enfureceu e o segurou pelo pé, não estava nos seus planos deixar que ele escapasse.
— Me solte ou todos morrerão! – Gritou desesperado.
— Não pense que deixarei você escapar! – Ela o segurou com mais força – Você vai para a prisão!
— Sua desgraçada! – Com muito esforço ele se soltou, pensou em correr para buscar sua filha, mas já não tinha tempo, pegou um pára-quedas e pulou sozinho.
— Você é mesmo um nojento – Dalila olhava ele cair aos poucos – Abandonou sua própria filha!
Júlio viu quando Doutor Pavor pulou de pára-quedas, sem Dalila, sem sua filha. Pensou em comentar com Enfermeira, porém achou melhor que ela não tivesse este tipo de decepção.
— Vamos Dalila... Cadê você?
Dalila pegou a garotinha que chorava em seu colo. Ela correu até a porta do helicóptero, estavam muito próximos do mar. Sem pensar duas vezes pulou, a garotinha se agarrou a ela, com medo.
— Droga! – Dalila se desesperou quando o pára-quedas não quis abrir. Ela agüentaria a pressão da queda, mas e a garota? Abraçou a mesma com força e fechou os olhos.
Dalila bateu e rolou por cima do jato. A dor era grande, porém a garota estava à salva. Júlio subiu mais o jato se afastando do mar. Dalila entrou com a menina e logo depois fechou a porta.
— Você está bem? – Júlio perguntou de sua cadeira, pilotava agora de volta a academia.
— Estou – Ela suspirou aliviada. Pavor agora no chão correu até sua mãe – O que fazemos com elas?
— O que quer fazer?
— Eu tive uma idéia...
[...]
— Muito bem crianças, missão completa – Disse Al sorrindo para o casal que após um banho e tratar alguns ferimentos (por parte de Dalila) estavam vestidos para a ceia de natal.
— Ou quase isso... – Scarlet comentou lembrando a todos os presentes que eles haviam deixado os criminosos escaparem.
— Não de muita importância para isso Scarlet – Júlio abanou as mãos em frente ao rosto, sorrindo ele abraçou a morena – É natal!
Scarlet ri com o entusiasmo do loiro. Depois de se soltar do abraço ela sai junto a Al para voltarem à festa. Júlio se volta para Dalila sorrindo.
— Então quer dizer que você as soltou...
— É natal, não queria deixar uma mãe e sua filha passar essa época do ano na cadeia.
Os dois ficam em silêncio, observando a neve cair lentamente do lado de fora. Era quase meia noite, todos logo começariam a desejar um feliz natal uns aos outros.
— Você pensou sobre ter um filho? – E novamente Júlio perguntava sobre isso.
— Sim Júlio, eu pensei – A morena suspirava cansada, porém um sorriso brotava em seus lábios ao ver a repentina empolgação do marido.
— E o que você acha?
[...]
Alguns anos depois...
Júlio andava de um lado para o outro, preocupado. Havia horas que Dalila entrara e até agora não recebera nem uma noticia.
— Se acalma Júlio – Cheiroso disse para o amigo que apenas o ignorou.
Uma mulher se aproximou dele e de seus amigos. Júlio a reconheceu, ela que havia levado Dalila.
— E então? – Perguntou desesperado.
— Tudo certo, ela só está terminando de assinar os últimos papeis. Se quiser pode entrar para vê-los.
Júlio respirou fundo. Era agora ou nunca! Ele concordou e seguiu a mulher que o levou para o mesmo local onde Dalila estaria. Ao abrir a porta ele contemplou sua esposa sentada em uma cadeira enquanto assinava os papeis da adoção.
— Dalila? – Júlio a chamou, ela logo parou o que estava fazendo para encarar sorridente um Júlio nervoso.
— Vem cá... – Ele se aproximou, os funcionários saíram do local para lhes dar mais privacidade – Olha – Em seus braços se encontrava um garotinho de cabelos loiros, ele acabava de se acordar e ao abrir os olhos eles puderam contemplar os lindos olhos pretos que o pequeno possuía.
— Ele é lindo! – Júlio sorriu abobado.
— Os pais foram mortos em um acidente de carro – Ela comentou – Acha que damos conta?
— Claro que sim! – Ele a olhou indignado com a pergunta – Você vai ver! Vamos ser ótimos pais!
— Sim... – Ela sorriu voltando sua atenção para o garotinho – Nosso filho...
Eles agora se sentiam completos. Júlio tinha razão, ter um filho os trouxe uma alegria inimaginável, talvez ela devesse acreditar mais no marido.
— Então, qual o nome? – A pergunta de Júlio fez com que os dois se encarassem preocupados.
Qual seria o nome da criança? E mais uma pequena discussão, o bebê teria que se acostumar com as brigas bobas que os seus pais tinham. Mas o garotinho já conseguia sentir o amor que eles tinham um pelo outro, e agora, por ele também.
Quem iria pensar que tudo começou em uma véspera de natal?
Notas finais
Pretendo escrever mais fanfictions em categorias pouco procuradas, pois acho que vale a pena. Sempre tem uma alma perdida que entra em uma dessas categorias e não encontra nem uma fanfic, acho legal que alguém escreva, por isso se tem uma categoria que ninguém escreve e quer ler ela, me avisa, talvez se seu conhecer eu possa escrever! ^_^
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