Na velhice, o amor...

"[...] Ele também não estava em suas melhores condições, mas pelo menos estava lúcido para cuidar dela. Não permitia que nenhum enfermeiro a tocasse, mantendo o jovem ciúmes que nunca morre. Mas na verdade adorava protege-la de tudo... amava-a incondicionalmente.
Sua fraca memória não o permitia ter lembranças claras da vida que viveram juntos, mas ainda sentia o seu coração aquecer com o doce amor que construíram. Seus filhos já estavam adultos e sumidos pelo mundo. Vez ou outra ligaram para saber se estavam vivos..."

Me disseram uma vez que 'tudo o que é vivo, morre.' mas eu não acreditei. Seu espirito deixou o seu corpo, meu doce querido... eu sei disso. Mas você nunca vai morrer em mim. E quando o meu corpo me deixar, é o nosso amor que vai continuar eterno.
Classificação Livre
Drama Romance Tragédia Amizade
MeReezita

Sinopse

Notas adicionais

Escrito por
MeReezita


Classificação Livre
Livro concluído
Publicado em 25 de jul. de 2014, 15:50
Atualizado em 25 de jul. de 2014, 15:50
560 palavras

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