Notas iniciais
Na sala de narração João, Bia, Luana e Maria.
J- Oiiiii gente tudo bom com vocês momento Sabrina sapo, estou aqui para contar essa história que aconteceu em verão, que devo dizer entrei em uma fria.
L e B- Quem mandou ser pequeno e magrelo as duas riram
J- E i caladas vocês duas eu sou o narrador e autor dessa fic.
B- Por acaso já ouviu falar em liberdade de expressão?
J- Se não se calarem expulso vocês daqui.
B, L e M - - -
J- como eu ia dizendo, e minha primeira fic então... todos brigando pelo microfone
J- Será que eu posso acabar de contar? Luana da um empurrão em João
L- Eu vou narra essa bagulho João no chão ainda procurando o trem que lhe atropelou
B- Não Lú deixa eu tenho mais experiência com isso que você toma o microfone da Luana
L-Só por que você escreve sobre aquela banda de emo gay não quer dizer que narre melhor que eu.
B- veia saltando que emo gay? pula em cima de Luana a as duas rolam pelo chão
M- Agora eu acho que vou ter que narra essa bagaça.
J- João empurra Maria que cai da cadeira vai nada, que você ta mais pra figurante nessa fic.
M- Maria chora que nem o chaves vou contar tudo para sua mãe sai da sala
J- Agora sim onde estava mesmo? olha para Luana e Bia rolando no chão agarradas nos cabelos uma da outra e melhor irmos para fic, por que essas duas vão acabar em um hospital sua mãe aparece com um chinelo na mão até depois gente se eu ainda estiver vivo até lá sai correndo com sua mãe atrás
M- Boa leitura pessoal carinha de anjo

E ai? Bem estou aqui para contar o que me aconteceu em um dos meus verões com minhas primas, bom tudo começou em mais ou menos dezembro de 2007 eu e minhas primas Bia, Maria fomos viajar para casa da nossa tia. Quando chegamos fomos recebido por nossa tia claro e sua filha mais nova Luana, com uma recepção calorosa, eu mal sabia o trágico e insano destino que me aguardava.

No outro dia logo cedo enquanto minha tia dormia, nós acordamos e travamos uma guerra de travesseiros “atenção nunca façam isso com travesseiros duros”, mas a gente fez, eu digo por experiência própria fiquei com uma tremenda dor de cabeça já que fui o único a levar mais na cara por ser pequeno e magrelo.

Bom a semana ia passando e sinceramente parece que baixou uma entidade na gente que não parávamos de ir escondido na cozinha e comer granulado “nota: eu nem gosto de granulado” da irmã da Luana.

Mas teve um dia que ela me pegou no pulo do gato, estávamos lá com as mãos cheias de granulado a Bia e a Lú saíram da cozinha me deixando para trás quando enfio tudo na boca do di cara com a irmã da Luana na minha frente, acreditem se quiser ela me fez limpar a bagunça e me ameaçou com a vassoura, ainda tive que lhe comprar outro granulado vê se pode.

Depois quase no fim de semana estávamos todos na sala assistindo um filme de repente me deu um mal estar “lesse dor de barriga” daqueles que se você não colocar algo para fora vai explodir, então eu fui para o banheiro e fiz tudo que tinha de fazer.

Sentei no troninho, dei a luz ao ligeirinho, mandei o fax para Jamaica, enchi o reservatório, virei pá do um pá limpa, e ainda tinha que ficar ouvindo as três do lado de fora me zuando falando que tava no peniquinho troninho de louça esse tipo de coisa,

Depois sai e fui para a sala, um ar misterioso e fedorento rondava o recinto, na sala dava para ver a porta do banheiro, então chegou um cara daquele que trabalham no controle de dengue sabe, ele entrou no banheiro e fechou a porta, nos rachamos o bico de tanto rir fiquei tenso pensei que teria é que pagar um novo pulmão para ele, quando saiu dava para reparar que estava meio sufocado, nem sei por que não me lembro de ter comido nada de mais aquele dia.

No outro dia estava atoa e resolvi dar uma de Edu Guedes, peguei papel e lápis e anotei, ”por favor, se fazerem isso em casa não comam” joguei no liquidificador creme de leite Tode, leite condensado e bate tudo e depois congelei.

À noite queríamos provar nossa receita, mas não queríamos dividir com a Maria nem com uma coleguinha dele que também estava então falamos para elas que iríamos brincar de festa entramos no quarto apagamos a luz e colocamos a música super alta, saímos um a um de fininho indo para sala, quando todos nos saímos pegamos o experimento e corremos para um lugar escondido, não sei se é por que e divertido mais estava até gostoso, também nem fale a dor de barriga que tivemos.

No ultimo dia e para mim o pior por que achei que iria morrer, minha querida tia pediu que eu a Bia e a Lú fosse ao supermercado comprar leite, no caminho vimos um mendigo que sempre andava por ali apelidamos de Zé da coberta, pois vivia com uma coberta marrom velha. Ele parecia mais o Falcão do Rappa, der repente o mendigo abaixa as calças tirou o “Bozo” para fora e urinou ali mesmo a gente morreu de rir, na volta cada um de nós carregava uma sacolinha de leite, nós travamos uma guerra batendo com a sacola um no outro, quando chegamos ao portão, a Luana entra correndo e a Bia já estava no portão eu cheguei perto dela ”atitude idiota”, ela levantou a perna num ato maligno, frio e calculista, e me deu um chute no meio do meu peito “detalhe ela ainda gritou- Iaaahh!!!”

Tenho certeza que o Daniel San baixou nela àquela hora, eu vi minha vida passar diante dos meus olhos.

Então deixo aqui meu relato do que aconteceu nunca sofri tanto quanto aquele dia, meu deus, mas ainda tenho muito para contar dessa família totalmente se nação, mas tenho certeza que dá próxima vez não serei eu o sofredor nisso tudo.

Notas finais
J- oi voltei "com o braço enfaixado e um olho roxo"
L e B - Nós também "as duas descabeladas"
M - "dando tchausinho"
J- Bom espero que tenham gostado ainda tenho muita história dessa turma pra contar,então até mais.
Todos- Dando tchau.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!