Na Forma Da Lei

2 Capítulo 2 - Justitia quae sera tamem


Notas iniciais
A leitura dessa história será um pouco complicada, já que, cada capítulo - assim como cada episódio do seriado - tem começo, meio e fim. Ou seja, cada capítulo é independente mantendo apenas o mesmo " foco " como conexão. Realmente ficou um pouco estranha a parte do motorista e da modelo amante de Nevel, mas qualquer dúvida é só mandar um comentário e irei responder :) Boa leitura.

Seattle, 30 de agosto 2007.

Formatura dos formandos da Falcudade de Direito.

Dois anos se passaram depois da morte do Griffin, e a amizade dos quatro amigos continuava mais forte do que nunca. Todos formandos em direito, resolveram se reunir e formar um pacto por justiça pela morte do amigo. Hoje era o dia da formuta da turma de formandos de 2007. A formatura teve ínicio, e a música clássica era tocada no local.

Mestre de cerimônias: E agora, eu tenho o prazer de chamar a oradora, representante desta turma de formandos de 2007, Samantha Puckett! — Disse o homem que aparentava estar na faixa dos trinta anos. Ele estava em cima de um pequeno palco onde continha uma bancada com o microfone. O homem olhou na direção de Sam, ficando de lado da pequena estrutura de madeira. A turma aplaudia calorosamente enquanto a loira se dirigia a pequena bancadinha.

Sam: Nossa, a gente fica emocionado né? — Disse a loira fungando um pouco. — Bem, eu não vou ler discurso, isso daqui tá muito formal, e eu vou direto ao que interessa. Griffin Peterson, — nesse momento aparece um slide com a foto de Griffin – nossa turma dedica essa cerimônia, á Griffin Peterson, que foi brutalmente assasinado diante de alguns de nós. Griffin era um rapaz como qualquer um que está aqui hoje, tinha 25 anos, uma vida normal, gostava de pegar onda, de sair com os amigos. Era apaixonado pela sua namorada — Disse a loira olhando na direção da melhor amiga que chorava com a cabeça baixa, sendo consolada por Brad, Gibby e Freddie. – e foi covardemente assasinado. Eu, meu noivo e mais três amigos reconhecemos o suspeito que foi preso, julgado e inocentado. — Ela disse fazendo uma pausa, passando as costas da mãos nos olhos. — Tudo na forma da lei. E era pra que nós nos conformássemos com essa situação. MAS NÓS NÃO VAMOS NOS CONFORMAR, VAMOS ?! — Disse a loira com um tom de raiva, apertando com força a bancada.

Turma: NÃO! — Disse a turma em coro.

Sam: Depois desses anos todos na faculdade, de tantas coisas importantes que aprendemos, eu acho que uma é a que mais fica; as leis existem e precisam ser respeitadas. Em um futuro muito próximo, nós a faremos respeitar. A gente não pode deixar que o poder político e econômico manipulem as leis. A gente quer um país melhor e vamos conseguir. CHEGA DE IMPUNIDADE NO PAÍS ! — A turma se levanta aplaudindo fortemente ao discurso da loira. — Obrigada. — Disse ainda emocionada.

Aquele momento, que era pra ser feliz, foi triste. Mas, o desejo de justiça e a amizade dos cinco amigos era mais forte. Sam voltou para juntos de seus colegas e foi recebida com um beijo de seu noivo, Freddie, e abraços de seus amigos.

Mestre de cerimônias: E a partir de agora, considerem-se formados e bacharéis em direito. — todos aplaudiram e jogaram seus capelos para o alto.

[...]

Seattle, 27 de junho de 2010.

Praia: Alki Beach

Noite chuvosa em Seattle, Taylor, motorista da família Papperman dirige até uma praia deserta de Seattle, á mando de Nevel. Levando no carro uma modelo, amannte de Nevel, que estava atrapalhando seu casamento com Madisen. Ele chega ao local, desliga o carro e desce com a modelo que já estava amarrada. Um mendigo que dormia escondido em uma barraca feita de plástico, observava a cena chocado.

Taylor: Ajoelha. — Ordenou o motorista.

Modelo: Porque que você está fazendo isso? Eu sempre fui legal com você. — Disse a modelo entre soluços.

Taylor: É o meu serviço. — Disse ríspido.

Modelo: Mas, Taylor. Por favor, pelo amor de Deus. Eu te prometo, eu juro que nunca mais falo nada, que eu não ameaço, eu não faço barraco, eu não ligo mais pra mulher do ... — Ela recebeu um olhar mortal do motorista.

Taylor: Se falar o nome eu vou ter que bater em você. — Mostra a mão, ameaçando-a. — Entendeu? Você ainda pode sair dessa.

Modelo: Posso, como ?! — Perguntou entre soluços esperançosa.

Taylor: — O motorista pega um terço em seu bolso. — Com o perdão de Cristo. Se você, aqui na minha frente, rezar e pedir perdão por todos os seus pecados, eu te levo pra casa. Você tira essa roupa molhada, toma um banho quente, vai dormir. Todo mundo esqueçe essa história, e estamos encerrados. Mais o seu arrependimento tem que ser sincero. Reze, reze! – O rapaz fica de trás da modelo e coloca o terço nas mãos da mulher que estavam amarradas. Retirando em seguida algo do bolso, enquanto a mulher permanecia calada. Quando ouviu o clique de uma arma ser destravada, a modelo logo disse:

Modelo: ESPERA, EU REZO, EU REZO! — Gritou.

Taylor: REZE, CRIATURA ! – Aponta a arma para mais próximo da modelo ainda ficando atrás dela. — Arrependa-se da vida pecadora, dos muitos homens que você teve, do sexo sujo e pago...– Diz o motorista dando voltas em torno da modelo, apontando a arma para a sua cabeça.

Modelo: NÃO, TAYLOR, POR FAVOR, NÃO! — Implorou.

Anselmo: Por se comportar como uma cachorra no cio... — Continuou o rapaz.

Modelo: Ave maria ... Ave maria ... — Tentou começar.

Taylor: Pela bebida e pelas drogas, por todos os teus pecados, reze! — Disse ríspido.

Modelo: EU NÃO SEI MAIS REZAR! — Respondeu chorando.

Taylor: REZE! — Afirmou.

Modelo: Acaba logo com isso. — Disse a modelo fechando seus olhos. Taylor ainda espera um pouco e dispara o tiro na cabeça da mulher.

Antes de sair do local, Taylor tenta retirar o terço que havia colocado na mão do modelo, porém o objeto fica preso, e o motorista escuta o alarme do carro da polícia, correndo para seu carro deixando o objeto ali, servindo facilmente como prova do crime.

Taylor: Desgraçada! — Bateu na direção do carro. — Até depois de morta dá trabalho.

Depois de matar uma das várias amantes de Nevel, Taylor retorna ao apartamento na cobertura de Nevel. Subindo até a cobertura onde situava-se um dos vários imóveis da família Papperman. O rapaz segue até o apartamento entrando e indo para a piscina onde Nevel estava com mais uma garota de programa, trocando carícias.

Taylor: Doutor... — Interrompe o motorista.

Nevel: Então ? — Pergunta Nevel.

Taylor: Ela não vai mais incomodar o senhor. — Diz o rapaz com as mãos para trás.

Nevel: Bom trabalho, Anselmo. — Disse Nevel, tirando um bolo de dinheiro de uma mala que estava ao seu lado, oferecendo ao motorista.



Notas finais
Muito obrigado á kathrossetti, mary, iSthefany Silva, e iMasinha Nutellá por serem as primeiras a lerem e comentar a história. Espero que possa continuar á agradá-las :) Até o próximo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.