Na Escuridão
18 Capítulo 18 Atentado
Notas iniciais
Ela estava conseguindo de alguma forma, todo o seu passado e toda a sua vivencia estava colocando ela para um lado tão obscuro que nem ela se dava conta as vezes. Fazíamos sexo e amor, brigávamos e conseguíamos nos entender de volta. Bella agora estava com cinco meses e nervosa. Ela tinha o dia do parto anotado na agenda e em todos os cômodos.
- Não vou ter normal ouviu Edward? Isso não é opção.
Ela falou quando viu um vídeo que eu tinha no computador de um parto de tinha feito. Ela detestava a idéia da dor, mas acho que foi a informação do sofrimento fetal que marcou, ela sempre perguntava por isso de vez enquando. E a nossa vida entrou num ritmo agradável, íamos para o hospital, voltávamos, jantávamos e depois a festa, muito sexo. Ela agora estava se olhando num espelho grande e mexendo na barriga. Não quis incomodar e fiquei olhando a cena, linda, como sempre. Seus cabelos caídos e uma camisola muito curta e que mostrava bem a barriga. Bella estava mudando e eu amando cada progresso que ela dava.
- Hum... estou gorda?
- Está grávida, isso é o bebê.
- Edward estou feia. – ela falou olhando o espelho.
- Linda e grávida. Pronta para saber o sexo?
- Não, se for menina eu vou pagar meus pecados?
- Não tem pecados para pagar amor, isso é coisa da sua cabeça.
- Menino para mim é melhor, posso ensinar ele a atirar e fazer manobras legais no carro.
- Bella nosso filho não vai mexer com armas!
- Claro que vai, isso é praticamente igual a defesa pessoal.
- Não é e ele não vai ter contato com isso.
- Edward olha só, ele vai ser herdeiro de uma empresa de armas bélicas o que acha que ele vai viver daqui a dezenove anos, num mundo mais pacífico e amigável?
- Eu realmente espero isso Bella. E já falei para mandar aquela empresa a merda e dar párea seu tio que parece muito interessado na 3º guerra mundial.
- Ele lucraria horrores com isso. – ela falou rindo.
- Não estou de brincadeira, venda aquela merda.
- Edward se eu vender vai ter uma terceira guerra mundial. Os contratos precisam ser assinados e aprovados por mim, você não sabe o que aconteceria se eu não controlasse isso.
- Bella o seu tio não é dono de tudo aquilo e podemos vender para alguém com os mesmos idéias que você.
- Edward acredite, é um mundo fudido demais para ter mais alguém como eu! E os árabes estariam armados até o pescoço se não fosse eu! Não posso vender, preciso ter aquilo na minha mão.
- Até alguns meses atrás você não ia nem na empresa. Bebia, fumava e até onde eu sei era uma suicida, como controlava seu tio?
- Fácil Edward, não preciso estar lá para isso, era só ler e ver o quadro mundial. Se assinasse aquilo o que aconteceria? E assinava ou não. Podia fazer isso sóbria e beber depois.
- Simples assim?
- Sim. E outra aquilo é legado do maldito do meu pai.
- Isso ainda te afeta?
- A merda toda me afeta, mas agora preciso ver o sexo do bebê. Alice e sua mãe provavelmente vão querer nos matar se chegarmos atrasados.
Olhei o relógio. Ela tinha razão. Ela dirigiu para o hospital e chegamos lá rápido demais pela velocidade que ela, mesmo grávida dirigia.Mas quando chegamos eu percebi os olhares para nós, Bella respondia a alguns e-mails de fornecedores para a obra do outro hospital e acho que não viu. Entramos no elevador e ela me olhou nos olhos.
- Se acalma, John deve ter cuidado de tudo.
- Você..
- Não sou idiota Edward. Sei que o clima está estranho.
-Hum... vamos para a sala de ultra?
- Claro.
E ela saiu e John estava nos esperando na porta com Alice e minha mãe. As duas pálidas.
- O que aconteceu?
- Um zero vinte.
- Aqui? Como?
- Plástico.
- Minha empresa produz desse tipo, pegou?
- Não, ele foi muito rápido.
- Jane? – ela perguntou e eu só entendia uma parte daquela conversa.
- Está em observação, ela se abaixou e chegamos.
- Alice, Esme vocês estão bem? – Bella perguntou calma.
- Bella poderia ter sido você, se fosse alguns...
- Alice não entra em pânico. – ela disse forme e eu gelei. Jane tinha sofrido um atentado no lugar de Bella.
- Bella não era para ser você, foi um aviso. – falei.
- Eu sei. Esse não era meu horário de entrar, eu tinha ultra marcada, estava no sistema. Ele não veio me matar, amedrontar e se vocês continuarem com essas caras esse objetivo ele alcançou. – ela disse e Esme e Alice se olharam, quando queria Bella conseguia ser muito fria, mas ela precisava deixar as emoções de lado, eu também. Desespero leva a erro e erro a morte, essa foi a primeira coisa que John me ensinou. E Bella era boa nisso.
- John qual o procedimento?
- Já pedi para aumentarem a segurança, de sua família também Edward e Bella está com mais cinco seguranças e esses aparecerão Bella.
- Imaginei. – ela detestava seguranças vestidos de seguranças.
- Vocês andarão armados daqui para frente, precisam estar preparados.
- Bella não vai segurar merda de arma nenhuma! – disse olhando para John.
- Edward sei usar uma arma melhor que você e olha que você é bom e aprendeu rápido.
- Gente isso é mesmo necessário... olha... – Alice estava em verdadeiro pânico.
- Armas em um hospital? Vocês querem ou pensam em tiroteios aqui? Temos gente doente... familiares desesperado – Esme disse.
- Se eu parar de trabalhar aqui talvez eles não tentem mais nada.
- Mas isso é parte do seu tratamento Bella. – eu falei porque ela ia fazer o que o dia inteiro agora?
- Edward eu estou colocando a vida de pessoas doentes em risco, seu pai não vai gostar disso.
E nessa hora meu pai apareceu com o chefe da segurança do hospital.
- Bella Jane só está um pouco assustada, mas Irina está com ela.
- Irina está aqui?
- A contratei, ela é muito boa e adoro pessoas talentosas.
- Se ela chegar perto de mim em dias fora da consulta eu vou me aproveitar dpo fato de estar armada e atirar nela.
- Você não vai andar aramada! – falei quase gritando. Meu pai fechou a cara para mim.
- John esse tipo de arma de plástico é indetectável?
- Ela foi feita para ser, mas a empresa de Bella possui um identificador, é quase tão eficaz quando o de metal. E mais discreto, podemos instalar pelo hospital inteiro e as pessoas acharem que é uma luz de emergência. Na verdade, é um alarme do tipo silencioso, só quem tem outro dispositivo sabe. Podemos instalar assim que Bella liberar a autorização da empresa e alguns dos meus homens vestidos de técnicos colocarem no turno da noite, é menos movimentado. Chamará menos atenção.
- Muito bom, Smith é chefe da segurança do hospital conversem. Bella ainda a queremos aqui, não se abale com isso. Poderíamos ter recebido um sultão árabe e termos tido o mesmo problema.
- Eu não sou isso Carlisle e estou colocando todos em risco. – ela falou dura consigo mesma.
- Bom, eu não vou perder minha administradora por causa de problemas de segurança e todos aceitamos a segurança extra de bom grado. Agora soube que vamos saber o sexo do meu neto... nenhum lunático vai estragar isso.
E sorrimos com a confiança de Carlisle, ou os Cullen eram unidos e confiantes. Íamos passar por isso. Minha mãe começou os procedimentos e fiquei nervoso, Alice pulava e não parava quieta. Minha mãe e meu pai olhavam o monitor e como antes ela não deixou eu olhar.
- Bella seu menino é lindo e forte.
- Menino? Jura? Ai Edward...
Eu vi lágrimas? Eu vi Bella tocar a barriga? Sorri com a emoção dela e me entreguei a minha, beijei a testa dela e fechei meus olhos. Eu era completo. E nada nem ninguém ia tirar isso de mim.
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