NO LIMITE DO ATRITO

6 O Efeito Anti-Horário


Notas iniciais
Ola meus amores...Interlagos sempre foi conhecido por desafiar pilotos, máquinas e estratégias. Mas, para Bella Swan e Edward Cullen, o circuito brasileiro reserva um desafio ainda maior: manter a cabeça no lugar quando o coração insiste em acelerar fora do tempo certo. Entre uma rivalidade que cresce a cada volta e sentimentos que nenhum dos dois consegue mais controlar, basta um instante de fraqueza para mudar completamente o rumo da temporada. Sejam bem-vindos a O Efeito Anti-Horário. Porque, às vezes, não é a pista que vira de cabeça para baixo... são os pilotos.

Capítulo 6: O Efeito Anti-Horário

🏎️ POV Edward

O asfalto de Interlagos parecia respirar uma umidade densa e pesada sob o céu cinzento de São Paulo. Desembarcar no Brasil para o Grande Prêmio do Brasil sempre trazia uma carga dramática diferente para o paddock; o Autódromo de Interlagos é famoso por sua pista ondulada, desafiadora, que corre no sentido anti-horário e ostenta um clima completamente imprevisível, capaz de mudar de um sol estonteante para uma tempestade tropical em questão de minutos. Historicamente posicionado no fim da temporada, aquele circuito icônico já havia sido o palco de decisões de títulos inesquecíveis, imortalizando as conquistas de lendas como Ayrton Senna, Fernando Alonso e Lewis Hamilton. Mas, para mim, a única coisa que parecia de ponta-cabeça e fora de giro era a minha própria mente.

Eu estava jogado no sofá de couro do motorhome da Cullen Racing, com os olhos fixos nas telas de telemetria sem realmente enxergar os números. Ao meu redor, a minha equipe de confiança tentava me trazer de volta para a realidade. Jasper Hale revisava os gráficos de desgaste de pneus, Garrett limpava uma peça de suspensão com um pano graxo, e Alec mantinha os braços cruzados, observando o meu silêncio autodestrutivo.

— Edward, você está errando o ponto de tangência da curva do S do Senna em todas as simulações virtuais — Jasper quebrou o silêncio, a voz analítica e preocupada de quem gerenciava a minha carreira. Ele jogou o tablet na mesa de centro. — Você está desconcentrado. Desde Mônaco, seu tempo de reação caiu significativamente.

— O problema não é o simulador, Jazz — Garrett interveio, soltando uma risada abafada e jogando o pano de lado, trocando um olhar cúmplice com Alec. — O problema tem nome, sobrenome e agora pilota uma Ferrari vermelha.

Alec soltou um suspiro pesado, balançando a cabeça com irritação.

— Edward, pensa com a cabeça de cima, não com a de baixo — Alec disparou, sem rodeios. — Essa sua paixonite pela Swan tá ferrando o teu desempenho. Você foi humilhado em rede nacional no Principado e, em vez de focar em dar o troco no Brasil, você tá parecendo um adolescente obcecado.

Eu me inclinei para a frente, apoiando os cotovelos nos joelhos e enterrando as mãos nos cabelos bronzeados. Senti o maxilar travar, a verdade crua finalmente transbordando do meu peito diante dos únicos homens em quem eu confiava naquele paddock de cobras.

— Não é paixonite, Alec. Vocês não estão entendendo — assumi, a voz saindo rouca, pesada e despida de qualquer arrogância de fachada. Olhei para os três, deixando o meu orgulho sangrar no chão. — Não é isso que está ferrando tudo. A verdade é que a Bella é uma pilota incrível. Ela consegue ser melhor do que todos os corredores que já pisaram nas pistas de Fórmula 1, inclusive o irmão dela. O Emmett era um monstro nas pistas, mas ela... ela tem algo a mais. Ela tem um controle milimétrico e uma falta de medo que eu nunca vi em nenhum ser humano. É isso que me assusta. É isso que está me destruindo.

Antes que Jasper pudesse responder, o som do burburinho dos fotógrafos do lado de fora do motorhome anunciou a chegada da comitiva rival. Meus olhos se direcionaram imediatamente para a janela de vidro fumê que dava para o paddock.

Eu a vi chegar. Bella Swan caminhava na frente da equipe Swan-Black, ladeada por Charlie e Jacob. Meu olhar se fixou nela, escaneando cada detalhe da sua postura enquanto ela cruzava os portões do circuito para o treino do dia.

Aquele jeito frio, o olhar castanho-escuro direto que não se deixa vacilar por um segundo. Já vi muitos pilotos tentando serem intimidadores no paddock, mas ela não tenta... é da natureza de lince dela. Ela não precisa forçar uma pose de vilã; ela simplesmente caminha com uma soberania silenciosa, encarando os homens ao redor como se já tivesse calculado exatamente em cada milésimo de segundo como vai te ultrapassar na próxima curva.

Isabella Swan é uma garotinha mimadinha e arrogante... e completamente viciante. Como uma droga. É impossível tirar essa garota da cabeça.

E é justamente por isso que ela me tira do sério... ela me desestabiliza por completo. Porque quanto mais eu tento colocar na minha cabeça que ela não é importante, que aquela garota é inferior e que a estrutura da equipe dela não passa de uma garagem sortuda, mais eu me pego pensando nela. Eu passo as noites em claro pensando naqueles olhos de cigana oblíqua e dissimulada, que parecem ler a minha alma e antecipar as minhas jogadas. Penso naquela pele macia e quente que eu prensei contra o mármore em Mônaco, nas curvas do corpo dela que são mais perigosas do que o circuito de Spa-Francorchamps da Bélgica... e naquele maldito sorriso de lado que ela faz toda vez que consegue me ultrapassar em qualquer pista.

A criptonita é a fraqueza do Super-Homem... e a minha fraqueza é a pilota da Swan-Black.

— Edward? — a voz de Jasper me chamou de volta, mas eu continuei com os olhos fixos na silhueta vermelha da Ferrari dela sumindo na garagem ao lado.

— Vamos para a pista — respondi, levantando-me do sofá com uma fúria renovada e pegando o meu capacete azul. — Se ela é a minha fraqueza, eu vou descobrir um jeito de correr mais rápido do que o meu próprio ponto de ruptura.

🏎️ POV Bella

O cheiro de umidade, asfalto velho e combustível puro que subia dos boxes de Interlagos parecia grudar na pele antes mesmo de eu vestir a parte de cima do meu macacão. O clima de São Paulo estava exatamente como o esperado: cinzento, abafado e com nuvens carregadas que ameaçavam desabar a qualquer segundo sobre o circuito anti-horário. Eu estava terminando de prender o cabelo em um rabo de cavalo firme perto da linha divisória da garagem da Swan-Black quando a comitiva azul da Cullen Racing passou a poucos metros.

Edward liderava o grupo. Seus olhos verdes cruzaram com os meus instantaneamente, faiscando com uma intensidade que quase me fez dar um passo atrás. Mas eu mantive a pose de lince, sustentando o olhar com um sorriso de lado imperturbável.

— Olha só quem decidiu aparecer para levar mais uma lavada — provoquei em voz alta, cruzando os braços e me escorando na bancada de ferramentas. — Cuidado para não errar a frenagem no S do Senna, Cullen. Ouvi dizer que o simulador de vocês não calcula muito bem a pressão de ter uma Ferrari vermelha colada na traseira.

Edward parou o passo, soltando um riso soprado e cínico, enquanto a sua equipe parava logo atrás dele.

— O seu carro pode até ter mudado de cor, Swan, mas a imprudência lá dentro continua a mesma — ele rebateu, a voz perfeitamente modulada, cheia daquela arrogância britânica que me dava nos nervos. — Interlagos não é uma passarela de Mônaco para você desfilar. Se eu fosse você, olhava mais para os seus retrovisores hoje.

Antes que eu pudesse responder, a faísca se espalhou para os boxes. Garrett deu um passo à frente, rindo com deboche na direção dos nossos mecânicos.

— Uma Ferrari de satélite continua sendo um chassi de garagem se quem estiver ajustando os parafusos não souber o que está fazendo — Garrett provocou, limpando os dedos sujos de graxa em um pano.

Jacob Black largou a chave de impacto contra a bancada de metal com um estrondo violento, dando dois passos rápidos para a linha de frente. O tamanho do Jacob e o sangue nos olhos dele foram o suficiente para fazer Alec dar um passo atrás.

— Cala a boca se você não quiser se engasgar com a poeira dos pneus da Lince! — Jacob esbravejou, a voz ecoando pelo pit lane, apontando o dedo na direção da Cullen Racing. — A gente engoliu vocês com um chassi remendado e vamos fazer de novo com o motor italiano. Fiquem na de vocês!

— Chega, Jacob! — Billy Black interveio imediatamente, girando as rodas da sua cadeira para se colocar entre o engenheiro e a equipe rival, a voz firme de quem já tinha visto brigas demais no paddock. — Foco nos dados. Deixem a resposta para a pista.

Do outro lado, Carlisle Cullen deu um passo à frente, colocando a mão no ombro de Edward e lançando um olhar severo para Garrett e Alec. Ao lado dele, Felix, o mecânico de elite dos Volturi, cruzou os braços enormes com uma expressão entediada.

— Vamos manter o profissionalismo aqui — Carlisle pediu, a voz calma e diplomática de sempre. — Temos um campeonato para disputar de forma limpa. Edward, para o cockpit. Agora.

Charlie Swan saiu de trás do nosso chassi, segurando a prancheta com força e lançando um olhar mortal para o Edward.

— Você ouviu o seu chefe, Cullen. Vá para o seu lado da garagem antes que eu mesmo resolva essa implicância — meu pai rosnou. Edward apenas ergueu as sobrancelhas, me deu um último olhar carregado de promessas perigosas e girou os calcanhares, arrastando a sua equipe de volta para o box azul.

O treino livre daquela tarde foi um espetáculo de insanidade pura. No segundo em que o sinal verde piscou, eu e Edward ignoramos qualquer protocolo de gerenciamento de pneus ou testes de aerodinâmica. Virou uma disputa pessoal.

A Ferrari vermelha e o Porsche azul rasgavam as ondulações de Interlagos como dois mísseis desgovernados. Ele me ultrapassou por dentro no S do Senna, fritando os pneus traseiros; eu dei o troco na volta seguinte, colocando o carro de lado na descida do Lago com uma agressividade que fez a traseira da minha Ferrari escorregar no limite da aderência. Era um duelo milimétrico, volta após volta, dividindo as curvas no sentido anti-horário com os motores roncando a treze mil rotações.

Na última volta rápida, vínhamos lado a lado na subida dos Boxes. O som dos dois motores era ensurdecedor, os chassis vibrando a mais de trezentos quilômetros por hora. Cruzamos a linha de cronometragem exatamente no mesmo instante. Na tela dos boxes, os tempos apareceram travados no centésimo de segundo. Um empate absoluto. Nenhum dos dois cedeu um único milímetro.

A adrenalina da pista ainda estava fritando os meus neurônios quando cheguei ao hotel no início da noite. Eu caminhava pelo corredor silencioso e atapetado do quinto andar, segurando a chave magnética e desejando apenas um banho fervendo para tirar o sal do suor do meu corpo.

Foi quando a porta do quarto à frente se abriu e Edward Cullen passou por ela, vestindo apenas uma calça de moletom cinza e uma camiseta preta desbotada. Nós dois travamos no mesmo instante. Olhei para o número da porta dele e depois para a minha. Nossos quartos eram exatamente um ao lado do outro.

— Só pode ser piada... — resmunguei, soltando um riso incrédulo e cheio de fúria. — A FIA agora está rastreando os meus passos para me colocar do lado do meu maior pesadelo?

Edward escorou-se no batente da porta, cruzando os braços. Os cabelos bronzeados estavam bagunçados e o olhar dele desceu pelo meu corpo com uma lentidão insolente que fez a minha pele arrepiar inteira.

— O pesadelo é meu, Swan — ele rebateu, a voz saindo rouca e cortante. — Eu venho para o Brasil tentar me concentrar e o hotel me joga vizinho de uma garota mimada e arrogante que não consegue passar uma tarde sem tentar me peitar na pista. Aquele seu movimento no Lago foi suicídio puro. Você é uma louca.

— Louca é a sua capacidade de aceitar que eu tenho mais braço que você, Cullen! — dei um passo à frente, invadindo o espaço dele no corredor deserto, a voz subindo de tom. — Você me odeia porque sabe que eu sou a única pessoa que consegue te desestabilizar. Você é um riquinho engomado que entra em colapso quando não consegue a sua perfeição de laboratório!

— Eu te odeio porque você entra na minha cabeça, Swan! — ele gritou de volta, dando um passo para fora do quarto e ficando tão perto de mim que eu conseguia sentir o calor que emanava da sua pele. Suas pupilas estavam totalmente dilatadas de fúria... e de desejo absoluto. — Eu te odeio porque você é a única maldita coisa em que eu consigo pensar desde Mônaco!

— Então para de pensar e faz alguma coisa, seu babaca! — desafiei, batendo com a mão contra o peito dele.

A tensão reprimida que vinha acumulando desde o racha, desde o empate na pista e desde as provocações no box explodiu como um motor estourando a trezentos por hora. Edward segurou os meus dois pulsos com uma força brutal, prendendo-os contra a parede do corredor, e atacou a minha boca com um beijo violento, desesperado e profundamente apaixonado.

Soltei um gemido abafado contra os lábios dele, a raiva se transformando em uma fome incontrolável no mesmo décimo de segundo. Minhas mãos se libertaram do aperto dele e se cravaram nos seus ombros, puxando-o para mais perto enquanto a língua dele invadia a minha boca com uma dominância selvagem. Edward chutou a porta do seu próprio quarto para trás, arrastando-me para dentro do cubículo escuro e batendo a madeira com as costas, trancando nós dois naquele isolamento de pecado.

Ele me pegou pela cintura, erguendo o meu corpo com facilidade. Enrosquei minhas pernas ao redor dos seus quadris, sentindo a rigidez do corpo dele contra o meu enquanto ele caminhava às cegas em direção à cama de casal. Caímos no colchão em um emaranhado de braços, pernas e respirações rasgadas.

Edward arrancou a minha blusa com pressa, as mãos grandes e firmes dele mapeando a pele das minhas costelas com uma urgência que me fez arquear as costas. Eu puxei a camiseta preta dele, querendo sentir o calor do seu peito contra o meu. O beijo não parou por um segundo; era uma disputa por oxigênio e por controle, nossas bocas se devorando enquanto o suor começava a brotar na nossa pele.

— Você é a minha destruição, Bella... — ele arfou contra a minha bochecha, descendo os lábios para morder e sugar a linha do meu pescoço, arrancando de mim um gemido agudo que ecoou pelo quarto escuro.

Ele deslizou o short que eu usava pelas minhas pernas com movimentos rápidos, desfazendo-se da própria calça de moletom em seguida. Quando o corpo dele se posicionou entre as minhas coxas, a eletricidade entre nós estava tão densa que parecia que o quarto ia pegar fogo. Olhei nos olhos verdes dele na penumbra, vendo a promessa que ele me fizera no brunch brilhando ali com uma luxúria assustadora.

Edward segurou as minhas duas mãos acima da minha cabeça, entrelaçando os nossos dedos com firmeza antes de se afundar em mim com uma estocada profunda, rápida e implacável.

Um grito de puro prazer rasgou a minha garganta, e eu curvei o corpo, prendendo os meus calcanhares com força nas costas dele. O ritmo que ele impôs era frenético, ditado pela mesma agressividade selvagem com que dividíamos as curvas de Interlagos. Ele não estava sendo o lorde britânico polido; ele era um homem possuído pelo desejo, desferindo estocadas fortes e certeiras que faziam a cama ranger contra a parede e o meu cérebro entrar em pane total.

— Grita o meu nome, Swan... — ele sussurrou de forma perversa contra o meu ouvido, a voz rouca e falhada pelo esforço físico, aumentando a velocidade dos movimentos. — Diz que você é minha...

— Edward... — gemi alto, o nome dele saindo como um quase clamor enquanto eu arranhava os ombros dele com as unhas livres, jogando a minha cabeça para trás. As curvas do corpo dele eram um circuito muito mais perigoso do que qualquer pista europeia, e eu estava correndo direto para o desastre sem querer acionar os freios.

O calor no quarto era sufocante, as nossas peles coladas pelo suor enquanto o clímax se aproximava como uma tempestade tropical na reta dos boxes. Edward intensificou o ritmo, os movimentos dele ficando quase violentos de tanta urgência, arrancando de mim gemidos desgovernados e contínuos que preenchiam cada canto daquele quarto. Quando o limite chegou, foi uma sobrecarga total dos sentidos. Eu travei o meu corpo ao redor do dele em um espasmo violento, gritando o nome dele enquanto o prazer me puxava para a escuridão. Edward soltou um rosnado alto e rouco, afundando-se uma última vez antes de desabar o peso do seu peito arfante contra o meu, derramando-se dentro de mim enquanto o nosso batimento cardíaco martelava em sincronia, destruídos e reconstruídos pelo mesmo fogo.

O silêncio que se instalou no quarto logo após a tempestade de adrenalina e prazer era profundo, quebrado apenas pelo som pesado das nossas respirações tentando voltar ao ritmo normal. A eletricidade caótica que nos empurrou um contra o outro no corredor parecia ter evaporado, deixando no lugar um esgotamento físico avassalador que nem mesmo os treinos mais intensos de força G conseguiam causar.

Edward rolou vagarosamente para o lado, puxando o lençol branco de algodão sobre os nossos corpos ainda úmidos de suor. Eu tentei me mover, pensei em me levantar, pegar as minhas roupas espalhadas pelo chão e voltar para o isolamento seguro do meu próprio quarto antes que o orgulho voltasse a falar mais alto. Mas os meus músculos protestaram, pesados como chumbo, e as minhas pálpebras pareciam carregar o peso do mundo.

Sem que nenhum de nós dois dissesse uma única palavra, porque qualquer provocação ou tentativa de defesa pareceria vazia ali , a gravidade e o cansaço extremo ditaram as regras.

Edward estendeu o braço esquerdo, e o meu corpo, agindo por puro instinto de sobrevivência física, se acomodou contra o peito dele. Ele me puxou para mais perto, envolvendo a minha cintura com o braço firme, enquanto enterrava o rosto entre os meus cabelos desgrenhados. Apoiei a minha cabeça no ombro dele, sentindo o pulsar constante e agora calmo do seu coração contra a minha bochecha.

Ali, embalados pelo som distante dos trovões que finalmente começavam a desabar sobre o circuito de Interlagos do lado de fora, nós dois desabamos. Sem perceber, sem planejar e sem medir as consequências do amanhecer, os maiores rivais da Fórmula 1 pegaram no sono profundo, adormecendo juntos, colados e completamente desarmados no centro daquela cama de hotel.

Notas finais
Interlagos fez jus à sua fama...E o Brasil é quenteeeee... Na pista, Bella e Edward provaram que estão cada vez mais equilibrados. Fora dela, descobriram que resistir um ao outro está se tornando muito mais difícil do que vencer qualquer corrida. O problema é que campeonatos não são decididos apenas pela velocidade, e segredos sempre cobram um preço. Obrigada por acompanharem mais um capítulo de No Limite do Atrito! Deixem seus comentários e teorias. Afinal... quanto tempo vocês acham que essa rivalidade vai conseguir esconder o que realmente está acontecendo longe das câmeras? 🏎️❤️