Não subestime Renesmee Carlie Cullen
5 P.O.V. Emma.
P.O.V. Emma.
De uns tempos pra cá meus sonhos voltaram com força total. A maioria deles são pesadelos, nos quais eu sou controlada por um homem de olhos vermelhos, uma vampira assassina que causa dor nas outras pessoas. Mas, o que eu morro é de longe o pior de todos, uma garota com poderes fantásticos, uma bruxa.
Adoro ir a escola e esquecer disso tudo por um tempo. Sinto que hoje algo importante vai rolar.
Lá estava eu com minhas amigas conversando e rindo quando um maluco me chama de Jane e começa a me abraçar. Num reflexo eu bati na cara dele e quebrei minha mão!
–Sinto muito irmã.
–Que coisa! Eu não sou a porcaria da sua irmã e meu nome é Emma Taraskevits.
–Vem, Emma vou levá-la ao hospital.
Sentia que podia confiar nele, só não entendia o porque.
Um médico loiro me atendeu e como o garoto me confundiu com a tal Jane.
–Jane? Está viva e é humana?
–Eu sou Emma, não sou Jane. O que quer dizer com esse é humana?
–Nada. Foi só um entorse, cura rapidinho.
–Nós nem tiramos uma radiografia. Como pode saber?
–Anos de experiência, minha jovem.
–Você deve ter só uns quarenta e fala como se fosse um idoso.
–Eu estou mais pra um ancião.
–Obrigado, doutor.
–Sempre as ordens senhorita.
E o mesmo aconteceu quando encontramos com um rapaz loiro. Porque todos me chamaram de Jane? Que por acaso é o mesmo nome pelo qual me chamam no sonho?
Minha cabeça está muito confusa, isso é muito muito estranho. Será apenas uma mera coincidência? Eu não sei dizer.
E eu detesto não saber das coisas. Odeio mesmo.
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