Notas iniciais
Não demorei tanto quantos antes o/

Não percebi quando ele havia desamarrado a parte de cima do biquíni, mas estava aproveitando os beijos que ele dava em minha nuca e costas. Jack abraçou minha cintura e disse em meu ouvido “Você está muito longe do meu corpo”. Arrepiei da ponta do dedão do pé até o ultimo fio de cabelo claro. O clima estava esquentando e os dois queriam mais que aquilo. Ele se afastou um pouco da borda da banheira e me colocou sentada em seu colo, de frente, atacou a minha boca e puxou o biquíni fora, em minha cabeça apenas uma frase se passou “Ele é meu marido, que mal há?!”

O loiro apetou a minha bunda e eu gemi em resposta, sem para o beijo ele nos levanta da banheira e vai em direção a cama senti meu corpo no colchão macio e o corpo de Jack em cima de mim. O que eu estava sentindo era estranho, em minha cabeça eu sabia o que fazer sem nem mesmo ter passado por uma situação daquela, ou era o que me lembrava pelo menos. Automaticamente empurrei-o ficando por cima, ele agarrou a minha bunda novamente por dentro da calcinha do biquíni e ordenou ( sim, ordenou) que eu tirasse me assustei um pouco, mas aquilo foi muito excitante, dei uma risada.

– É como se eu fosse ter a minha primeira vez, mas eu sinto que já tenho certa “experiência” – falei sentando na posição que estava, sem sair de cima dele.

– Devo reprisar o que aconteceu naquele dia? – falou tirando sarro da minha vergonha

– Seria uma boa – falei fazendo um biquinho, já havia esquecido completamente que estava só da calcinha do biquíni.

Jack levantou e colocou uma musica, não sabia qual era, mas dava certo tom aconchegante à situação. Me arrumei na cama ficando sentada perto da cabeceira, estava com um pouco de frio então peguei o edredom e cobri minhas pernas, meu marido sentou ao meu lado na cama só então percebi que estava de sunga, não havia notado antes, pois só o tinha visto com uma toalha, soltou meu cabelo que estavam em coque e os colocou pro lado, começou a beijar meus ombros enquanto me falava como havia sido nossa primeira vez.

– Você tinha 20 anos, eu 25 – um beijo em minha nuca – já namorávamos a 2

– xiiiiiiu – eu o interrompi – outro dia você conta essa historia, não quero uma reprise, quero algo meu, dessa Elsa que está aqui, agora.

Jack segurou em minha nuca e começou um beijo calmo enquanto ia me deitando na cama, ficou por cima de mim e apertou minha cintura com outra mão, desceu os beijos para o meu pescoço e a mão pra minha bunda. Me deu um selinho e um sorriso.

– Sem vergonha mocinha, por favor – uma risadinha.

Foi tirando a calcinha do biquíni delicadamente, subiu beijos do meu pé ate a minha barriga, apoiou o corpo no braço esquerdo e fez os contornos do meu corpo com a mão direita, fazia isso como um artista apreciando sua obra, conhecia cada detalhe, cada curva, cada ponto exato de cocegas.

Pediu para que eu fechasse os olhos e sentisse cada toque seu, e aquelas mãos sabiam o que estavam fazendo. Jack se posicionou em cima de mim novamente, e beijou meu pescoço me fazendo arrepiar, disse que não enrolaria, mas que tomaria cuidado e seria carinhoso. Deixou o corpo cair sobre o meu e senti a pressão vinda de sua sunga, fui passando as unhas em suas costas enquanto ele distribuía beijos pelo meu colo, estava de olhos fechados quando senti roçar a boca em meu peito e permaneci do mesmo modo. O loiro passou a língua e mordiscou me proporcionando alguns gemidos, colocou a mão em minha intimidade já molhada, e massageou fazendo movimentos circulares. Jack parou com tudo me fazendo abrir os olhos.

– Como você não está, tomando remédio para isso, vou ter, ou melhor, vamos ter que usar camisinha – disse.

– Não tem problema – falei, dado uma risada.

Pegou numa das gavetas de uma cômoda que havia no quarto uma camisinha, tirou a sunga e colocou-a. Fechei os olhos quando ele vinha em direção à cama, acho que por vergonha. Meu marido deitou por cima de mim, agarrei o lençol da cama e mordi a boca quando senti seu membro em minhas pernas.

– Abra os olhos meu amor, eu disse sem vergonha, e vejo que você, ou melhor, seu corpo estava com saudades – uma risada – eu também – ele falou enquanto me “invadia” aos poucos.

Me contorci e soltei um gemido em baixo de Jack, aquilo era muito bom, e melhor ainda por eu não estar sentindo as dores de se perder a virgindade. Meu amor entrelaçou nossos dedos e levou nossas mãos em direção à cabeceira da cama, começou a se movimentar e a cada estocada eu apertava sua mão na tentativa de demonstrar o prazer que estava sentindo, era como se nossos corpos se completassem, se preenchessem. Senti um beijo quente s iniciando, meu nome foi sussurrado contra minha boca, Jack soltou minha mão e apoiou as suas no colchão, arranhei suas costas e imagens da nossa primeira vez invadiram minha cabeça deixando tudo mais intenso, meu quarto quando morava sozinha, minha cama de solteira, roupas jogadas pelo chão, mas nada havia mudado, o que fazíamos, como fazíamos, era exatamente do mesmo jeito, os movimentos de Jack se tornaram mais intensos, assim como nas lembranças, era como sentir aquele prazer duas vezes, obtive meu ápice juntamente com o de minhas memórias, Jack um pouco depois, do mesmo modo.

Meu loiro se deitou ao meu lado, tirou a camisinha fez o que tem que fazer e a jogou em algum lugar no chão. Começou um carinho em minha barriga, sorri ainda de olhos fechados, e quando abri encontros duas bolinhas azuis me observando. Eu me sentia literalmente dele, entregue e submissa, e senti que seria assim todas a vezes que fizéssemos amor, e senti também que poderia fazer aquilo todos os dias, o dia todo.

Me assustei quando Jack começou a falar e disse exatamente o que pensei.

– Você me disse essas palavras na nossa primeira vez, achei lindo o jeito que você ficou quando acabamos, exatamente assim, cabelos desarrumados, respiração descompassada, extremamente linda.

– Posso te contar um segredo sr. Frost? – perguntei, e ele fez que sim com a cabeça. – Eu lembrei exatamente de tudo daquele dia.

Notas finais
Beijos até o próximo. Quero comentários u.u