Notas iniciais
Minha primeira fanfic. Espero que gostem.

"Normalmente. As pessoas sofredoras são as mais sabias. E as mais inteligentes. Podem se tornar calculistas e receiosas. Até mesmo depressivas. Alto-mutiladoras. Elas muitas vezes se fecham. Mas depois sentem-se mal. Porque? Bom. Porque do mesmo modo de ela ser sensivel. Prevê.. Ou tem medo de magoar outras pessoas como ela. Algumas são solitárias. Outras nem tanto. Outras só são pessimistas..

Mas eu...Eu sei que algo de errado acontecia. Não sabia bem o porque.

Mas não era como ralar o joelho ou cortar o dedo.

Doía mais que um tiro. Uma facada. Que coisa. Isso é psicológico? Eu me faço de coitadinha?

Não sei ao certo... Tenho que descobrir ainda.

Espero que dessa vez seja diferente..

Tomara."

Pensava a pobre menina atordoada com seus pensamentos avoados, Lembrando de seu terrivel passado. Que não gostara de contar a ninguém. Porque? Bom. A Morena sem sera forte.Orgulhosa. Equilibrada. E achava que sofrer,depressões,amor e coisas assim eram idiotices. Mas ela pagou. E muito caro.

Não sabe-se ao certo oque aconteceu. Mas se quiser descobrir. Tende ler até o Final.

.*.*.*.*.*.*.

Acordar cedo nunca foi seu tipo. Mas era o dia. Começar as aulas? Chato. Mas um fato da maioria das pessoas. Ao recordar-se da infância. Um arrepio corre na sua espinha.

Levanta-se e espreguiça-se na cama macia que era sua. "Nova casa. Nova escola. Novo quarto. Novo tudo. Novo destino...Assim espero.."

Pouco tempo de pensamento e o relógio toca. Olha para o criado mudo e desliga-o com calma.

Vai ao banheiro de seu quarto e faz suas coisas diárias. Esvaziar a bexiga. Escovar os dentes,Volta ao quarto. Vai ao Guarda-Roupa preto.. Com detalhes de pássaros vermelhos e outros brancos. Escolhe uma roupa. Uma normal. Comum diria.

'Ridicula...Como você' Pensava á pouco a morena.

Uma calça Jeans preta camiseta branca com uma Guitarra preta com raios azuis claro. Um All Star preto com estrelas brancas. Uma meia toda branca.E uma jaqueta preta comprida e larga escrito 'Silence' de branco e escorria como se fosse um detalhe para dizer que parecia sangue . Pega sua toalha vermelha e vai ao encontro de um banho quente. Ou frio. Tanto fazia.

Depois de banho tomado e vestida. Penteia seus fios azulados e vai de encontro a cozinha. Toma um copo de água e sai. Vai andando.

Sente-se incomodada. 'Estranho...Hum.. Continue vamos ver até onde vai.' Pensou e assim feito.

Continuou andando. E logo depara-se com um homem de cabelos grisalhos ele tinha a mão direita uma garrafa de Vodka. Cambaleava e cai um pouco. Com toda a certeza estava bêbado.

Quando o homem a olhou tonto concluiu.

Sim estava bêbado.

O homem vem a sua direção e cai sobre ela. Ele levanta

-D-Desculpe a machuquei?-O odor da boca daquele homem fedia. A bebida. Pobre morena nada diz e ele tenta levantar.

-Estou bem. Desculpe. Com licença eu tenho que ir.-Ela tenta ir mas o homem teve uma idéia melhor. A puxou e prensou no beco escuro. Na parede úmida e suja.

Ela arregala os olhos assustada e o homem começa a lamber sua face que fica corada e ela fica tremula. Ele passa a mão na cintura da morena que nada dizia. Estava em estado de choque.

O homem lambe seu pescoço e ri logo. Lágrimas escorrem dos olhos da morena. Sabia seu destino. Mas ali? Hoje? Porque? E porque com ela? E porque com ele?

Avoada em seus pensamentos. Quando ouve um barulho e volta a realidade. Um homem ruivo deu um soco no grisalho.

-Seu tarado!-Gritou o ruivo irritado.

O grisalho cai no chão com um impacto grande e fica inconsciente.

-Você esta bem moça?-Diz o ruivo preocupado.

Ele era ruivo. Bonito. Admitiu.

-S-S-Sim. M-M-Muito O-Obrigada-Ela dizia tremula e logo chora nos braços do ruivo.

-Desculpe. Você quer ir a um hospital?-Dizia ele sem saber oque fazer.

-N-Não. O-Obrigada.-Ela disse

-Bom eu estava indo pra escola. Parei no sinal ali e vi tudo.Desci o mais rápido que pude. Aonde estava indo? Quer uma carona?-Diz ele.

-V-Você ja fez muito por mim. Isso seria abusar...E eu nem sei o seu nome-Disse e abaixa a cabeça corada.

-Ah,Desculpe. Meu nome é Sabuko no Gaara. Mas pode me chamar de Gaara.-Ela ergue a cabeça. Ja havia ouvido esse nome antes

-Gaara...Garara! Sou eu!-Ele a fita confuso-A Hinata! Hyuuga Hinata-Ela diz com um sorriso contente e alegre. Gaara sorri largo.

-Pequena! É você?! A quanto tempo!-Disse e se abraçam.-Como você cresceu pequena.

-Ou. Não sou pequena-Diz ela emburrada

-É sim.-Ele diz e mostra a língua em gesto infantil e eles riem

-Não sabia que tinha vindo pra cá.-Ela disse.

-Nem eu você. Desde o jardim agente não se vê.Quanto tempo hein?-Ele diz

-É.Você era uma peste-Ela ri baxinho e ele fica emburrado

-Bom. Vai aceitar a carona?-Ele diz voltando ao normal

-Como não aceitar.-Eles iam indo conversando entusiasmados.

-Aonde vai?-Ele diz ao entrarem no seu carro preto.

-A escola Konoha School. Fui transferida.-Ela ri

-Eu também. Primeiro dia?-Ele diz

-Sim.

-Ok. Vamos lá. Esse é meu primeiro dia também.-Ele da a partida e eles vão.

Ao chegar lá observam uma grande escola. Parecia um castelo de tão grande.

-Nossa-Dizem juntos surpresos e logo riem.

Entram juntos e muitas meninas ficam olhando Gaara. Oque irrita Hinata de alguma forma.

Terminaram e descobriram que eram da mesma turma. 'De novo'

Após isso foram pra sala.

Hinata sentou no fundo. Na ultima cadeira. Perto das janelas. Gaara logo a frente.

Depois da aula. Foram pra casa juntos. E adivinha.

Ela era vizinha de Gaara. Ele morava logo a frente.

Depois disso chegou em casa pegou uma maçã e vou se deitar. Estava cansada.

Amanhã a guerreira vai a outro dia no mundo cruel. Certo?

'Certo' respondia mentalmente como fazia perguntas. Conversava com ela mesma mentalmente.

Ja era considerada assim

'A Estranha.'

'As crianças brincam la fora. Animais brincam com seus donos. Psicopatas e psicóticos com seus brinquedos. O dia de amanhã ninguém prevê. Só espera. Que seja melhor que o de hoje fora.'

Pensou. Fechou seus olhos e adormeceu.

Notas finais
Obrigada por ler. Espero que acompanhem até o próximo.
Jane.
Kissus.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.