Não esqueça
No último quarto do corredor da sede da Corpus, Pandora acorda, zerada. A corporação que inventou a cirurgia da memória lhe informa que foi sua escolha apagar todas suas lembranças. Ela não precisa se preocupar. Tudo está sob controle: a cirurgia lhe dá acesso a uma nova vida, sem bagagens e limitações. Ela tem muita sorte de ter sido operada, de ter a chance de renascer. Mas a calma quase cirúrgica que experimenta entre as paredes do hospital se estilhaça quando um inesperado aliado a resgata das garras da corporação.
De volta ao seio da resistência, ela então descobre que não apenas sua memória foi tomada contra a sua vontade, como era ela uma das mais dissonantes vozes da rebelião, os radicais denominados anti-corpus. Entre desvendar as dobras do seu passado sombrio e se readaptar aos rebeldes, Pandora percebe que há um agente duplo infiltrado entre eles. A boa notícia: ela conhecia a identidade do espião. A má: ele a calou antes de ser desmascarado.
Agora, encurralada em meio a uma teia de intrigas e alianças, Pandora terá de aprender rápido em quem pode confiar e quem é seu verdadeiro inimigo.
Não esqueça: ninguém é quem diz ser. Nem mesmo você. Não acredite nos corpistas. Não acredite nos rebeldes. Não acredite em nada. Mas principalmente: não acredite nas ruínas.
Elas são sempre uma história mal contada.
De volta ao seio da resistência, ela então descobre que não apenas sua memória foi tomada contra a sua vontade, como era ela uma das mais dissonantes vozes da rebelião, os radicais denominados anti-corpus. Entre desvendar as dobras do seu passado sombrio e se readaptar aos rebeldes, Pandora percebe que há um agente duplo infiltrado entre eles. A boa notícia: ela conhecia a identidade do espião. A má: ele a calou antes de ser desmascarado.
Agora, encurralada em meio a uma teia de intrigas e alianças, Pandora terá de aprender rápido em quem pode confiar e quem é seu verdadeiro inimigo.
Não esqueça: ninguém é quem diz ser. Nem mesmo você. Não acredite nos corpistas. Não acredite nos rebeldes. Não acredite em nada. Mas principalmente: não acredite nas ruínas.
Elas são sempre uma história mal contada.
Classificação 16+
Ficção Científica
Caderno Azul
Sinopse
No último quarto do corredor da sede da Corpus, Pandora acorda, zerada. A corporação que inventou a cirurgia da memória lhe informa que foi sua escolha apagar todas suas lembranças. Ela não precisa se preocupar. Tudo está sob controle: a cirurgia lhe dá acesso a uma nova vida, sem bagagens e limitações. Ela tem muita sorte de ter sido operada, de ter a chance de renascer. Mas a calma quase cirúrgica que experimenta entre as paredes do hospital se estilhaça quando um inesperado aliado a resgata das garras da corporação.
De volta ao seio da resistência, ela então descobre que não apenas sua memória foi tomada contra a sua vontade, como era ela uma das mais dissonantes vozes da rebelião, os radicais denominados anti-corpus. Entre desvendar as dobras do seu passado sombrio e se readaptar aos rebeldes, Pandora percebe que há um agente duplo infiltrado entre eles. A boa notícia: ela conhecia a identidade do espião. A má: ele a calou antes de ser desmascarado.
Agora, encurralada em meio a uma teia de intrigas e alianças, Pandora terá de aprender rápido em quem pode confiar e quem é seu verdadeiro inimigo.
Não esqueça: ninguém é quem diz ser. Nem mesmo você. Não acredite nos corpistas. Não acredite nos rebeldes. Não acredite em nada. Mas principalmente: não acredite nas ruínas.
Elas são sempre uma história mal contada.
De volta ao seio da resistência, ela então descobre que não apenas sua memória foi tomada contra a sua vontade, como era ela uma das mais dissonantes vozes da rebelião, os radicais denominados anti-corpus. Entre desvendar as dobras do seu passado sombrio e se readaptar aos rebeldes, Pandora percebe que há um agente duplo infiltrado entre eles. A boa notícia: ela conhecia a identidade do espião. A má: ele a calou antes de ser desmascarado.
Agora, encurralada em meio a uma teia de intrigas e alianças, Pandora terá de aprender rápido em quem pode confiar e quem é seu verdadeiro inimigo.
Não esqueça: ninguém é quem diz ser. Nem mesmo você. Não acredite nos corpistas. Não acredite nos rebeldes. Não acredite em nada. Mas principalmente: não acredite nas ruínas.
Elas são sempre uma história mal contada.
Notas adicionais
História Original.
Plágio é crime.
Plágio é crime.
Escrito por
Caderno Azul
Classificação 16+
Tags:
Ficção Científica
Livro em andamento
Publicado em 10 de jan. de 2015 22:17
Atualizado em 9 de mar. de 2021 15:50
844 palavras
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História Original.
Plágio é crime.
Plágio é crime.
Autor
Caderno Azul
Classificação 16+
Tags:
Ficção Científica
Livro em andamento
Publicado em 10 de jan. de 2015 22:17
Atualizado em 9 de mar. de 2021 15:50
844 palavras