Não escute as sombras
1 15 anos atrás
Notas iniciais
Bem, essa é a minha primeira fic, então peguem um pouco leve comigo.
Espero que gostem...
#vaipandas...
15 anos atrás
— Catleya, você precisa fazer mas força — era o que dizia a parteira "Jackeline" — vamos está quase lá, só mas um pouco, MARIANE TRAGA MAIS TOALHAS!!
— Aqui estão!! — dizia a filha mais nova da parteira. Ela era um pouco jovem devia ter uns 20 anos e ela era quem acompanhava e ajudava a mãe nos partos. A mãe sempre lhe dava sermão por ser muito atrapalhada e devagar. — mornas como a senhora falou.
A mãe a olhou com um olhar irritado, que dizia "você é muito lenta" e "conversamos sobre isso quando chegarmos em casa". Algo que sempre fazia Mariane soar frio.
Lentamente a porta se abre apenas um pouco, da largura que nem um corpo humano poderia passar por ali, mas era o bastante para que Clarisse pudesse observar o que acontecia naquele quarto. Ela era a mais velha dos irmãos, tinha 10 anos, seu cabelo era castanho-escuro que muitas vezes era cofundido com preto, liso que batiam um pouco abaixo dos ombros e tinha olhos verde que havia puxado do pai. Era quarta vez que perguntava: — O bebê já nasceu ?
— Ainda não — disse o pai que apesar de tentar demonstrar tranquilidade estava preocupado e provavelmente se perguntado quando o bebê nasceria e se nasceria bem ou se preciasaria amputar sua mão; ele estava ao lado de sua esposa que estava em trabalho de parto a mais de seis horas, estam todos cansados, ele havia pego todas as coisas para que o bebê nascece bem e depois foi para o lado de sua mulher que segurava sua mão com tanta força que ela já estava roxa. Ele nunca soubera com agir no nascimento de nenhum de seus filhos. No nascimento de Clarisse sua primeira filha, ele ficou apavorado e ficava andando de um lado para o outro no corredor, a enfermeira mandou ele espera no corredor pois ele ficava esterico ao ver como sua esposa estava; na verdade podia se dizer que ela que estava tentando acalma-lo. Mas no nascimento de seus outros dois filhos ele esteve com ela e aprendeu a se controlar melhor, tipo 23% melhor.
A porta voltou a se fechar. E Clarisse voltou para a sala onde estavam seus dois irmãos Tristan e Trevor ele eram gêmeos idênticos e tinham 8 anos, eles tinham o cabelo castanho-escuro igual o da irmã, olhos castanhos-claro e sardas. Ao contrario da irmã que estava nervosa e preocupada, eles estavam sentados no chão da sala jogando xadrez em uma mesa baixa.
— O bebê ainda não nasceu ? — perguntou Trevor sem tirar os olhos do tabuleiro, como se estivesse consentrado planejando sua próxima jogada.
— Ainda não — falou a irmã se jogando no sofá de cor vermelho claro.
— Qual é problema desse bebê ? Ele não sabe como sair ? — perguntou Trevor indignado.
Clarisse olhou para ele sorriu e disse: — Talvez seja isso — aquilo deixou ela um pouco mas relaxada.
Talvez... — disse Tristan, como se só agora estivesse realmente naquele comôdo.
— Talvez o quê, Tristan ? — disse o irmão.
Tristan calmamente se levantou, o que deixou seus irmãos curiosos, ele limpou a parte de trás de sua calça e disse :
— Talvez devessemos jogar uma corda para ele.
Clarisse segurou sua vontadade de rir — Não acho que essa seja uma boa idéia.
— Por que ? — perguntou Tristan como se aquela fosse a opção mais obvia.
— Não acho que o bebê saiba como agarrar um corda, acho que ele nem sabe o que é uma corda — ela disse procurando uma boa explicação para dar ao irmão.
Ele a olhou com um olhar de " Como assim ?" .
— Que bebê mas burro — disse Trevor voltando a conversa.
— Não chame o bebê de burro!
— Eu também acho ele burro — disse Tristan concordando com o irmão.
— Que tipo de pessoa não sabe o que é uma corda ? — disse o outro irmão.
Clarisse ergueu uma sobracelha e olhou para os irmãos, que fizeram a mesma coisa, como se estivessem a desafiando.
Desafio aceito.
Mas quando ela ia rebater, ela ouviu um grito da mãe no andar de cima. Levantou-se do sofá e saiu correndo para ver o que havia acontecido. Quando abriu a porta o seus ouvidos foram inundados por um choro. Ela sorriu.
— Mas que barulho!!- disse Trevor com a mão em tampando seus ouvidos ao lado de Tristan que fazia o mesmo, Clarisse saiu tão rapidamente que se esqueceu dos irmãos que devem ter seguido-a.
— É um menino ! — disse a parteira — pegue, dê-lhe um banho — esticando para o pai, que tremeu. Isso sempre acontecia, ele tinha medo de derrubar aquela criança mole e frágil, e acabar com tudo.
O que fez sua mulher sorrir. Ele lentamente colocou o corpo do bebê na banheira e apanhou a cabeça em seu braço, aos poucos o bebê foi parando de chorar. Clarisse aproximou-se da banheira para ver melhor e seus irmãos foram juntos, como eram um pouco baixos ficavam na ponta dos pés; Clarisse esticou a mão para tocar na mão do irmão que pequenina mas que agarrou seu dedo assim que sentiu o toque.
— Esse bebê é careca — disse Tristan e Trevor concordou com a cabeça.
Clarisse os fuzilou com os olhos e o pai sorriu.
— Ele é cheio de pelinhos nos braços — disse Trevor encostando no seu bracinho — os cabelinhos nasceram no lugar errado.
Todos naquele comôdo sorriram, até a parteira que era dada como um pessoa rabugenta, talvez estivesse realmente feliz por mas um parto ter sido bem sucedido, ela havia feito o parto de todas as crianças naquela casa.
Os meninos olharam para a irmã com um sorriso estilo Coringa e ela apenas revirou os olhos. 'Eles estão tramando alguma coisa' pensou ela.
Clarisse pegou a toalha e entregou ao pai. Ele pegou e enrolou o bebê como se fosse uma porcelana muito fina que podia se quebra com um único toque. E o levou até a sua mulher, que estava na cama cansado depois de tanto esforço. Ela usava um vestido de cor salmão que estava molhado de suor que escorria em todas as partes, principalmente seu rosto que estava avermelhado, ela tinha olhos castanhos repletos de lágrimas, cabelo preto no qual havia um coque todo bagunçado que Mariane havia feito era bastante longo.
— Certo, agora vocês saiam — disse a parteira se dirigindo as crianças — a criança acabou de nascer precisa de silêncio para dormir.
Os três olharam para a parteira com um do tipo " Quem você que é ?".
— Vamos, saiam! — falou os empurrando para fora, quando chegaram na porta eles a fuzilaram com olhar.
Clarisse batia o pé no corredor como se quisesse abrir um buraco para o nucleo da terra, ela olhou para os irmãos que sorriam de uma orelha a outra.
— Você perdeu a aposta — falou Tristan alegremente. Clarisse se irritou mas ainda, já esquecido da aposta.
Bem, ela realmente havia perdido e não gostou disso ela tinha certeza absoluta do que havia previsto.
Então apostou que nasceria uma menina e seus irmãos apostaram que nasceria um menino.
— Agora der-nos nosso dinheiro — disse Trevor; eles haviam postado dez reais, a mãe decidio descobrir o sexo do bebê só na hora do nascimento.
Clarisse pôs a mão no bolso para pegar o dinheiro que viera de sua mesada e entregou a Trevor que disse: — Dez reais para c-a-d-a. — Clarisse bufou " ladrõeszinhos espertos " pensou. Pôs a mão novamente no bolso e entregou mas dez reais a Tristan. Ela olhou mas uma vez para a porta e disse: — acho melhor esperarmos na sala.
— Aquela velha nos jogou pra fora do quarto, ela ver só vou arracar aqueles bigades — disse Trevor furioso.
— Certo, vamos para a sala — disse Tristanq — quem sabe agora Clarisse nos ensina a jogar xadrez.
Clarisse sorriu, mas quando estavam nos ultimos degraus da escada ela ouviu outro grito vindo da mãe o que a fez entrar no quarto com muita força que a porta fez um grande barulho com o contato da parede.
— O que aconteceu ? — seu pai estava entregado lhe o bebê para pôr no berço que ficava proximo a cama dos pais.
— Ela entrou em trabalho de parto de novo — disse o pai ainda um pouco surpreso com o que ele mesmo disse.
Os três ficaram supresos. Clarisse colocou o irmão recém nascido no berço fazendo shh shh shh bem baixinho no mesmo ritmo para acalmar o bebê. Enquanto sua mãe se contorcia de dor.
— DROGA! — disse o pai que procura os objetos como um louco.
Agora deixe-me lhes explicar que objetos ele procurava. Esses objetos tinham a função de fazer com que a criança recem-nascida não caia no mal; ' Como assim ? '; deixe-me lhes explicar, é o tipo de proteção que os impedia ( Clarisse, Trevor, Tristan e o recem-nascido) de serem maus, não digo isso do tipo ' aquele garoto robou meu doce, ele mau ' era algo pior. Com essa proteção eles não cairiam na tentação de certos demonios. Essa era a função de tais ingredientes que eram um pouco dificil de serem achados, depois de todos serem eles eram entregues a bruxo que no caso era a parteira ela preparava tudo e os transformava em liquido que eram usados para molhar as toalhas, dar banho no bebê e para a mãe. Crianças e adolescentes humanos normais ou não eram facilmente levadas para o mal caminho e isso os protegia. E é claro que os demonios prefiriam crianças mas fortes que tinham geralmente o sangue manchado.
— Acabaram os ingredientes — disse William com um olhar apavorado para a mulher e para a parteira.
— Então ela não poderá ter essa criança — disse a parteira se levantou de onde estava.
— P-por favor — disse Catleya suando e com uma voz rouca — eu quero ter esse bebê. Ela olhava a todos com um olhar de dá pena. Algo que fazia o coração de todos amolecerem, menos o daquela velha bruxa.
— Isso é algo inaceitavél — disse a bruxa/parteira alto o bastante para se ouvir pelo quarto inteiro.
Catleya olhou para o marido apavorada e ele não sabia o que fazer.
— Eu faço — disse Mariane. Catleya lhe laçou sorriso em forma de agradecimento.
— Você não vai fazer isso!! — disse a bruxa — eu lhe proibo.
— Já sou bem grandinha para tomar minhas propias decisões! — rebateu Mariane acupando o lugar que a mãe estava, na verdade ela estava um pouco nervosa, era o primeiro parto que ela fazia, mas de tanto observar a mãe ela já sabia exatamente o que fazer. Pelo menos a mãe havia se calado, era um bom sinal.
— Tem certeza ?- perguntou William ao lado da esposa. Ela concordou com a cabeça e ele segurou sua mão.
Diferente do outro bebê este não demorou a sair. Porém ele demorou mas a chorar, o que deixou Mariane nervosa pensando se havia feito algo de errado, mas quando o bebê chorou ela soltou sua respiração.
— É uma menina — disse Mariane com um certo álivio na voz.
Todos naquele momento ficaram em um momento de silêncio. Até que:
— Finalmente mas uma menina — disse Clarisse para aliviar a tensão o que funcionou. Todos naquele momento pareceram soltar a respiração.
A pequena chorava, William largou a mão da esposa e se aproximou daquela coisinha tão pequena ela parecia ser mais fragil ainda, ele a pegou e a lavou com água normal, enquanto ela não parava de chorar. Clarisse já havia pego outra toalha e entregou ao pai que a enrolou e entregou com cuidado a mãe para que amamentasse-a, depois foi ao berço e pegou seu outro filho e tambem entregou-o a mãe para amamenta-lo.
A mãe sorria e ele tambem. Os irmãos se da cama para ver o novos membros da familia que mamavam em silencio.
— Ela é tão pequena — disse Tristan — Ele tambem — disse Trevor. Então eles se olharam por instante e seus olhos se arregalaram como se es tivessem descobrido um grande segredo — Eles são gnomos ?! — falaram ambos juntos.
O que fez todos sorrirem. Mas eles ficaram com uma expressão de desentedimento.
— Isso é um erro e vocês sabem disso — falou Jackeline ( a bruxa/parteira) que estava na porta com os brućos cruzado acabando com a felicidade de todos.
— Nos cuidaremos disso — disse Catleya — não vamos deixar que nada de ruim aconteça — disse William.
— Vocês não podem impedir — bufou a velha bruxa saindo da casa.
Eles ficaram triste por um segundo.
— Não liguem pra ela, tenho certeza que vocês serão uma familia feliz — Marine disse tentando anima-los.
— Ah! — expressou Clarisse o que com que todos olhassem para ela — me lembrei de algo — disse olhando para os irmãos — eu não perdi a aposta, sabia que havia previsto certo.- voltando se para a irmã.
Eles a olharam com a expressão de surpresa, mas seus rosto logo se aliviaram.
— Nos tambem não perdemos — disseram os irmãos voltando se para o irmão mais novo.
— Então nos três ganhamos — falou Clarisse.
— Certo — disseram.
— Então me paguem Os irmãos a olharam e assentiram. Tristan entregou o dinheiro de volta a irmã.
— Há! Terminei com o dinheiro no final ou venci — declarou vitoriosa Clarisse.
— Você tem certeza ? — disse Tristan, Trevor tirou seu dinheiro do bolso. Então ela se lembrou que a havia pagado aos dois. Eles sorriam — Na verdade fomos nos que vencemos pois mesmo que perdecemos nos lhe pagariamos, gastamos nossos dinheiros com doces e não somos bobos aponto de fazer uma aposta com alguêm que pode prever futuro — explicou Trevor com um grande sorriso. — pelo menos podemos comprar mais doces agora — completou Tristan. E os dois sairam saltitando pela casa.
Clarisse respirou fundo para não arrancar a parede e tacar na cabeça dos irmão ou dela mesma, ' espero prever a morte de vocês ' pensou ela. Voltou- se para seus pais que sorriam e obsevavam toda a situção e perguntou:
— Então qual vai ser nome deles ? — perguntou Clarisse sussurrando para não acorda os bebê que dormiam no colo da mãe.
Os pais se olharam por um intante e :
— O nome dele vai ser Cristian — disse Clateya com um pequeno sorriso nos lábios.
— E o dela vai ser C********
15 anos depois
— Cathy, levanta já é a quarta vez que eu falo isso — diz mulher abrindo as janelas, deixando a luz do sol invadir o quarto, voltou se para a garoto que cobrira a cabeça com o lençol — vamos você ter que a escola, é a ultima vez que eu te chamo — disse andado em direção a porta, deu uma olhada para tras e viu que a menina se mexera, chegou a hora de usar sua arma secreta — se você não levantar logo as PANQUECAS vão acabar — viu-a se mexer um pouco — e a minha mão tava tremendo e acabei deixando cair muita calda, talvez eu deva jogar essas fora — falou fingindo tristeza. Foi quando o lençol vôo e mostrar uma garota descabelada.
— EU COMO ELAS — disse garota.
A mulher sorriu vitoriosamente — Bom dia, filhota.
— Bom dia mãe
P.O.V Cathy
Assim que minha mãe saiu, me levantei da cama devagar e fui para o banheiro que nem um zumbi, me olhei no espelhou eu estava parecendo a filha do franknstein com uma mistura de a noiva cadaver :
— Perfeito, a mesma coisa linda de sempre — peguem minha escova e escovei os dentes, fiz o resto das limpezas matinas, coloquei minha roupa escolar (uniforme) que era uma uma saia preta com uma camisa social branca havia outras coisas mas eu perdi na bagunça do meu guarda-roupa, desci para a sala de estar e fui para a cozinha.
— As panquecas acabaram — disse meu pai.
— Nãoooo! Eu levantei da cama pra que então — respondi — sabe não se começa o dia com más noticias para isso existe " bom dia".
— Bom dia filha — meu pai disse revelando as panquecas escondidas atrás de seu jornal.
Estiquei o braço para puxar a cadeira mas meu braço quase foi arrancado por um ser desconhecido chamado Larissa.
— Desculpe — o ser desconhecido falou.
— Você está perdoada ser estranho. — disse sentando e colocando uma panqueca na boca.
— Cathy, não chame sua irmã de ser estranho — disse minha mãe. Eu sou a irmã mas velha, Isa como nós a chamamos é cinco anos mais nova do que e ela bem mas parecida com meus do que eu. Quer tipo, bem mas parecida minha mãe e meu pai ambos tem o cabelo liso e castanho claro, seus olhos tambem são castanhos claros assim com Isa, mas tenho cabelo ondulado preto da mesmo cor dos olhos.
— Certo, to indo pra escola — disse saindo dos meus desvaneios.
— Vai com a Bianca e o Luca — perguntou meu pai tirando os olhos do jornal.
— Sim — respondi enquanto pegava uma maçã na geladeira.
— Manda um oi pra eles por mim — disse minha mãe.
— Ok — algo que nunca faria.
— Tenha cuidado — disse meu pai.
— Pode deixar — disse saindo pela porta da frente.
Era o meu primeiro dia de aula.
Notas finais
Prometo que nas proximas fics falarei das caracteristicas dos locais.
Tchau, até próxima
#vaipandas...
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