Não Tão Simples.
11 O jogo #Parte 2
POV Jade.
O Beck estava muito estranho comigo, quer dizer ele estava inseguro, amedrontado... Isso é bem estranho, mas a melhor parte foi com certeza quando ele sentiu ciumes de mim. Finalmente ele demostrou que gosta de mim, droga André tinha mesmo que interromper? O Marcus apanharia feio e nunca nunca mais iria falar qualquer coisa desagradavel... Ele nunca mais falaria nada... Ri amarga, lembranso-me dos dias em que passei com ele como uma compelta idiota,
Pensei realemente que o amara durante algum tempo até descobri o quanto idiota eu fui em acreditar em todos com tanta facilidade. Descontei nada muito cruel pelo tamanho da minha raiva mas o suficiente para ele nunca mais conseguir alguma namorada descente como eu fui um dia... Desde então aprendir que nem todos merecem a minha confiança e muitos si quer merecem a minha palavra.
Enquanto beijava o Beck pudia sentir uma especie de bolha de medo o envolvendo, não estava entendendo... Mas olhei nos seus olhos e sorri, não falei nada apenas sorri. E ele deve ter entendido que ficaria tudo bem. Era simples prometi a mim mesma que não brigaria com ele hoje. Não hoje, não importa o que aconteça...
Tori: Hey vocês dois, da pra adiantarem com a droga da garrafa?
Beck: Hum... Estamos resolvendo algumas coisas — Ele parecia que estava falando em códigos... Ignorei.
Abri as portas dos armários procurando algo parecido com uma garrafa. Perfeito uma champanhe... Cheia... Não por muito tempo. Joguei-a fora, ainda detesto cheiro da champanhe, desde o ultimo réveillon onde cai em cima de uma mesa de aperitivos e adivinha algumas champanhes... Foi um completo desastre.
Jade: Aqui está — Eu disse puxando o braço do Beck.
Marcus: Hum... — Ele me da nojo.
John: E então? Quando o jogo começa?
Rex: Agora!
Jade: Tam Tam Tam! — Falei no ritmo de alguma trilha sonora de terror.
Cat: Quero rodar.
Beck: Acho que não vou jogar.
Jade: Você me fez levantar e abrir uma champanhe... VOCÊ.VAI.JOGAR. — Falei encarando-o, ele deu de ombros mostrando indiferença, mas pudia perceber a tensão em seus movimentos.
Tori: Oh sim, você vai jogar... Haha' isso vai ser engraçado!
Cat: Perturbador. — A ruivinha soltou enquanto brincava com algumas mechas do seu cabelo, a encaramos e ela fez uma cara chorosa. — Ou não!
Bom, na verdade era essa a palavra que definia a situação no momento quer dizer, cara suspiro do Beck parecia um pedido de desculpas, cada risinho da Tori um aviso, cada olhar do Marcus uma indireta e ameaça. Aquela sala estava ficando perturbadora e todos perceberam isso, se movendo que forma desconfortável e no entanto só a Cat com a sua doce inocência falara. Talvez nem soubesse direito porque falara mas tinha um motivo. Mantive minha postura calculista enquanto estudava todos a minha volta com cautela. Ficamos calados por um tempo até o André quebrar o silencio.
André: Então..? Quanto ao jogo?
Cat: Sim! Eu começo!
Robbie: Vá em fren... — Mas ela já tinha rodado a garrafa.
Tori:Hey, essa garrafa...
Jade: É! — A voz dela me irrita.
#John para Cat
John: E então?
Cat: Quê?
John: Verdade ou desafio?
Cat: Êê! — Hãn? Tá a Cat é psicologicamente abalada. — Verdade.
John: Você já foi a um psicologo? O que ele disse?
Cat: Já! Toda semana as Sextas feiras as 15h.
John: E o que ele te falou?
Cat: Qual deles?
John: Quantos você tem?
Cat: Um — Ela parecia distraída... como sempre
John: O quê? Hãn? Esquece!
# Tori para André
André: Hum... Verdade.
Tori: Você já teve uma queda por alguém da nossa equipe?
André: TORI! — Ele pareceu ignorado e ela simplesmente se divertia.
Tori: Respoooooonde — Ela deu um risinho.
André: Hum... Já... pela xxx — Ele disse algum nome qual não conseguimos identificar.
Beck: Hãm? — Parecia confuso assim como eu.
Robbie: Eu ouvi direito? — Ele estava com os olhos arregalados.
Rex: Ele disse o que eu ouvi ele dizer?
Tori: Acho que não ouvi.
André: Isso é maldade! O que ta acontecendo com você?
Tori: Responda a pergunta!
André: Hum... Foi no começo do ano, eu estava cansado e não sabia direto o que...
Tori: Fala logo!
André: Jade... — Uoou! Todos olharam pra mim, e Beck fechou o punho sobre a coxa. — Hey, Beck eu nunca, nunca ia dar em cima da sua namorada cara. Eu não sei o que me deu, mas já passou foi a muito tempo...
Beck: Ei cara, relaxa, eu sei que a MINHA namorada é incrível! — Ele pareceu se divertir ao surpreender a todos, até a mim. E em meu ouvido sussurrou — Você é só minha. — Eu mordisquei sua orelha em resposta.
Tori: Okay, okay ja chega. André rode loooolgo! — Acho que tem alguma coisa bizarro com a Tori.
# Beck para John
Marcus se ajeitou no chão.
John: Verdade.
Beck: Como é conviver com um panaca desses todos os dias? E se pudesse mudar de irmão para quem mudaria?
John: Fácil. Trocaria qualquer um pelo Marcus. E a Tori pela Lillith — Falou num tom brincalhão. Sempre gostei dele, era ele quem me defendia das agressões do irmão... Era como um dos meus melhores amigos, mesmo que não tivéssemos mais a mesma relação de amizade.
Lillith: Eu sei que você me ama tá?
John: Tá, faladando serio... Hum. Odeio a convivência com ele porque todos sempre nos comparam, claro que ele sai humilhado mas eu sou humilde e não gosto de vê-lo trite. Fora que ele pode ser meio... Agressivo as vezes. E eu trocaria ele pela Jade, assim teria duas irmãs gatas e estilosas... Ou pela Tori... Bom na verdade não... -Ele pareceu tarado a encarando. Olhei pra Lillith de fato ela já tinha sido uma das minhas mais próximas amigas até tentar roubar meu namorado.
# Jade para Marcus.
Yes!
Jade: E então?
Macus: Verdade.
Jade: covarde
.Marcus: Desafio — Ele sempre caia nessa! Sorri
Jade: Desafio você a nunca mais tocar no meu nome, em mim ou passar de 50m de distancia de mim.
Marcus: O que? Não é justo! — Ele resmungou e saiu da sala.
# Tori para Beck
Esperando... Ela abriu um largo sorriso
Tori: Verdade?
Beck: Hum... — Ele pareceu pensar... Pensou, pensou... — Verdade!
Tori: Ótimo. O que você mais odeia....
Beck: Desafio! — Ele disse a cortando, não idiota, não!
Tori: Desafio você a me beijar por dez segundos.
Beck: Hum... Quero verdade! — Ele pareceu nervoso e preocupado, encarei seus olhos, vi eles me pedindo perdão mais uma vez... Então tudo se encaixou.
Rex: Você escolhei desafio, beija logo.
Cat: Oh!
John: Isso é covardia — Ele pareceu desapontado e irritado. Ele me viu olhar pra Beck.
Pareceu acontecer em câmera lenta. Ele ia encostou as mãos no rosto, buscando uma resposta. Ela aproximou-se dele, e um pouco mais. Agora estavam a centímetros. Parecia que saiam faíscas. Parecia que eles... Que eles se encaixavam... Vi ele a beijar... Me torturou, mas continuei indiferente. Ele encostou os braços ao redor do corpo esguio da Tori e ela a abraçou... Eles esqueceram do mundo ao seu redor... Isso não, isso não está acontecendo... Fechei meus olhos... Permanecei assim durante dez longos e miseráveis segundos, quando ouvi a respiração ofegante de ambos. É claro que ele não poderia evitar. Ele é um garoto, e ela uma linda garota. Ela é simpática e doce, meiga com todos a todo o momento e sempre muito adorada. Eu não tinha como evitar. Fiquei ali imóvel. não derramei uma lagrima e o jogo continuou. minha mente rodava. até perceber meu nome na boca do Rex.
# Rex para Jade
Rex: E entãao?
Jade: Que seja. — Minha voz pareceu rude, como se eu não falace a seculos. minha garganta estava seca e meu coração batia forte em meu peito. Eu sentia uma mão repousar na minha pele. Beck. Não o olhei.
Rex: Verdade?
Jade: Morre.
Rex: O que você sentiu a quarenta minutos atras? Durante os dez demorados e intensos segundos do beijo ardente da Tori com o Beck. — Ele estava me provocando... E eu sabia disso. Não me importei.
Jade: Medo — Eu disse e todos ficaram absurdamente boquiabertos. Levantei enfurecida e peguei a minha bolsa, bati a porta e andei em meio a noite sem rumo e sem destino. Só andei.
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