Notas iniciais
Recentemente soube da história de um garoto, que me comoveu um pouco - Esse poema faço em sua homenagem.

Quando de tão prepotente, imagino,

Que meu poetar à de tocar teu seio,

Que de tão amantes vão valer um beijo:

Não passam de palavras esmagadas no teu riso.

E se por tanto amar, insisto!

E se em cada palavra, me fio ao desejo

Me torno um operário que no amor lhe falta jeito,

Um forte proletário trabalhando por carinho.

E como aquele que trabalha, sem devido pagamento

Chora o marceneiro cuja alma é faminta:

"Não sei construir palavras, com tamanho firmamento,

Pra fazer-me no direito de valer na tua vida"

Mas ao saber que seu amor, lhe incitou tais gargalhadas,

Quando antes chorava — Logo estava à sorrir:

"Pois se ri, a Patroa, é que aprova o trabalho!

Pois sou servo daquela, que não é dona de mim..."

Notas finais
Obrigado Pela leitura!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!