Não Me Negue O Seu Amor
2 Dois
Notas iniciais
Obrigado aos que leram e principalmente os que comentaram e até o próximo.
A loira sentia os olhos de
Jiraya, á estudando divertido.
-Como assim EU? – Perguntou ela
com certa irritação.
-Desculpe se me expressei mal,
Tsunade. A verdade é que até agora não tinha muito que você pudesse fazer. – O
Sandaime a fitou com intensidade, ele conhecia muito bem o gênio de sua pupila,
era justamente de sua possível explosão que ele temia.
-ATÉ AGORA? Qual o traseiro que
eu terei de chutar?! – Perguntou Tsunade imaginando uma batalha.
-Nem tudo se resolve com sangue
e violência, como médica você deveria saber disto. – Ralhou o Sandaime, já que
Tsunade às vezes parecia uma criança mimada e inexperiente. E no fundo ela não
passava disto, uma criança de quase quarenta anos.
A loira apenas revirou os olhos,
aquilo já a estava lhe deixando entediada.
-Então qual a solução?
-É fácil você reaver aquelas
terras, graças a uma lei de nosso País a qual nenhum Senhor Feudal por mais
poderoso seja, pode recusar-se.
-E o que é? – Jiraya sorriu, deliciando
com o que estava por vir.
-Você só precisa se casar o
quanto antes. Afinal, todo recém-casado tem direito a um pedaço de solo, para abrigar sua nova provavel familia, e sendo este pertencente a uma ramificação próxima a sua descendencia, digamos que os transtornos são praticamente inexistentes. – Se não tivesse sentada a princesa das lesmas, teria se ido ao
chão.
-O QUE? COMO ASSIM? NEM PENSE
NUMA COISA DESSAS! – A reação da loira foi de acordo com o esperado, ela estava
com as duas mãos apoiadas na mesa, se não fosse o Hokage, o Sandaime até
sentiria medo do olhar assassino que ela lançava lhe.
-Acalme-se, Tsunade-hime! –
Jiraya interferiu antes que aquela maluca inventasse de atirar o antigo sensei
deles pela janela.
-Ninguém te chamou na conversa,
seu feioso. – O homem apenas arqueou a sobrancelha, diante da mulher emburrada
a sua frente.
-Tsunade, não seja tão grosseira
com Jiraya ele foi o único que aceitou casar-se com você. – Jiraya sorriu
orgulhoso, mas logo o sorriso se desfez quando ela explodiu com mais veemência
do que antes.
-COM ELE NÃO! RECUSO! – O
Sandaime olhou para Jiraya que girou os calcanhares na mesma hora.
-Tudo bem Tsunade! Espero que
consiga encontrar um marido até amanhã.
-AMANHÃ? O QUE? – A mulher ficou
atônita, quase perplexa. – Primeiro vocês querem que eu case. Depois tem que
ser com ele. – Aponta para Jiraya. — E
agora me dão a noticia que tem de ser Amanhã. Isto é loucura. – A mulher
procurava argumentar sem notar que Jiraya foi embora. – É minha vida!
-Tsunade, você deveria saber
muito bem que a vida de um Shinobi é entrelaçada com a de sua Vila, assim como
a de seu avô e de tantos outros. – Ele sábia onde tocar.
-Não tem outro jeito? Uma
solução alternativa? – Perguntou ela esperançosa.
-De todas as soluções esta é
mais viável. Konoha, depois da Segunda Grande Guerra, não esta apta ainda a
afrontar um dos mais poderosos senhores feudais do País, e despertar a ira do
Grande Rei. Acredite se houvesse uma alternativa melhor do que essa, eu seria o
primeiro a votar nela.
Tsunade abaixou a cabeça
desanimada, estava precisando de uma boa dose de Saquê, olhou para o lado
pensando em convidar Jiraya.
-Onde ele foi? – Tsunade
perguntou para o Sandaime, que apenas completou que ela precisava ir atrás
dele, pois se ele saísse da vila, tudo estaria perdido.
-Só me faltava essa! — Disse enquanto saia bufando porta a fora.
Notas finais
Abraços!
Fale com o autor